Conheça os pais mais dedicados do reino animal

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Os pais do reino animal são capazes de fazer grandes concessões quando se trata de cuidar dos filhotes, seja protegendo a família ou sacrificando a própria vida por seus filhos.

Esses pais também se destacam quando se trata da sobrevivência da espécie. Sencientes, eles amam e criam vínculos profundos entre si, com muitas espécies tendo o pai como responsável pela criação e alimentação dos filhos enquanto as mães seguem seu caminho separadamente.

Foto: @StarPittsburg

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Ao olharmos mais de perto, vemos a incrível capacidade de doação desses animais que através de exemplos de altruísmo e abnegação provam que há muitas maneiras diferentes de se ter sucesso como os pais da próxima geração.

1. Leão

Nosso primeiro pai é um exemplo de dedicação. Enquanto o leão ganha pontos por ser um feroz protetor de sua família, infelizmente ele também é um verdadeiro dorminhoco, a única coisa que os leões fazem com mais frequência do que dormir é cuidar de seus filhos. Mas cuidado, porque quando este pai está acordado, você não vai quer mexer com ele.

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

A visão de um leão é cinco vezes melhor do que a de um humano, e o rei da selva pode ouvir a presa na savana a 2 milhas de distância. Além disso, esse é um pai que pode nunca anda sozinho.

Os leões vivem em unidades familiares enormes chamadas “pride” orgulho que podem incluir até sete leoas e 20 filhotes.

2. Rato-australiano

Este rato marsupial da Austrália entrou na lista devido à sua tenacidade altruísta quando se trata de fazer amor. Esses pequenos animais dão a própria vida em nome da paternidade.

O antechinus pode gastar até 12 horas se reproduzindo. Na verdade, esse marsupial fica tão distraído em seus esforços que ele se esquece de comer, beber e dormir.

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Com isso e os esteroides que se acumulam em seu sangue, e ele acaba não resistindo. Sua companheira sobrevive, normalmente já fecundada até o final da estação de reprodução.

Mas não fique triste com a morte do velho e querido pai. Sem a presença desse papai devotado, os filhotes jamais existiriam – e ele provavelmente morreu com um rato muito feliz.

3. Chacal dourado

Nativo da Índia, o chacal dourado é um verdadeiro pai presente. Caçando três vezes mais efetivamente ao trabalhar em pares, esses habilidosos escavadores permanecem parceiros notavelmente leais, ao contrário de tantos outros animais, os chacais se formam parceiros pela vida toda.

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Além de ganhar estrelas douradas por ser o pai-propaganda da monogamia, o chacal dourado também literalmente “dá as entranhas” para conseguir comida para seus filhos, esses animais alimentam os filhotes com comida regurgitada do próprio estomago.

4. Ema

À primeira vista, pode parecer que esses pássaros que não voam, nativos da América do Sul, têm um arranjo de acasalamento bastante incomum. Uma espécie poligâmica, a ema do sexo masculino corre ao redor de um harém composto de duas a 12 fêmeas. Mas antes de achar que esses pais não dão conta de todos os seus filhos, tome nota: esses pássaros assumem sua responsabilidade e, em seguida, alguns quando se trata de criação dos pequenos.

As fêmeas deixam seus ovos aos cuidados do pai, enquanto se reproduzem com outras aves. Enquanto isso, papai cuida das crianças, não apenas incubando até 60 ovos por mais de dois meses com apenas duas semanas de alimento para sustentá-lo, mas também criando os filhotes recém nascidos como “pai solteiro” por quase dois anos.

Foto: Norton Santos/VC no TG

Foto: Norton Santos/VC no TG

E esse pai não tem medo de atacar ninguém – seja outras aves do sexo feminino que se aproximem ou mesmo humanos – quem comete o erro de tentar chegar perto de sua ninhada vai receber o devido aviso.

 5. Pinguim-imperador

Este pai ganha seu lugar na lista por sua incrível resistência. O pinguim-imperador se reproduz na Antártida, o lugar mais frio da Terra. Estamos falando 57 graus abaixo de zero.

