Cachorrinha é abandonada acorrentada à beira de rodovia movimentada

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

A cadelinha em situação de rua descrita como mista de pastor alemão estava no acostamento de uma rodovia de quatro pistas repleta de carros. Se ela desse apenas um passo em direção à estrada, seria atingida.

Quando Ashli Garza notou a cachorrinha no acostamento da rodovia ela estava dirigindo rumo a uma reunião de trabalho em Mission, Texas (EUA), na terça-feira – e se viu pisando no freio bruscamente.

“Eu não tinha muita certeza do que iria fazer, porque há muitos cães abandonados por aqui, e nem todos são fáceis de serem encontrados porque estão acostumados a ser enxotados ou mal tratados”, disse Garza, uma protetora independente do Texas (EUA) ao The Dodo.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

“Meu pensamento inicial foi tirar uma foto antes de ela fugir – nós temos uma página no Facebook local para cães perdidos e achados. Então eu parei o carro e abri a porta – mas ela veio até mim, então eu soube que ela era amigável. ”

A cachorra estava coberto de lama e sujeira e Garza viu então, a enorme e pesada corrente enferrujada em volta de seu pescoço.

“A corrente foi enrolada duas vezes no pescoço da pobrezinha”, disse Garza. “Estou surpresa que o único dano que “aquilo” causou a ela foi um pouco de irritação ela fricção na pele. Eu não sei como ela conseguia levantar a cabeça, e eu não estou exagerando”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza ainda tinha seu compromisso de trabalho, e ela também tinha o vestido de casamento de sua melhor amiga em seu carro, que não podia ficar sujo – mas ela sabia que não podia ir embora sem a cachorrinha, que ela assumiu ter sido abandonada por seu ex-tutor.

“Eu pensava comigo mesma: ‘Oh Senhor, este cão está cobero de lama. Eu tenho o vestido de casamento da minha amiga no carro. Isso pode realmente ficar muito ruim bem depressa”, disse Garza.

Mas Garza afastou as preocupações e persuadiu a cachorrinha a entrar no carro. Então ela tentou tirar a corrente dela, que pesava cerca de 20 libras (cerca de 9 kg) – mas era impossível para Garza conseguir isso sozinha.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza seguiu em frente até seu compromisso, verificando a cadelinha toda hora pelo espelho retrovisor.

“Ela apenas se sentou e ficou olhando pela janela”, disse Garza. “Ela se virava e olhava para mim, e então girava ao redor. Ela se deitava e então se sentava de novo. Dava para dizer que ela nunca esteve em um carro antes”.

Após seu compromisso, Garza dirigiu até a casa de sua amiga, Luz Guzman, e eles trabalharam juntos para tirar a corrente do pescoço da cachorra. “Eu estava pensando em usar alicates, mas juntos conseguimos deslizá-la sobre a cabeça da cachorrinha”, disse Garza.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Guzman ofereceu-se para dar lar temporário para a cadelinha, agora chamada de Penelope, até que Garza consiga encontrar um grupo de resgate ou um adotante para cuidar dela – e Penelope tem prosperado cada vez mais.

“Obviamente, apenas com base nessa corrente, posso imaginar como ela foi tratada antes”, disse Garza. “Então ela estar tão feliz e ter tanta sorte é bem surpreendente. Aconteceu realmente rápido”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza espera que a história de Penelope incentive as outras pesssoas a pararem quando virem um cachorro perdido precisando de ajuda.

“Muitas pessoas dizem: ‘Não sei como encontrar todos esses cães porque nunca vejo cães abandonados e nunca vejo cães feridos'”, disse Garza. “Mas eles estão lá fora. Nós passamos por eles o tempo todo”.

“Precisamos ter coração e estender a mão a esses animais”, acrescentou Garza. “Compaixão é de graça”.

Foto: Ashli Garza

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Carteiro cumpre o último desejo de sua amiga Gretchen, uma cachorra resgatada

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Gretchen, uma cachorra da raça pastor alemão, faleceu recentemente – mas ela encontrou a pessoa perfeita para garantir que seu legado amoroso continuasse vivo.

Quando a família Cimino, do Texas (EUA), adotou Gretchen em 2013 após ela ter sido resgatada de uma situação de sofrimento, ficou evidente que ela havia recebido muito pouco amor em sua vida até aquele momento.

“Ela era bastante desconfiada de todas as pessoas”, disse Chris Cimino ao The Dodo. “Eu não conheci todo o seu passado, mas a julgar pelas suas reações iniciais, não foi uma boa história”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Mas logo Gretchen veio passou a adorar sua nova família – embora ela ainda fosse muito cautelosa com todos os estranhos.

