Mamãe pata ataca bombeiro para defender seus filhotes

Imagem ilustrativa | Foto: Pinterest/Divulgação

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Apesar de bem intencionado um bombeiro foi atacado por uma pata enquanto salvava seus patinhos que caíram em dreno de esgoto.

Na terça-feira, o Corpo de Bombeiros de Lauderhill, na Flórida (EUA), respondeu a uma ligação que pedia socorro para um grupo de patinhos havia caído em um bueiro na West Oakland Park Boulevard.

A equipe do corpo de bombeiros veio para resgatar as aves, mas, como diz o post no Facebook, “Nenhuma boa ação fica impune!”

No vídeo, o bombeiro Greg Marrero estava pegando e tirando os quatro patinhos para fora do escoadouro de água, um por um, quando a mamãe pata decidiu que ele estava muito perto de seues filhos.

Enquanto segura um patinho na mão, a pata voa em direção a Marrero e atinge o homem na cabeça.

A mãe pata enfurecida consegue derrubar os óculos de Marrero e, ao pousar, tem um pequeno enfrentamento com o bombeiro antes que o patinho esteja novamente no chão.

Dando um último grasnado e agitando as asas, a família de patos se afasta.

Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency

Imagem ilustrativa | Foto: Caters News Agency

Outra razão pela qual o combate a incêndios é um trabalho arriscado ”, continuou o post no Facebook.

O bombeiro Marrero ficou surpreso, mas não ferido pela mamãe pata protetora.

O chefe dos bombeiros Jeff Levy disse ao jornal Miami Herald: “Você nunca sabe o que vai encontrar todos os dias”, disse ele. “Este é um exemplo do que poderia acontecer.”

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Burrinho cego volta a enxergar graças a um par de óculos de sol especial

Foto: The Donkey Sanctuary

Foto: The Donkey Sanctuary

Um burrinho que ficou cego em um acidente infeliz voltou à enxergar graças a um par de óculos de sol especial.

Jonty foi levado às pressas para um hospital especialista em burros depois de entrar em um espinheiro e um espinho afiado ficar preso em seus olhos.

O espinho foi removido, mas o estresse da operação desencadeou um problema ocular crônico.

Agora, em um esforço para restaurar sua visão, Jonty tem que usar óculos de sol especialmente feitos para proteger seus delicados olhos dos prejudiciais raios UV.

Foto: The Donkey Sanctuary

Foto: The Donkey Sanctuary

Jonty foi tratado por uma equipe especializada no hospital de animais do The Donkey Sanctuary em Sidmouth, Devon, Inglaterra.

A veterinária Vicky Grove disse: “O estresse do ferimento e a chegada ao hospital possivelmente desencadearam a recorrência de um problema ocular crônico”.

Jonty sofreu uma inflamação de fundo imunodeficiente de todo o seu olho. Ele tinha úlceras na córnea, os olhos escorriam pus e era realmente doloroso – ele perdeu a visão.

Jonty ainda tinha alguma visão mínima, e os funcionários do hospital deram-lhe estes óculos para proteger os olhos, dando-lhes a chance de se recuperar.

Vicky continuou: “A máscara é como usar óculos escuros, e Jonty fez um bom progresso, embora a parte de trás do olho ainda esteja danificada.

Foto: The Donkey Sanctuary

Foto: The Donkey Sanctuary

“Estamos monitorando seus olhos com um oftalmoscópio, e testamos sua visão com uma pista de obstáculos, que ele completou, então achamos que a cegueira é apenas parcial”.

Os burros geralmente formam fortes laços com um amigo da mesma espécie, mas Jonty prefere sua própria companhia e atualmente está se recuperando sozinho no hospital da instituição de caridade.

Depois de desfrutar de um pouco de descanso será transportado para Slade House Farm, o principal local de visita do The Donkey Sanctuary.

Mas ele terá os óculos especiais durante grande parte do verão, enquanto se recupera, além disso os veterinários especializados do santuário estarão atentos ao seu progresso.

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Ciclista adota cadela e a leva em mochila nas costas para treinos com bicicleta

O ciclista Gabriel Rodrigues Pego, de 21 anos, adotou a cadela Yellow – que recebeu este nome por ter a pelagem amarela – em maio de 2017, quando saiu com amigos para andar de bicicleta na pista de mountain bike no bairro Alto da Riviera, na Zona Sul de São Paulo, e encontrou a filhote abandonada.