Depois que a mãe põe seu ovo, o trabalho do papai é mantê-lo aquecido. Enquanto isso, a fêmea tira uma licença sabática de dois meses, enquanto o macho equilibra o ovo em seus pés em um clima abaixo de zero, muitas vezes forçado a se aconchegar junto com outros pais para o aquecer até que seus filhotes eclodam dos ovos.

Foto: Corbis

Foto: Corbis

Apesar de não ter comido durante meses, é o pai que fornece a primeira refeição ao bebê – uma substância do tipo leitoso para sustentá-los até que a mãe possa voltar com uma barriga cheia de peixes e alimente os famintos com algo mais sólido, é quando os pequenos passam do “leite paterno” para a papinha. Uma inversão de papéis no seu melhor exemplo.

6. Cavalo-marinho

O cavalo-marinho macho ganha lugar de destaque nessa lista e aqui está o porquê: não só ele é monogâmico, mas essa criatura é realmente aquele que engravida no casal, carregando até mil bebês de uma vez.

Foto: Gail Shumway/Getty Images

Foto: Gail Shumway/Getty Images

O processo de acasalamento começa com um ritual de namoro de dança, com a fêmea colocando centenas de ovos dentro do macho, sendo que ele ajuda a fertilizar a si mesmo durante o processo.

Este futuro papai também adora exibir sua barriga arredondada, orgulhosamente exibindo a barriga arredondada onde fica a futura ninhada e que ele usa para carregar seus filhotes até o momento em que ele dá luz aos seus descendentes.

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Desrespeitados e ignorados os animais padecem sob as condições mais desumanas

Foto: Mercy for Animals

Foto: Mercy for Animals

O Dia Nacional da Saúde é celebrado anualmente em 5 de agosto no Brasil, a data foi escolhida em homenagem ao médico sanitarista Oswaldo Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872 e foi pioneiro no estudo de moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) saúde é “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”.

Enquanto a data serve de alerta para a importância dos cuidados com a saúde dos seres humanos, outras vidas perecem silenciosamente sem que sua saúde seja sequer considerada como algo a ser protegido, avaliado ou mantido.

Foto: Trendsmap

Foto: Trendsmap

Assim como nós, seres humanos, os animais têm a capacidade de compreender o mundo ao seu redor, são capazes também de amar, sofrer, criar vínculos e responder a estímulos. Assim como a nossa, sua saúde sofre os impactos do meio em que vivem ou são submetidos a viver.

Milhares de animais padecem fechados em compartimentos ou gaiolas minúsculas, muitas vezes superlotados, servindo apenas a propósitos humanos que exploram seus corpos em busca de carne, leite, ovos ou o que mais puderem roubar dos animais.

Foto: MICHAEL NICHOLS, NATIONAL GEOGRAPHIC

Foto: MICHAEL NICHOLS, NATIONAL GEOGRAPHIC

Sua saúde mental é ignorada, e a física só é levada em consideração no intuito de que a exploração possa continuar ocorrendo. Esses seres sencientes passam seus dias privados do sol, não podem caminhar na grama ou conviver com os demais. Muitas vezes passam a vida inteira olhando para uma parede de concreto e quando não servem mais aos interesses de seus explorados são descartados e mortos.

Assim ocorre com os elefantes que apanham violentamente para que levem turistas nas costas ou façam truques antinaturais para uma plateia de turistas. Com as vacas, porcos, galinhas que vivem vidas solitárias tendo como companheiro apenas o sofrimento, os ursos no Vietnã que são criados e capturados apenas para que seu fígado seja perfurado e sua bile removida, por anos e anos.

Foto: HOANG DINH NAM, AFP/GETTY

Foto: HOANG DINH NAM, AFP/GETTY

Leões na África do Sul criados em cativeiro apenas com o objetivo de serem vendidos para “caçadas enlatadas” onde serão soltos em um local cercado para serem perseguidos, mortos e terão seus corpos expostos como troféus.

Como está a saúde desses animais?

Enquanto a sociedade estiver dominada e cega pela visão especista de que os animais são inferiores ao ser humano e que podem ser submetidos à sua vontade por este motivo, a injustiça vai vigorar sobre todas essas vidas inocentes e indefesas.