Isto é, até que conheceu o carteiro Fernando Barboza.

Barboza é um amante de cães e faz questão de demonstrar isso. Desde que começou em seu trabalho há cinco anos, ele passou a conhecer todos os cães em sua rota de entrega de cartas pelo nome.

“Eu tenho um saco de guloseimas no meu caminhão de correio”, disse Barboza ao The Dodo.

“Quando eu trago uma encomenda ou uma correspondência para a porta de alguém, e lá tem um cachorro, eu dou a eles um presente. Já que estou trazendo algo para o tutor, eu também posso trazer algo para os cães também, eles são parte da família”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Foi assim que Barboza conheceu Gretchen – e foi a primeira pessoa fora da família Cimino a conquistá-la.

“Quando a conheci, fiquei meio preocupado”, disse Barboza. “Ela ficou um pouco distante no começo, mas depois eu comecei a falar com ela, acariciá-la e trazer os petiscos para ela”.

Gretchen foi conquistada.

Com isso, uma doce e fiel tradição começou a se formar, na qual Gretchen aguardava ansiosamente na porta da frente, antecipando a chegada do carteiro.

Isso aconteceu todos os dias durante anos.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Ela conhecia o som do caminhão de correspondência e se animava e se preparava quando o ouvia”, disse Cimino. “[Barboza] apenas usou aquela energia que ele carregava e somou a sua boa natureza e seu amor por ela. E ela também o amava.”

“Ela era minha amiga”, disse Barboza.

Mas esta semana, essa tradição infelizmente acabou.

“Na segunda-feira, vi que a caixa de correio da família de Gretchen estava com a tampa levantada, o que significava que havia correspondência de saída (para levar)”, disse Barboza.

Aquilo não era algo comum, no entanto. Dentro da caixa de correio havia uma sacola de petiscos – e uma mensagem para Barboza contando algumas notícias comoventes:

“Gretchen faleceu ontem. Ela me pediu para lhe perguntar se você dividiria as guloseimas dela que restaram aqui em casa e que ela não teve a chance de comer todos, com os outros cachorros em seu caminho. Ela sempre gostou de ver você vir até a porta e estava sempre feliz em ganhar petiscos seus”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Eu vi a sacola plástica e li a nota”, disse Barboza. “Eu fiquei engasgado de emoção”

Depois, Barboza foi até a porta da família Ciminos para expressar suas condolências – prometendo cumprir o desejo final de Gretchen.

E ele fez exatamente isso.

“Eu tenho distribuído as guloseimas dela aos cachorros em minha rota todos os dias. E quando eu faço isso, eu sempre digo: ‘Isto é um presente da Gretchen'”, disse Barboza.

O belo gesto ajudou tanto a família de Gretchen quanto sua querida amiga Barboza a lidar com sua morte.

“Tem sido feliz e triste ao mesmo tempo”, disse Barboza. “Estou triste quando penso nela, mas fico feliz de ver as caudas dos outros cachorros abanando como loucos quando recebem os petiscos. É uma sensação agridoce”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Eu sei que ela teria desejado que seus petiscos favoritos que ela não poderia terminar de comer, fossem para seus amigos”, disse Cimino. “Ela pode não ter gostado de muitas pessoas, mas ela com certeza amava outros cães”.

A família de Gretchen ainda está de luto por sua perda, mas eles estão agradecidos pelos anos de bondade e alegria que Barboza trouxe para ela – e continua a espalhar para outros cães em seu nome.

Barboza admite que, ao passar pela casa dos Ciminos agora, ele precisa lembrar a si mesmo que Gretchen não está mais esperando por ele. No entanto, juntamente com as guloseimas que ele está distribuindo em nome dela, Barboza também carrega o legado de Gretchen em seu coração:

“Eu ainda espero ver minha velha amiga Gretchen, mas é claro que ela não está mais lá”, disse ele, acrescentando que, apesar de sua morte, em alguns aspectos ela sempre estará por perto: “Para mim, os cães se tornam parte de nós.”

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Cão e tartaruga ficam presos em túnel no quintal da casa onde moram

Foto: Caters/Reprodução

Foto: Caters/Reprodução

O vídeo mostra o momento em que bombeiros usam uma folha de alface para atrair uma imensa tartaruga pra fora de um buraco na intenção de libertar o cão preso ali dentro com ela.

