Foto de cadela ‘sósia’ de Salvador Dalí é usada para incentivar adoção de animais

Um abrigo para cães e gatos abandonados está usando uma foto de uma cadela para incentivar a adoção de animais. Seria uma ação comum se não fosse pela inusitada marca que a cadela tem no focinho, semelhante ao bigode do artista plástico catalão Salvador Dalí.

Foto: Hearts & Bones Rescue/Facebook

A ideia de usar a fotografia para incentivar a adoção de animais veio depois da foto da cadela fazer sucesso nas redes sociais. As informações são do portal G1.

A semelhança com o bigode do artista é tamanha que a cadela recebeu o apelido de Salvador Dolly. Ela foi resgatada pelo abrigo Hearts & Bones, em Dallas, no Texas.

Dolly, sua mãe e seus 10 irmãos encontraram lares temporários em Dallas e estão à espera de adoção. A expectativa do abrigo é de encontrar adotantes em Nova York, onde a procura pela adoção de animais é maior.

O abrigo afirmou que quis aproveitar o sucesso que Dolly fez para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de adotar animais.

Foto: AFP/Arquivo; Hearts & Bones Rescue/Facebook


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ONG denuncia parque aquático de Portugal por maus-tratos a animais

O parque aquático Zoomarine, localizado em Albufeira, em Portugal, está entre os 12 zoológicos e parques aquáticos denunciados por maus-tratos a animais. A denúncia foi feita pela organização intencional de defesa animal World Animal Protection.

Para elaborar um relatório sobre os maus-tratos, membros da entidade assistiram aos espetáculos oferecidos pelos zoológicos e parques aquáticos. A World Animal Protection pede que os turistas tomem “uma posição, não visitando nem apoiando estes locais”.

Golfinhos são explorados para entretenimento humano e forçados a aprender truques anti-naturais (Foto: Pixabay/Ilustrativa)

“No Zoomarine, em Portugal, os treinadores sobem em cima do dorso dos golfinhos e surfam na água. O espetáculo também inclui os golfinhos puxando um pequeno barco onde estão crianças”, denuncia o documento ao relatar os abusos aos quais os animais são submetidos.

De acordo com a ONG, “muitos dos comportamentos apresentados como ‘brincadeiras’ durante o espetáculo são na verdade manifestações de agressividade ou perturbação”. A entidade lembrou ainda que, além dos maus-tratos impostos aos animais, o contato direto com os visitantes pode sugerir que a interação com golfinhos “é completamente segura para os humanos”, mas que, na verdade, tratam-se de “animais selvagens incrivelmente fortes que, quando perturbados, podem ser um risco para a segurança das pessoas”.

A World Animal Protection lembrou também que aprisionar animais em cativeiro sob a alegação de promover conservação ambiental não é argumento porque a maior parte das espécies mantidas em aquários não está ameaçada de extinção. O cativeiro, continua a ONG, é uma “severa restrição ao bem-estar” dos animais e o treino ao qual eles são submetidos é feito com “métodos controversos”, como a “retirada de comida e estímulo social aos golfinhos para depois os usar como recompensas”.

Dentre as “atividades e exibições cruéis e degradantes” denunciadas pela entidade, estão “leões e tigres fazendo truques e acrobacias em palco”, elefantes sendo forçados a transportar turistas e macacos “explorados como adereços fotográficos”.

“Os locais incluídos nestes casos de estudo não representam os piores jardins zoológicos do mundo”, segundo a ONG, mas fazem parte da Associação Mundial de Zoológicos e Aquários, que não está cumprindo suas diretrizes, apesar de alegar que desejam “ser modernos e favoráveis ao bem-estar animal”.

O parque aquático Zoomarine foi procurado pela agência Lusa para se pronunciar sobre o caso, mas preferiu não emitir qualquer posicionamento.


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A cada 100 adoções, apenas um animal com deficiência consegue um lar

Dados da Associação de Proteção aos Animais (SPA) de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, indicam que a cada 100 animais adotados, apenas um possui algum tipo de deficiência. Vítimas do preconceitos, eles são preteridos pelos adotantes.

Abril ficou cego de um olho após ser agredido (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)

No abrigo da entidade, 18 dos 120 animais acolhidos possuem deficiência e esperam por adoção. Um deles se chama Abril. Agredido com golpes de enxada em março deste ano, o animal foi submetido a uma cirurgia e ficou cego de um olho.

