Investigação revela animais vivendo no meio de cadáveres e fezes em fazenda de pele

Foto: One Voice

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Ativistas pelos direitos animais pedem o fechamento imediato de uma fazenda de peles francesa após imagens de uma investigação secretas mostrarem os visons, também como conhecidos como martas (minks) rastejando sobre cadáveres no meio de suas próprias fezes em gaiolas imundas.

Um vídeo com imagens fortes também mostra alguns animais recorrendo ao canibalismo.

Embora perturbadoras, as imagens são uma forma de conscientizar a população mundial e as autoridades para que proíbam a importação de peles de animais, sendo a França o segundo maior fornecedor de peles, em uma indústria que ainda valia cerca de 70 milhões de libras só no mercado britânico no ano passado.



Vários países pelo mundo como Servia, Luxemburgo, Eslovênia, Noruega, Croácia, República Checa, Macedônia, Bósnia, Japão, Áustria, Bélgica e outros mais, proibiram as fazendas de pele no mundo, o Reino Unido por exemplo, proibiu fazendas de peles de animais em 2003, mas continua a importar o produto de outros países.

Uma queixa criminal por atos de crueldade foi apresentada contra os proprietários da fazenda.

Os militantes da ONG One Voice encontraram as cenas terríveis após entrarem na fazenda de criação de martas.

Foto: One Voice

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Em um clipe, um pequeno vison branco treme enquanto jaz sob uma pilha de cadáveres, outro animal é visto se esforçando para se afastar do cadáver roído e em decomposição de seu companheiro de gaiola.

Fotos de dentro da fazenda mostravam cadáveres de animais em decomposição espalhados por gaiolas, enquanto, em uma delas, a sujeira escorria sobre as martas apertadas no pequeno cativeiro.

O vídeo foi declarado uma das “mais perturbadoras evidências de crueldade em fazendas” já vistas pela ONG Humane Society International.

Foto: One Voice

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A diretora da ONG no Reino Unido, Claire Bass, disse que os animais pareciam “atormentados e sofridos”, acrescentando que era “perturbador” ver isso acontecer a esses seres indefesos.

“Na natureza os visons são belos, inteligentes e curiosos pequenos animais que cavam, caçam e nadam e alcançam quilômetros percorrendo paisagens.

Os animais nesta investigação são como cópias dos animais que vivem livres só que nesta versão são animais atormentados e trágicas.

Foto: One Voice

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“O comércio de peles tenta vender uma imagem da pele como um acessório tão elegante e glamouroso, mas eu desafiaria até mesmo o mais frio dos usuários de peles a olhar para essa filmagem e ver qualquer coisa além de miséria e desespero”.

“O Reino Unido foi o primeiro país do mundo a proibir a criação de peles, e estamos rapidamente obtendo apoio político para abrir caminho como o primeiro país a proibir a venda deste produto cruel, ultrapassado e desnecessário”.

Como parte de sua campanha #FurFreeBritain, a HSI pede que o Reino Unido proíba a venda de todas as peles de animais, estendendo a proibição atual de peles de gatos, cães e focas.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Desde que a filmagem foi divulgada, mais de 26 mil pessoas assinaram uma petição pedindo o fechamento da fazenda.

As imagens também levaram os políticos a alegar que a saída do Reino Unido da União Européia poderia ser usada como uma oportunidade para proibir a venda de todas as peles de animais no país.

O deputado conservador Zac Goldsmith disse que o Brexit ofereceu uma “oportunidade” para isso.

“É triste que, apesar de ter banido a criação de peles neste país há mais de quinze anos, ainda estamos financiando a mesma crueldade – ou, se essa filmagem for pior, ao permitir a importação e venda de peles do exterior“.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Os estilistas franceses Dior, Louis Vuitton, Saint Laurent e Celine ainda usam peles de animais em seus produtos.

A filmagem vem em seguida de outra denúncia em que raposas e martas foram retratadas em condições lamentáveis em uma fazenda de peles finlandesa no final do ano passado.

Martas, raposas e guaxinins nas gaiolas foram forçados ao canibalismo e foram retratados com feridas em carne viva.

