Filhotes de cachorro que seriam sacrificados são resgatados nos EUA

Três filhotes de cachorro extremamente maltratados que foram levados para um abrigo no Texas, nos Estados Unidos, tiveram as vidas salvas após serem resgatados do local. No abrigo, eles estavam na lista de animais que seriam sacrificados.

Foto: Reprodução / YouTube

A co-fundadora do Rescue Dogs Rock NYC, Stacey Silverstein, foi a responsável por salvá-los. Ela viu um vídeo no qual dois dos filhotes apareceriam agarrados um ao outro, enquanto o terceiro permaneceria por perto. O estado deplorável dos animais comoveu Stacey, que decidiu ajudá-los.

“Onde está o respeito? Onde está a humanidade? Eles entraram neste abrigo de morte nesta condição, jogados no duro chão infectado por concreto em condições obviamente críticas e fracas”, disse Stacey. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Reprodução / Facebook / Rescue Dogs Rock NYC

“Estamos tão enojados a cada dia para sermos confrontados com essa dura realidade. Mais uma vez seremos seus protetores e salvadores e obteremos a ajuda de que eles precisam desesperadamente”, completou.

Retirados do abrigo no qual seriam sacrificados, os três cachorros foram levados por Stacey e passaram a receber os cuidados necessários para que possam ficar saudáveis.

Os animais receberam os nomes Mulani, Po e Mishi. “Suas novas vidas começam hoje!”, comemorou a co-fundadora da ONG.

Concurso promovido por ONG ajuda cavalos resgatados a encontrarem um lar

Foto: World Animal News/Reprodução

Foto: World Animal News/Reprodução

A ASPCA (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais) anunciou na última sexta-feira (26), os participantes de seu concurso anual “Help a Horse Home: ASPCA Equine Adoption Challenge” (Ajude um cavalo a encontrar um lar, um desafio da ASPCA para a adoção de equinos, na tradução livre).

Mais de 170 organizações de 41 estados mais Porto Rico estão participando da competição nacional que envolve resgates, abrigos e santuários de eqüinos, criada para promover e aumentar a adoção de cavalos, éguas, burros e equinos em geral.

O desafio deste ano foi expandido para incluir um grande prêmio, oito prêmios por categoria e três prêmios de mídia social, totalizando 150 mil dólares. Os participantes serão colocados em uma das quatro divisões com base no número de adoções que completaram durante o período do desafio no ano passado e para todo o ano de 2018.

“O Desafio Help a Horse Home oferece uma maneira eficaz de alcançar os inexplorados adotantes de equinos que nossa pesquisa sugere estarem por aí”, disse a Dra. Emily Weiss, vice-presidente de Bem-estar Equino da ASPCA em um comunicado. “A ASPCA dedica-se a apoiar os muitos grupos em todo o país que trabalham para ajudar mais cavalos a encontrar lares amorosos, e estamos entusiasmados em ver que ideias inovadoras e bem estruturadas as organizações de equinos criaram para ajudar a salvar mais vidas de cavalos”.

A ASPCA anunciou recentemente uma parceria bem sucedida com a Zoetis US LLC para reduzir os custos médicos para os grupos que participam do concurso. A Zoetis doará sua nova vacina CORE EQ Innovator para cada eqüino adotado durante o período de duração do desafio, dois meses, totalizando algo em torno de 1.500 vacinas.

Os participantes também são convidados a promover e divulgar os animais em sua custódia no My Right Horse, um novo site de listagem de adoção criado pela The Right Horse Initiative para equinos em busca de um lar.

Em 2018, as organizações equinas conseguiram adoção para mais de mil cavalos durante o período de dois meses do concurso, provando que há mais lares disponíveis para esses animais do que se imagina.

Para aproveitar o sucesso do concurso de 2018, o desafio de 2019 foi reinventado e renomeado— Ajude um Cavalos a Encontrar um Lar: O Desafio de Adoção de Equinos da ASPCA, recebeu 150 mil dólares em subsídios disponíveis para resgates, abrigos e refúgios equinos que garantem um aumento maior de adoções em comparação ao ano anterior.

Qualquer organização ou agência governamental sediada nos EUA, capaz de receber fundos e cumprir uma missão de proteção ou bem-estar animal que adote cavalos ou outros equinos, é elegível para participar.

O Desafio Ajude um Cavalo a Encontrar um Lar começou na sexta-feira, dia 26 de abril – uma data escolhida por sua importância para a longa história de proteção aos cavalos da ASPCA.