Se a definição de saúde corresponde ao bem-estar físico, mental e social de um ser e não apenas a ausência de doenças como diz a Organização Mundial da Saúde, então muitos desses animais jamais conheceram o que é estar saudável. E, infelizmente, jamais conhecerão.

Foto: Animal Rescue Algarve

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Pássaros se comunicam com seus irmãos ainda dentro dos ovos

Por Rafaela Damasceno

Uma recente pesquisa descobriu que os pássaros são capazes de se comunicar com seus irmãos mesmo antes dos ovos eclodirem. Além de ouvir os alertas de aves adultas, eles também transmitem para seus irmãos.

Um ninho de passarinho com alguns ovos dentro

Foto: Pixabay

O intuito da “conversa” é avisar os companheiros dos perigos iminentes, para que não tentem sair dos ovos.

Para a experiência, os biólogos separaram alguns ovos do ninho e expuseram alguns aos sons de alerta de aves adultas. Depois, juntaram os ovos novamente. Aqueles que foram expostos aos sons tendiam a vibrar mais na incubadora do que os outros.

Aqueles que foram expostos aos sons também demoraram mais a eclodir que seus companheiros que ouviram apenas o silêncio. Eles também não produziam ruídos e permaneciam agachados ao nascerem, um mecanismo de defesa da espécie.

Eles também apresentaram níveis mais altos de hormônios do estresse e menos cópias de DNA mitocondrial nas células. Isso indica que as aves têm capacidade de responder ao perigo, mas ao custo de deficiências em seu armazenamento de energia e uma capacidade produtiva celular reduzida.


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Vendas de produtos à base de vegetais superam as de produtos de origem animal em todas as categorias

FOTO: MEDIANEWS GROUP VIA GETTY IMAGES

FOTO: MEDIANEWS GROUP VIA GETTY IMAGES

O instituto The Good Food (GFI, na sigla em inglês) publicou dados impressionantes que demonstram que o mercado de produtos à base de vegetais nos Estados Unidos como um todo cresceu 31% nos últimos dois anos e alcançou um valor de 4,5 bilhões de dólares.

Os dados também sugerem que os produtos veganos são, de fato, um dos principais impulsionadores do crescimento dos varejistas de produtos alimentícios em todo o país, e mostram que os produtos a base de vegetais estão superando de maneira consistente seus equivalentes de origem animal no geral.

O GFI gentilmente permitiu que o site Vegconomist reproduzisse essas descobertas significativas, pois elas são altamente relevantes para os leitores de negócios e economia.

As informações representam vendas no varejo de alimentos à base de vegetais que substituem diretamente produtos de origem animal, incluindo carne, frutos do mar, ovos e laticínios, bem como refeições que contêm substitutos de ingredientes de origem animal.

Talvez os resultados mais interessantes possam ser vistos no gráfico abaixo, que resume as vendas de produtos de animais versus vendas de produtos vegetais em várias categorias, e mostra claramente que os produtos veganos estão superando em muito os seus homólogos de animais em todas as categorias:

Foto: The Good Food Institute

Foto: The Good Food Institute

As informações da GFI são categorizadas nas seguintes seções, que podem ser visualizadas nos links abaixo (no original):

Carne à base de vegetais
– Leite e laticínios à base de vegetais
Outras categorias (ovos, refeições, maionese, tofu)

Visão geral do mercado

Os resultados mostram que os produtos à base de vegetais são, de fato, um dos principais impulsionadores do crescimento dos varejistas de supermercados nos EUA: as vendas de alimentos à base de vegetais cresceram 11% no ano passado e 31% nos últimos dois anos, comparativamente, no varejo total do país. As vendas de alimentos no varejo aumentaram apenas 2% no ano passado e 4% nos últimos dois anos.

Foto: The Good Food Institute

Foto: The Good Food Institute

O leite à base de vegetais é a categoria mais desenvolvida, como refletido no relatório de investimento FoodTechConnect or Ryan Williams, que mostrou que as bebidas feitas à base de vegetais são, de longe, a categoria de maior ganho em termos de investimento.