Eles também tinham pés deformados, olhos doentes e lacerações expostas em seus corpos.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

O professor veterinário Alastair MacMillan, que analisou a filmagem, disse que as imagens “mostravam o preço que o isolamento contínuo e o confinamento estão tendo sobre esses animais, muitos estão mostrando sinais de severo desconforto físico e psicológico”.

“Vários visons e raposas têm feridas abertas e infectadas, e várias raposas têm olhos extremamente doentes que causam imensa dor e sofrimento aos animais”.

“Se isso é o melhor que a indústria de peles pode oferecer aos animais, não é de admirar que tantos designers, varejistas e agora cidades não queiram mais ter nada a ver com isso”.

Foto: One Voice

Foto: One Voice

Fazendas na Finlândia são declaradamente os maiores produtores de pele de raposa na Europa, com cerca de 2,5 milhões de animais sendo criados e eletrocutados a cada ano para serem vendidos ao comércio global.

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Cadela abandonada após viver 10 anos com tutores tem a vida transformada

Esther foi abandonada na rua após se dedicar e amar sua família por longos 10 anos. Descartada como lixo, a cadela foi deixada na rua. Desamparada, ela sofreu, passou fome, teve sarna, carrapatos e perdeu os dentes.

Foto: Sidewalk Specials

O destino da cadela, no entanto, transformou-se quando foi encontrada por integrantes da Sidewalk Specials, da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Resgatada, Esther comeu sua primeira refeição em muito tempo e passou a receber todos os cuidados necessários. A equipe do abrigo, no entanto, acreditou que seria difícil encontrar um novo lar para a cadela, devido à idade avançada dela. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Sidewalk Specials

O pensamento dos integrantes da entidade, porém, não se confirmou e logo uma família interessada em Esther apareceu. Desde então, a cadela divide a vida com sua irmã canina Lulah e recebe todo o amor que sempre mereceu.

Esther hoje vive cercada de mimos, adora brincar com Lulah, passear e ficar na companhia de seus tutores.

A cadela se transformou completamente: o pelo falhado deu lugar a uma pelagem bonita e saudável e o semblante triste, de quem estava desolada após ter sido abandonada, ficou no passado.

Foto: Sidewalk Specials


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Elefante que chorou ao ser resgatado celebra cinco anos de liberdade

Raju se diverte no santuário | Foto: Wildlife SOS

Raju se diverte no santuário | Foto: Wildlife SOS

Após sofrer por 50 anos vítima de maus tratos nas mãos de um tutor abusivo, Raju conheceu finalmente a liberdade, e em julho é o aniversário de cinco anos desse momento emocionante e inesquecível.

Cinco anos atrás, na noite de 4 de julho, uma equipe da Wildlife SOS, de Nova Délhi (Índia), cortou as imensas e dolorosas algemas de perna de Raju e conduziu-o a um caminhão de transporte para levá-lo ao santuário de elefantes.

Raju chorou quando percebeu que estava sendo resgatado.

“A equipe ficou impressionada e emocionada ao ver as lágrimas rolarem pelo rosto do elefante durante o resgate”, disse Pooja Binepal, porta-voz da Wildlife SOS, na época. “Foi incrivelmente emocional para todos nós. Nós sabíamos em nossos corações que ele percebeu que estava sendo libertado.

Agora, Raju está comemorando seu aniversário de cinco anos de liberdade.

“Os últimos cinco anos com Raju foram uma jornada incrível para todos nós”, disse Kartick Satyanarayan, co-fundador da Wildlife SOS, ao USA Today/For The Win Outdoors. “Sua determinação em melhorar acelerou sua recuperação de uma forma que ninguém tinha certeza de que seria possível.

Raju comendo livremente | Foto: Wildlife SOS

Raju comendo livremente | Foto: Wildlife SOS

“Às vezes é difícil imaginar a quantidade de dor e solidão que ele suportou por tantos anos. Assistir Raju desfrutar de sua aposentadoria em paz enche nosso coração de felicidade e nos mantém motivados para ajudar outros elefantes que continuam a ser tratados com tanta crueldade como ele. ”

Acredita-se que Raju tenha sido caçado e afastado definitivamente de sua mãe quando era ainda um bebê, ele foi espancado e largado sangrando por um tutor abusivo que fez o elefante implorar por comida e sobreviver comendo plástico e papel na falta de outra coisa.

O tutor também arrancou os cabelos da cauda de Raju para vender como amuletos de boa sorte, disse o fundador da Wildlife SOS, Kartick Satyanarayan.

