Canada Goose retira publicidade onde diz não maltratar os animais

Por Rafaela Damasceno

A Canada Goose, empresa que fabrica roupas de inverno com produtos animais, concordou em remover as garantias de que seus fornecedores de pelos não abusam dos animais.

Um coiote preso pela pata em uma armadilha

Foto: Born Free USA

A ação foi tomada em resposta a uma denúncia da organização PETA, que há anos se opõe a exploração de animais da empresa. A denúncia foi feita para a Federal Trade Commission (Comissão de Comércio Federal ou FTC, na sigla em inglês), que investigou as práticas de publicidade do Canada Goose.

A declaração removida do site da empresa dizia que a pele de coiote (utilizada para revestir o capuz das jaquetas fabricadas) vinha apenas de regiões com uma superpopulação de coiotes.

A PETA afirma que os métodos de captura da Canada Goose faz com que os coiotes sejam deixados em armadilhas por até três dias, agonizando. Se ainda estão vivos quando são encontrados, os caçadores rapidamente atiram ou golpeiam os animais de forma cruel.

Gansos também são caçados pela empresa, com as penas sendo utilizadas para isolamento térmico das roupas. De acordo com a PETA, os gansos são levados até matadouros, onde frequentemente são mortos brutalmente, ainda conscientes.

A FTC não divulgou detalhes sobre as investigações concluídas, mas concluiu que não tomaria medidas de fiscalização. Segundo eles, a Canada Goose tomou “medidas corretivas prontamente”. Apesar do resultado, a PETA não acredita que a empresa tenha mudado sua prática cruel.

“A Canada Goose não tem o direito de pedir transparência, enquanto engana seus clientes sem dizer que seus métodos permitem que coiotes com ossos quebrados e outros ferimentos fiquem em armadilhas por dias antes de serem mortos”, declarou Elisa Allen, diretora da PETA.


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Foto de cadela ‘sósia’ de Salvador Dalí é usada para incentivar adoção de animais

Um abrigo para cães e gatos abandonados está usando uma foto de uma cadela para incentivar a adoção de animais. Seria uma ação comum se não fosse pela inusitada marca que a cadela tem no focinho, semelhante ao bigode do artista plástico catalão Salvador Dalí.

Foto: Hearts & Bones Rescue/Facebook

A ideia de usar a fotografia para incentivar a adoção de animais veio depois da foto da cadela fazer sucesso nas redes sociais. As informações são do portal G1.

A semelhança com o bigode do artista é tamanha que a cadela recebeu o apelido de Salvador Dolly. Ela foi resgatada pelo abrigo Hearts & Bones, em Dallas, no Texas.

Dolly, sua mãe e seus 10 irmãos encontraram lares temporários em Dallas e estão à espera de adoção. A expectativa do abrigo é de encontrar adotantes em Nova York, onde a procura pela adoção de animais é maior.

O abrigo afirmou que quis aproveitar o sucesso que Dolly fez para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de adotar animais.

Foto: AFP/Arquivo; Hearts & Bones Rescue/Facebook


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Cachorro que teve o corpo todo coberto por cola é adotado e vence o trauma

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Quando as equipes de resgate da Turquia finalmente chegaram até Pascal, o filhote de cachorro, ele estava tão rígido que parecia uma estátua. Mas o pobre animal não estava congelado de medo; a um grupo de crianças cruéis tentou afogar o inofensivo filhote em cola antes de arrastá-lo pela lama.

Eles então deixaram Pascal lá para morrer enquanto a cola se tornava cada vez mais sólida, dificultando a movimentação do cachorrinho. Ele estava perdendo o suprimento de sangue para uma de suas orelhas, já que a cola havia endurecido em sua pele. Ele também estava tendo problemas para respirar e não teria sobrevivido por muito mais tempo se não fosse pelos socorristas.

Assim que a equipe de resgate o levou de volta à clínica do He’Direct of Rescue, eles começaram a raspar toda o pelo emaranhado de Pascal que estava colado. Infelizmente, a cola se espalhou por todo o seu pelo, então eles não tiveram escolha a não ser raspar sua pele toda. Sua pele estava extremamente danificada pelos produtos químicos da cola, então eles lhe deram banhos medicinais para ajudar a aliviar a dor.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

A infecção da pele e o corpo ferido foram os piores dos seus problemas. Ele era um filhote normal e saudável, tirando a agressão que havia sofrido. Agora era hora do pequeno Pascal se curar.