Uma família em desespero ligou para o serviço de emergência depois que os dois membros da família ficaram entalados, juntos, a seis pés de profundidade dentro de um túnel na terra

Tracy Arballo, de Fontana na Califórnia (USA), pediu ajuda aos serviços de emergência quando seu marido Don tentou resgatar o pastor alemão Taylor e a tartaruga Godzilla, apropriadamente nomeada dessa forma, mas também acabou ficando preso.

Felizmente para Don, ele conseguiu se libertar antes que os bombeiros de San Bernardino chegassem ao local.

Imagens da cena mostram a equipe da emergência aglomerada em torno de um grande buraco no chão.

Os latidos podem ser ouvido fracamente a princípio, enquanto a tutora dos animais, Tracy, fala com o pastor alemão para acalmá-lo.

Mas o cão, Taylor, continua a latir e retoma a luta desesperada para sair do buraco.

Ao examinar a abertura do túnel, feita na terra, com uma lanterna, o bombeiro solta uma exclamação de surpresa, “cara, há uma tartaruga impedindo a passagem”.

Lentamente mas sem titubear o réptil, que mora com o casal, começa a aparecer rastejando para fora da escuridão do buraco, permitindo que Taylor conseguisse respirar um pouco de ar fresco.

Mas antes que o cão pudesse ser libertado, Godzilla, que pesa em torno de 30 quilos, precisava ser atraída para fora pelos últimos metros do túnel.

Sem saber como lidar com uma criatura tão pesada, os homens tentaram usar a alface como isca para atrair Godzilla para fora.

A tartaruga não demonstrou muito interesse nem pela guloseima nem pelos chamados dos tutores, deixando os bombeiros sem outra opção que não fosse contar coma ajuda de uma pá para fazer uma alavanca inversa.

Os bombeiros podem ser vistos suspirando de alívio depois que Godzilla é finalmente retirada do buraco, momento em que Taylor sai de trás dela e se reúne alegremente aos seus tutores.

“Tínhamos acabado de pegar a alface, você sabe, e algumas pequenas cenouras, um pouco de ação de manobra e ela está fora”, disse Tracy Arballo à NBC Los Angeles.

Godzilla precisava se mover apenas o suficiente para que Taylor pudesse sair.

Acredita-se que Taylor estivesse explorando o túnel que Godzilla havia cavado próximo ao muro do vizinho, no fundo do quintal.

“Parece que o cão arrastou um cobertor para dentro do túnel, fazendo com que cachorro, cobertor e tartaruga ficassem presos e entalados”, disse o capitão dos bombeiros Jeremy Kern.

Acredita-se que ambos os animais estejam completamente bem após o resgate.

Cadela dá a luz após dois dias de seu resgate e surpreende a todos

Foto: Kristy Anderson

Quando uma pastora alemã foi encontrada perdida e com fome na Geórgia, era urgente que ela encontrasse um lugar seguro para se abrigar.

A vida nas ruas é muito difícil e para uma fêmea prestes a ter seus filhotes é ainda mais. “Reba” grávida e a poucos dias de dar à luz uma linda ninhada.

Felizmente, o Heidi’s Legacy Dog Rescue, com sede em Valrico, na Flórida, encontrou Reba bem a tempo e a levo para um lar temporário em Clearwater.

“Ela foi pega correndo como um cão morador de rua na Geórgia”, disse Kristy Anderson, uma aluna do Heidi’s Legacy.

“Isso foi na mesma época em que resgatamos alguns pastores de certos criadores. É possível que ela seja ser uma ‘fugitiva’. Não temos certeza”.

Anderson, que decidiu criar Reba, mesmo sem saber quantos cães teria em sua casa dentro de alguns dias.

“Ela estava grávida e eu a peguei apenas dois dias antes de dar à luz”.

Seis filhotes saudáveis nasceram, mas um deles era um pouco diferente dos outros – seu pelo era verde.

Foto: Kristy Anderson

“Nós a batizamos de “Clover” pois achamos que se adequava a ela”, disse Anderson.

O fenômeno do filhote verde é bastante incomum, mas não é inédito. Acredita-se que a coloração esverdeada seja causada pela mistura da bile com o líquido amniótico no útero da mãe.

Anderson entendeu o filhote verde como um sinal de boa sorte e “um presente de dia de São Patrício antecidado!”.

Foto: Kristy Anderson

A cor especial da “filhotinha da sorte” desbotou depois cinco dias e Clover se parece muito mais com seus irmãos.

Os filhotes completaram três semanas e estão completamente saudáveis e Reba está sendo uma mamãe exemplar.

Em breve, Reba e seus filhotes estarão prontos para encontrar lares amorosos e definitivos. As informações são do The Dodo.