Raju ganhando guloseimas | Foto: Wildlife SOS

Raju ganhando guloseimas | Foto: Wildlife SOS

Um ano depois de saber da situação de Raju, a Wildlife SOS liderou uma equipe de 10 veterinários e funcionários da vida selvagem, 20 oficiais do departamento florestal e seis policiais, e resgatou o elefante abusado da área de Uttar Pradesh, na Índia, depois de receber uma ordem judicial.

O algoz de Raju supostamente tentou impedir o resgate, acrescentando mais correntes ao redor das pernas do elefante, bloqueando a estrada e gritando ordens para tentar provocá-lo (Raju) à violência. Mas a equipe de resgate se manteve firme e libertou o animal. Nesse ponto, as lágrimas começaram a rolar pelo rosto de Raju.

Correntes sendo cortadas das pernas de Raju | Foto: Wildlife SOS

Correntes sendo cortadas das pernas de Raju | Foto: Wildlife SOS

“Incrivelmente, ele saiu do caminhão e deu seu primeiro passo para a liberdade exatamente um minuto após a meia-noite de 4 de julho, o que parecia tão extraordinariamente adequado”, disse Satyanarayan na época (no dia 04 de julho comemora-se a independência dos Estados Unidos).

“A primeira vez que eu coloquei os olhos em Raju, fiquei pasmo ao vê-lo vivendo em condições tão nocivas”, disse o Dr. Yaduraj Khadpekar, veterinário da Wildlife SOS, ao For The Win Outdoors. “Ele tinha correntes enormes cravadas ao redor de seus pés, que estavam se afundando e ferindo sua carne, seu corpo estava cheio de cicatrizes e abscessos dolorosos.

Raju se diverte com sua boia | Foto: Wildlife SOS

Raju se diverte com sua boia | Foto: Wildlife SOS

“Remover aquelas correntes cravadas em Raju foi bastante simbólico. Para nós, significava que tínhamos essa grande oportunidade e responsabilidade de dar a Raju uma segunda chance e a liberdade. Para Raju, foi um momento simbólico de ele entrar em uma vida nova e feliz”.

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Touros são arrastados, maltratados e banhados em cerveja

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

As imagens mostram o momento em que um touro é espancado e arrastado pelas ruas de uma cidade no Peru durante um festival bárbaro e cruel que foi banido oficialmente há cinco anos.

O vídeo filmado por ativistas da ONG Animal Defenders International (ADI) revela que, apesar da proibição, o cruel festival “Jalatoro” ainda está acontecendo em Ayacucho, no Peru.

Nas imagens, o animal aterrorizado é arrastado pelas ruas da cidade em frente a centenas de pessoas.

O touro tenta resistir enquanto é arrastado de um caminhão, preso por cordas ao redor de seus chifres, no meio da multidão em sua maioria composta de pessoas embriagadas.

A cerveja é então despejada sobre o touro e água é borrifada em seu rosto para tentar fazer o touro se mover.

Puxado por um homem montado sobre um cavalo, o animal atormentado corre para as árvores e outros obstáculos enquanto tenta escapar do seu martírio.

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

Vários touros supostamente sofreram um destino semelhante e cavalos também foram vistos escorregando e caindo nas ruas de paralelepípedos da cidade.

Jan Creamer, Presidente da ADI: “É revoltante e envergonha a raça humana ver essa violência e abuso bárbaros infligidos a um animal aterrorizado e inocente”.

“A ADI pede às autoridades peruanas que ajam agora e acabem com esse evento cruel e vergonhoso de uma vez por todas.”

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

Em 2014, as autoridades na província de Huamanga, em Ayacucho, proibiram esses cruéis festivais chamados de “Jalatoro”, realizados durante a Páscoa.

Mas eles simplesmente continuaram sob o nome “Pascua Toro”.

Historicamente associado a um “presente simbólico” para os pobres, este festival nos dias atuais tornou-se palco de um nível de brutalidade que não tem lugar na sociedade civilizada.

Foto: Animal Defender Internacional

Foto: Animal Defender Internacional

Em 2017, o “Pascua Toro” foi cancelado após um touro “enlouquecer”, ferindo várias pessoas, incluindo um policial.