Foto: He'Art of Rescue

Foto: He’Art of Rescue

Como Pascal foi completamente traumatizado por essas crianças, ele hesitava em confiar nas pessoas. Mas com o tempo, ele entendeu que nem todos estavam lá para machucá-lo. A equipe da ONG o encheu de amor e, finalmente, ele começou a se curar de dentro para fora.

Foto: He'Art of Rescue Internacional Facebook

Foto: He’Art of Rescue Internacional Facebook

Adoção

Quando ele começou a curar sua alma, o mesmo aconteceu com seu corpo. Seu pelo começou a crescer e ele se tornou um cão completamente diferente. Uma vez que ele ficou saudável o suficiente, o veterinário deu alta a Pascal e ele foi morar em um lar temporário.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Logo depois, ele foi adotado por uma família amorosa na Espanha! Pascal agora tem um novo irmão, um cachorrinho lindo e ele está aproveitando sua nova vida.

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Cão com expressão de tristeza no olhar comove casal que cruza o país para adotá-lo

Foto: Jessica Williams

Foto: Jessica Williams

Quando Jessica Williams e seu namorado, Jared, se mudaram para um apartamento que permitia cães, eles não hesitaram em planejar adotar um filhote. Jessica estava tão animada que começou a procurar na internet em vários abrigos.

Foi então que Jessica se deparou com um cachorro que comoveu seu coração ao extremo, um animal que obviamente precisava de ajuda imediata.

Benji foi resgatado das ruas de Los Angeles (EUA) e levado para um grande abrigo público. O filhote era incrivelmente cauteloso com as pessoas, assustado, arredio e sofria de uma alergia severa a pulgas, o que o fez com que ele perdesse a maior parte de seu pelo.

Foto: Jessica Williams

Foto: Jessica Williams

“Ele estava no abrigo há 10 dias e não estava lidando bem com a situação ou com o ambiente”, disse Williams. “Eu nunca tinha visto um cachorro tão triste e sabia que não poderíamos deixá-lo lá”.

Williams e seu namorado moram em Sacramento e Benji estava em Los Angeles, uma distância considerável separa as duas localidades, mais de 600 km. Então o casal levou seis horas para chegar até ele e conseguir adotá-lo.

Foto: Jessica Williams

Foto: Jessica Williams

De alguma forma, eles sabiam que o cachorro valeria a pena.

Foi amor à primeira vista

Quando a família chegou ao abrigo, eles expressaram seu interesse pelo animal deprimido. No entanto, os voluntários não pareciam ter muita fé em Benji e tentaram persuadir o casal a adotar outro cão.

Apesar da natureza distante e reservada de Benji e das advertências do abrigo, o casal decidiu dar uma chance ao filhote.

Foto: Jessica Williams

Foto: Jessica Williams

A viagem de carro de volta a Sacramento foi difícil, pois Benji ainda estava muito confuso sobre o que estava acontecendo. Quando todos chegaram em casa, o cão assustado mantinha alguma distância de seus pais. No entanto, com o passar dos dias, algo começou a mudar.

Assim que Benji percebeu que estava realmente em segurança, começou a sair de sua concha. O cachorro aterrorizado se transformou no cão doce e brincalhão que seus pais sempre souberam que ele seria.

“Ele gosta de lamber nossos rostos e brincar com seus brinquedos”, disse Williams.

Foto: Jessica Williams

Foto: Jessica Williams

Agora, Benji adora passar o tempo com sua família e seus pais estão felizes em ter ajudado um filhote em necessidade.

Toda a reserva e distância de Benji era na verdade medo e insegurança de sofrer tudo pelo que passou novamente. As ruas são duras com os cães abandonas e sem lar.

Ao pensar em aumentar a família com um membro peludo lembre-se sempre de adotar nunca comprar cachorros, afinal animais não são produtos para serem comprados.

Foto: Jessica Williams

Foto: Jessica Williams

Muitas ONGs e abrigos possuem milhares de animais à espera de um lar, e esses seres sencientes são capazes de sentir e oferecer um tipo de amor único: o incondicional.

Permita-se desfrutar a vida ao lado de um animal, a sensação de carinho e o vínculo desenvolvido são incomparáveis. Somente quem vive isso, é que pode dizer.

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Cãozinho abandonado estende a pata em direção a mulher pedindo ajuda

Magro e doente, Caro estende a para para Kylina pedindo socorro | Foto: Kylina Turner

Magro e doente, Caro estende a para para Kylina pedindo socorro | Foto: Kylina Turner

Quando Kylina Turner viu Caro pela primeira vez, ela não percebeu de início que o pequeno amontoado de pele era na verdade um cachorro.

