Considerados sagrados, veados de Nara no Japão são vítimas do lixo deixado pelos turistas

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

O famoso veado ou cervo selvagem do Japão, que atraiu mais de dois milhões de visitantes para a cidade de Nara no Japão, no ano passado, está morrendo por causa dos turistas.

Seis dos cervos em Nara Park morreram desde março devido à ingestão de plástico deixado para trás pelos turistas.

Uma autópsia mostrou que um cervo tinha 4,3 kg de plástico no estômago, relata o The Telegraph.

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

Mais 29 cervos foram mortos em acidentes de trânsito em 2018, como os animais muitas vezes vagam na estrada movimentada para ser alimentado pelos visitantes.

O parque, que abrange 5 mil metros quadrados, é o lar de cerca de 1.200 cervos sika. Eles são considerados sagrados e carregam o status de “tesouro nacional”.

Para os turistas, a principal atração é ver o “arco dos cervos”, um movimento em grupo que os animais foram ensinados a fazer em troca de comida. Uma clara exploração dos veados.

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

Barracas que vendem salgadinhos senbei (bolachas de arroz japonesas) para alimentar os animais usam embalagens ecologicamente corretas, desenvolvidas pela Associação de Bem-Estar dos Cervos de Nara.

No entanto, muitos turistas trazem seus próprios resíduos de plástico e não são tão cuidadosos quanto deveriam ao descartá-los. Sacos de plástico, anéis, copos e garrafas foram vistos em Nara Park.

Justin Francis, CEO da Responsible Travel, disse: “Os cervos de Nara tornaram-se as últimas vítimas da indústria do turismo, desde o tráfico desses animais até o problema, agora crescente, da poluição plástica – seu status de protegido está em questão nas mãos do turismo irresponsável.

“Esses animais sagrados estão sendo tratados como uma mercadoria, usada por turistas para tirar a foto perfeita para o Instagram, e não está sendo feito o suficiente para garantir seu bem-estar. O Japão está perdendo apenas para os EUA em lixo plástico per capita, uma acusação chocante de inação que atinge o mundo desenvolvido, enquanto a poluição excessiva de plástico é um problema que vai além dos limites do parque de Nara.

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

“Como em qualquer encontro com animais selvagens, os animais devem ser sempre colocados em primeiro lugar, não os turistas. Está claro que isso não está acontecendo em Nara; os responsáveis devem se perguntar: se esses cervos são designados como “tesouros nacionais”, não é hora de serem tratados dessa maneira?”.

“É sempre aconselhável não encorajar os cervos a se tornarem dependentes de humanos para alimentação, mas em locais como Nara, onde é permitido, recomendamos que apenas alimentos naturais aprovados pelas autoridades locais sejam dados, e que alimentos processados e embalagens de plástico sejam evitados”, disse Charles Smith-Jones, consultor técnico da British Deer Society (Sociedade Britânica dos Veados), ao The Independent.

“Em outras ocasiões, é sempre melhor simplesmente observar os cervos à distância. A British Deer Society pede a todos que descartem seus resíduos com responsabilidade e de maneira que não possam ser um perigo para a vida selvagem”.

Ele acrescentou que, mais perto de casa, acredita-se que cerca de cinco dos cervos que vivem em Richmond Park sejam mortos a cada ano por consumir lixo. Sachês de energético em gel descartadas pelos ciclistas têm sido apontados como sendo de particular preocupação.

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Cadela adotada é a mais nova “funcionária” de parque em Canela (RS)

Foi em março deste ano que ela chegou de mansinho, esfomeada, machucada e desconfiada no Banhado Grande, em Canela (RS). Mas foi em poucos dias que a cachorrinha ganhou a confiança dos colaboradores do Parque Bondinhos Aéreos e agora é a mais nova funcionária do local. Ela ganhou o nome de Raposa, devido a semelhança com o animal selvagem.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A ideia da administração do parque era de encontrar um lar para a cachorrinha, pois eles tinham o receio de que ela não fosse se adaptar com a circulação de pessoas e movimentação de ônibus e carros. “Para a nossa surpresa, ela é muito dócil e conquistou a todos daqui, por isso a adotamos”, comenta a colaboradora Janice de Castilhos.

Guarda noturno

Raposa ganhou um cargo no atrativo turístico, e sua identificação no crachá é vigia noturno. Ela é a companheira na hora da ronda dos guardas do local. Ao longo do dia, Raposa se esquenta no sol pelos jardins do parque e aproveita para descansar do trabalho de segurança. Ah, mas ela também garante as carícias dos turistas.

