ONG acusa a Grécia de acobertar tratamento cruel contra burros em Santorini

A organização internacional de proteção animal PETA acusou autoridades da Grécia de acobertarem o tratamento cruel ao qual burros são submetidos na ilha de Santorini e de impedir os esforços da entidade para chamar atenção para o sofrimento dos animais.

Foto: Reprodução / CNN

A ilha atrai milhares de turistas por ano. No local, burros e mulas são explorados para o transporte das pessoas. De acordo com a ONG, os animais são forçados a carregar visitantes e bagagens em colinas íngremes. As informações são da Reuters.

Imagens feitas em 2018 mostram animais sendo açoitados com varas e carregando pesos extremos. A PETA acusa as autoridades de barrar sua campanha em ônibus e táxis que expõe um burro exausto ao lado das palavras “Burros sofrem pelos turistas. Não os montem”.

“As autoridades gregas deveriam estar reagindo e impedindo que os burros sejam usados até a exaustão em Santorini, não acobertando a crueldade de forçá-los a carregar cargas pesadas de turistas”, disse Elisa Allen, diretora da Peta, em um comunicado.

Segundo a ONG, cerca de 100 dos 2 mil burros e mulas que vivem na ilha estão sendo explorados em passeios turísticos.

O prefeito de Santorini, Nikos Zorzos, afirmou que as autoridades se importam com o bem-estar dos animais, respeitam as leis gregas de proteção animal e que a municipalidade não tem jurisdição sobre campanhas em ônibus e táxis.


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ONG tenta impedir construção de aquário por privar animais da liberdade

A Associação Catarinense de Proteção aos Animais (Acapra) está tentando impedir a construção do maior aquário do sul do Brasil, em Balneário Camboriú (SC). Para isso, a entidade lançou um abaixo-assinado destinado ao Ibama e ao Instituto do Meio Ambiente (IMA).

A Acapra questiona o confinamento dos animais marinhos e afirma que eles serão privados da liberdade de maneira “arbitrária e cruel”.

Foto: Reprodução

Sócio do empreendimento, Maurício Bruns alegou, em entrevista ao portal NSC Total, que os trâmites para encaminhar os animais ao aquário estão de acordo com a legislação.

Bruns argumentou que, na natureza, os animais estão sujeitos à poluição e ao plástico, o que não acontece no aquário. Ele ignorou, no entanto, o fato de que a solução para a contaminação da água, que interfere na vida marinha, é diminuir a produção de lixo, especialmente de plástico, e estabelecer tratamento mais eficaz do lixo produzido, não forçar seres vivos a viver confinados eternamente, sendo tratados como objetos em exposição.

O sócio do aquário também alegou que os animais que serão mantidos em cativeiro são “de alimentação humana” e que no aquário “estão salvaguardados”. A exploração para consumo, no entanto, não pode ser usada como desculpa para submeter animais à exploração para entretenimento humano. O direito à vida e à liberdade dos animais devem ser considerados premissas a serem sempre respeitadas.


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Meghan Markle fala sobre a alegria incomparável de se adotar um animal

Foto: AP

Foto: AP

A duquesa de Sussex revelou na visita anual realizada a ONG de resgate de animais que ela patrocina, a alegria poderosa e transformadora de vidas que ela sentiu ao adotar um animal resgatado.

Meghan de 37 anos, é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, Inglaterra pode estar naturalmente ocupada com maternidade, cuidando de Archie, seu filho de apenas seis semanas de idade, mas ela ainda tem a caridade como uma de suas maiores prioridades na vida.

“Como tutora orgulhosa de cães resgatados, sei por experiência própria que imensa alegria a adoção de um animal pode trazer a sua casa”, escreveu ela.

A ex-atriz adotou dois cães de resgate, um beagle chamado Guy e uma mistura de pastor de labrador chamado Bogart.

Enquanto Guy veio para o Reino Unido com Meghan quando ela se mudou de Toronto para morar com Harry – e desde então tem sido visto cavalgando com a rainha – Bogart era muito idoso para viajar e teve que ficar para trás com os amigos da duquesa.

Meghan acrescentou: “O papel que nós, como pessoas, desempenhamos no reavivar e resgatar esses animais é vital, mas o papel de organizações como a Mayhew é incomparável”.

“O que inicialmente me impressionou em relação a Mayhew especificamente é a abordagem baseada na comunidade, não apenas em reabilitar os animais, mas nos cuidados preventivos que inibem esses gatos e cachorros de acabar em abrigos”.

Foto: The Mayhew Animal Home

Foto: The Mayhew Animal Home

Mãe de um menino, Meghan passou a incentivar as pessoas a apoiarem a instituição de bem-estar animal de qualquer maneira que puderem – seja através da adoção, do voluntariado, doação ou espalhando mensagens de conscientização.

“A escolha de adotar um animal doméstico é uma grande decisão que envolve muita responsabilidade, mas tem também um retorno infinito sobre o investimento”, acrescentou ela. “Isso, sem dúvida, mudará sua vida.”