”Quando eu ofereço, mando foto, as pessoas falam ‘’ah mas eu queria um inteiro’’, eu falo, gente, ele tá sem um olho, mas ele tem o que é mais importante, que é o coração, dentro dele tem um coração cheio de amor para dar”, desabafa a presidente da Associação Protetora dos Animais, Carminha Marques, em entrevista ao G1.

Em muitos casos, os animais adquirem uma deficiência por terem sido abandonados com doenças tratáveis que não receberam o cuidado que precisavam por parte dos tutores. Chicão é um desses. Ele não recebeu a vacina para prevenir a cinomose e acabou contraindo a doença, que o deixou paraplégico. O cão foi abandonado e hoje passa os dias dentro de um carrinho de supermercado.

Mamé é tetraplégica e recebe cuidados especiais (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)

Boneca e Tupi estão há quase dois anos no abrigo, esperando adotantes, mas não os encontram porque são cegos e sofrem preconceito.

Mamé, no entanto, teve sorte e foi adotada por Carminha. A cadela é tetraplégica. “Ela dá os sinais dela e aí eu já conheço. Quando ela quer fazer xixi, levo ela até o banheiro, pressiono a bexiga, ela faz. Quando tá com fome e sede, ela também pede. No dia a dia eu fui aprendendo com ela’’, explica Carminha.

“Eu achei que eu estava fazendo um favor para ela. Mas na verdade ela que faz para mim. Eu aprendo com ela todo dia um pouco, sabe? Paciência, amor, ela me ensina muita coisa”, finaliza Carminha.

Para adotar um dos 18 cães com deficiência que vivem na ONG basta entrar em contato pelo telefone (24) 99985 7023. Ao levar um animal para casa – com deficiência ou não -, é preciso ter ciência de que eles requerem cuidados, gastos e responsabilidade. O tutor deve manter em dia a vacinação do animal, passear, alimentar e higienizar tanto o cão ou gato quanto o ambiente no qual ele vive. Além disso, é preciso se planejar também para viagens ou mudanças de endereço, sem nunca abandonar ou se desfazer do animal.

Chicão perdeu o movimento das pernas traseiras (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)

Boneca e Tupi são cegos e aguardam adoção (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)


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Pit bulls abandonados dormem abraçados em abrigo enquanto aguardam por um lar

Foto: Pima Animal Care Center

Foto: Pima Animal Care Center

Você pode conhecer o amor de sua vida nos lugares mais inesperados – basta perguntar a Agatha e Jukebox, dois pit bulls que atualmente vivem no Pima Animal Care Center em Tucson, Arizona, nos Estados Unidos.

Os dois cachorros entraram no abrigo separadamente: Agatha foi entregue pela tutora que não a queria mais e Jukebox chegou como cão em situação de rua. Mas assim que se encontraram, a conexão dos dois foi inquestionável.

“Normalmente, quando um par de cães se aproxima no abrigo, eles passam a vida toda juntos”, disse Kristen Hassen-Auerbach, diretora de serviços animais, ao The Dodo. “Mas com esses dois, eles não se conheciam. Eles se conheceram em um grupo de brincadeiras um dia e, a partir do segundo em que colocaram os olhos um no outro, tornaram-se inseparáveis”.

Foto: Pima Animal Care Center

Foto: Pima Animal Care Center

Ambos os filhotes estavam lutando para se adaptar à vida de abrigo, mas a crescente amizade rapidamente entre os dois acalmou qualquer ansiedade e depressão. “Apesar do fato de que eles estão vivendo esta vida de confinamento, o que é super estressante para a maioria dos cães, eles se confortam muito na presença um do outro”, disse Hassen-Auerbach.

Os dois filhotes agora compartilham um único canil, o que lhes permite passar todo o tempo juntos. Eles não se importam muito com o espaço pessoal de cada um, preferindo se aconchegar em uma cama única quando é hora de apagar as luzes.

“Há muito espaço para eles se estenderem”, disse Nikki Reck, responsável pela informação pública do Pima Animal Care Center, ao The Dodo, “mas eles dividem aquela pequena cama juntos porque é assim que a preferem”.