Primeiros cuidados

Quando chegou, Raposa tinha muitos carrapatos e um berne grande no lombo. A equipe do parque encaminhou a cachorrinha para atendimento médico para tratar o ferimento. Raposa também foi castrada e agora só aproveita os carinhos dos turistas e dos funcionários do local. A cada 15 dias ela vai tomar banho na pet shop e volta bem carente, conforme uma das cuidadoras dela no parque, Gabriella Souza. Segundo Mateus Scain, Raposa recepciona todos os dias os funcionários do parque quando chega o ônibus pela manhã. “Ela é muito querida por todos”, confirma Scain.

Fonte: Jornal de Gramado


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Cisne é estrangulado até a morte em parque público

Foto: RSPCA /SWNS.COM

Foto: RSPCA /SWNS.COM

Uma mulher estrangulou um cisne até a morte em um parque público, segundo relatos de testemunhas oculares presentes no local do crime.

Uma investigação da ONG RSPCA foi iniciada depois da denúncia de que uma mulher supostamente teria agarrado o pássaro indefeso, montado sobre ele e em seguida torcido seu pescoço.

Uma das pessoas que presenciaram o ato cruel, ligou para a polícia e também relatou o crime para a instituição voltada para bem-estar animal (RSPCA).

Foto: RSPCA /SWNS.COM

Foto: RSPCA /SWNS.COM

Policiais compareceram ao local atendendo a ocorrência e descobriram o cisne adulto morto em uma via pública do parque, iniciando então os procedimentos de coleta dos depoimentos de duas testemunhas.

O incidente aconteceu em Chester Park, em Chester-le-Street, no Condado de Durham, Inglaterra, por volta das 19 horas, na semana passada.

O oficial da RSPCA divulgou imagens do cisne morto em uma tentativa de localizar novas testemunhas e prender o agressor, que supostamente fugiu do parque, local do crime.

Cisnes são protegidos por lei sob a lei Wildlife and Countryside Act de 1981, o que significa que é ilegal matar, ferir ou pegar um cisne sem licença.

Os infratores podem enfrentar até seis meses de prisão e/ou uma multa com valores ilimitados.

O inspetor da RSPCA, Trevor Walker, disse: “A polícia foi inicialmente chamada por um membro do público que viu uma mulher pegar o cisne, montar no pássaro e torcer o pescoço do animal indefeso.

“Os policiais que compareceram à cena para atender a ocorrência encontraram o cisne adulto morto – com uma lesão nos tecidos do pescoço consistente com o estrangulamento – e conversaram com duas mulheres que assistiram ao incidente.

“O corpo do pássaro foi removido por trabalhadores do município e fomos contatados para investigar o caso”.

“Esse crime extremamente perturbador chocou as pessoas, um ataque covarde e cruel que levou à morte desnecessária e trágica de um belo pássaro.”

O inspetor Walker esta a procura de pessoas que possam ter estado no parque por volta das 19 horas de 30 de maio, para tentar localizar o assassino do cisne.

Casos semelhantes

Em 2017, Gareth Mattson recebeu uma sentença suspensa por fatalmente atirar em três cisnes com um rifle de ar em Pembrokeshire.

Ele foi condenado a cinco meses de prisão, suspenso por 12 meses, e foi instruído a pagar 525 libras (torno de 600 dólares) em custos.

Um ano antes de David Thompson se declarou culpado na Corte de Magistrados de Canterbury por matar dois pássaros e ferir outro depois que foi flagrado por uma câmera durante um exercício de treinamento de helicóptero da Guarda Costeira em abril.

Ele foi obrigado a pagar 7.500 libras (e torno de 9 mil dólares) por espancar dois cisnes até a morte com um bastão de pastoreio de ovelhas.

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Um dos maiores mercados de carne de cachorro da Coreia do Sul é fechado

Foto: HSI

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Um dos maiores mercados de carne de cachorro da Coréia do Sul será fechado definitivamente até o final do mês.

O Gupo Livestock Market, em Busan, um dos maiores mercados do país, que vende carne de cachorro congelada, assim como cachorros vivos que são mortos mortos por encomenda, será transformado em um parque público.

As autoridades locais chegaram a um acordo com os 19 vendedores de carne de cachorro do mercado para encerrar seus negócios no final do mês.

Nara Kim, ativista que luta contra o comércio carne de cachorro da ONG Humane Society International (HSI), elogiou o encerramento como um “fim da era da carne de cachorro” e elogiou os dois lados por trabalharem em prol de um objetivo comum que beneficie a comunidade.