A duquesa visitou o abrigo Mayhew Animal Home em 16 de janeiro, quando estava grávida de seis meses de Archie, marcando sua primeira visita oficial à instituição de caridade já em seu papel de patrona.

Foto: Kensington Royal/Twitter

Foto: Kensington Royal/Twitter

De acordo com os espectadores, a amante de animais Meghan ficou particularmente impressionada com uma cachorrinha sem raça definida mas com uma mistura proeminente da raça jack russell, chamada Minnie, que entraria para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão muito cheias!”

Durante sua visita, Meghan também acariciou um cachorro chamado Roobarb e conheceu Wully Struthers, um antigo frequentador do abrigo, que estava lá com seus dois Staffies, Azzy e Gallis.

Foto: Kensington Palace/Twitter

Foto: Kensington Palace/Twitter

A duquesa perguntou gentilmente sobre a ex-moradora do abrigo Maggie (anteriormente conhecida como Truffle), que vive atualmente com sua nova tutora, Emma. O filhote de jack russell foi resgatado de uma fazenda suspeita de ser uma fábrica de filhotes, em outubro do ano passado.

O filhote que roubou o coração de Meghan, Minnie, é descrito pelos funcionários do abrigo como uma “garota tímida e sensível” que “pode ficar acuada perto de estranhos e se assusta com ruídos altos”.

Meghan se reuniu com funcionários, voluntários e beneficiários durante sua visita hoje, e ouviu mais sobre as várias iniciativas da instituição, desde o envolvimento da comunidade até projetos internacionais.

Ela também aprendeu sobre vários projetos administrados pela instituição, criados para melhorar a vida de animais e pessoas e para melhorar as comunidades tanto em Londres quanto internacionalmente.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Essas iniciativas incluem resgates de animais, trabalho com moradores de rua e seus animais domésticos, programas de bem-estar animal, como o programa Trap, Neuter and Return (castrar, esterilizar e devolver), e projetos internacionais, incluindo vacinação contra a raiva canina em Cabul.

Meghan passou um tempo visitando as instalações, conhecendo membros da comunidade e animais que se beneficiaram diretamente do trabalho da entidade.

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Filhotes de urso dão os primeiros passos na grama após serem resgatados de circo

Foto: Animals Asia

Foto: Animals Asia

O vídeo capta o momento em que duas irmãs filhotes de urso dão seus primeiros passos na grama depois de serem resgatados de uma vida de crueldade, abuso e sofrimento no circo.

Os ursos da lua, também conhecidos como ursos negros asiáticos (Ursus thibetanus), são classificados atualmente como espécie em extinção pela IUCN e foram caçados na natureza e obrigados a andar de moto em um palco em circo no Vietnã.

Imagens terríveis de dentro do circo mostram um dos filhotes amordaçados caindo de uma bicicleta antes de serem pegos pela nuca.

Os filhotes são irmãs e foram nomeados Sugar and Spice. Eles foram resgatados após uma investigação da ONG Animals Asia.

A entidade diz que os ursos de circo podem passar suas vidas inteiras em pequenas gaiolas ou celas de concreto, sem nunca verem árvores e grama ou escolherem por onde querem caminhar.

Sarah van Herpt, que está cuidando dos filhotes, disse que o momento em que pisaram na grama pela primeira vez foi “mágico e emocionante”.

Foto: Animals Asia

Foto: Animals Asia

Ela disse: “Eles estavam curiosos e encantados com o mundo exterior, mas ao mesmo tempo com medo também.

“Sem a mãe deles para protegê-los, eles se sentem vulneráveis e sabem (sentiram na própria pele) quão terrível a exploração pode ser, mas com o tempo eles perceberão que estão seguros em nosso santuário”.

“Ninguém mais pode machucá-los”. Os ursos da lua deveriam ser protegidos de caçadores sob a lei vietnamita, mas os filhotes foram encontrados sendo explorados abertamente no palco do Circo Central em Hanói.

Como eles nunca aprenderam habilidades essenciais de sobrevivência de sua mãe, como seria o natural, os filhotes terão que crescer no santuário de ursos da Animals Asia.

Foto: Animals Asia

Foto: Animals Asia

Eles serão eventualmente integrados a uma comunidade existente de quase 200 ursos resgatados. A Animals Asia está pedindo ao governo vietnamita que proíba as apresentações circenses com ursos e envie os animais para centros de resgate e santuários.

A CEO da Animals Asia, Jill Robinson, acrescentou: “É inconcebível que ursos tão jovens ainda confusos e assustados estejam sendo explorados e forçados a se apresentar no palco de circos no Vietnã”.

“Estes animais estão ameaçados, protegidos pelas leis nacionais e profundamente traumatizados pelo que está sendo feito a eles. As condições em que elas são mantidas são horríveis e não há consideração pelo seu bem-estar enquanto estão no palco”. “Felizmente, a crueldade acabou para Sugar e Spice, mas não vamos desistir de outros animais que sofrem o mesmo destino terrível.”

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Elefantes órfãos ganham vida nova graças ao orfanato que os acolhe e reabilita

Quando Enkesha foi encontrada em Masai Mara, no Quênia, em 2017, a tromba do elefante bebê havia sido quase cortada pela armadilha de arame que ficou enrolada em volta dela.