Em 1866, Henry Bergh, fundador da instituição impediu que um motorista de carroças batesse em seu cavalo, resultando na primeira prisão bem-sucedida por maus-tratos aos cavalos em 26 de abril daquele ano.

Todos os anos, a ONG organiza uma competição nacional para elevar e reconhecer o trabalho de resgate equino que ajuda os cavalos em situação de risco, que foram vítimas de abuso, negligenciados ou que se encontram desabrigados.

Dono de ONG resgata cães de canil e é condenado a indenizar criadora

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o dono da Associação de Proteção e Defesa dos Animais de Araçatuba (APDA), que entrou sem autorização em um canil e levou cães do local, a devolver os animais e indenizar em R$ 100 mil a criadora, que havia sido acusada de maus-tratos. A decisão de obrigá-lo a pagar uma indenização veio após ser confirmada a morte de 11 filhotes, o sacrifício de outro, a castração de cães e o diagnóstico de infecção no útero de uma das cadelas resgatadas.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

O desembargador Paulo Alcides, relator da apelação na 2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente, afirmou que o proprietário da ONG teve uma “atitude tresloucada”. As informações são do portal ConJur.

“Sem nenhum critério lógico, fazendo-se de justiceiro, ele resolveu agir ‘pelas próprias mãos’. Invadiu propriedade alheia para subtrair animais que estavam devidamente ‘amparados’ e transformou a vida deles num espetáculo de horror”, disse Paulo Alcides.

“Como pode o dirigente de uma ONG intitulada protetora dos animais agir com tamanha insensibilidade? Sabedor de tais irregularidades, o cidadão deve acionar as autoridades competentes, as quais saberão tomar as providências cabíveis. A justiça pelas próprias mãos sempre acaba por causar um mal maior do que aquele inicialmente alardeado pelo recorrido”, complementou o desembargador.

O dono da ONG havia feito uma campanha contra o canil. A dona do local o acusa de usar a entidade que ele possui para promoção de candidatura eleitoral.

Clique aqui para ler a decisão na íntegra.

Nota da Redação: independentemente da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, a ANDA reforça seu posicionamento contrário à venda de animais por acreditar que seres vivos não podem ser tratados como mercadorias e por saber que casos de maus-tratos no comércio não deixarão de acontecer enquanto animais forem vendidos. Como defensora dos direitos animais, a ANDA incentiva seus leitores a optarem pela adoção de animais ao invés da compra.

Projeto usa reciclagem para ajudar animais abandonados em MG

O Projeto Reduza arrecada materiais recicláveis em Montes Claros (MG) para custear exames, castração, consultas e medicamentos para animais abandonados. O objetivo é ajudar cães e gatos que não possuem acompanhamento veterinário adequado por viverem em situação de rua.

Foto: Vilson Maia / Arquivo pessoal

Organizado pela ONG Eu Salvo desde outubro de 2018, o projeto já arrecadou cerca de R$ 1 mil e pagou custos veterinários de 10 animais, segundo um dos coordenadores da organização, Vilson Camilo Caetano Maia.

O Reduza incentiva a conscientização da sociedade não só em relação aos cuidados com os animais abandonados, mas também no que se refere à proteção ao meio ambiente.

“Além de uma forma de ajudar os animais, podemos ajudar também o meio ambiente. Os materiais recicláveis possuem um ciclo vicioso que prejudica o meio ambiente, por isso é extremamente importante fechar este ciclo e conscientizar a população”, afirma Maia ao G1.

Para apoiar o projeto, é possível doar embalagens de produtos de higiene, descartáveis de refrigerantes, latinhas, caixas de papelão, livros, cadernos e similares. Para isso, basta entrar em contato com a ONG e agendar um horário para que um voluntário busque os materiais na residência do interessado em ajudar. O telefone para contato é o (38) 9 9839-2908.

“Nós pegamos os materiais nas casas, encaminhamos ao local onde vendemos para a reciclagem e ajudamos pagando a consulta de um gato ou cachorro que precisa da nossa ajuda”, explica Vilson Maia.

A ONG Eu Salvo foi fundada há cerca de um ano em Montes Claros e conta atualmente com 126 voluntários. Além do Projeto Reduza, a entidade realiza feira de adoção de animais todas as quintas-feiras, das 18h às 21h, na Praça Flamarion Wanderley.

ONG promove programa de leitura para ressocializar cães abandonados

A Humane Society Of Missouri (HSMO), ONG com sede no Missouri, nos Estados Unidos, criou um programa de leitura para ressocializar cachorros abandonados. As histórias são lidas por voluntários com idades entre seis e 15 anos, cadastrados pelos responsáveis.