Uma foto dos dois cachorros aconchegados recentemente se tornou viral depois que Reck postou no Facebook. Os funcionários do abrigo estão esperançosos que a atenção nas mídias sociais possa ajudar a proporcionar a Agatha e Jukebox uma vida maravilhosa em uma lar amoroso juntos.

Normalmente, não dizemos “estes dois têm que ser adotados juntos”, porque dessa forma leva mais tempo para eles encontrarem um lar”, disse Reck. “Mas com esses dois, nós simplesmente não podemos separá-los, então esperamos, de verdade, encontrar um lar para eles juntos, porque os dois estão destinados a ficar juntos”.

Foto: Pima Animal Care Center

Foto: Pima Animal Care Center

Enquanto isso, a Agatha e a Jukebox estão fazendo perfeitamente a sua parte ao fazer com que os potenciais adotantes que passam por seu canil se apaixonem por eles.

“Toda vez que as pessoas vêm ao abrigo, eles chamam sua atenção”, disse Hassen-Auerbach. “Você passa pelo canil deles e eles estão sempre fazendo uma das 20 coisas fofas que fazem o dia todo: ou eles estão de cabeça para baixo, ou de costas, ou um deles está lambendo o outro”.

É um milagre que os dois cães tenham se encontrado: o Pima Animal Care Center recebe 17 mil animais por ano e atualmente abriga mais de 400 cães. Com tantos cães no abrigo para cuidar, quanto mais cedo os filhotes puderem encontrar um lar, melhor. No entanto, a equipe do abrigo está ciente de que aceitar dois cães grandes e cheios de energia não é para todos.

“Estamos procurando uma família que os aprecie tanto quanto nós”, disse Hassen-Auerbach. “Eles são como a uma TV canina para nós. Quando qualquer um está tendo um dia difícil ou se sentindo para baixo, nós apenas assistimos Agatha e Jukebox juntos e você se sente mais feliz instantaneamente”.

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Aquários e zoos forçam animais a reproduzir comportamentos humilhantes e antinaturais

Por Rafaela Damasceno

Ativistas em defesa dos direitos animais vêm criticando zoológicos que obrigam os animais a participarem de apresentações humilhantes e não naturais – isso inclui forçar leões e tigres a performarem em atrações ao estilo “gladiador”.

Leão forçado a performar em atração de gladiador

Foto: World Animal Potection

As ONG’s World Animal Protection (Proteção Mundial dos Animais) e a Change for Animals Foundation (Fundação para Mudança dos Animais) investigaram instituições que são direta ou indiretamente ligadas a Associação Mundial de Zoológicos e Aquários (WAZA), uma organização que oferece critérios de direitos animais aos seus membros.

Esses critérios afirmam que todos os membros da organização não devem envolver animais em shows, exibições, ou experiências interativas em que eles são obrigados a exibirem comportamentos humilhantes e não naturais. Infelizmente, algumas instituições parecem estar violando esses critérios.

Audrey Mealia, diretora da World Animal Protection, comunicou que ver animais silvestres sendo explorados para o entretenimento público é como assistir um show de horrores. A pesquisa feita, segundo ela, deixa claro que a WAZA precisa urgentemente agir para que as atrações cruéis parem de existir. “Os turistas que visitam os lugares ligados a WAZA deveriam ter certeza de que não estão apoiando um lugar que maltrata os animais. Infelizmente, hoje em dia esse não é o caso”, afirmou.

A pesquisa destacou, dentre todos os lugares, o SeaWorld de San Antonio, no estado do Texas, Estados Unidos. De acordo com o relatório elaborado, os golfinhos do parque são obrigados a dançarem break, forçando suas caudas e pressionando seus corpos de uma maneira antinatural.

Os golfinhos também foram treinados para pularem da água até a praia, servindo como decorações para as fotos dos turistas. Isso pode causar ferimentos como arranhões ou até mesmo coisas mais sérias, como a destruição de órgãos internos. Os mamíferos ainda são mantidos em pequenos tanques, sem muito espaço para nadar.

Nesta mesma instalação do SeaWorld, baleias belugas foram forçadas a servir de montaria para seres humanos e orcas foram treinadas para jogar bola.

“É preocupante que em 2019 ainda existam lugares como o SeaWorld, que impõe esse nível de sofrimento aos animais silvestres e chama de entretenimento”, disse Alesia Soltanpanah, diretora executiva da World Animal Protection, em um comunicado.