A elefantinha estava com dor intensa e em risco de perder o membro tão necessário para sua alimentação e a sobrevivência.

Ela foi submetida a uma operação de três horas e muitos cuidados posteriores, mas, dois anos depois, a tromba da filhote se recuperou bem. Quando a equipe de reportagem da CNN a viu no orfanato de elefantes da Sheldrick Wildlife Trust, em março de 2019, ela está com o resto do pequeno grupo – não medindo mais que quatro pés de altura – atravessando o mato e puxando a folhagem com suas trombas ágeis.

Foto: NBC News

Foto: NBC News

A armadilha que colocou em perigo a Enkesha é uma das mais de 150 mil ameaças removidas pela ONG desde que a entidade formou sua primeira equipe de remoção de armadilhas em 1999, como parte de seu trabalho contínuo para a proteção e conservação de habitats silvestres e selvagens no Quênia.

O orfanato de elefantes no Parque Nacional de Nairobi é o mais famoso dos nove programas da entidade. Fundado em 1977, foi a primeira organização do mundo a conseguir criar órfãos dependentes do leite de mamadeira e reintegrá-los de volta à natureza.

Como criar um elefante

“Com a ajuda do berçário que temos aqui, criamos mais de 244 elefantes”, disse Angela Sheldrick, diretora executiva da entidade, à CNN. Elefantes órfãos em consequência da caça, destruição de habitats e conflitos entre humanos e animais selvagens são resgatados pelas equipes de resgate e mantidos pelos cuidadores do orfanato.

“Quando você pega um filhote de elefante para criar, é um projeto de longo prazo”, explica ela, porque “suas vidas refletem as nossas próprias”. Um elefante de um ano é tão vulnerável e necessitado de cuidados quanto uma criança humana.

Foto: Siyabona

Foto: Siyabona

“Atualmente, temos 93 elefantes dependentes do leite de mamadeira”, diz ela. “Eles ficam conosco aqui no berçário nos primeiros três anos de vida. Depois que envelhecem, eles precisam de exposição aos grupos selvagens, porque no fim das contas, todo elefante que criamos volta para vida selvagem. Nós apenas os conduzimos pelos anos difíceis em que eles ainda dependem do leite”.

Leva tempo e paciência para ensiná-los a viver de forma independente. Diz Sheldrick. “Como nossos próprios filhos, eles não voam do ninho rapidamente. Eles precisam ter essa confiança.” O processo leva cerca de cinco anos, mas os ex-alunos do berçário estão florescendo. Existem agora cerca de 150 órfãos reabilitados, com 30 filhotes conhecidos vivendo por sua conta já.

O orfanato também “criou a mão” 17 rinocerontes. Um dos moradores mais populares do local é Maxwell, um rinoceronte que nasceu cego e depois foi rejeitado por sua mãe. Ele está em seu berçário que também sua “casa definitiva” desde 2007.

Alegres e divertidos

A entidade foi fundada há mais de 40 anos pela mãe de Angela, Daphne Sheldrick, em memória de seu falecido marido, o conservacionista David Sheldrick. Daphne faleceu no ano passado, enquanto a fundação é gerida por Angela desde 2001.

“Minha mãe foi uma pioneira, ela foi a primeira pessoa no mundo a criar um elefante bebê”, diz Sheldrick. “Foi difícil. Não se tinha a Internet; não se tinha o benefício de alguém ter feito isso antes. É impressionante o quão longe chegamos”.

Foto: National Geografic

Foto: National Geografic

O cuidador de confiança de Angela, Edwin Lusichi, está no berçario há 20 anos. Ele disse à CNN que trabalhar com elefantes é “importante, alegre e divertido, e você se sente relaxado ao lado deles”.

“É lamentável que o motivo deles terem ficado órfãos sejam os seres humanos”, acrescenta Edwin.

É nossa responsabilidade cuidar de nossos semelhantes, pelo o nosso planeta e para o futuro. “Nossos jovens nunca poderão vê-los se não os protegermos agora”, diz ele.

Nunca se esqueça

A fundação é aberta ao público por uma hora por dia, para que os visitantes possam conhecer os elefantes e aprender sobre as ameaças que a espécie enfrenta.

Órfãos podem ser adotados a partir de 50 dólares por ano e seus “pais” adotivos podem desfrutar de uma hora extra de visitas à noite.

Lusichi liderou o tour na noite que a reportagem da CNN visitou o local, apresentando os 21 elefantes, dois rinocerontes e uma girafa que residem no terreno da ONG.

Os elefantes adultos seguem em frente com suas vidas novas no Parque Nacional Tsavo East, o maior parque nacional do Quênia, mas o vínculo com aqueles que os criaram não está perdido.

“Eles nunca esquecem a bondade e o amor de que foram alvo e querem voltar”, diz Sheldrick.

“Os elefantes do sexo masculino menos que os demais pois eles viajam grandes distâncias e se tornam mais independentes – mas os grupos femininos são todos unidades familiares unidas. Eles nunca esquecem aqueles que os criaram”.