O declínio da indústria de carne de cachorro da Coréia do Sul

“A HSI tem trabalhado com produtores de carne de cachorro na Coréia do Sul por quase quatro anos, ajudando-os a fechar seus negócios, à medida que mais pessoas do condado se afastam da carne de cachorro”, disse Kim.

A Coreia do Sul é a única nação que cria cães para consumo humano. Segundo a HSI, mais de 2 milhões de cães são mortos por carne a cada ano. Cães são mantidos em gaiolas de arame e a morte acontece lentamente, por eletrocussão. É normal nessas instalações cruéis que os cães demorem até cinco minutos para morrer.

Mas a opinião pública em relação a carne de cachorro está mudando. O consumo também está em declínio; 70% dos sul-coreanos dizem que não comerão carne de cachorro no futuro, de acordo com uma pesquisa realizada junho de 2018 conduzida pela Gallup Korea.

A HSI também observa que o setor está em um “limbo jurídico”. As disposições da Lei de Proteção aos Animais da Coreia do Sul proíbem a matança de animais de forma “brutal” e na frente de outros animais da mesma espécie.

O grupo internacional ajudou a fechar uma dúzia de fazendas de carne de cães desde que lançou sua campanha coreana em 2015. O fim do Gupo Livestock Market segue o fechamento de Taepyeong, o maior matadouro de cães da Coreia do Sul, em novembro passado. Seu fechamento foi um esforço colaborativo entre a HSI e o grupo local de direitos animais, a Korean Animal Welfare Association.

Assim ocorreu com o Gupo, o mercado de Taepyeong será transformado em um parque público. Em novembro passado, a HSI ajudou um criador de cães por carne – que realizava a atividade há 14 anos – a fechar sua fazenda para começar a cultivar ervas medicinais.

“Este é o golpe de misericórdia a um comércio de carne de cachorro cada vez mais impopular”, disse Kim. “E esperamos que inspire novos fechamentos no futuro, em locais e mercados onde os cães também sofrem pelo comércio de carne, como o mercado de Chilsung em Daegu”.

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Águia dourada pioneira é encontrada morta por envenenamento em reserva americana

Foto: National Park Service

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A águia dourada pioneira retornou aos céus do parque nacional de Yellowstone no último outono e voou para o norte, para áreas onde os humanos caçavam. Alguns meses depois, retornou ao parque e foi encontrada no chão, morta.

Cientistas que realizaram uma necropsia na ave, que foi a primeira a ser marcada com um transmissor de rádio no parque, fizeram uma descoberta infeliz: ela havia sido envenenada por chumbo. Eles agora estão levantando questões preocupantes sobre a segurança dos parques nacionais dos EUA para a vida selvagem.

“Este pássaro tinha uma quantidade substancial de chumbo circulando em seu sistema sanguíneo de uma forma muito rápida”, disse Todd Katzner, biólogo de pesquisa da vida selvagem do US Geological Survey. “Você não consegue isso apenas respirando chumbo. Ele ingeriu alguma coisa certamente”.

A ave provavelmente teria comido fragmentos de munição de chumbo de cadáveres de outros animais deixados por caçadores. Além de prejudicar os animais matando-os de forma covarde, a caça ainda leva suas fatalidades mais além, causando envenenamento de outras espécies que não diretamente envolvidas em seus ciclos de morte.

O tópico polêmico envolvendo a munição de chumbo também se tornou um ponto de disputa na política interna do país. No início de 2017, um dia antes de o ex-presidente Barack Obama deixar o cargo, seu governo assinou uma ordem de eliminação gradual do uso de munição de chumbo e equipamento de pesca na maioria das terras federais administradas pelo Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. A proibição foi anulada menos de dois meses depois pelo ex-secretário do Interior, Ryan Zinke.

É a terceira vez que uma águia acompanhada para pesquisa na região norte de Yellowstone morre de envenenamento por chumbo nos últimos oito anos.

“Sabemos que o envenenamento por chumbo é uma ameaça substancial às de aves de rapina em todo o mundo”, disse Katzner, pesquisador de biologia da vida selvagem do Serviço Geológico dos Estados Unidos. “E agora sabemos que a ameaça foi estendida às aves que estão em áreas protegidas, como Yellowstone”.

Mark Oliva, gerente de assuntos públicos da Fundação Nacional de Tiro Esportivo, disse que, diante dos parques eólicos e da perda de habitat, a munição de chumbo não é uma grande ameaça. “Caçadores também podem enterrar pilhas de tripas se tiverem medo de que isso seja uma ameaça ao meio ambiente”, disse ele de forma irônica.