A categoria menos desenvolvida é mostrada como sendo ovos feitos à base de vegetais, no entanto, esta categoria também está demonstrando crescimento mais rápido e é esperado que continue assim.

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Polícia resgata 9 tartarugas e 149 ovos em Costa Marques (RO)

Nove tartarugas foram salvas pela Polícia Civil da delegacia do município Costa Marques, em Rondônia. A ação contou com a ajuda da Polícia Militar e, além das tartarugas, foram encontrados 149 ovos que seriam destinados à venda ou ao consumo humano.

Foto: Reprodução / O Nortão

O delegado Reinaldo Reis esteve no local denunciado e foi abordado por uma criança, que perguntou se ele gostaria de comprar uma tartaruga. Levado para ver os animais, Reis se deparou com três tartarugas em um cômodo, numa espécie de galinheiro, e vários cascos, alguns com indícios de que os animais tinham sido mortos recentemente. Ovos de tartaruga foram encontrados na geladeira da casa. Os resgates foram feitos na quarta-feira (10) devido a uma denúncia anônima.

Outras seis tartarugas foram localizadas na casa vizinha. Uma delas estava em uma caixa d’água e as outras cinco dentro de sacos de estopa, no quintal. As informações são do portal O Nortão.

Duas pessoas foram detidas e encaminhadas à delegacia de Polícia Civil para que fossem interrogadas.

As tartarugas serão soltas na Praia do Curralinho, no rio Guaporé. A soltura será acompanhada por servidores públicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), além das polícias Civil e Militar.

O delegado pediu que a população continue efetuando denúncias a respeito de crimes contra os animais e o meio ambiente. Os casos podem ser denunciados anonimamente pelo telefone 197.


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Maiores padarias de Israel estão abandonando os ovos e se tornando veganas

Foto: Marc Israel Sellem

Foto: Marc Israel Sellem

A Vegan Friendly entrou em contato com algumas das maiores redes de padaria do país do Oriente Médio para ajudá-las a recriar suas receitas sem o uso de produtos de origem animal.

La Farina, Mr. Donuts, Davidovich, Lehamim, Biga, Neeman, Biscotti, Piece of Cake, Antikovich, Gold Cookies e Roladin, a maior rede de padaria de Israel com 81 filiais, participaram da iniciativa.

La Farina introduziu um bolo vegano de chocolate em seus 15 locais. O novo item economizará 12 mil ovos, 370 litros de leite de vaca e 250 quilos de manteiga a cada ano.

A Mr. Donut – que fornece milhares de donuts a cafés, lanchonetes, hotéis e salões de banquetes todos os dias – se comprometeu a tornar-se totalmente vegana depois da Páscoa. A decisão vai economizar para a empresa cerca de 200 mil ovos por ano.

A certificação da Vegan Friendly agora aparece em quase 5 mil produtos em Israel.

Visão vegana

A organização sem fins lucrativos explicou ao jornal ISRAEL21c que os produtos de origem animal não são necessários para que os assados sejam saborosos e vendam bem.

“Consultamos especialistas e eles disseram que não havia motivo para muitos produtos não serem veganos. Ovos, manteiga e leite estão lá apenas por tradição e hábito ”, disse o fundador da Vegan Friendly, Omri Paz, à publicação.

A Vegan Friendly descobriu que não precisava convencer as empresas a se envolver, já que atualizar as receitas para ser vegano geralmente torna os produtos mais baratos e saudáveis.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

O movimento também torna os itens disponíveis para uma gama mais ampla de pessoas, incluindo aquelas com alergias a laticínios ou ovos e clientes kosher à procura de produtos parve (sem laticínios ou carne). O serviço prestado pelo Vegan Friendly também é gratuito.

Paz apontou que grandes redes de padaria não se comprometeriam com a troca se as receitas não tivessem um sabor tão bom, ou melhor, até que o original.

A mudança não é demorada, geralmente levando apenas de uma a três visitas até que a empresa esteja satisfeita com o novo produto livre de animas. O Vegan Friendly trabalha com o chef de pastelaria premiado Tal Hausen para reestruturar as receitas.