Gatinho em situação de rua invade diariamente casa durante a noite até que é pego em flagrante

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

Na primeira noite em que Johanna King percebeu que havia um intruso invadindo a casa dela em Long Island, Nova York (EUA), ninguém o viu. O marido ouviu um barulho na cozinha no meio da madrugada uma noite dessas e foi verificar o que era, mas quando chegou lá, o intruso já estava escapando pela porta do cachorro (abertura móvel na porta pela qual só passa um animal). O marido de Johanna achou que poderia ser uma raposa, por mais estranho que isso parecesse, e voltou para a cama.

Mas Johana não acreditou na história de seu marido de início – mas depois ela se lembrou de que tinha comprado muito mais comida de gato do que o habitual ultimamente, o que era estranho porque seu único gato não comeu tanto assim para causar esse déficit.

Ela começou a se perguntar se realmente poderia haver alguma verdade na história de intruso contada por seu marido, e decidiu montar uma câmera na cozinha para que os dois pudessem acompanhar o que estava acontecendo no andar de baixo enquanto dormiam, só por precaução.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

E foi assim que o casal descobriu que havia um gato invadindo sorrateiramente sua casa a cada noite, todas as noites.

Johana ficou absolutamente perplexa com essa descoberta. Ela achava que seus cães e gatos teriam uma reação mais forte e dariam algum alarme se um animal estranho passeasse pela casa deles, mas, além de uma briga inicial que não durou muito, os animais residentes acabaram parecendo aceitar que o gato intruso morava lá agora também. O gato também parecia quase idêntico ao gato que vivia com a família, então, na verdade, ele se misturou ao pessoal da casa.

“Meus cães foram inúteis neste processo”, disse Johana ao The Dodo. “Não tenho certeza se é porque esse gato se parece com meu gato, ou porque esse gato já entrou na casa como se fosse o dono do lugar. É possível dizer isso desde a primeira vez que o peguei na câmera, ele estava confiante e conhecia o layout inteiro da casa. Ele andava como se fosse dono do lugar!”.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

Johana começou a assistir o gato intruso na câmera todas as noites, e ficou francamente impressionada com o quão corajoso ele era. O gatinho não parecia se importar com o fato de que aquela não era sua casa – ele se sentia bastante confortável a cada vez que passava por ali, apreciando completamente cada uma de suas estadias.

“Quando o vi pela primeira vez na câmera, ele dormiu na minha mesa de jantar por cerca de 20 minutos”, disse King. “Meu gato andou bem debaixo dele e nem percebeu! Ele entrava pela porta do cachorro, passeava um pouco e ia até a lavanderia, onde fica a comida de gato. Então terminava seu tour com uma soneca em cima da mesa! Eu também o peguei brincando na minha pia, derrubando louça e andando por todo o meu sofá!”.

Com o passar do tempo, o gato intruso só ficou mais descarado, e até começou a passar na casa enquanto o casal ainda estava acordado.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

“Algumas vezes, eu estava sentada no sofá com as luzes apagadas (e meus cães aos meus pés) e via dois enormes olhos brilhantes olhando para mim da cozinha”, disse a dona da casa.

“Então ele se virava e voltava para fora. Eu também assisti a câmera on-line enquanto estava no trabalho ou fora de casa. Era tão difícil dizer se eu estava assistindo o Gato Assaltante (como meu marido o chamava) ou meu gato!”.

Johana e seu marido finalmente decidiram que era hora de começar a pegar o gato intruso no ato. Eles montaram uma armadilha dentro da casa – e então assistiram na câmera enquanto o gato apenas caminhava direto em volta dela. Eles então tentaram montar a armadilha do lado de fora, mas parecia que o gato era esperto demais para cair em qualquer um dos seus truques. O casal finalmente se resignou ao fato de que eles nunca iriam pegar o gato, e que ele morava em sua casa agora também.

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

“Eu até coloquei uma toalha na mesa da minha sala de jantar, onde ele gostava de tirar uma soneca”, disse King. “Eu imaginei que se ele mesmo fosse invadir, poderia muito bem se divertir enquanto fazia isso”.

O casal manteve a armadilha montada do lado de fora, no entanto, apenas por deixar – e de alguma forma, uma noite, eles finalmente pegaram seu pequeno invasor.

“Eu deixei meus cachorros do lado de fora da casa… Meu cachorro estava obcecado com a armadilha do gato, latindo sem parar”, disse King. “Eu estranhei pois se a armadilha está lá há quase uma semana, por que de repente, só agora? Então, fui até lá e notei que o alçapão estava fechado. Estava escuro como breu, voltei para dentro e peguei uma lanterna. Eu levantei a armadilha e vi um gato!”

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

No início, Johana estava convencida de que o casal havia pegado seu próprio gato na armadilha, mas depois de encontrar o gato deles dormindo dentro de casa, eles perceberam que o gato intruso havia finalmente sido ‘pego em flagrante’.