Ela também expôs o fato de que todos os maus-tratos são travestidos de conservação. “Essas atrações humilhantes não são naturais e levam a uma vida toda de sofrimento. Elas não deveriam ter lugar em nenhum zoológico ou aquário enquanto se escondem sob o rótulo de ‘conservação’. Não é conservação prender animais em tanques pequenos e forçá-los a performar todos os dias. O nome disso é ‘crueldade’”, concluiu.

As investigações também descobriram diversos zoológicos ligados a WAZA forçando os animais a situações cruéis. Os fatos incluem leões e tigres obrigados a performarem em espetáculos ao estilo gladiador; golfinhos sendo usados como pranchas de surf; focas forçadas a lutar com sabres de luz (recriando cenas de Star Wars – Guerra nas Estrelas); elefantes jogando basquete; chimpanzés usando fraldas e dirigindo motos.

Os responsáveis pela pesquisa explicam que todas as atrações exigiram formas extremamente cruéis de treinamento.

“Essas atividades ridículas representam uma ameaça aos animais envolvidos. Normalmente essas atrações envolvem treinamentos severos e todo o conjunto pode causar um forte estresse e lesões”, afirmou Harry Eckman, diretor da Change for Animals Foundation.


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Chef Gordon Ramsay atira em cabra em seu novo programa de TV

Por Rafaela Damasceno

O chef de cozinha Gordon Ramsay, conhecido por sua participação em programas culinários como Hell’s Kitchen, causou revolta ao atirar em uma cabra em seu novo programa de TV, Gordon Ramsay: Uncharted.

Gordon atirando em uma cabra em uma montanha

Foto: Gordon Ramsay: Uncharted

O episódio, exibido no National Geographic, gerou muitos comentários negativos por parte dos espectadores, que denominaram Ramsay na internet como “o pior” por estar lucrando com o sofrimento e assassinato de animais inocentes. Depois de atirar no animal, ele o comeu.

De acordo com o canal de TV, o objetivo do programa é mostrar ele embarcando em expedições culinárias e antropológicas para explorar as pessoas, lugares e sabores que o mundo pode oferecer. No episódio em que a cena revoltante acontece, Ramsay tinha sido enviado para uma tribo na Nova Zelândia, que costuma caçar seus alimentos.

Gordon comendo a carne de cabra

Foto: Gordon Ramsay: Uncharted

Lourdes Caballero foi uma das pessoas que expôs seu descontentamento nas redes sociais. “Sim, National Geographic, continue lucrando com o planeta e enviando esses ‘cozinheiros’… pelo mundo para matar todos os tipos de animais”, twittou, sarcástica. “Nunca é suficiente matar… porcos, galinhas, cabras. Tudo em nome do dinheiro. Que vergonha”.

Em fevereiro do ano passado, Ramsay ridicularizou nas redes sociais o grupo PETA, uma organização em defesa dos direitos animais. “Eu sou um membro da PETA… People Eating Tasty Animals (Pessoas Comendo Animais Saborosos)”. Logo depois, declarou que estava tentando se aventurar na culinária vegana, o que não convenceu ninguém. Poucas pessoas acreditariam que o mesmo chef que disse que eletrocutaria seus filhos se fossem veganos daria uma chance ao estilo de vida.

No início deste ano ele continuou com o golpe de marketing, anunciando que seus restaurantes participariam do Veganuary, uma ONG que incentiva pessoas a se tornarem veganas no mês de janeiro, na esperança de conscientizar e educar todos sobre o estilo de vida.

Em outro episódio de seu novo programa, Ramsay cozinhou e provou porquinhos da índia. Sua declaração foi que, apesar de ter gostado muito, não colocaria o prato em seus restaurantes americanos porque isso o arriscaria a ser “cancelado” – gíria da internet usada para boicotar aqueles que fazem coisas erradas e não merecem receber ibope.


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Cão em situação de rua é espancando por seguranças ao procurar abrigo da chuva em prédio

Foto: Bombay Animal Rights

Foto: Bombay Animal Rights

Um cão em situação de rua foi brutalmente espancado na cidade de Mumbai, no oeste da Índia, quando tentou se abrigar dentro de um complexo de edifícios durante as fortes chuvas que assolam a região.