Hausen treinou em Paris e fez sobremesas para a família real britânica, incluindo aniversários para a rainha. Hausen ganhou um prêmio pelo melhor chef de pastelaria em Londres em 2011, enquanto trabalhava na culinária vegana.

Paz quer levar o projeto da Vegan Friendly ainda mais longe. “No momento, estamos nos concentrando em padarias. Quando chegamos a um ponto em que 60% a 70% dos doces em Israel passarem a ser veganos, passamos para outros produtos ”, disse ele. “Eu realmente acredito que este projeto será um divisor de águas”.

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Ornitorrinco é sacrificado após ser encontrado preso em elástico de cabelo

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Um filhote de ornitorrinco do sexo feminino teve que ser sacrificada depois de ter sido encontrada presa e toda enrolada em elásticos de cabelo jogados no lixo.

Bushwalkers Gill e Steve Bennett viram o pequeno pássaro claramente em perigo enquanto caminhavam em Bright, Victoria (Austrália).

Acredita-se que ela só tenha deixado seu ninho há cerca de dois meses e estivesse “vivendo em agonia” desde que se envolveu nos quatro elásticos.

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Eles se enrolaram e ficaram presos em torno de seu pequeno corpo frágil de forma tão apertada que seu pescoço e uma de suas pernas estavam feridas até o osso.

O abrigo Staghorn Wildlife Shelter e a ONG especializada em ornitorrincos Geoff Williams da Austalian Platypus Conservancy juntos decidiram que a recuperação das lesões seria impossível.

“Logo ficou claro que esse belo e pequeno animal, tão jovem teria que ser sacrificada”, disse Jo Mitlehner, do abrigo Staghorn Wildlife Shelter.

Um veterinário local abriu sua clínica em um sábado, apenas para “fornecer uma morte assistida rápida e humanitária”.

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Mitlehner disse que o desfecho trágico para este ornitorrinco bebê destaca os perigos que as espécies enfrentam na vida cotidiana.

As principais ameaças ao ornitorrinco são a mudança de habitat, a poluição, a mudança dos fluxos do rio, as redes de pesca, o atropelamento nas margens dos rios e o emaranhamento no lixo”, disse ela.

Apesar de todos esses obstáculos, o ornitorrinco consegue sobreviver em cursos de água próximos aos humanos.

“É essencial aprendermos a parar de jogar lixo em nossos cursos d’água”.

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

Foto: Staghorn Wildlife Shelter

A vítima mais recente é o terceiro ornitorrinco a ser retirado do rio Ovens, em Bright, com ferimentos que ameaçam sua vida, causados por lixo e elásticos de cabelos.

Talvez a sinalização que descreve essa questão seja apropriada em lugares especialmente onde os turistas se reúnem?

Ornitorrincos

O Ornitorrinco é um mamífero semiaquático natural da Austrália e Tasmânia, ele possui hábito crepuscular e/ou noturno. Preferencialmente carnívoro, a sua dieta baseia-se em crustáceos de água doce, insetos e vermes.

O animal que é um ícone e símbolo australiano possui diversas adaptações orgânicas para a vida em rios e lagoas, entre elas as membranas interdigitais, mais proeminentes nas patas dianteiras.

O ornitorrinco é uma animal ovíparo, cuja fêmea põe cerca de dois ovos, que incuba por aproximadamente dez dias num ninho especialmente construído. Os monotremados recém-eclodidos apresentam um dente similar ao das aves (um carúnculo), utilizado na abertura da casca; os adultos não têm dentes.

A fêmea não possui mamas, e o leite destinado aos filhotes é diretamente lambido dos poros e sulcos abdominais.

Os machos têm esporões venenosos nas patas, que são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores. Os ornitorrincos possuem também uma cauda similar à de um castor.

É uma espécie pouco ameaçada de extinção. Em 2008 pesquisadores começaram a sequenciar o genoma do ornitorrinco e descobriram vários genes compartilhados tanto com os répteis como com as aves, mas cerca de 82% dos seus genes são compartilhados com outras espécies de mamíferos já sequenciadas, como o cão, a ratazana e até o homem.