“Eu pensei que ele era um bicho de pelúcia deixado no chão”, disse Turner ao The Dodo. “Ele estava completamente congelado parado ali, olhando para mim. Eu imaginei que deveria apenas verificar se ele estava bem, ou o que estava acontecendo e enquanto eu andava até ele, sua orelha se contraiu”.

“Fiquei completamente chocada que aquele amontoado de pelo era um animal”, acrescentou Turner, “e muito menos um animal vivo.”

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

As pernas de Caro estavam presas em uma armação de cama feita de arame no quintal de uma propriedade em Austin, no Texas (EUA). Fraco demais para libertar-se do estrado de madeira, Caro sabia que Turner era sua única esperança – então ele estendeu a pata em direção a ela.

“Ele não estava com medo de mim e não fez nenhum som”, disse Turner. “Ele apenas observou o que eu estava fazendo com um olhar vazio em seus olhos. Acho que ele sabia que eu ia ajudá-lo.

Turner ficou aterrorizada ao tocar no cachorro esquelético, então tirou o suéter e o envolveu em volta de sua pequena estrutura de 30 quilos antes de levantá-lo cuidadosamente da sucata da cama jogado no lixo em que estava preso.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

Turner ficou absolutamente surpresa com a confiança do jovem cão. “Ele seguiu bem ao meu lado enquanto caminhávamos para o meu carro, onde ele imediatamente adormeceu, finalmente se sentindo seguro”, disse ela.

Com medo de que o filhote estivesse doente demais para suportar uma viagem de 20 minutos até o abrigo de animais mais próximo, Turner decidiu ir direto ao veterinário.

Quando ela chegou, a equipe estabilizou o cãozinho e, no processo, acabou se apaixonando pela personalidade doce do cachorro, que descobriu-se então ter apenas 6 meses.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Os veterinários me disseram que o manteriam lá e fariam uma vaquinha interna para juntar dinheiro para pagar a recuperação do cão”, disse Turner. “Naquela noite eu comecei uma campanha de arrecadação para Caro”.

Um exame revelou que o cão jovem estava desnutrido, queimado pelo sol e desidratado, e tinha o pior caso de sarna que o veterinário já tinha visto até ali.

Não tendo certeza se Caro sobreviveria ao tratamento médico, Turner tinha o hábito de passar todos os dias na clínica para vê-lo – mas o cão mal conseguia se mexer.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Durante a semana em que Caro esteve no veterinário, eu o visitei diariamente”, disse Turner. “Os técnicos estavam sempre muito empolgados com as menores coisas – ‘Ele ergueu a cabeça hoje’. Hoje, ele caminhou para o outro lado do canil”, ele conseguiu comer comida sólida hoje. Era de partir o coração”.

Apesar do pouco que Caro podia interagir com o ambiente, Turner se viu apegada ao cachorrinho doente. Ela decidiu que, uma vez que Caro deixasse o veterinário, ela iria dar lar temporário ao cachorrinho até que ele recuperasse sua força.

Uma vez que ela o pegou e o trouxe para casa, é claro que as coisas não saíram exatamente como o planejado.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

“Não demorou muito até que percebi que não seria capaz de me separar de Caro nunca mais”, disse Turner.

“As primeiras duas semanas foram turbulentas. Meu cachorro de 7 anos de idade, Casey, não estava muito interessado em perder seu título de filho único, mas eles rapidamente se tornaram melhores amigos!”.

Turner deu a Caro banhos medicinais para tratar sua sarna e lhe dava pequenas refeições quatro vezes ao dia para ajudá-lo a engordar. Lentamente, Caro foi se transformando.

Seu grosso pêlo marrom e preto começou a crescer e a cada quilo que Caro ganhava, ele começava a parecer cada vez mais um jovem pastor alemão saudável e belo.

Foto: Kylina Turner

Foto: Kylina Turner

Graças ao compromisso de Turner, Caro se tornou um cachorro totalmente novo.

“Ele tem agora nove meses de idade e 50 quilos, com o pelo mais macio e farto que nunca e absolutamente sem nenhum problema de saúde”, disse Turner.

Embora Caro não se pareça com o seu antigo eu, por dentro ele ainda é o mesmo cão confiante que Turner conheceu naquele primeiro dia.

“Ele tem a melhor disposição que qualquer cão que eu já conheci até hoje”, disse Turner. “Ele é o cão mais confiante do mundo e ama as pessoas, incluindo crianças, Caro é um bebezinho submisso que nunca late apesar de ser um pastor alemão ‘assustador'”.