De acordo com relatos da mídia local, imagens de câmeras de vigilância mostram dois guardas de segurança batendo impiedosamente no animal.

O ataque deixou o cão em estado de coma, no momento o animal esta lutando pela vida depois de receber ferimentos graves na cabeça e no abdômen. O vídeo do incidente se tornou viral nas mídias sociais, forçando as autoridades a apresentar uma queixa formal contra os dois acusados.

Segundo relatos, o incidente ocorreu em 24 de julho, quando um morador do segundo andar do edifício Turf View instruiu o vigia a espancar o cão. Os vigias bateram no cachorro e o deixaram no local ferido e sofrendo dores horríveis.

Foto: Bombay Animal Rights

Foto: Bombay Animal Rights

Uma ONG que atua em defesa dos direitos animais, Bombay Animal Rights, apresentou uma queixa à polícia o que levou os acusados a serem levados em custódia pelas autoridades. No entanto, eles foram liberados em poucos minutos. Ativistas dos direitos animais agora estão exigindo melhores leis e punições adequadas para os agressores.

O cão em situação de rua está atualmente em coma, sob tratamento em uma clínica veterinária local: Crown Vet Hospital em Mahalaxmi.

Imagens fortes:

Várias celebridades de Bollywood (indústria de filmes indianos) condenaram o ato bárbaro, pedindo punição para a crueldade contra os animais.

Para acompanhar a situação de Lucky clique aqui.

Celebridades Indianas se revoltam contra o crime

As imagens aterradoras do cão em situação de rua sendo brutalmente espancado por guardas de segurança de um complexo residencial em Mumbai chocou várias celebridades da Índia, entre elas Sonam Kapoor Ahuja, Malaika Arora e John Abraham, que se uniram para pedir que um fim da crueldade com os animais, descrevendo o ato como “desumano”.

Sonam levou seu pleito para o Instagram e postou vídeos em que o cachorro, que foi deixado sofrendo no chão, pode ser visto tremendo de dor. Sonam legendou os vídeos pedido ajuda de seus seguidores, que ligassem para a polícia e pedissem justiça, ressaltando que oa vídeos e as provas já estavam nas mãos das autoridades e a queixa havi sido prestada ppela ONG Bombay Animal Rights em 27/7/19.

Sonam Kapoor Ahuja e Malaika Arora | Foto: Bombay Animal Rights

Sonam Kapoor Ahuja e Malaika Arora | Foto: Bombay Animal Rights

Colocando mais informações sobre o cão, Sonam escreveu na rede social que o incidente aconteceu no dia 24 de julho, quando um dos moradores do Turf View Building instruiu os vigias a espancar o cachorro, depois que ele entrou na varanda do prédio do apartamento buscando abrigo contra a chuva.

O post de Sonam recebeu muita atenção. Anushka Sharma achou o incidente “inacreditável”.

“A desumanidade deste ato é simplesmente inacreditável. Este é o momento para a nossa comunidade se posicionar e encontrar uma maneira de ajudar a levar a justiça a uma alma que não pode se defender. Se houver alguma maneira, você pode fazer algo para ajudar, esta é a hora “, escreveu ela no Instagram.

Jacqueline Fernandez marcou a ONG People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) em seu post, pedindo à entidade que faça justiça ao cão.

John Abraham, que é um amante dos animais, também escreveu sobre o ato cruel.

“Peço desculpas por twittar algo tão perturbador, mas a necessidade da hora é proteger esses lindos animais. Para pessoas que não gostam de animais, pelo menos não os machuque”, twittou John.

“Absolutamente odioso e desprezível. Que tipo de pessoa faria uma coisa dessas”, escreveu Malaika no Instagram.

Lucky  permanece em coma.

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Cachorrinha é abandonada após quebrar a perna

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

Criadores de animais nada mais são que exploradores de animais que os comercializam como se fossem produtos e tiram vantagem de seus atributos naturais, precificando-os e reproduzindo-os como mercadorias.

Tahani, uma cachorrinha sem raça definida mistura de lulu da pomerânia com husky siberiano de apenas 3 meses, nasceu de um desses criadores ambiciosos e estava prestes a ser vendida quando de alguma forma ela quebrou a perna. A lesão foi bastante severa e, quando o criador percebeu que não seria mais capaz de vender o filhote, Tahani foi entregue ao centro de adoção da MSPCA em Boston.