No ano passado, foi suspenso pelo Ministério Público após o abuso de quatro animais e ferimentos em oito pessoas.

Antes do evento de 2018, a ADI e os ativistas locais receberam ameaças de morte e a polícia avisou que eles não deveriam comparecer; no entanto, eles documentaram o sofrimento inaceitável e vergonhoso desses animais, voltando a fazê-lo novamente este ano.

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Cães, porcos e bois são encontrados em situação de maus-tratos no RS

Uma vistoria feita pela Associação Riograndense de Proteção aos Animais (ARPA) levou a um flagrante de maus-tratos a animais em Boa Vista do Sul, no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação

Porcos, bois e cachorros foram encontrados em situação de desnutrição em uma propriedade localizada na Linha David Canabarro. As informações são do portal Leouve.

De acordo com Jorge Acco, fiscal da ARPA, os responsáveis pelos animais responderão pela prática de crime ambiental devido aos maus-tratos flagrados.

Os animais receberão tratamento, que será ofertado pela associação, em parceria com a Prefeitura de Boa Vista do Sul. O local seguirá sendo acompanhado de perto para que os maus-tratos não se repitam.

Foto: Divulgação


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Gatinha sobrevive milagrosamente sem um arranhão após trator passar por cima dela

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Uma pequena gatinha que foi atropelado por um trator equipado com arado escapou milagrosamente ilesa do ocorrido.

A gata preta de quatro semanas de idade apenas, batizado de Meadow por oficiais da ONG RSPCA, foi encontrado enterrado em um sulco profundo de terra feito pelo arado de um fazendeiro.

Acredita-se que ela deve ter evitado por pouco os cortadores de metal do equipamento e das rodas do trator enquanto passavam diretamente sobre a gatinha filhote em um campo em Ash Green, Hants (Inglaterra).

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Como a gatinha não tem microchip e a RSPCA está agora procurando por seus tutores.

Meadow agora está aos cuidados de Liz Wood, vice-gerente do abrigo Millbrook Animal Center em Chobham, Surrey, onde a gatinha foi acolhida.

Liz disse: “Um agricultor estava arando seu campo quando encontrou o pequeno Meadow caído no chão no meio da lama.

“O trator e o arado dele já haviam passado pela terra em que ela estava, então a gatinha deve ter ido parar diretamente embaixo da engenhoca mortal – é um milagre que ela tenha saído viva desse acidente, e muito mais ainda incólume”.

Foi publicado um post na internet onde a ONG pede que caso alguém reconhecesse Meadow, que entrem em contato com eles.

“Ela pode ser um animal em situação de rua que se separou de sua mãe, então se ninguém se apresentar como sendo a família dela, nós eventualmente vamos procurar por um novo lar para ela – uma vez que ela esteja grande e forte o suficiente”.

“Por enquanto, ela está morando comigo e minha outra gatinha adotiva, Sarah Beeny, que foi resgatada de dentro da cavidade de uma parede.

“Essas duas são um belo par de gatinhas aventureiros, com certeza”, disse Liz.

Ambos os gatinhos são muito jovens para terem sido separados de suas mães, o que significa que Liz tem que alimentá-los manualmente.

Os centros da RSPCA estão atualmente sobrecarregados com casos semelhantes, já que a “estação do gatinho” acontece de abril a setembro de cada ano, disse ela.

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Foto: RSPCA/Solent News & Photo Agency

Ela acrescentou: “Com uma média de 86 gatos chegando aos nossos cuidados todos os dias e um pico durante o verão, isso destaca que o país está enfrentando uma crise de abandono de gatos com tantos felinos acabando em centros de resgate.

“Pedimos aos tutores de gatos que esterilizem seus animais domésticos para evitar filhotes indesejáveis de gatinhos”.

“Não há como negar que eles são adoráveis, mas também são trabalhosos, demorados e caros”.

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ONG que cuida de 150 cães pede ajuda para não fechar as portas em Rondônia

Uma ONG que mantém 150 cachorros em Porto Velho, no estado de Rondônia, está enfrentando dificuldades e busca ajuda financeira para não encerrar as atividades. A entidade funciona na rua Tancredo Neves, 3996, no bairro Caladinho e precisa de doações para quitar dívidas e comprar ração.