Meses depois, Turner está tão feliz que percebeu que não conseguiu imaginar a vida sem Caro. E ela contou isso a ele.

“Caro nos trouxe mais felicidade do que eu pensava ser possível existir”, disse Turner.

“Ele é o filhote mais engraçado de todos e nós estamos constantemente rindo de algo que ele está fazendo”.

Caro está claramente muito feliz com a situação também. Ele encontrou sua família.

“Uma vez que sua energia diminuiu, ele se transforma no mais doce ursinho de pelúcia”, acrescentou Turner.

“Eu adormeço enrolado em volta dele na minha cama e ele não se move a noite toda”.

Por uma patinha estendida, Caro salvou a sua própria vida e trouxe vida para as pessoas que tem o privilégio de conviver com ele.

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Estudo revela que cães apresentam os mesmos níveis de stress de tutores

Foto: Earth.com

Foto: Earth.com

Pesquisas confirmam o que muitos tutores já concluíram por si mesmos: cientistas descobriram que os animais domésticos não são alheios às ansiedades de seus companheiros humanos, ao contrário, eles apresentam a mesma quantidade de estresse que seus tutores sentem.

A descoberta vem de um estudo sobre o cortisol, um hormônio do estresse, que circula no sangue e também deixa sua marca em fios de cabelo. Com o tempo, à medida que o hormônio se liga ao cabelo em crescimento, cada haste se torna um registro biológico do estresse que um indivíduo experimenta.

Depois de conseguir a contribuição voluntária de 25 cães da raça border collies, 33 cães pastores de Shetland e os tutores do sexo feminino dos animais, pesquisadores na Suécia descobriram que o maior nível de cortisol no cabelo humano batia com o maior nível de hormônio no pelo de cão. Todos os cães moravam dentro de casa com seus tutores.

“Esta é a primeira vez que vemos uma sincronização de longo prazo nos níveis de estresse entre membros de duas espécies diferentes”, disse Lina Roth, etologista que liderou o trabalho na Universidade de Linköping, na Suécia. “Nós não vimos isso entre humanos e cães antes.”

A equipe de Roth mediu as concentrações de cortisol em fios curtos de cabelo cortados perto da pele no inverno e no verão de 2017 e 2018. A ligação entre o cortisol humano e de cães foi mantida durante as estações, mas foi maior nos cães durante o inverno.

Para investigar se o estilo de vida canino teve um impacto sobre os níveis de estresse, cerca de metade de cada raça inscrita estava envolvida em algum tipo de atividade regular e testes de habilidades como obediência e agilidade. O resto dos cães eram animais de companhia comuns.

Escrevendo em relatórios científicos, os pesquisadores descrevem como o estresse nos cães testados (competições) mais se espelhava mais acuradamente nos proprietários, potencialmente porque os animais tinham formado um vínculo mais forte com seus tutores do que os animais domésticos comuns.

Roth acredita que há mais fatores envolvidos na sincronização dos níveis de estresse do que simplesmente compartilhar o mesmo ambiente. Quando os cientistas observaram se os cães tinham um jardim para brincar; as horas que o proprietário trabalhava e se os cães viviam com outros cães, não encontraram nenhum efeito nos níveis de cortisol nos cães.

O que realmente teve efeito sobre os níveis de estresse dos animais foi a personalidade de seus tutores, avaliada por uma pesquisa padrão. O maior fator foi o neuroticismo (indivíduos que, a longo prazo, possuem uma maior tendência a um estado emocional negativo).

De acordo com o estudo, os tutores que obtiveram maior pontuação no neuroticismo tendiam a ter cães com níveis mais baixos de cortisol no cabelo. Uma explicação, disse Roth, é que os tutores mais neuróticos podem buscar mais conforto de seus animais de estimação, e o ataque de abraços e atenção reduz o cortisol nos cães. “Sugerimos pelas análises que os cães, em grande medida, espelham os níveis de estresse de seus companheiros humanos”, escrevem os cientistas na revista.

Se as descobertas forem suficientes para fazer os tutores de cães estressados se sentirem culpados, Roth tem algumas palavras de conforto. “A maioria dos tutores de cães sabe que seus companheiros caninos recebem muitos sinais deles, mesmo os não intencionais, mas ainda é benéfico estar juntos”, disse ela.