Cachorro resgatado pela ONG norte-americana (Foto: Humane Society Of Missouri)

Segundo os profissionais da entidade, a iniciativa é benéfica não só para os animais, mas também para as crianças e jovens que dela participam, já que ajuda a desenvolver a empatia e a compaixão, além de habilidades de leitura.

“O programa também faz com que essas crianças causem um impacto positivo no mundo, por estarem ajudando animais com necessidades”, afirmou Joellyn Klepacki, diretora de educação da HSMO. As informações são do portal Globo Rural.

Os cães, por sua vez, são encorajados a vencer a timidez e a ansiedade e se aproximar dos voluntários, o que os torna mais sociáveis. Essa melhora no comportamento do animal o ajuda a ser adotado, já que, segundo a ONG, os animais mais desinibidos são adotados mais rapidamente. Com isso, esses cães reduzem a média de permanência no local, o que é bom, já que, segundo a entidade, animais que ficam por muito tempo em abrigos têm mais chance de desenvolver problemas de saúde.

Porco que vive na fazenda da ONG (Foto: Humane Society Of Missouri)

Cerca de 2,4 mil voluntários inscritos no programa comparecem diariamente para contar histórias para os cães. Com isso, todos os cachorros que ficam nos andares de adoção já ouviram pelo menos uma leitura. Segundo a diretora, cerca de 10 mil animais são adotados por ano no abrigo. “Ao todo, os jovens voluntários já gastaram mais de três mil horas lendo para os animais”, disse.

Além do programa de leitura, a ONG, fundada em 1870, tem um centro de reabilitação para animais de fazenda, com 165 acres, chamado Longmeadow Rescue Ranch. A entidade está prestes a comemorar o 150º aniversário.

“Nós resgatamos, reabilitamos e buscamos um novo lar para animais de fazenda de todos os tipos, como cavalos, galinhas, patos, ovelhas, cabras, porcos, mini-cavalos, burros, lhamas, alpacas, entre outros”, conta Klepacki.

Bode foi resgatado pela entidade nos EUA (Foto: Humane Society Of Missouri)

Outro programa criado pela entidade é o Pet Pal, por meio do qual voluntários passeiam com os cachorros do abrigo. Há ainda, a iniciativa “pais adotivos”. Através dela, pessoas oferecem lares temporários para animais que estão doentes ou para filhotes. Para saber como educar e brincar adequada com os animais, a ONG oferece educação humanitária aos voluntários.

O abrigo é mantido com contribuições privadas de pessoas físicas, corporações e doações e nenhum imposto é destinado a ONG, que tem cerca de 250 funcionários e aproximadamente 900 voluntários.

Para adotar um animal, o interessado preenche um questionário e passa por uma entrevista, além de pagar uma taxa que é usada para cobrir parte do custo dos cuidados do animal adotado.

Tatuadora arrecada 700 kg de ração para ajudar ONG de animais

Uma tatuadora arrecadou 700 kg de ração em dois meses de uma campanha feita para ajudar uma ONG de animais abandonados. A campanha continua e Rayza Peralta oferece duas tatuagens, uma no valor de R$ 90 com qualquer quantidade de ração, e a segunda é feita gratuitamente caso sejam doados 6 kg de ração para cães ou gatos. A ONG beneficiada, de Cuiabá (MT), é a Organização para Proteção ao Meio Ambiente e aos Animais (OPAA).

Foto: Rayza Peralta/ Arquivo pessoal

Foram mais de 100 tatuagens feitas entre março e abril, na campanha. A vontade das pessoas em contribuir com a causa surpreendeu a tatuadora. “Fiquei muito feliz e animada e, mais ainda, em ajudar e ver que tem muita gente disposta a ajudar’”, disse.

A ideia de criar a campanha surgiu após Rayza assistir uma reportagem sobre animais abandonados. O objetivo do projeto da tatuadora é ajudar os animais e dar visibilidade para a adoção. As informações são do G1.

Com a campanha, Rayza não só arrecadou ração, como conseguiu que alguns animais da ONG fossem adotados. Segundo ela, o sucesso do projeto tem motivado outros tatuadores a fazerem o mesmo.

De acordo com a tatuadora, um festival de adoção em parceria com a ONG está sendo planejado e deve ser realizado no segundo semestre. A campanha das tatuagens continuará durante todo o ano, com etapas de fechamento bimestrais, para que possa ser feito um controle de arrecadação e atendimentos.

