Mais de 10 animais são encontrados mortos em lixo de mercado em João Pessoa (PB)

Pelo menos 12 animais, entre cachorros e gatos, foram encontrados mortos no último sábado (3) dentro de um lixo no Mercado da Torre, em João Pessoa (PB). Dentre eles está uma cadela que amamentava oito filhotes, que agora ficaram abandonados, sem a mãe para cuidar deles. A suspeita é que as mortes tenham sido causadas por envenenamento.

Local onde o lixo é descartado e no qual os animais foram encontrados mortos (Foto: Reprodução / Redes sociais / Portal Correio)

O presidente da Comissão de Direito e Bem-estar Animal da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Francisco Garcia, usou as redes sociais para denunciar o caso.

Garcia criticou também o descarte irregular de lixo no mercado. “É um crime ambiental duplo. Além da morte dos animais, a forma como o lixo é acondicionado aqui”, disse Garcia ao Portal Correio.

Comovidos com a situação, moradores da região, ambulantes e comerciantes se uniram para ajudar os filhotes órfãos.

Filhotes ficaram órfãos em João Pessoa (Foto: Reprodução / Redes sociais / Portal Correio)

A Polícia Militar Ambiental afirmou que a competência para investigar o caso é da Delegacia de Crimes Ambientais, que não atendeu ao contato da reportagem para falar sobre o caso. A Autarquia Municipal Especial de Limpeza Urbana (Emlur), em João Pessoa, também não se pronunciou até o fechamento da matéria.

A perícia criminal esteve no mercado para executar os trabalhos necessários.

Mulher usa seringa para dar leite a filhote de cachorro após a mãe dele ser encontrada morta (Foto: Reprodução / Redes sociais / Portal Correio)


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Empresário morre durante participação em vaquejada na Paraíba

Por David Arioch

Na vaquejada, dois homens montados em cavalos perseguem um boi com o objetivo de derrubá-lo puxando-o pelo rabo (Imagem: TV Cabo Branco/Reprodução)

No domingo (28), em Catingueira (PB), um empresário morreu depois de cair de cavalo enquanto participava de uma vaquejada. Felizardo Félix se desequilibrou e foi o chão após o equino se chocar contra o boi.

Com o impacto, o cavalo caiu sobre o empresário que teve uma parada cardíaca e faleceu a caminho do Hospital Regional de Patos, em Patos (PB).

Na vaquejada, dois homens montados em cavalos perseguem um boi com o objetivo de derrubá-lo puxando-o pelo rabo.


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Nova área de proteção ambiental aumenta preservação costeira na Paraíba

Uma nova Área de Proteção Ambiental (APA) aumentou para 10,7% a área de preservação costeira na Paraíba. Apenas 0,5% do local era protegido antes da criação da APA, que recebeu o nome de Naufrágio Queimado.

Foto: Braulio Santos

Maior área de proteção do estado, a APA se estende pelo litoral de João Pessoa e de Cabedelo, abrangendo uma área de cerca de 420 km², que protege desovas de tartarugas, recifes, peixes, crustáceos e outros animais, incluindo espécies ameaçadas de extinção, como tubarão-lixa, toninha e peixe-boi-marinho.

No local, há três embarcações naufragadas, conhecidas como Alice, Alvarenga e Queimado. Os navios são atualmente habitados por corais e outras espécies marinhas. As informações são da Agência Brasil.

“O projeto começou com bases científicas, monitoramento das espécies e do ambiente para identificar o diagnóstico de preservação e propor medidas que favoreçam a conservação da natureza”, disse Robson Capretz, coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

O projeto de criação da APA é de responsabilidade de professores e alunos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com financiamento da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.


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Animais têm patas arrancadas e até cabeça decepada em Patos (PB)

Um filhote de cachorro foi encontrado neste sábado (29) com a patinha traseira mutilada. O cachorrinho agonizava de dor e foi resgatado por estudantes da UFCG de Patos, no Sertão da Paraíba. Um gato teve as quatro patas arrancadas. Outro teve as duas patas arrancadas e a cabeça decepada.

Foto: Reprodução / Portal Patos Online

As cenas foram flagradas em várias localidades, entre as quais bairros Mutirão, Jatobá, Monte Castelo e também centro de Patos. Na manhã deste sábado (29), o caso foi levado ao conhecimento da Delegacia de Polícia Civil e um Boletim de Ocorrência (BO) registrado.

O crime grotesco pode estar sendo cometido pela mesma pessoa. É o que acredita Alick, pois em anos anteriores o fato foi registrado neste mesmo período. A estudante está contando com o apoio da Organização Não-Governamental Adota Patos para saber os passos que podem ser dados para que o crime seja interrompido.

A ONG Adota Patos pede a ajuda da sociedade patoense para encontrar o criminoso. Que souber informações que leve ao suspeito deve ligar no número 197 (Disk-Denúncia).