Johana já tinha um grande caixote de cachorro guardado em casa, caso eles conseguissem pegar o gato, e ela o colocou dentro dele para que o gatinho não fugisse. Ela conta que ele estava perplexo e provavelmente um pouco chocado por ter sido realmente pego, mas depois de algum tempo ele começou a se apaixonar por seu novo amigo, e o gatinho até deixou que ela o acariciasse.

Ao longo de toda a aventura, King estava postando sobre o gato intruso no Facebook, e todos estavam amando suas histórias. Ela esperava que entre as diversas curtidas de todas as postagens e atualizações, alguém eventualmente se apresentasse como a família do gato, e ela poderia levá-lo de volta para eles e parar com esse hábito de invadir as casas de outras pessoas.

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

“Minha intenção inicial era encontrar o tutor desse gato e torná-lo ciente de que seu animal doméstico era um criminoso”, disse King.

Mas depois de interagir com ele e ver a condição em que ele estava, King tinha uma suspeita de que o gato intruso era um animal em situação de rua ou tinha sido abandonado, e estava invadindo sua casa para encontrar um pouco de conforto e amor. Ela decidiu nomeá-lo como Hunter, e esperava que ela pudesse ajudá-lo a encontrar o lar amoroso que ele merecia.

Enquanto ela inicialmente pensava em adotá-lo, depois de levá-lo ao veterinário, eles descobriram que Hunter tem FIV (feline immunodeficiency vírus) vírus da imunodeficiência felina, e portanto, não pode viver com o atual gato da família.

Hunter | Foto: Johanna King

Hunter | Foto: Johanna King

Johana está agora trabalhando com o grupo resgate em que ela é voluntária e para o qual as vezes oferece lar temporário, For Our Friends, para ajudá-lo a encontrar o lar perfeito – para que, com sorte, ele não sinta mais a necessidade de invadir a casa de ninguém.

“Acho que ele invadiu a casa certa”, disse King. “Talvez outra pessoa não estivesse tão disposta a ajudá-lo! Eu não posso mudar o mundo, mas espero ter ajudado a tornar o mundo dele um pouco melhor”, concluiu ela.

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ONG revela histórias de sucesso de cães resgatados do festival chinês de carne de cachorro

Cães a espera na morte em matadouro de Yulin | Foto: HSI

Cães a espera na morte em matadouro de Yulin | Foto: HSI

Com a aproximação do bárbaro festival de carne de cachorro de Yulin na região de Guangxi, na China, a ONG britânica Humane Society International (HSI) compartilha algumas histórias de sucesso de cães que seus parceiros ativistas chineses já resgataram dos matadouros de Yulin.

Snorki, Rosie, Fred mais dois cachorros e Lily, são apenas cinco das centenas de cachorros e gatos que ativistas chineses salvaram da morte no cruel Yulin Dog Meat Festival, onde os animais indefesos são mortos e queimados em frente aos demais e aos compradores de carne. Muitos resgates ocorrem em matadouros em toda a China também.

Embora o evento do solstício de verão que ocorre em 21 de junho em Yulin seja realizado como símbolo do comércio de carne de cães e gatos na China, muitas pessoas não sabem que a brutalidade desse comércio alimentado pelo crime, que motiva roubos e mortes de animais durante todo o ano e em todo o país, com uma estimativa de 10 a 20 milhões de cães e 4 milhões de gatos sendo mortos anualmente.

Foto: animalpeople.com

Foto: animalpeople.com

Acredita-se que muitos desses animais sejam cães e gatos em situação de rua e animais roubados dos quintais de residências. Eles são amontoados em gaiolas de arame e levados em viagens que duram horas ou mesmo dias pelo país, antes de chegar ao matadouro onde são espancados até a morte, alguns ainda usando coleiras que provam que tinham uma família e um lar.

Ano passado, ativistas chineses apoiados pela ONG HSI resgataram 135 cães dos matadouros de Yulin, cinco dos quais – Lily, Harley, Fred, Coco e Rosie – a entidade levou para o Reino Unido, onde encontraram famílias para eles.

Em 2016, a ONG resgatou 170 cães doentes e feridos de matadouros e mercados em Yulin, sendo que quatro cães sortudos – Lily, Snowy, Snorki e Lucy – e dois gatos – Simon e Li – estão agora vivendo seguros e felizes com suas famílias no Reino Unido. O grupo de 170 animais tinha sido resgatados há apenas um dia de ser morto no festival de Yulin.

Alguns dos sobreviventes resgatados do comércio de carne de cachorro fizeram amigos famosos. Li, a gata, teve a sorte de encontrar a atriz de Harry Potter, Evanna Lynch, quando a HSI filmou as duas para um vídeo sobre o sofrimento dos gatos no comércio de carne chinês.

Evanna Lynch com a gata Li | Foto: HSI

Evanna Lynch com a gata Li | Foto: HSI

Lily, Snowy, Snorki e Lucy foram todos muito bem-vindas ao novo continente pelo ator e ativista pelos direitos animais Peter Egan, que lhes deu seu primeiro abraço em solo britânico, acompanhado pela ONG que proporcionou o resgate.