Foto: Rayza Peralta/ Arquivo pessoal

Os próximos agendamentos de tatuagens devem ser feitos a partir de 20 de abril. Os trabalhos serão feitos, através do projeto, em maio e junho.

A tatuagem oferecida segue um padrão de 7 cm de tamanho para frases ou palavras, com traços finos, ou desenhos minimalistas com coloração preta. A segunda tatuagem, gratuita em caso de doação de 6 kg de ração, poderá ser feita em outra pessoa.

O estúdio de tatuagem de Rayza fica na rua Botafogo, no bairro Jardim Guanabara, em Cuiabá. A Organização para Proteção ao Meio Ambiente e aos Animais (OPAA) foi fundada há 6 anos e mantém atualmente cerca de 200 animais.

Grupo de motoqueiros resgata animais e investiga crimes de maus-tratos

Um grupo de motoqueiros norte-americanos tatuados criou a Rescue Ink, uma ONG que trabalha resgatando animais em situação de risco e investigando crimes de maus-tratos para, depois, denunciá-los às autoridades.

Além dos motoqueiros, ex-fisiculturistas, campeões de powerlifting, ex-militares, detetives de polícia, advogados e um ex-caminhoneiro também integram a ONG, que já teve um abrigo próprio, mas que, após as instalações serem destruídas por um furacão, passou a trabalhar exclusivamente através de parcerias com abrigos de outras entidades.

“Algumas pessoas gostam de pensar em nós como super-heróis. A verdade é que somos super amantes dos animais e seus protetores. Ao longo dos anos, e através de muitos casos investigados, obstáculos e francos desafios, continuamos fortes e dedicados à nossa missão”, disse um dos membros da ONG, que sobrevive por meio de doações. As informações são do portal Brightside.

A entidade recebe e 1 mil a 3 mil pedidos de ajuda por dia, enviados por pessoas de todo o mundo, e atende cerca de 250 casos por dia. Com esse trabalho, centenas de cachorros, gatos, cavalos, galinhas, porcos, peixes e até uma cobra já foram salvos.

Foto: RescueInkVideos / youtube

Ao jornal New York Times, o grupo contou que já lidou com diversos casos envolvendo animais, como pessoas comercializando cães para comprar drogas, cachorros sendo explorados em rinhas – que são ilegais nos Estados Unidos -, homens tentando envenenar gatos mantidos em um abrigo e até mesmo uma investigação sobre um serial killer de gatos da Pensilvânia, que terminou com um relatório sobre o caso sendo organizado. Quando investigam crimes, os voluntários juntam provas e as entregam para a polícia.

O grupo também se dedica a ensinar adultos e crianças sobre a necessidade de respeitar os animais. Os voluntários lembram que os agressores possuem características semelhantes e costumam ser inseguros, impulsivos e implacáveis devido a problemas familiares e afetivos.

Para o Rescue Ink, cometer abusos contra animais é o primeiro passo para passar a violentar pessoas. Por isso, coibir crimes contra animais não protege apenas eles, mas também os seres humanos.

O trabalho da ONG no combate à crueldade animal é facilitado, segundo os voluntários, pela aparência intimidadora de cada um deles. Em entrevista à revista People, os motoqueiros afirmaram ter mais facilidade para se aproximar de um agressor de animais do que a polícia e que a aparência deles é uma vantagem na hora de negociar com um tutor cruel.

Conheça alguns integrantes do grupo:

1. Batso Maccharoli, ex-lutador profissional.

Foto: John Lamparski / Contributor / WireImage / Getty Images

2. Mikey Ink é um campeão do fisiculturismo.

Foto: Janette Pellegrini / Contributor / WireImage / Getty Images

3. Anthony “Big Ant” Rossano já foi um grande lutador de wrestling.

Foto: Astrid Stawiarz / Stringer / Getty Images Entertainment / Getty Images

4. Joe Panz é um dos fundadores e líder da Rescue Ink. Ele era caminhoneiro.

Elefantes resgatados de maus-tratos ganham roupas para se proteger do frio

Elefantes que vivem em um vilarejo na Índia, após terem sido resgatados pelo Centro de Cuidados e Proteção Selvagem SOS Elefantes, ganharam roupas para se proteger do frio.

Foto: Reprodução / YouTube

As mudanças climáticas causam muitos problemas para os animais. Os elefantes asiáticos são especialmente vulneráveis a elas, já que possuem baixas índices de reprodução e pouca variedade nas combinações genéticas. Um inverno rigoroso os coloca em risco. As informações são do portal APost.