Foto: Iule Vargas/Rede Amazônica

Devido ao custo alto gerado pela manutenção do abrigo, a entidade, que foi fundada em 2015, acumula dívidas de aluguel e em clínicas veterinárias. As informações são do G1.

“As pessoas que têm cachorros sabem o custo que é para manter um animal, imagina 150”, comenta Sidnei Barbosa, um dos voluntários.

Atualmente, a ONG precisa de doação de ração, medicamentos, e dinheiro para pagar atendimentos veterinários, aluguel, água e energia do abrigo.

Interessados em ajudar podem fazer doações através do site Voluntário Animal.


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Maiores padarias de Israel estão abandonando os ovos e se tornando veganas

Foto: Marc Israel Sellem

Foto: Marc Israel Sellem

A Vegan Friendly entrou em contato com algumas das maiores redes de padaria do país do Oriente Médio para ajudá-las a recriar suas receitas sem o uso de produtos de origem animal.

La Farina, Mr. Donuts, Davidovich, Lehamim, Biga, Neeman, Biscotti, Piece of Cake, Antikovich, Gold Cookies e Roladin, a maior rede de padaria de Israel com 81 filiais, participaram da iniciativa.

La Farina introduziu um bolo vegano de chocolate em seus 15 locais. O novo item economizará 12 mil ovos, 370 litros de leite de vaca e 250 quilos de manteiga a cada ano.

A Mr. Donut – que fornece milhares de donuts a cafés, lanchonetes, hotéis e salões de banquetes todos os dias – se comprometeu a tornar-se totalmente vegana depois da Páscoa. A decisão vai economizar para a empresa cerca de 200 mil ovos por ano.

A certificação da Vegan Friendly agora aparece em quase 5 mil produtos em Israel.

Visão vegana

A organização sem fins lucrativos explicou ao jornal ISRAEL21c que os produtos de origem animal não são necessários para que os assados sejam saborosos e vendam bem.

“Consultamos especialistas e eles disseram que não havia motivo para muitos produtos não serem veganos. Ovos, manteiga e leite estão lá apenas por tradição e hábito ”, disse o fundador da Vegan Friendly, Omri Paz, à publicação.

A Vegan Friendly descobriu que não precisava convencer as empresas a se envolver, já que atualizar as receitas para ser vegano geralmente torna os produtos mais baratos e saudáveis.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

O movimento também torna os itens disponíveis para uma gama mais ampla de pessoas, incluindo aquelas com alergias a laticínios ou ovos e clientes kosher à procura de produtos parve (sem laticínios ou carne). O serviço prestado pelo Vegan Friendly também é gratuito.

Paz apontou que grandes redes de padaria não se comprometeriam com a troca se as receitas não tivessem um sabor tão bom, ou melhor, até que o original.

A mudança não é demorada, geralmente levando apenas de uma a três visitas até que a empresa esteja satisfeita com o novo produto livre de animas. O Vegan Friendly trabalha com o chef de pastelaria premiado Tal Hausen para reestruturar as receitas.

Hausen treinou em Paris e fez sobremesas para a família real britânica, incluindo aniversários para a rainha. Hausen ganhou um prêmio pelo melhor chef de pastelaria em Londres em 2011, enquanto trabalhava na culinária vegana.

Paz quer levar o projeto da Vegan Friendly ainda mais longe. “No momento, estamos nos concentrando em padarias. Quando chegamos a um ponto em que 60% a 70% dos doces em Israel passarem a ser veganos, passamos para outros produtos ”, disse ele. “Eu realmente acredito que este projeto será um divisor de águas”.

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Elefantes filhotes órfãos se divertem em piscina gigante

Foto: Wild Heart Wildlife Foundation

Wild Heart Wildlife Foundation

Filhotes de elefantes são muitos próximos de suas mães nos primeiros dois meses de vida, e ao longo da existência os laços entre eles são duradouros e sólidos. Esses bebês elefantes órfãos não poderão desfrutar desse conforto, mas eles foram resgatados pelo orfanato de elefantes, Zimbabwe Elephant Nurser, na África e apesar de tudo o que passaram, conservam a capacidade se divertir e brincar com os demais órfãos.

Basta um rápido olhar para os filhotes de elefantes nas imagens para perceber quão felizes eles estão – sua alegria se sobressai enquanto eles brincam e rolam na água, completamente despreocupados e relaxados.