“Esses cães e gatos conheceram o inferno e voltaram, sobrevivendo ao aterrorizante comércio de carne da China, e é tão humilhante dizer que, apesar de sua provação e sofrimento, sua resiliência e natureza indulgente saltam aos olhos. Eles são apenas alguns dos milhões de cães e gatos que são roubados e capturados para esse comércio cruel durante todo o ano ”, disse Claire Bass, diretora para Reino Unido da HSI, em um comunicado.

“Yulin é um exemplo relativamente pequeno de uma questão muito maior e mais feia, que milhares de ativistas chineses dedicados estão trabalhando para impedir. Ao contrário dos pressupostos de muitos no Ocidente, a maioria das pessoas na China não come cachorro e, de fato, fica horrorizada com o pensamento de um comércio que tira seus companheiros caninos deles”.

Rosie foi salva de um matadouro Yulin em 2018 e agora vive com Kirsten McLintock em Norfolk (Inglaterra). “Já se passaram seis meses desde a primeira vez que recebi Rosie e ela tem sido um encanto absoluto; amigável com outros cães, sem ansiedade de separação, uma viajante perfeita no carro. É claro que ela deve ter sido um animal doméstico roubado de alguém, quando ela chegou, foi treinada em casa e costumava ter uma coleira e andar na frente nos passeios”, disse McLintock. “Sua mais recente descoberta foi a praia. Ela dança e pula de felicidade quando chegamos à praia, é tão lindo de assistir o contentamento dela. Eu a amo de todo o meu coração, ela é o cão mais doce, intuitivo, suave e gentil qu eeu ja vi na vida”.

Rosie | Foto: HSI

Rosie | Foto: HSI

Lily foi salva de um matadouro Yulin em 2018 por ativistas chineses. O resgate produziu uma foto icônica de Lily sentada pacientemente no chão onde seria morta, encarando suplicante aos seus salvadores. Ela agora vive com sua irmã Sophie, uma cocker spaniel e sua mãe e adotante Susie Warner em Berkshire.

Lily antes, no dia do resgate | Foto: HSI

Lily antes, no dia do resgate | Foto: HSI

Susie disse: “Lily é uma diva superstar e ela é adorável. Agradeço de todo o meu coração àqueles que tornaram possível que ela chegasse até mim e a salvaram da morte, permitindo que ela viva a melhor vida possível”.

Lily com sua nova família e lar, ao lado da irmã | Foto: HSI

Lily com sua nova família e lar, ao lado da irmã | Foto: HSI

O pequeno Fred foi salvo da morte em 2018 e agora mora em Londres com Fernanda Gilligan, seu marido e sua filha de três anos. Fernanda disse: “Somos muito gratos por sermos a nova família de Fred. Ele é realmente um membro de nossa família e é tão dedicado. Fred adora passear e correr no parque. As aventuras no campo são ainda mais agradáveis com Fred ao nosso lado e adoramos tê-lo conosco o máximo de tempo possível. Ele é verdadeiramente um acréscimo notável à nossa família”.

Feed | Foto: HSI

Feed | Foto: HSI

Lily foi resgatada em 2016 e adotada por Lynn Hutchings em Kent, que disse: “Lily floresceu de uma garota assustada e esquiva, que não confiava muito em humanos para um cachorro confiante e feliz, membro da nossa família e que ama a todos incondicionalmente, especialmente se ela puder convencê-los com seus encantos a dar muitos petiscos para ela”.

Lily | Foto: HSI

Lily | Foto: HSI

Snorki, foi resgatado em 2016 e encontrou sua família e casa em Clapham, no sul de Londres, com Angelina Lim, onde vive hoje. Angelina disse: “Snorki está muito melhor do que estava no começo, mas ainda tem medo de estranhos. Uma vez que ela conhece você, ela vai aceitar alegremente carinhos e coçadinhas na barriga, mas você tem que ganhar sua confiança primeiro. Estou convencida de que ela foi um animal doméstico roubado porque ela aprendeu tudo muito rápido. Snorki também tinha uma pequena protuberância nas costas, que desde então desapareceu, eu creio que isso era uma sequela por ter sido esmagada em uma gaiola por um bom tempo antes de ser resgatada. Minha vida é tão feliz com Snorki, ela é uma alegria completa, apesar de ser uma máquina de comer 24 horas por dia”.

Snorki | Foto: HSI

Snorki | Foto: HSI

O belo e dedicado trabalho desses ativistas tornou possível que esses animais tivessem uma nova chance em lugar de morrer nas mãos de comerciantes cruéis para abastecer um mercado antiquado e desaprovado pela própria população chinesa.

Muitos outros animais não tem essa oportunidade e perecem das maneiras mais bárbaras e tristes aos milhares.

Fatos sobre o comércio de carne de cachorro da China

1. O festival de carne de cachorro Yulin não é tradição como seus defensores alegam. Foi inventado em 2010 por comerciantes de cães para aumentar seus lucros. Antes do início do festival, o consumo de carne de cachorro já estava declinando como uma subcultura culinária, e nenhum festival de carne de cachorro jamais existiu anteriormente.