Quando mulheres que moram na aldeia souberam que as temperaturas continuariam caindo, decidiram costurar suéteres gigantes e coloridos para proteger os elefantes. As roupas garantem isolamento térmico suficiente para manter esses animais aquecidos.

Foto: Reprodução / YouTube

Atualmente, 20 elefantes vivem sob os cuidados do SOS Elefantes. Todos foram agredidos ou negligenciados pelos antigos tutores e foram resgatados após serem comercializados ou explorados. Alguns deles, foram vítimas de circos que os exploraram para entretenimento humano.

O fundador do SOS Elefantes, Kartick Satyanarayan, explica que manter os animais aquecidos é de grande importância. Por terem sofridos inúmeros abusos, os elefantes são ainda mais vulneráveis ao frio extremo. Baixas temperaturas podem levá-los ao desenvolvimento de artrite e pneumonia, o que pode tirar a vida deles. Com os suéteres gigantes, no entanto, eles ficam protegidos, livres de doenças.

Ensaio fotográfico garante novos lares para cães acolhidos por ONG

Um ensaio fotográfico garantiu um final feliz para a vida de muitos cachorros de uma ONG nos Estados Unidos. A Humane Society of Utah (Sociedade Humana de Utah, em tradução livre), abrigo para animais nos Estados Unidos, decidiu tentar sensibilizar possíveis adotantes através de fotos encantadoras. E a tentativa funcionou.

Nero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

O abrigo trabalha especialmente com o resgate de cachorros e, por isso, precisa sempre encontrar novos tutores para os cães salvos de maus-tratos e do abandono. As informações são do Portal do Animal.

Como nova tática para encontrar lares para os animais, o abrigo decidiu apostar em um ensaio fotográfico. O trabalho resultou em belas fotos que chamaram a atenção dos internautas após serem divulgadas na internet.

O projeto contou com a ajuda do fotógrafo profissional Guinnevere Shuster. Foram feitas imagens fofas, curiosas e até mesmo engraçadas, que cativaram os possíveis novos tutores.

No entanto, apesar de dezenas de cães terem sido adotados graças às fotografias, outros ainda aguardam por adoção no abrigo.

Confira mais fotos abaixo:

Kenai: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Angel: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Spot: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Hero: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Dug: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Fido: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Artimus: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Russo: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Roxy: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Droopie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Annie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Os irmãos, CJ e Badger: adotados (Foto: Guinnevere Shuster)

Chip: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Lacey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bit O’Honey: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Bandit: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Little Bear: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Charlie: à espera da adoção (Foto: Guinnevere Shuster)

Jax: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Rhino: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Jack: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

Floyd: adotado (Foto: Guinnevere Shuster)

 

ONG pede apoio a projeto que prevê uso de fogos silenciosos em Conde (PB)

O projeto também considera outros agravantes do uso de fogos com estampidos, como traumas emocionais, desenvolvimento de fobias, ataques aos tutores e convulsões (Foto: Getty)

No dia 1º de abril, às 14h, vai ser votado na Câmara Municipal de Conde (PB), na Região Metropolitana de João Pessoa, um projeto de lei do vereador Naldo Cell que propõe o uso de fogos de artifício silenciosos na cidade. O PL qualifica como inadmissível continuar utilizando fogos que, em decorrência do barulho, grande mal aos animais em decorrência da audição muito sensível.

O projeto considera alguns agravantes do uso de fogos com estampido, como traumas emocionais, desenvolvimento de fobias, atropelamento, ferimentos por artefatos, ataques aos tutores, convulsões e até mesmo a morte de animais. Um exemplo que gerou bastante repercussão no país em janeiro foi o da cadela Mila, que ficou muito assustada e faleceu em casa, no Rio de Janeiro, durante uma queima de fogos de artifício.

Para evitar situações como essa, a ONG Vida na Rua, de Conde, está pedindo que a população apoie a iniciativa, para coibir definitivamente o uso de fogos de artifício tradicionais, que geram desconforto inclusive em crianças e idosos, além de animais domésticos.

“Esperamos que a Câmara Municipal de Conde faça com que a cidade se destaque, assim como muitos outros municípios brasileiros e países que vêm adotando o uso de fogos silenciosos. Também estamos pedindo que as pessoas se manifestem de forma favorável à iniciativa nas redes sociais, porque isso ajuda a chamar a atenção para a nossa luta”, frisa a ONG.