Pesquisa revela que 93% dos flexitarianos não pretendem se tornar veganos

Foto: Adobe

O resultado do estudo feito pelo grupo internacional de pesquisa e análise de dados YouGov sugere que a maioria das pessoas que seguem uma dieta flexível não está planejando se tornar vegana ou vegetariana dentro de um ano.

Os flexitarianos consomem carne ocasionalmente, mas se alimentam com uma dieta baseada principalmente em vegetais – 14% dos britânicos se identificam como tal.

No total de entrevistados, 93% disseram que “não é provável” descartar todos os produtos de origem animal dentro de um ano.

“Isso indica que ser flexível é uma escolha consciente e deliberada de longo prazo e não apenas uma porta de entrada para uma dieta totalmente livre de carne”, diz o artigo.

“Este grupo quer comer menos carne, mas não vai desistir de um hambúrguer ocasional. Nossos dados revelam que o flexitarianismo é uma opção alimentar legítima por si só, em vez de ser uma parada no caminho para abandonar totalmente os produtos animais. ”

Os dados também mostram que 69% dos flexitarianos estão ativamente tentando reduzir seu consumo de carne e que 26% dos consumidores de carne que não se identificam como flexitarianos gostariam de reduzir a quantidade de carne que comem.

Flexitarianos e os ovos

O Conselho Britânico da Indústria de Ovos diz que o aumento na venda de ovos no Reino Unido pode estar ligado ao número também crescente de flexitarianos.

De acordo com o BEIC (Serviço de Informação do Ovo Britânico), as vendas de ovos ultrapassaram 13 bilhões pela primeira vez desde os anos 80, um aumento de 4% ou 240 milhões de ovos.

Esses dados alarmantes demonstram o quanto a cruel indústria dos ovos é desconhecida ou ignorada pela população. Em galpões escuros com gaiolas superlotadas e sujas, milhares de galinhas sofrem por toda a sua curta vida “útil” – após isso são mortas para consumo. A idade média de uma galinha em liberdade é de 5 a 8 anos, mas em cativeiro não passa de 20 meses.

Enquanto produtores comemoram os números crescentes, a caridade vegana caridade Viva! diz que, embora as pessoas possam reduzir sua carne por razões éticas, substituí-la por ovos não reduz necessariamente o sofrimento dos animais.

“Embora seja fantástico ver um aumento no número de pessoas escolhendo alimentos vegetarianos e fazendo a transição para o veganismo, estamos desanimados com o crescimento das vendas de ovos”, Lex Rigby, Viva!, gerente de campanhas. As informações são do Plant Based News .

“A indústria de ovos é incrivelmente cruel. A quantidade de sofrimento que as galinhas poedeiras suportam e as práticas bárbaras que ainda ocorrem no Reino Unido estão em pé de igualdade com as indústrias de carne e laticínios. As galinhas estão sujeitas a dores crônicas, galpões cheios, canibalismo por tédio e frustração, e depois uma morte brutal e violenta”.

“Além disso, cerca de 40 milhões de pintos machos ‘inúteis’ são mortos a cada ano – então, não importa se seus ovos são ‘free-range’ ou orgânicos, eles contribuem para o sofrimento em massa.”

Flexitarianos fazem venda de ovos bater recorde histórico

O Conselho Britânico da Indústria de Ovos diz que esse aumento pode estar ligado ao número também crescente de flexitarianos – pessoas que seguem uma dieta vegetariana, mas se permitem comer carne de vez em quando.

De acordo com o BEIC (Serviço de Informação do Ovo Britânico), as vendas de ovos ultrapassaram 13 bilhões pela primeira vez desde os anos 80, um aumento de 4% ou 240 milhões de ovos.

Esses dados alarmantes demonstram o quanto a cruel indústria dos ovos é desconhecida ou ignorada pela população. Em galpões escuros com gaiolas superlotadas e sujas, milhares de galinhas sofrem por toda a sua curta vida “útil” – após isso são mortas para consumo. A idade média de uma galinha em liberdade é de 5 a 8 anos, mas em cativeiro não passa de 20 meses.