Foto: Reprodução / Portal Patos Online

Fonte: Patos Online


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Sem alimento, cães praticam canibalismo no Canil Municipal de Sousa (PB)

Cachorros famintos do Canil Municipal de Sousa, na Paraíba, estão praticando canibalismo devido à falta de alimento no local. Os animais sofrem também com falta de condições de higiene. O caso foi denunciado pelo Núcleo de Justiça Animal da Universidade da Paraíba (NEJA) e um ofício foi encaminhado ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) da Paraíba e ao Ministério Público da Paraíba (MPPB).

Foto: Pixabay / Divulgação

A denúncia foi direcionada à Secretaria de Saúde, ao coordenador do Canil Municipal, ao diretor da Vigilância em Saúde e à médica veterinária do canil.

Um vídeo recebido pelo Núcleo mostra que os cães foram motivados a comer animais mortos devido à falta de comida, segundo o professor Francisco Garcia, coordenador do NEJA.

O CRMV afirmou ao G1, através de um e-mail, que “ao tomar conhecimento da denúncia verificou que o estabelecimento não está registrado junto a este Conselho Profissional, bem como não possui responsável técnico médico veterinário e devido aos fatos narrados será colocado em rota de fiscalização, o mais breve possível”. Uma tentativa de contato foi feita com a secretária de Saúde de Sousa, Amanda Silveira, mas sem retorno.

De acordo com os documentos, maus-tratos e crueldade são cometidos contra os cachorros do canil, que sofrem sem água e comida. O local abriga cerca de 80 mil animais.

Foto: NEJA/Divulgação

O NEJA considera as infrações praticadas pelo canil puníveis, dentre outras formas, pela aplicação de multa ao agente público responsável pelo respeito as suas disposições e com o fechamento do canil, com disponibilização imediata dos cães para adoção.

Após o caso ser denunciado ao MPPB, o promotor de Justiça Hamilton de Souza Neves Filho afirmou que uma inspeção foi feita na última sexta-feira (12) no Canil Municipal e que irregularidades foram detectadas, como falta de água e comida, ambiente sujo e não cumprimento da escala de pessoal. A inspeção foi realizada porque já existe um procedimento aberto no Ministério Público.

A prefeitura foi notificada sobre o caso e uma audiência foi marcada para próxima semana. Segundo o promotor, o objetivo é resolver a situação extrajudicialmente, para que seja possível conseguir uma resposta rápida ao problema.

Justiça investiga trabalho infantil e maus-tratos a animais em 71 matadouros na Paraíba

O Ministério Público do Trabalho (MPT) vai apurar denúncias de trabalho infantil e análogo ao escravo, além de maus-tratos a animais e condições de higiene em 71 matadouros da Paraíba. A investigação será realizada devido a irregularidades encontradas por um levantamento feito pelo Núcleo de Justiça Animal da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Foto: O Vale do Apodi / Imagem Ilustrativa

A denúncia foi protocolada no MPT pelo professor Francisco Garcia, coordenador do Núcleo que reuniu informações de duas dissertações de mestrado, um artigo científico e seis relatórios do Conselho Regional de Medicina Veterinária para dar fundamento à denúncia.

“Foi detectado o trabalho infantil, o trabalho análogo a labor escravo, a periclitância da saúde humana dos trabalhadores e da população destinatária das carnes e maus-tratos aos animais. Os animais, em 100% praticamente, são mortos a pauladas”, disse o professor Francisco Garcia ao portal G1.

O levantamento concluiu que em 100% dos matadouros pesquisados não existem câmaras de refrigeração; não há controle dos animais sobre doenças, que são mortos de forma cruel e inadequada; 80% dos trabalhadores não utilizam equipamentos de proteção individual (EPIs); acidentes de trabalho são comuns; há trabalho degradante e análogo ao escravo; a maioria dos estabelecimentos atua sem o mínimo de higiene e em 34,9% deles havia trabalho infantil e a maior parte das crianças havia abandonado a escola.

Parte das informações do levantamento, feito entre 2014 e 2018, foi apresentada em audiência pública para procuradores, universitários e representantes da sociedade civil na última segunda-feira (25). Nenhum dos matadouros eram clandestinos, mas não passavam por fiscalização.

MPT divulgou imagens dos matadouros (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

O objetivo da audiência é acabar com as práticas irregulares encontradas nos estabelecimentos pesquisados. “Nosso objetivo é a resolução dessa situação, que mude, seja transformado essa realidade, para que as condições de trabalho sejam condições dignas”, ressaltou Carlos Eduardo de Azevedo Lima, procurador chefe do MPT.