A partir do momento em que chegou ao abrigo, todos ficaram impressionados com a beleza do filhote. Um cão nascido dessas duas raças é uma mistura bastante rara de se encontrar, e apesar de Tahani estar com muita dor, ela ficou olhando para todos os seus novos amigos com seus grandes olhos azuis, tão grata a todos por ajudá-la.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

“Ela estava em excelente estado, exceto pela fratura na perna, que era uma fratura séria e provavelmente causou muita dor ao animal no momento em que ocorreu, então a equipe veterinária do abrigo a colocou imediatamente em analgésicos intravenosos antes de avaliar se ela precisava de cirurgia para ajudar na recuperação da fratura, ou se ela se curaria por conta própria, a cachorrinha precisaria usar uma tala por várias semanas”, disse Rob Halpin, diretor de relações públicas da MSPCA, ao The Dodo.

Depois de fazer alguns raios-x, foi determinado que a pequena Tahani não precisava de cirurgia, desde que os veterinários pudessem colocar uma tala em sua perna, monitorá-la de perto e controlar sua dor. Ela passa por troca de curativos, bandagens e avaliações toda semana, e está se curando muito bem até agora, para a alegria de todos que a conhecem.

Apesar de tudo o que ela está passando, Tahani permaneceu doce e brincalhona, e a agitada cadelinha mal parece notar que está usando uma tala.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

“Para ela, a vida é uma aventura e Tahani não permite que a natureza lenta e desajeitada de seu andar (temporário) a incomode”, disse Halpin. “Ela é uma cachorrinha muito feliz.”

Atualmente, Tahani está em um lar temporário concedido por um dos funcionários do centro de adoção, mas ela ainda visita todos os seus novos amigos do abrigo com frequência por causa de seus exames médicos, e conquista seus corações um pouco mais mais a cada visita. Ela é tão corajosa e cheia de vida, e não é difícil ver que cachorra maravilhosa ela será para a família de muita sorte que a adotá-la.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

“Ela é um filhote apenas, então ela adora brincar e explorar tudo e ela absolutamente ama ganhar atenção”, disse Halpin. “Ela vai buscar amor e carinho de todos que ela conhece e é provável que seja encontrada aninhada no ombro de alguém que a pegou no colo e decidiu nunca colocá-la no chão porque ela é uma campeã mundial em amar carinhos”.

Foto: MSPCA

Foto: MSPCA

Como Tahani está indo muito bem em seu caminho para a recuperação, o abrigo já publicou um post sobre ela, incentivando as pessoas a se candidatarem a adotá-la – e a adorável cachorrinha já recebeu mais de 100 pedidos.

Todos estão tão felizes que ela terá um lar e uma família especial em breve, porque depois de tudo o que ela passou, ela mais do que merece.

Foto: MSPCA

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Cachorrinha exausta e doente entra sozinha no abrigo e adormece na sala de espera

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

Era um dia típico de março na Humane Society International (HSI) na Índia, e todos os funcionários no abrigo estavam ocupados aquele dia. A certa altura, uma cachorrinha em situação de rua muito doente passou pela porta da ONG – e por algum motivo achou que parecia um lugar seguro para ficar por um tempo.

Ela decidiu dar uma olhada, então entrou silenciosamente, rapidamente encontrou um sofá, enrolou-se e foi direto dormir. Demorou um pouco antes que alguém notasse que ela estava lá, e com isso o quanto ela precisava da ajuda deles.

“Nós não teríamos notado ela, se não fosse pelo mau cheiro que a pobrezinha exalava”, disse Alokparna Sengupta, vice-diretor da HSI India, ao The Dodo. “Sua condição de pele era séria – ela tinha sarna e as orelhas estavam sangrando”.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

Quando as pessoas no escritório finalmente notaram a pobre cachorrinha, mais tarde chamada de Fada, correram para dar a ela um pouco de comida e água, mas todo o movimento e comoção a assustaram e a cachorrinha rapidamente fugiu. Todos ficaram chateados porque não puderam ajudá-la – mas no dia seguinte, no mesmo horário, ela voltou e, dessa vez, os funcionários estavam preparados.

