Filhote de cachorro paraplégico é abandonado dentro de saco plástico

Um filhote de cachorro foi abandonado dentro de um saco plástico em uma lixeira na Califórnia, nos Estados Unidos. Paraplégico, com queimaduras nas costas, aparentemente causadas por alguma substância ou objeto de metal quente, um corte profundo na cabeça e outro no rabo, ele foi resgatado e levado para uma clínica veterinária.

Foto: GoFoundMe

O filhote, que é uma fêmea, está sendo monitorado 24 horas por equipes do VCA Animal Hospital. Com o tratamento, ela tem apresentado melhora no quadro de saúde, está com mais energia e comendo bem, mas permanece com mobilidade mínima nas patas traseiras. As informações são do portal I Love My Dog.

A filha da mulher que encontrou Hope, como passou a ser chamada a cadela, planeja adotá-la. “Independentemente de seus ferimentos e possíveis tratamentos futuros, vamos amá-la incondicionalmente”, escreveu Alejandra Espinoza Zazueta no GoFundMe. “Minha família e eu já pesquisamos cadeiras de rodas de cães, caso ela não consiga andar”, completou.

O caso está sendo investigado pela polícia, mas não se sabe ainda quem abandonou o filhote. O Animal Hope & Wellness Foundation está oferecendo uma recompensa de US $ 10.000 por informações que sirvam para identificar o responsável pelo crime. Imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.

Foto: GoFoundMe

Gato paraplégico recupera movimentos após receber patas biônicas

Um gato que ficou paraplégico devido a um atropelamento conseguiu recuperar os movimentos das patas traseiras após receber membros biônicos.

Foto: Reprodução / Hypeness

Normalmente, gatos que ficam paraplégicos se deslocam usando carrinhos feitos especialmente para eles. Pooh, no entanto, foi acompanhado por um médico veterinário que deu um passo além e conseguiu oferecer ao gato patas biônicas. As informações são do portal Hypeness.

Pooh foi encontrado se arrastando pelas ruas da cidade de Pleven, na Bulgária. Ele foi submetido a um procedimento cirúrgico, considerado raro e inovador, para implantação das novas patas. A cirurgia foi feita de forma voluntária pelo cirurgião Vladislav Zlatinov.

O veterinário imitou um procedimento feito pela primeira vez em 2009, perfurando os dois ossos do tornozelo do gato para implantar presilhas de titânio e fixar próteses que imitam patas naturais.

A cirurgia foi um sucesso. O gato se recuperou e agora pode caminhar, correr e pular, como fazia antes do atropelamento. A esperança do veterinário é que o procedimento passe a ser acessível a todos os animais paraplégicos.

Cachorro idoso volta a andar após ficar paraplégico devido à agressão

Um cachorro idoso foi brutalmente espancado e abandonado na Turquia. A agressão brutal o deixou paraplégico. Encontrado caído próximo de uma pilha de lixo, ele foi resgatado. Apesar de tanto sofrimento, o animal abanou o rabo ao ver os voluntários.

Foto: ViktorLarkhill/Rumble

Khan, como passou a ser chamado, foi levado para o abrigo do “Vamos Adotar Centro de Resgate”. Os veterinários temiam o pior, mas a força de vontade do cachorro surpreendeu a todos. As informações são do portal I Love My Dog.

Com o passar dos dias, ele passou a dar sinais de recuperação. Logo, Khan iniciou a fisioterapia e, aos poucos, voltou a conseguir ficar em pé e, depois, a caminhar.

Cercado de amor e cuidados no abrigo, ele se recuperou totalmente e foi disponibilizado para adoção. Foi então que uma mulher se comoveu com a história de Khan e decidiu adotá-lo.

Foto: ViktorLarkhill/Rumble

Foto: ViktorLarkhill/Rumble

Tatu paraplégico ganha rodinhas no ES

Por David Arioch

Bolinha ainda segue o tratamento intensivo no Cetas (Foto: Paulo Sena/Iema)

No Espírito Santo, Bolinha foi enviado há cinco meses para o Centro de Reabilitação e Triagem de Animais Silvestres (Cetas), situado no Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), depois de ser encontrado em uma rodovia.