Em Yellowstone, a população de águias douradas é estável e possui grandes números, particularmente nas regiões do norte do parque. Mas a reprodução é excepcionalmente pobre, disse Doug Smith, biólogo sênior de vida selvagem em Yellowstone ao The Guardian.

Em um estudo inédito no parque, Smith e um estudante de pós-graduação em Montana colocaram um transmissor de rádio em uma águia dourada em agosto e mais cinco no início de 2019 para descobrir o motivo.

Smith não sabe dizer se o envenenamento por chumbo a partir de munição de armas é uma ameaça geral para a população de águias douradas do Yellowstone ou a causa da baixa reprodução. O estudo ainda está em seus primeiros estágios. Mas o cientista queria que o público soubesse que uma espécie apreciada vivendo em uma área protegida como Yellowstone pode morrer em razão da atividade humana realizada fora dos limites do parque.

“O Yellowstone está tão protegido quanto pensávamos?”, conclui com esse questionamento o biólogo.

O Parque Nacional de Yellowstone foi designado como Reserva da biosfera, em 1976. Em 8 de Setembro de 1978 foi designado como Patrimônio Mundial, pela UNESCO.

Caça a veados causa revolta em ativistas pelos direitos animais

A matança de dezenas de veados no Parque Fênix, em Dublin, antes da temporada de acasalamento, provocou revolta entre os ativistas pelos direitos animais.

Foto: PA

Segundo o Independent IE, cerca de 34 dos 550 veados que vivem no parque de Dublin foram baleados, na última quarta-feira, em uma tentativa de controlar sua população.

No entanto, ativistas do grupo da Aliança pelos Direitos Animais (AFAR) ficaram revoltados maneira pela qual os animais foram mortos, com um porta-voz descrevendo a matança como como “desumana”.

“Nós conversamos com as pessoas que estavam no parque  e elas ficaram horrorizadas”, disse Bernie Wright, da AFAR.

“Eles estavam dizendo que os animais estavam sendo alvejados de longe e então, quando estavam caídos, eles vieram para acabar com eles.

“Isso aconteceu no ano passado também, mas não tínhamos percebido o quanto é brutal”, acrescentou.

Um porta-voz do Escritório de Obras Públicas, que supervisiona a administração do parque, disse que cerca de 20 a 30 veados foram mortos durante cada ação usando “boas práticas, levando em consideração o bem-estar dos veados”.

Eles acrescentaram: “Uma população de cervos super-abundantes pode resultar em uma incidência crescente de acidentes de trânsito e aumentar o papel potencial dos veados na epidemiologia de doenças específicas”.

Mulher forma um elo incrível com gafanhoto pequeno e ferido

Em setembro do ano passado, Chelsea Euliano, passeava por um parque em Oceanside, Nova York, com sua irmã e seu cachorro quando ouviu algo que mudaria sua vida. Era um som alto e constante de chichiar. Quando Chelsea olhou ao redor, encontrou um pequeno gafanhoto no chão.

Foto: Reprodução | Facebook

Chelsea viu imediatamente que o gafanhoto estava ferido . “Estava faltando uma pata traseira. Essa coitadinha não pode pular. Está apenas arrastando seu corpo”, disse ela ao The Dodo.

Inicialmente, Chelsea não sabia o que fazer. Ela já havia resgatado muitos animais incluindo cisnes, patos, gambás, gatos e cachorros – mas nunca um inseto . Ela não tinha certeza se queria tocar no gafanhoto.

Mas algo sobre o chichiar persistente da criatura a fez se curvar e estender a mão.

“Eu pensei: Se eu colocar minha mão no chão e ela vier, eu vou ter que pegá-la e salvá-la”, disse Chelsea . “E você acredita? Eu abaixei minha mão e ela se arrastou.

Foto: Reprodução | Facebook

Chelsea viu uma xícara do Dunkin’ Donuts no chão, então ela colocou o gafanhoto dentro e o levou para casa.

Ela estava ansiosa para ajudar o gafanhoto, agora chamado Duncina, mas não sabia como. Então Chelsea entrou em contato com um entomologista e pediu conselhos.

Eles disseram que geralmente eles morrem pois a vida útil é de maio a setembro.

“Acho que ela vai viver mais e acho que posso cuidar bem dela”, disse Chelsea ao entomologista  .

Então ela pegou um aquário de vidro, encheu de terra, galhos, feno e alfafa. Também garantiu que Duncina recebesse alimentos saudáveis, incluindo trevos, milho, folhas de erva-doce, abacaxis, maçãs, bananas e até mesmo Cheerios.