Foto: Fabio Tito/ G1

Yellow saiu de dentro de um caixote que estava na rua. Os amigos se encantaram com ela e passaram o dia brincando com a cadela. As informações são do portal G1.

“Ela se identificou bastante comigo, ficou ao meu lado o tempo todo, brincou, corria atrás das pedras que eu jogava. Eu creio que ela me escolheu, acredito muito nisso, que o cachorro que escolhe o tutor, não o contrário”, relembra Gabriel.

Ao anoitecer, os amigos foram embora. No entanto, Gabriel percorreu o caminho de volta para casa com a cadela no pensamento. “Fiquei com a consciência pesada de deixar um animal abandonado, não podia deixar um ser vivo lá. Voltei, encontrei-a, coloquei-a dentro da camisa e fui embora com a bicicleta. Foi quando percebi que ela gostava da sensação de vento no rosto”, conta.

Foto: Fabio Tito/ G1

Apesar de, inicialmente, o pai de Gabriel ter se mostrado resistente à ideia de adotar um cachorro, logo Yellow conquistou toda a família. “Meu pai era bem complicado nesse quesito, então eu disse que ela ficaria conosco só por uns dias, mas ela foi ficando, ficando e foi ganhando espaço e cativando toda a família. Ela é brincalhona e está sempre sorrindo, então se tornou o xodó lá em casa, principalmente do meu pai. Quando ele chega em casa nem fala comigo, vai direto nela”, diz.

Atleta amador de mountain bike, Gabriel decidiu levar Yellow nos treinos quando passou a participar de competições. “Ela gosta de adrenalina, de vento no rosto, gostava de ficar na janela do carro”, conta.

A princípio, ele levava a cadela dentro de uma mochila comum, que ele carregava nas costas. No entanto, logo ele percebeu que Yellow ficava desconfortável e, então, desenvolveu uma mochila adequada para ela.

Foto: Fabio Tito/ G1

“Fui a um designer de artefatos, fiz pesquisas, consultei a médica veterinária dela e cheguei a esse conceito final. Foram dois meses de teste. Aí o pessoal via na rua e começou a me perguntar, então criei uma empresa preocupada com o prazer do animal para comercializar as peças”, conta. Gabriel vendeu 23 mochilas nos primeiros dois dias de venda.

No entanto, não foi só a mochila que ele desenvolveu para Yellow, mas também um óculos de sol com proteção UV para proteger os olhos dela durante os passeios de bicicleta. O óculos foi projetado para cachorros.

“Ela virou minha companheira, eu a levo para tudo quanto é lugar. E ela faz muito sucesso no trânsito, o pessoal enlouquece, nos para”, conta Gabriel, que afirma que a cadela auxilia nos treinos de força com a bicicleta. “A gente treina junto, ou eu a levo no dia de treino específico para fazer força. Só ela pesa 11 quilos, mais 2 da mochila, são 13. Ajuda a fazer força! Eu brinco que ela e os cachorros do bairro que correm atrás de mim são meus técnicos”, diverte-se.

Foto: Fabio Tito/ G1

Na última competição que participou, na Copa São Paulo de Mountain Bike, em Santa Isabel, no interior do estado, Gabriel ficou em segundo lugar. “Foram 35 km com quase 800 metros de elevação. E a Yellow tem parte no meu troféu”, afirma.

O rapaz conta que teve a vida transformada pela cadela. “Ela mudou minha vida em todos os sentidos. A vida ganha mais cor. Chegar de um treino cansado e ver ela naquela euforia no portão, não tem dinheiro que paga. E ela é muito feliz também, você tem de ver quando pega a mochila, ela endoida quando falo que vamos passear”, relata.

Com a experiência de ter salvado a vida de Yellow, o ciclista passou não só a vender produtos para cachorros, como também a incentivar a adoção de animais abandonados.

“Eu acho que o pessoal costuma comprar cachorro e tem muito cachorro na rua querendo um lar e às vezes as pessoas não querem por não ter raça. É bacana dar chance a um animalzinho em situação de rua. Você muda a vida dele, mas ele vai mudar a sua vida também. É o amor mais puro e verdadeiro. Ele não exige nada em troca, não está preocupado com sua conta bancária e sua posição social. É o melhor amigo do homem, isso eu posso comprovar”, conclui.

Foto: Fabio Tito/ G1