Enquanto o estudo afirma ser a primeira evidência de diferentes espécies sincronizando seus níveis de estresse a longo prazo, o contágio de estresse de curto prazo já foi identificado em membros da mesma espécie anteriormente.

Em 2016, James Burkett, da Universidade Emory, em Atlanta, mostrou que os ratos-da-pradaria, ou ratos-do-prado, monogâmicos reagiriam a um parceiro estressado aumentando seus próprios níveis de estresse e cuidando mais deles.

Burkett, que não esteve envolvido no estudo mais recente, disse que o trabalho foi adicionado a um crescente corpo de pesquisas mostrando que os cães são empáticos aos seus tutores.

“Os cães são afetados pelo sofrimento de seus companheiros humanos e respondem com comportamentos consoladores”, disse ele. “Agora sabemos que os cães também são afetados pelas personalidades e níveis de estresse de seus tutores. Embora isso possa ser senso comum para os tutores de cães, a pesquisa empírica ainda está atualizando nossas intuições sobre a empatia animal ”.

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Pelo de cânhamo é alternativa vegana ao pelo de origem animal

A empresa ucraniana DevoHome, fabricante de tecidos á base de fibra de cânhamo, desenvolveu um inovador pelo de cânhamo como alternativa natural e vegana ao pelo verdadeiro e pelo sintético à base de petróleo. O material é feito de 50% de cânhamo e 50% de viscose.

Foto: Reprodução / Instagram /@panorama.cosmos

As aplicações incluem mantas, almofadas e forro para casacos e calçados. O pelo de cânhamo é um produto único, porque é 100% biodegradável, 100% de origem vegetal, leve, caloroso, hipoalergênico, vegano e sustentável. O aspecto é idêntico a lã.

A DevoHome produz têxteis de cânhamo natural na Ucrânia. A empresa cultiva o cânhamo para a produção de fios e tecido, depois confecciona produtos como roupas, cobertores, mantas, capas de colchão e travesseiros feitos de cânhamo.

O cânhamo industrial é cultivado sem pesticidas ou herbicidas, pois não é necessário. A planta não atrai nenhuma praga. Devido às propriedades antissépticas naturais da fibra de cânhamo, têxteis de cânhamo, roupa de cama e outros produtos são naturalmente hipoalergênicos.

Foto: Reprodução / Instagram / @devohome_hemp

Foto: Reprodução / Instagram / @thehempplaceuk

Fonte: Stylo Urbano


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Gata idosa morre após ter sido atacada com spray de tinta

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

Uma gata idosa morreu depois de agonizar durante três dias, após ter sido atingida com spray de tinta à prova d’água por um torturador de animais covarde e desumano que já atacou três vezes nos últimos dias.

Miggeli tinha 13 anos e era um alvo fácil para o torturador de gatos que supostamente já havia abusado de vários outros animais domésticos na região de Biel-Benken, no noroeste da Suíça.

Acredita-se que o agressor quebrou a mandíbula de um gato e raspou a pele de outros dois na área nas últimas semanas.

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

A tutora de Miggeli, Sina Kunz, disse ao Daily Mail: “Seu corpo inteiro e especialmente seu rosto foram borrifados com tinta amarela à prova d’água, ela estava irreconhecível”.

A gata morreu três dias depois de entrar em estado de saúde crítico e nunca mais se recuperar.

Kunz acrescentou que estava convencida de que um torturador de gatos que vem fazendo vítimas felinas na área era responsável pelo ataque e denunciou o incidente à polícia.

Outros incidentes envolvendo abuso de animais que foram denunciados incluem um ataque envolvendo um gato do sexo masculino de um ano de idade chamado Gringo, que havia tido to seu pelo raspado e além de ter sua mandíbula e pernas quebradas.

Foto: CEN/@sina.hermann

Foto: CEN/@sina.hermann

Seu tutor em choque disse que parecia que as pernas tinham sido quebradas coma ferramenta de construção tipo um alicate.

Uma gata de seis anos de idade chamada Haxli também foi encontrada com a maior parte de seu pelo raspada, e suas garras e bigodes cortados.

Um veterinário que a examinou disse que a pele parecia ter sido cortada por uma tesoura e depois raspada com algum tipo de navalha.

O veterinário disse à mídia local: “Uma pessoa normal não faria algo assim. Acho que quem fez isso realmente precisa de ajuda psicológica séria”.

Um porta-voz da polícia disse que o departamento estava investigando se os três incidentes tinham ligação, embora tenham notado que o ataque fatal com tinta aconteceu a cerca de 7 quilômetros de onde os dois gatos foram raspados.