O animal estava bastante debilitado e apresentando sinais de que não vivia na natureza, mas também não tinha sido atropelado. Bolinha na realidade estava anêmico e com sinais de maus-tratos. Além disso, a sua falta de mobilidade em decorrência de paraplegia era consequência de desnutrição e doenças.

Com o tempo, Bolinha começou a ganhar peso e a cada semana seu quadro evoluía, segundo informações do Cetas. Hoje, embora já esteja bem melhor, Bolinha ainda segue o tratamento intensivo e não é possível dizer se o animal poderá voltar a andar.

No entanto, se conseguir, ainda assim o tatu-galinha deverá continuar em cativeiro porque foi retirado muito cedo da natureza, o que significa que ele não sabe como se alimentar, se esconder e a lidar com as adversidades.

Cãozinho paraplégico rejeitado pelo tutor ganha cadeirinha de rodas

Neguinho passeando na nova cadeira de rodas — Foto: Lucas Odeque/Divulgação

Era para ser apenas por uns dias, mas Neguinho “veio para ficar”. Doente e paraplégico, o SRD de 1 ano e meio chegou à casa de Daiane Bitencourt apenas para se recuperar, porém, o amor foi crescendo e o que era para ser provisório tornou-se permanente.

“Eu aceitei o Neguinho mesmo sabendo que ele estava muito doente. Eu peguei muito amor pelo bichinho, cuidei dele com carinho, não seria justo da-lo para outra pessoa”, disse.

Neguinho quase morreu e chegou até a precisar de transfusão de sangue. Para entender como o cachorrinho chegou a esse ponto é necessário voltar a novembro do ano passado.

O dono do cão ligou para o grupo de amigos Patinhas de Amor, que cuida de cachorros abandonados em Nova Andradina, a 300 km de Campo Grande. De acordo com Claudia da Silva Nabarro Paiva, uma das coordenadoras do grupo, o rapaz disse que o animal tinha sido atropelado e que não queria mais saber dele.

“Ele falou, pode pegar o cachorro e levar embora, eu não quero ele assim mais, e inclusive se vocês quiseram podem fazer eutanásia” , comentou Claudia sobre a fala do rapaz.

O SRD foi levado para atendimento veterinário. No local, foi constatado que ele não havia sido atropelado. O cachorro na verdade estava anêmico, desnutrido, com várias doenças e com sinais de maus-tratos. O veterinário que o atendeu constatou que a paraplegia foi causada pela falta de alimentação e pelas doenças que o animal pegou ao longo da vida.

O grupo de amigos pensou na possibilidade de processar o tutor do animal, mas pela falta de provas preferiu não dar andamento.

“É muito revoltante isso, saber que o bichinho ficou paraplégico pelo ato criminoso de uma pessoa que não cuidou dele direito”, completou Cláudia.

Casa nova, vida nova

Na nova casa, Neguinho tem a companhia de três cadelinhas, todas também abandonadas e adotadas por Daiana. Como não se locomove, ele passa o dia deitado, no colo da tutora ou passeando com a cadeirinha de rodas. Segundo Daiana, essa é a parte que ele mais gosta.

“Ele virou o xodó da vizinhança, por onde passa chama atenção. Muita gente para e pergunta, alguns oferecem ajuda, outros querem fazer carinho, não tem como não amá-lo. Ele merece pelo tanto que sofreu” comenta Daiana.

Neguinho ainda está sob cuidados veterinários, toma remédios e faz tratamento intensivo. Existe a possibilidade dele voltar a andar. O grupo de amigos Patinhas de Amor existe há 5 anos e já resgatou mais de 100 animais.

Fonte: G1

Cãozinho paraplégico estrela ensaio fotográfico para conseguir um lar

Cachorrinho estrelou campanha em busca de um lar para morar — Foto: Anne Macedo/ Arquivo Pessoal

Não parece estranho para você imaginar um cãozinho estrelando um ensaio fotográfico, não é mesmo? Os peludos já tomam conta de catálogos reais e virtuais há anos, além de estarem estampados nas embalagens de vários produtos voltados para o setor “pet”. Apesar disso, um trabalho feito por uma fotógrafa montes-clarense com um cachorrinho paraplégico chamou atenção de muita gente, tanto pela graciosidade do “modelíneo” quanto pela grandeza da causa.