Durante um dia quente de verão, esse tipo de diversão parece ser a melhor maneira de passar o tempo – e essas pequenos elefantes têm sorte de ter sobrevivido e estarem protegidos.

Mas os seus dias nem sempre foram assim – este pequeno grupo de elefantes órfãos do orfanato está finalmente seguro depois de muitos obstáculos, tudo graças aos esforços da equipe da ONG que fez de tudo para salvar e mudar suas vidas.

Os filhotes estão sendo reabilitados com o objetivo final de serem reintroduzidos na natureza, onde eles pertencem.

Depois da perda de suas mães, com as quais os elefantes normalmente são muito próximo e dependentes nos primeiros anoas de vida, os órfãos têm que aprender a sobre viver sozinhos.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Felizmente, em lugares como este (orfanato), todo esforço é feito para dar-lhes todo o conforto e a alegria que eles exigem e que poderiam precisar. E o que é a vida de um bebê elefante sem horas e mais horas de brincadeiras? Bem, esses bebês não precisam se preocupar com isso.

*Elefantes bebês*

Os bebês elefante tomam o leite de sua mãe por cerca de dois anos, às vezes por mais tempo. Eles chegam a beber até 3 litros de leite por dia.

A partir dos quatro meses de idade, eles também já começam a comer algumas plantas, assim como os elefantes adultos, mas continuam precisando do leite de sua mãe.

Os filhotes podem continuar a beber o leite das mães por até dez anos. No começo, os pequenos elefantes não sabem muito bem o que fazer com suas trombas. Eles as balançam para lá e para cá e às vezes até pisam nelas sem querer.

Eles sugam a tromba, assim como um bebê humano pode chupar o polegar. Por volta dos 6 a 8 meses, os bebês começam a aprender a usar suas trombas para comer e beber.

Quando alcançam cerca de um ano de idade, eles podem controlar suas trombas muito bem e, como elefantes adultos, usam o membro para agarrar, comer, beber e tomar banho.

Os elefantes do sexo feminino ficam com a manada por toda a vida, enquanto os machos partem para começar uma vida solitária por volta dos 12 a 14 anos de idade.

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Vídeo: cão ferido agoniza na margem de rio e é resgatado por policiais

Um cachorro foi encontrado, no domingo (23), na margem do Rio Veado, em Guaçuí, na Região do Caparaó, no Espírito Santo. O animal estava ferido e agonizando. Dois jovens que passavam pelo local se depararam com a situação e acionaram a Polícia Militar, que enviou dois agentes ao local para resgatar o cão.

Um dos militares registrou parte do resgate em um vídeo (confira abaixo). Próximo a um bueiro de esgoto, o cachorro estava dentro da água, bastante debilitado. As informações são do portal Gazeta Online.

Foto: Reprodução / Portal Aqui Notícias

Um dos policiais que participou da ação foi mordido pelo animal que, assustado, reagiu para se defender. O homem tentava colocar o cão em cima de um pedaço de plástico para transportá-lo para fora do rio quando foi mordido. Apesar do incidente, os policiais insistiram e conseguiram resgatar o animal, que não tinha força para sair do local sozinho e chorava de dor.

“Ele estava com quase o corpo todo na água, em sinal de frio extremo, e agonizando. Conseguimos resgatar e colocamos em local seguro e mais aquecido. Aparentemente por alguma fratura ou intoxicação”, conta o soldado Junior Cindra Bueno.

Para que o cão recebesse os cuidados necessários, os policiais pediram ajuda para a ONG Amicão, que resgata animais abandonados em Guaçuí. De acordo com a voluntária da entidade Taynara Zanoni, o cachorro foi levado para uma clínica veterinária.

“Ele foi medicado, pois estava sentindo muita dor, para ser avaliado pelo veterinário. Possivelmente está fraturado. Depois, ele vai ficar na casa de alguma voluntária”, disse Zanoni.

Segundo a voluntária, a entidade realiza resgates de cachorros com frequência. No inverno, os membros da Amicão fabricam casinhas de papelão e distribuem para os animais abandonados da cidade.

A ONG está arrecadando recursos para arcar com os gastos do tratamento veterinário do cachorro. Interessados em colaborar podem solicitar dados bancários para os voluntários através do Facebook da Amicão.


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