Enquanto produtores comemoram os números crescentes, a caridade vegana caridade Viva! diz que, embora as pessoas possam reduzir sua carne por razões éticas, substituí-la por ovos não reduz necessariamente o sofrimento dos animais.

“Embora seja fantástico ver um aumento no número de pessoas escolhendo alimentos vegetarianos e fazendo a transição para o veganismo, estamos desanimados com o crescimento das vendas de ovos”, Lex Rigby, Viva!, gerente de campanhas. As informações são do Plant Based News .

“A indústria de ovos é incrivelmente cruel. A quantidade de sofrimento que as galinhas poedeiras suportam e as práticas bárbaras que ainda ocorrem no Reino Unido estão em pé de igualdade com as indústrias de carne e laticínios. As galinhas estão sujeitas a dores crônicas, galpões cheios, canibalismo por tédio e frustração, e depois uma morte brutal e violenta”.

“Além disso, cerca de 40 milhões de pintos machos ‘inúteis’ são mortos a cada ano – então, não importa se seus ovos são ‘free-range’ ou orgânicos, eles contribuem para o sofrimento em massa.”

Rigby acrescentou: “Infelizmente, poucas pessoas percebem o quão inteligentes e complexas são as galinhas. Isso porque, embora as características comportamentais encontradas em frangos selvagens estejam muito presentes em galinhas criadas – como foi demonstrado por abrigos de resgate de animais – a esmagadora maioria das galinhas nunca expresse esses comportamentos. Nas fazendas industriais, quase todos os comportamentos naturais são negados”.

“Existem tantas alternativas deliciosas e saudáveis para todos os produtos de origem animal, incluindo carne e ovos. Em última análise, a maneira mais eficaz de acabar com o sofrimento dos animais é tornar-se vegana”.

“Você não pode ser feminista se come ovos”, diz anúncio em ônibus

Foto: PETA

Os anúncios estão fixados em seis veículos de Oberlin, incluindo o Conector Oberlin e ainda dizem: “Ovos e laticínios são um produto do abuso de fêmeas”.

“Oberlin é um reduto de realizações femininas e ativismo progressivo, o que torna o local perfeito para desencadear uma conversa sobre a misoginia evidente das indústrias de ovos e laticínios”, disse a presidente da PETA, Ingrid Newkirk, em um comunicado.

“As fêmeas são exploradas sexualmente para que os seres humanos possam beber seu leite e roubar seus ovos, e os anúncios da PETA encorajam as pessoas a ajudar a acabar com essa opressão, deixando de comer ovos e mudando para o consumo de leites e queijos veganos”. As informações são do Plant Based News.

Campanha em vídeo

Além dos anúncios, um vídeo também foi lançado pela PETA expondo a exploração sexual das fêmeas nas indústrias e dizendo que “as feministas que usam ovos e produtos lácteos”, que vêm de indústrias que exploram os sistemas reprodutivos femininos, são culpadas pelo especismo”.

“Os produtores de leite mantêm as vacas quase sempre grávidas inseminando-as à força – o que é feito empurrando instrumentos em suas vaginas enquanto eles estão presos em um dispositivo que os especialistas da indústria chamam de ‘estupro'”, acrescenta PETA.

“Os amados bezerros das vacas são retirados deles logo após o nascimento, para que, em um ato perverso, o leite de suas mães possa ser vendido para consumo humano”.

A indústria

Investigações em todo o mundo já revelaram os horrores que acontecem em fazendas leiteiras e em granjas.

Vacas são criadas em currais minúsculos e mantidas constantemente em estado de prenhes. Quando realmente dão à luz a seus filhotes, se estes são machos, eles são descartados com poucas horas de vida ou vendidos para matadouros. Mães e filhos sequer se conhecem e o leite produzido para bezerros, é consumido por humanos.

Com as galinhas poedeiras a realidade não é melhor – elas vivem em gaiolas apertadas, sujas e superlotadas em galpões sem iluminação enquanto foram ‘úteis’. Após isso são assassinadas cruelmente também para consumo humano.