O SRD Jamaica foi alvo dos cliques da fotógrafa Anne Almeida no último sábado (5). Os dois estiveram no Parque Municipal Milton Prates, em Montes Claros, para que as imagens fossem feitas. O objetivo maior era encontrar um lar definitivo para ele. O peludinho de cadeira de rodas não economizou alegrias durante o ensaio e interagiu com muita gente.

“O grupo de protetores entrou em contato comigo e pediu para fazer ensaio com o Jamaica. O objetivo é que chegasse a uma família iluminada. Combinamos, fui no parque, e fiquei encantada com ele. Ele é independente, feliz, ama a vida. Foi até difícil fazer o ensaio porque ele nunca tinha ido ao local e ficou muito feliz, eufórico. As crianças vinham perguntar porque ele estava na cadeirinha, brincavam, adulavam. Nosso objetivo é que toque o coração das pessoas”, conta.

Anne confessa ainda que foi difícil concluir o trabalho, dada a emoção ao sentir a energia do Jamaica.

“Para mim foi até difícil fotografar, devido à emoção. Nenhum animal merece passar pelo que ele passou. Como eu sou muito sensível, eu estava feliz em ajudar, mas emocionada também pela situação dele. Sou budista e acredito que os animais são seres especiais, assim como nós humanos. Depois das fotos, eu sempre penso nele, peço para que a família apareça. Dá para ver que ele carrega um amor intenso demais”, diz a fotógrafa.

História sofrida

As imagens mostram muita alegria e disposição do cãozinho para brincar no parque. Quem vê o animal assim, tão animado, não imaginaria o quanto ele sofreu. Em agosto de 2018, o Jamaica foi encontrado pela Marília Diniz em um ponto de ônibus. A protetora de animais e professora infantil foi acionada porque o cãozinho havia sido atropelado e ficou por mais de uma semana sofrendo com os ferimentos sem receber ajuda.

“Vimos um pedido de resgate. Ele estava no Bairro Independência. Ficou no ponto de ônibus mais de uma semana com uma pessoa alimentando ele, mas não era o bastante, porque estava muito ferido. Resgatamos em agosto, ele foi para clínica mas não conseguiu ter as patinhas de volta pela fratura que sofreu na coluna. A pessoa que atropelou simplesmente abandonou e foi embora, como sempre acontece”, lamenta a protetora de animais.

Marília conta que durante estes cinco meses, o Jamaica ficou na casa de outra protetora de animais em recuperação, tanto física quanto emocional. A solidariedade faz parte da história do cãozinho do início ao fim. A cadeira de rodas também chegou através de doações de uma seguidora do grupo de protetores nas redes sociais.

“Ele arrasta as patinhas de trás, então não podia sair na rua porque poderia ferir mais ainda. Ficava só dentro de casa com as meinhas de proteção. Uma seguidora que acompanhou a história dele disse que tinha a cadeira de rodas que era de um cachorrinho que faleceu, aí ela doou para ele. Enviou pelos Correios”, relembra.

Novo lar

Agora, segundo a cuidadora, o Jamaica está pronto para levar alegria para um lar que o acolha de verdade. “Estamos esperando para ver se alguém se mobiliza. A adoção de um animal sem raça definida já é difícil, e um especial mais ainda. Mas é possível, temos história no próprio grupo de cachorrinhos deficientes que foram acolhidos. Já lançamos as fotos e vídeos nas redes”, conta.

Para mais informações sobre o Jamaica ou sobre como adotá-lo, o grupo de protetores Eu Salvo tem uma fanpage nas redes sociais. Cerca de 20 voluntários alimentam a página desde 2017, com postagens de pedidos de adoção, fotos de animais perdidos, de animais encontrados e histórias de solidariedade no mundo animal.

Fonte: G1