2. A Organização Mundial da Saúde adverte que o comércio de cães se espalha a raiva e aumenta o risco de cólera.

3. A maioria das pessoas na China não come cachorro; na verdade, a carne de cachorro é consumida com pouca freqüência por menos de 20% da população chinesa. Muitos deles comem carne de cachorro sem saber.

4. Em sua primeira edição, cerca de 15 mil cães foram mortos durante os principais dias do festival de Yulin, mas a pressão chinesa e internacional reduziu esse número para cerca de 3 mil cães. No entanto, muitas centenas ainda são mortas todos os dias nas semanas que antecedem o festival.

5. Cães e gatos são espancados até a morte, um em frente do outro, e a carcaça é queimada para venda nos mercados. O massacre de cães e gatos continua ocorrendo em lugares públicos, expondo crianças pequenas a uma brutalidade horrenda e potencialmente dessensibilizando as gerações mais jovens da China.

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Passeios com elefantes chegam ao fim na maior atração turística do Camboja

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

O grupo sobrecarregado de 14 elefantes explorados para carregar turistas nas costas, nas temperaturas mais quentes, sob um sol escaldante e sem descanso, não será mais obrigado a trabalhar no templo de Angkor Wat, onde mais de 2,5 milhões de visitantes internacionais chegam a cada ano.

Eles serão transferidos para um centro de conservação da vida selvagem até o início de 2020, confirmou o Comitê do Grupo de Elefantes de Angkor.

Em 2016, um elefante desmaiou e morreu enquanto transportava dois turistas para o monumento religioso, provocando indignação internacional com a prática cruel.

Dois anos depois, uma petição para acabar com os passeios de elefantes ganhou mais de 14 mil assinaturas em apenas 48 horas depois que outro animal morreu de exaustão no mesmo local.

Oan Kiry, diretor do Comitê do Grupo Angkor Elephant, disse: “No início de 2020, nossa associação planeja acabar com o uso de elefantes para transportar turistas.

“Os turistas ainda poderão observar os elefantes e tirar fotos deles em nosso centro de conservação e reprodução”.

Queremos que os elefantes vivam da maneira mais natural possível. ”O grupo de campanha Moving Animals, que trabalha para aumentar a conscientização sobre a crueldade por trás dos passeios com elefantes, celebrou a medida, chamando-a de “grande alívio “.

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

Um porta-voz da ONG disse: “O fim dos passeios com elefante em Angkor Wat é verdadeiramente um momento decisivo que mostra que a maré está se voltando contra o turismo cruel que explora a vida selvagem”.

“Um número cada vez maior de turistas não quer mais pagar para ver os animais acorrentados ou em cativeiro, e as atrações onde os passeios nas costas dos elefantes continuam, terão que proibir essa prática se quiserem ficar a favor dos turistas e amantes dos animais”.

Acredita-se que ainda existam cerca de 70 elefantes domesticados no Camboja, enquanto especialistas acreditam que há cerca de apenas 500 na natureza.

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

Isso inclui cerca de 110 representantes da espécie vivendo no Santuário de Vida Selvagem Keo Seima e quase 200 nas Montanhas Cardamomo.

O número de elefantes selvagens no Camboja e outros países do sudeste da Ásia diminuiu no passado devido à caça, à destruição de habitats e ao conflito entre os animais e as pessoas, sugerem estudos sobre o assunto.

O porta-voz do Ministério do Meio Ambiente, Neth Pheaktra, disse: “O governo está trabalhando com organizações relevantes e especializadas para formular estratégias de proteção e preservação dos elefantes no Camboja para as gerações futuras”.

“Para proteger efetivamente os habitats naturais de elefantes, é necessário fortalecer a lei para combater de forma sólida a caça de animais silvestres e o uso de armadilhas”.

Ele acrescentou que a conscientização entre os agricultores locais em florestas protegidas precisa ser aumentada pois eles frequentemente usam produtos químicos nas plantações ou ferem os elefantes quando eles invadem suas terras.

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Presidente de ONG joga e esfrega um bolo de aniversário no rosto de um leão

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

O curdo Blend Brifkani, que esfregou o bolo de aniversário no rosto do leão, pediu desculpas publicamente depois que o vídeo do incidente cruel provocou fúria na internet. O leão viveria em cativeiro como animal doméstico de Brifkani segundos informações do Daily Mail.

No vídeo, que foi amplamente divulgado no Twitter, um grupo de homens é visto ajoelhado ao lado do leão.

O grupo, que fala curdo nas filmagens, parece estar posando para uma foto ao lado de um bolo de aniversário para a câmera.

Mas um dos homens do grupo, Brifkani, então joga e esfrega agressivamente o bolo no rosto do leão, enquanto os outros ao seu redor riem da cena de violência.

O erorme felino, pego de surpresa com a agressão, salta em seguida assustado e tenta se afastar do grupo, enquanto balança a cabeça e usa as patas para tentar tirar os pedaços do bolo de si.

O responsável pela ação e tutor do leão é também chefe da Organização de Cooperação dos Países Curdos – uma ONG local.

Usuários do Twitter descrevem Brifkani como um cantor muito rico que se tornou ativista e sua página no Instagram apresenta dezenas de fotos de si mesmo posando com seu leão como animal doméstico.