Foto: Reprodução | Facebook

“Eu segurava um Cheerio ou um pedaço de milho e ela literalmente comia da minha mão”, disse Chelsea.

“Ela literalmaente precia estar sorrindo. Ela era a coisinha mais fofa. Acabei chamando-a de Duncina Bambina ou minha pequena Raisinette porque sua cabeça parecia minúscula e enrugada como uma pequena passa”.

Até a mãe de Chelsea se apegou a Duncina.

Foto: Reprodução | Facebook

“No começo, minha mãe dizia que não acreditava que eu tinha um gafanhoto como animal doméstico, mas quando ela ia ao supermercado, sempre comprava erva-doce para Duncina”.

Quando Duncina colocou ovos dentro do terrário, Chelsea sabia que tinha que ajudar também a amiga do gafanhoto.

“Eu tenho que cuidar desses ovos. Então levei os ovos para fora e meu pai me ajudou a cultivá-los.

Foto: Reprodução | Facebook

Quando o tempo estava quente o suficiente, Chelsea levava Duncina para pegar ar fresco – e o gafanhoto colocava ainda mais ovos e os enterrava.

“Eles costumam botar ovos, e esse é o fim de sua vida útil”, disse Chelsea. “Os ovos vão realmente congelar no inverno.”

Mas Duncina não morreu imediatamente. Ela durou até setembro, outubro e a maior parte de novembro. Mas no dia 17 de novembro, ela se foi.

“Eu tinha um casamento para ir naquele dia, mas acordei e a alimentei”. Eu estava me preparando e sempre olhava para o seu pequeno aquário. Ela estava no ramo … mas quando a vi, ela já tinha partido”.

Chelsea ficou muito chateada – mais do que ela jamais imaginou que poderia ficar por um inseto.

Duncina partiu, mas seu legado continua vivo. Ela não apenas mudou a mente de Chelsea sobre os insetos, mas também mudou a mente de outras pessoas.

Foto: Reprodução | Facebook

“Muitas pessoas não gostam de insetos, então pisam neles e … sentem medo”. “Mas quando me viram no Facebook com Duncina, eles disseram: Você realmente mudou minha opinião sobre gafanhotos. Eu não posso acreditar em como ela é fofa. ”

Duncina até inspirou a prima de Chelsea a resgatar um gafanhoto também. “Minha prima tinha um gafanhoto preso no para-brisa e ela realmente resgatou e o soltou em um pomar de maçãs”.

Chelsea está ansiosa com a chegada da primavera, quando os ovos de Duncina devem eclodir, em maio.

“Não sei se algum dia verei os bebês, se algum dia estarão no jardim. Mas estou esperando”.

Coala é regatado após cair em um rio na Austrália

Um coala quase morreu depois de escorregar de uma árvore e cair dentro de um rio no Parque Nacional Great Otway, no sul de Victoria, na última terça-feira.

O coala foi salvo por três moradores locais que, felizmente, o viram enquanto se agarrava a um poste de inundação no meio de uma via navegável no Parque Nacional Great Otway.

De acordo com o Daily Mail, o animal adorável foi salvo por três moradores locais que felizmente o viram agarrado a um poste de inundação no meio de uma hidrovia no parque.

Para tentar resgatar o animal, pessoas que passavam pelo local – conhecidos apenas como Peter, Sandy e Paula – construíram uma ponte improvisada de grandes galhos para o coala rastejar para fora do rio.

Os abrigos de vida selvagem da SurfCoast, que foram alertados sobre o incidente, explicaram que, embora os coalas possam nadar, eles precisam ter acesso fácil à terra seca.

A organização que protege, resgata e reabilita animais selvagens nativos, doentes e feridos divulgou um comunicado em sua página no Facebook detalhando o resgate.

Este jovem coala de alguma forma caiu no rio em Forest in the Otways. Os coalas podem nadar, mas precisam de um lugar onde possam sair da água ”, disse.

“Ali havia apenas altas margens gramadas e uma borda de concreto muito escorregadia”, dizia.

Depois de colocar alguns galhos grandes na base do poste de profundidade da água para fazer uma ponte improvisada, Peter conseguiu empurrar gentilmente o animal para baixo do poste e sobre os galhos para poder caminhar até a margem do rio em terra seca.

O post também informou sobre o progresso do coala após sua queda quase fatal.

“Feliz por informar que, depois de se recuperar do acidente, ele finalmente foi até levado para árvores próximas.

“Um ótimo trabalho de todos os envolvidos, especialmente os locais Peter, Sandy e Paula”, encerrou o comunicado.