Assim que viram Fada toda enrolada em si mesma, escolhida e dormindo no sofá, eles fecharam a porta da frente para que ela não pudesse fugir novamente. Eles então imediatamente lhe deram um pouco de comida e água, e se prepararam para levá-la ao veterinário. Sua sarna era incrivelmente severa, e parecia que ela vinha sofrendo há vários meses. A cachorrinha mal tinha pelo em todo o corpo, além de um pequeno tufo em volta do pescoço. Apesar de estar com medo, ela obviamente sabia que precisava de ajuda, e de alguma forma sentiu que dentro daquele local havia pessoas que queriam desesperadamente ajudá-la.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

“Quando fui buscá-la para levá-la ao médico, sua pele estava descascando”, disse Sengupta. “Mas ela era e é um anjo. Nenhuma queixa ou estresse. Eu acho que o destino a trouxe para o lugar certo e ela sabia disso”.

Fada foi levada ao veterinário e recebeu tratamento para a sarna imediatamente. Além da horrível condição de sua pele, ela felizmente não tinha nenhum outro problema, e estava em boa saúde. Depois de realizados testes sobre a infecção em sua pele, foi determinado que ela estava sofrendo há muito tempo e, no entanto, de alguma forma, ninguém jamais tentou ajudá-la antes.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

“Ela provavelmente estava sofrendo há alguns meses e foi enxotada por causa de sua aparência doentia”, disse Sengupta.

Apesar de sua condição e toda a dor que ela sentia, Fada foi uma paciente perfeita, dócil e receptiva desde o início. Ela deixou todo mundo no abrigo tratar e cuidar dela, nunca reclamou ou resistiu nem um pouco. Ela parecia extremamente grata por finalmente encontrar pessoas que estavam dispostas a lhe dar amor e atenção.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

“Ela tem sido um cão extremamente paciente e feliz”, disse Sengupta. “Depois do segundo dia no canil, ela imediatamente confiou nos voluntários e pacientemente tomou banho todas as semanas. Depois de sua recuperação, percebemos o quão feliz e amigável ela era. ”

Demorou seis meses para que Fada se recuperasse completamente. Depois de três meses no abrigo, ela já tinha uma família interessada em adotá-la, mas seus resgatantes queriam esperar até que ela estivesse completamente curada antes de mandá-la para casa. Ela foi tão doce e amorosa desde o começo, então todos no abrigo sabiam que ela faria muito bem a quem acabasse adotando-a, e agora que ela já está em seu novo lar, ela está absolutamente desabrochando.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

Fada agora tem muito espaço para correr e brincar, e para as pessoas para a abraçarem e acariciarem quando ela quiser. Ela pode ter tido um começo difícil de vida, mas de alguma forma ela sabia exatamente onde procurar ajuda, e agora ela está vivendo a melhor vida possível, graças a seus salvadores.

Foto: Humane Society International India

Foto: Humane Society International India

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Cães esperam por tutora internada há uma semana em frente a hospital

Dois cachorros esperam há uma semana pela tutora em frente ao Hospital São Paulo, em Xanxerê (SC). Roseli vive em situação de rua com os animais, que são seus companheiros.

Foto: Reprodução/NSC TV

O caso comoveu a comunidade e os funcionários do local, que acionaram uma ONG de proteção animal para pedir ajuda. Desde então, voluntários da entidade passaram a ir ao hospital diariamente para cuida dos cães.

“Chamou a atenção porque eles estavam querendo adentrar na porta de emergência. É como nós humanos, né? A gente espera que nossos familiares saiam, voltem ao contexto familiar”, disse ao G1 a assistente social do hospital, Maquieli Casaril.

O voluntário Vagner Ribeiro contou que, apesar dos cuidados que estão recebendo, os cachorros estão se negando a comer por estarem deprimidos, com saudade da tutora. “Viemos aqui para dar uma manutenção neles, trocar a coleirinha, botar antipulgas, dar vermífugo para eles, manter a saúde deles boa”, disse Ribeiro.

“A gente reza muito que ela se recupere, até porque é uma saúde, é uma vida e esses cães aqui até ultimamente não têm comido. A gente vê vários pontos de ração aqui em volta do hospital, mas eles não comem, eles querem a dona deles”, completou o voluntário.

Roseli está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde que foi levada ao hospital, no dia 20 de julho.


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