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

Um dos vídeos do perfil mostra o leão com suas garras removidas.

Brifkani mencionou o vídeo do bolo na legenda de outro post no Instagram dizendo que jamais pretendia intencionalmente abusar do leão, que ele descreve como seu “melhor amigo”.

“As imagens mostram emoções puras que me levaram a um exagero descontrolado a atitude foi a o resultado da excitação que eu senti enquanto celebrava o aniversário dele”, escreveu ele.

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

“Quando encontrei Leo no deserto, ele estava sozinho, pequeno, fraco e sem a mãe. Se ele tivesse caído nas mãos erradas, ele não teria conseguido sobreviver. Eu forneci a ele uma casa segura, um bom ambiente, cuidados veterinários e tudo o que fosse necessário para manter a saúde do leão até que ele crescesse”.

“O meu plano nunca foi mantê-lo em cativeiro, mas sim criá-lo até que ele estivesse bem o bastante e tivesse idade suficiente para ser solto na natureza novamente”.

“Eu admito que foi errado jogar o bolo no rosto do leão, deixei minhas emoções e minha excitação tomarem conta de mim e peço desculpas àqueles que ofendi com isso”.

Foto: blend_brifkani/Instagram

Foto: blend_brifkani/Instagram

“Eu não sou um agressor de animais, estou constantemente trabalhando em projetos que mostram como os animais são importantes para mim, especialmente Leo e o quanto eu me importo com o bem-estar dele. Garanto a vocês que Leo está a salvo e logo voltará à vida selvagem”.

O vídeo, que teria sido filmado em Erbil – a capital do Curdistão iraquiano – por garotos ricos de Erbil, foi visto mais de 860 mil vezes no Twitter e provocou milhares de comentários furiosos.

O comediante Ricky Gervais comentou: “Sujeira, imundice sem valor”.

Outro usuário do Twitter, Adam Yeend, escreveu: “A absoluta ignorância repugnante e a crueldade do homem para tirar proveito da inocência e vulnerabilidade de outro ser são um sinal absoluto de fraqueza”.

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Cisne é estrangulado até a morte em parque público

Foto: RSPCA /SWNS.COM

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Uma mulher estrangulou um cisne até a morte em um parque público, segundo relatos de testemunhas oculares presentes no local do crime.

Uma investigação da ONG RSPCA foi iniciada depois da denúncia de que uma mulher supostamente teria agarrado o pássaro indefeso, montado sobre ele e em seguida torcido seu pescoço.

Uma das pessoas que presenciaram o ato cruel, ligou para a polícia e também relatou o crime para a instituição voltada para bem-estar animal (RSPCA).

Foto: RSPCA /SWNS.COM

Foto: RSPCA /SWNS.COM

Policiais compareceram ao local atendendo a ocorrência e descobriram o cisne adulto morto em uma via pública do parque, iniciando então os procedimentos de coleta dos depoimentos de duas testemunhas.

O incidente aconteceu em Chester Park, em Chester-le-Street, no Condado de Durham, Inglaterra, por volta das 19 horas, na semana passada.

O oficial da RSPCA divulgou imagens do cisne morto em uma tentativa de localizar novas testemunhas e prender o agressor, que supostamente fugiu do parque, local do crime.

Cisnes são protegidos por lei sob a lei Wildlife and Countryside Act de 1981, o que significa que é ilegal matar, ferir ou pegar um cisne sem licença.

Os infratores podem enfrentar até seis meses de prisão e/ou uma multa com valores ilimitados.

O inspetor da RSPCA, Trevor Walker, disse: “A polícia foi inicialmente chamada por um membro do público que viu uma mulher pegar o cisne, montar no pássaro e torcer o pescoço do animal indefeso.

“Os policiais que compareceram à cena para atender a ocorrência encontraram o cisne adulto morto – com uma lesão nos tecidos do pescoço consistente com o estrangulamento – e conversaram com duas mulheres que assistiram ao incidente.

“O corpo do pássaro foi removido por trabalhadores do município e fomos contatados para investigar o caso”.

“Esse crime extremamente perturbador chocou as pessoas, um ataque covarde e cruel que levou à morte desnecessária e trágica de um belo pássaro.”

O inspetor Walker esta a procura de pessoas que possam ter estado no parque por volta das 19 horas de 30 de maio, para tentar localizar o assassino do cisne.

Casos semelhantes

Em 2017, Gareth Mattson recebeu uma sentença suspensa por fatalmente atirar em três cisnes com um rifle de ar em Pembrokeshire.

Ele foi condenado a cinco meses de prisão, suspenso por 12 meses, e foi instruído a pagar 525 libras (torno de 600 dólares) em custos.

Um ano antes de David Thompson se declarou culpado na Corte de Magistrados de Canterbury por matar dois pássaros e ferir outro depois que foi flagrado por uma câmera durante um exercício de treinamento de helicóptero da Guarda Costeira em abril.

Ele foi obrigado a pagar 7.500 libras (e torno de 9 mil dólares) por espancar dois cisnes até a morte com um bastão de pastoreio de ovelhas.

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