Após a audiência, uma articulação de ações para por fim aos problemas identificados foi iniciada. “O Ministério Público vai instaurar diversos procedimentos investigatórios e chamará os responsáveis, na maioria prefeitos, para firmar termos de ajustes de conduta do Ministério Público para regularizar a situação”, declarou Edlene Lins Felizardo, procuradora do trabalho.

Problemas psicológicos

Um artigo publicado na ANDA sobre uma pesquisa do Texas Observer expõe as consequências negativas sofridas pelos trabalhadores de matadouros: problemas emocionais e psicológicos são frequentes.

Milhares de funcionários de cerca de 1100 matadouros inspecionados em 2017 pelo governo federal nos Estados Unidos sofriam uma variedade de tensões físicas e perigos no trabalho. Além disso, evidências indicam também transtornos de ordem mental.

Para que sejam capazes de matar animais gentis e inofensivos, como porcos e vacas, os trabalhadores precisam se desconectar do ato que estão realizando e dos seres vivos que têm diante de si. Essa dissonância emocional pode levar à prática, por parte do funcionário, de violência doméstica e abuso de álcool e drogas, além de poder gerar isolamento social, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático.

Um estudo feito em 2010 pela professora de criminologia da Universidade de Windsor, no Canadá, Amy Fitzgerald, apontou o aumento da criminalidade em cidades que abrigam matadouros. De acordo com a pesquisadora, comunidades com matadouros têm altos índices de criminalidade porque os trabalhadores estão “dessensibilizados” da violência que cometem e testemunham no ambiente de trabalho, o que acaba refletindo no comportamento deles fora dos matadouros.

(Foto: Pixabay)

Para chegar a essa conclusão, Fitzgerald comparou estatísticas de 581 condados dos Estados Unidos e provou a ligação entre a violência das cidades e os matadouros. De acordo com a professora, os trabalhadores se tornam insensíveis.

A pesquisadora reforça ainda que o aumento da violência não foi causado pela natureza do trabalho repetitivo e perigoso, mas pelo ato de matar um animal. “Algo peculiar sobre [matadouros] é que [os trabalhadores] não lidam com objetos inanimados, mas com animais vivos. Eles são levados para a morte e, em seguida, processados”, afirmou.

Outra pesquisa, de 2015, publicada na revista Society and Animals, confirmou que trabalhadores de matadouros são mais propensos a serem insensíveis ao sofrimento, o que os torna mais violentos, inclusive com seres humanos. Segundo o News.com.au, o estudo foi feito após a descoberta de taxas mais elevadas de violência doméstica e crimes violentos, como assassinato e estupro, em cidades australianas que possuem matadouros.

A pesquisadora e professora da Universidade Flinders, na Austrália, Nik Taylor, explicou que quanto mais positiva a pessoa for com os animais, mais baixos serão seus níveis de agressividade. Caso ela seja cruel com os animais, é provável que seja, também, agressiva com humanos.

O estudo concluiu, segundo Taylor, que os níveis de agressividade dos trabalhadores de matadouros são “tão altos que chegam a ser similares às taxas das populações encarceradas” e que as mulheres que trabalham na indústria de produção de carne são ainda mais agressivas que os homens. “Nós observamos mulheres muito agressivas. Talvez elas se sintam pressionadas a serem mais violentas”, disse Taylor.

A pesquisa avaliou também agricultores e apontou que eles têm atitudes menos agressivas do que a comunidade em geral.

Nota da Redação: as descobertas feitas por pesquisadores sobre a relação da insensibilidade e da violência com o trabalho em matadouros é especialmente preocupante quando considerada a prática de trabalho infantil nesses locais. Isso porque a infância é a fase em que o ser humano inicia a construção de sua personalidade, define princípios e começa a consolidar bases que indicarão quem ele será na vida adulta. Lidar com o sofrimento animal e se tornar insensível a ele a ponto de conseguir matar um boi ou uma vaca é um evento traumático que pode gerar consequências terríveis para a criança, que tem a possibilidade de crescer com graves problemas de ordem psicológica.

Cão abandonado é internado após ser esfaqueado e perder muito sangue

Um cachorro foi esfaqueado na quarta-feira (20) no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, na Paraíba. O animal, que perdeu muito sangue, foi encontrado nas proximidades de uma linha de trem.

Foto: Divulgação/Ong Anjos de Rua

Resgatado pela ONG Ajude Anjos de Rua, ele foi levado para uma clínica veterinária, no bairro dos Bancários, em João Pessoa, onde permanece internado recebendo os cuidados necessários. As informações são do portal G1.

O animal não tem raça definida e, de acordo com a entidade, vivia em situação de abandono, circulando pelas ruas da região central do município de Santa Rita.

O resgate do cachorro foi realizado na noite de quarta-feira, por volta das 21 horas, após denúncias serem recebidas pela Anjos de Rua. Até o momento, o responsável por agredir o animal de forma brutal não foi identificado.

