Companhia aérea europeia proíbe o transporte de ossos de leão

Foto: Divulgação/WAN

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Adotando uma postura ética, excelente exemplo para as companhias aéreas de todos os países, a Cargolux anunciou ontem a decisão proibir o transporte de ossos de leão.

A companhia aérea com sede em Luxemburgo, que mantém uma rede global que faz dela uma das maiores companhias aéreas de cargas programadas da Europa, adotou essa postura importante contra o tráfico de animais selvagens que, esperamos, incentivará outras companhias aéreas de carga a fazer o mesmo.

Eles são a primeira grande transportadora de carga a banir os carregamentos de ossos de leão. A proibição foi anunciada como uma tentativa de aumentar a conscientização dentro da indústria e promover operações éticas.

“A Cargolux está fortemente comprometida com a conservação e o bem-estar animal, uma causa a que a empresa esta cada vez mais engajada. Assim que tivemos conhecimento do surgimento desse comércio, a decisão de proibir o transporte de tal carga por toda a nossa rede foi imediatamente tomada”, disse Richard Forson, Presidente e CEO da Cargolux em um comunicado. “É muito importante que todos os participantes do setor de transportes reconheçam sua responsabilidade em relação ao tráfico de animais selvagens e tomem todas as medidas aplicáveis para eliminar esse comércio.”

Conforme observado pela empresa, infelizmente o tráfico de animais tem crescido ao longo da última década e está intimamente ligado a caça que alimenta o mercado paralelo e a criação de leões para a caça por troféus, práticas que não se alinham com a posição da Cargolux sobre a conservação da vida selvagem.

Além disso, a empresa compassiva também registra em seu site, que “enquanto a maioria das organizações está começando a entender e respeitar a necessidade de medidas ambientais e socialmente responsáveis, nos compreendemos que precisamos de mais do que respeito. Precisamos de uma responsabilidade profunda e permanente”.

Michele Pickover, diretora da EMS Foundation afirma que esta decisão positiva irá, de alguma forma, causar impacto a este comércio abominável e cruel. “Também é um ótimo exemplo para todas as outras companhias aéreas de carga para tomar decisões mais éticas quando se trata do comércio internacional de vida selvagem”, disse ela.
A diretora também expressou sincera gratidão a Cargolux. “Muitas companhias aéreas podem não ter conhecimento do comércio em si ou de suas implicações para os leões africanos e tigres asiáticos. Acredito que, uma vez informados sobre o que esse comércio implica, eles também tomarão a decisão correta e lógica de não apoiá-lo”.

 

Cãozinho morre após comer 46 ossos de costela

O tutor não podia ou não queria pagar pela cirurgia e abandonou o pequeno cãozinho. Os veterinários o levaram para a Sacramento Society for the Prevention of Cruelty to Animals.

A Dra. Laurie Siperstein-Cook, que liderou a cirurgia, disse que ficou chocada ao encontrar tantos ossos dentro do cão.

“Como um cachorrinho de menos de três quilos come 46 pedaços desses?”, disse ela à ABC10.

A SPCA não sabe dizer se o cachorro havia comido os ossos dados pelos seu tutor ou os pegou no lixo.

De acordo com o Daily Mail, após a operação foi concluída o filhote foi levado a um lar adotivo para se recuperar mas morreu poucos dias depois.

“Há momentos, apesar de tudo que fazemos algumas histórias não têm o final feliz que gostaríamos”, disse um porta-voz da SPCA.

Tutores irresponsáveis

Este não é a primeira vez que um cão morre pela negligência do tutor. Recentemente, a ANDA noticiou sobre a cadela que comeu bolinhos de chocolate contendo adoçante.

“Rubi” morreu oito dias depois de comer dois brownies de chocolate adoçados com Xilitol. Sua tutora, Chacksfield, de Acton, no oeste de Londres, disse que usou a substância para diminuir o açúcar nos bolinhos. Ela também contou que eles estavam guardados em um cômodo fechado da residência e não sabe como a cadela conseguiu pegá-los

Três dias após a ingestão, Rubi ficou gravemente doente e foi levada ao veterinário, onde foi diagnosticada com insuficiência hepática e internada imediatamente.

Apesar dos esforços de Chacksfield, que ter gastou 10 mil libras com o tratamento, e dos veterinários, Rubi faleceu aos sete anos de idade por insuficiência hepática e um suposto derrame cerebral.