Após ser resgatado, o cachorro foi batizado como Simão II, em homenagem a outro cão, chamado Simão, que também foi esfaqueado em Santa Rita, no mês de janeiro. Neste outro caso, porém, o animal tinha tutor e foi ele o responsável pela agressão, que aconteceu no bairro Marcos Moura. Simão foi socorrido pela ONG e o caso dele mobilizou uma campanha de arrecadação de fundos para arcar com os custos do tratamento veterinário. No entanto, apesar dos esforços, o cachorro não resistiu aos ferimentos e morreu dois dias após ser internado.

Tartarugas são encontradas mortas presas a rede de pesca na Paraíba

Sete tartarugas foram encontradas mortas presas a uma rede de pesca na praia do Caribessa, em João Pessoa (PB), no domingo (10). Uma oitava tartaruga que também ficou presa à rede conseguiu ser salva com vida.

Foto: Larissa Pereira/TV Cabo Branco

As tartarugas foram encontradas por pessoas que passavam pela praia, dentre elas o empresário David Montenegro. Da espécie verde, elas têm entre quatro e oito anos de idade. As informações são do portal G1.

O presidente da ONG Guajiru, Roberto Aragão, explicou que entre mil tartarugas da espécie, no máximo duas conseguem chegar até a vida adulta.

Ainda não há informações sobre quem teria sido o responsável por cometer o crime ambiental.

Representantes da entidade estiveram no local e as tartarugas mortas foram retiradas da água. De acordo com Aragão, só em 2019 mais de 80 tartarugas foram encontradas mortas nas praias entre João Pessoa e Cabedelo.

Tartaruga-verde é encontrada morta em praia em João Pessoa (PB)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta na última terça-feira (5) na praia do Bessa, em João Pessoa, na Paraíba. Segundo a bióloga e fundadora da ONG Guajiru, Rita Mascarenhas, o animal estava preso a uma corda que estava ligada a uma armadilha de pesca. A tartaruga estava em estado avançado de decomposição.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)

A suspeita da bióloga é que a tartaruga tenha ficado presa à armadilha e não tenha conseguido voltar para o mar aberto mesmo após pescadores cortarem a corda – o que teria levado-a à morte. As informações são do portal G1.

A ONG, que atua na preservação das tartarugas marinhas, enviou uma equipe ao local para registrar a morte do animal, que foi enterrado pela Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

A armadilha em que a outra ponta da corda estava presa foi encontrada perto da tartaruga morta. O animal pesava, segundo Rita, cerca de 100 quilos e tinha mais de um metro de casco. Devido a essas características, a bióloga acredita que o animal era adulto.

Tartarugas da espécie verde podem ter até 1,3 metros de casco e pesar 250 quilos.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)

Moradores encontram 12 gatos mortos em Serra Redonda (PB)

Moradores de Serra Redonda, na Paraíba, encontraram 12 gatos mortos na última terça-feira (22). A crueldade imposta aos animais é recorrente no estado. A suspeita dos moradores é de que os gatos tenham sido envenenados. Parte deles vivia em situação de rua, enquanto outros tinham tutores.

(Foto: Reprodução / PB Agora)

Seis gatos mortos foram fotografados na região central do município pelo estudante Yanderson Lira. A imagem repercutiu nas redes sociais. O caso ainda não foi registrado na polícia. As informações são do portal PB Agora.

Outros casos

Em 2018, o Ministério Público da Paraíba (MPPB), através da Promotoria de Justiça de Itabaiana, divulgou uma nota por meio da qual afirmou que acionou a polícia para que fosse iniciada uma investigação sobre um vídeo em que um caso de maus-tratos a um gato é registrado. O animal morreu. A Promotoria lamentou o ocorrido e também a pena branda para crimes contra animais.

Na cidade de Monteiro, no Cariri, 20 animais foram envenenados. Eles foram encontrados mortos no lixão da cidade por voluntários do grupo de proteção animal “Coração Pet”. Foram 16 cachorros e quatro gatos. O grupo também encontrou animais agonizando no local. Após os voluntários passarem pelo lixão, os corpos dos animais desapareceram. Eles foram recolhidos como forma de eliminar provas do envenenamento em massa.

Moradores de Monteiro e grupos de proteção animal seguem denunciando crimes contra animais cometidos na cidade. Segundo eles, cães e gatos são abandonados no lixão. Muitos deles adoecem e outros são envenenados.

Em relação aos 16 cachorros e quatro gatos encontrados mortos pelos voluntários, o presidente da Comissão de Defesa dos Animais da OAB-PB, Francisco José Garcia, afirmou, na época, que o órgão não foi notificado. A líder do grupo “Coração Pet” disse que estava buscando auxílio jurídico para, em seguida, formalizar a denúncia.