Gatos são abandonados em gaiolas em frente a Centro de Zoonoses em Petrolina (PE)

Cerca de 70 gatos foram abandonados, dentro de gaiolas, em frente ao Centro de Controle de Zoonoses em Petrolina (PE).

Foto: Reprodução/TV Jornal

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o responsável pelo abandono foi identificado e as providências cabíveis serão tomadas. Abandonar animais é crime e pode ser punido com até um ano de detenção, além de multa.

Os gatos foram resgatados e serão submetidos a exames para que depois seja verificado se estão aptos para adoção.

O órgão alegou que trabalha apenas no combate a zoonoses e não no resgate e acolhimento de animais abandonados.


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Cães presos em jaula são salvos com auxílio de drone em Pernambuco

Dois cachorros que estavam presos em uma jaula há uma semana foram salvos por uma equipe da Secretaria de Meio Ambiente de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Na terça-feira (6), um drone foi usado para auxiliar na localização dos animais, já que eles estavam num local com muro alto, o que dificultava a visão dos fiscais.

Foto: Divulgação

Os cães estavam em um prédio em construção em Piedade e eram explorados por uma empresa para segurança de imóveis. As informações são do portal Diário de Pernambuco.

Durante dois dias, equipes trabalharam para conseguir localizar o espaço onde estavam os animais. O caso só foi solucionado quando os profissionais tiveram acesso às imagens feitas pelo drone. Foi preciso arrombar o portão do prédio para salvar os cachorros.

Após o resgate, os cães foram levados para um local adequado e passaram a receber os cuidados necessários. Eles foram disponibilizados para adoção. A empresa que os explorou e maltratou será notificada sobre o caso.

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Cadela é salva após ser amarrada em trilho de trem para morrer atropelada

Uma cadela foi abandonada presa ao trilho de um trem em Recife (PE) e teve sua vida salva graças a ação de um maquinista. O profissional conduzia um trem no sentido oposto ao dos trilhos nos quais o animal estava amarrado e, ao perceber o que estava acontecendo acionou a central de controle.

Foto: Reprodução / NETV

De acordo com o assessor de comunicação da CBTU, Salvino Gomes, a cadela teve sorte. “O trem saía de Cosme e Damião para Camaragibe. Chegando lá, ele voltaria para Cosme e Damião. Se ele não tivesse visto a cadelinha, ele provavelmente a teria atropelado na volta”, disse Salvino ao portal Curta Mais.

Em Camaragibe, dois seguranças entraram no trem e, ao chegar no local onde a cadela estava presa, desceram e ajudaram a soltá-la. Assustada, ela fugiu.

A ação dos funcionários durou cerca de 10 minutos. Não se sabe quem foi o responsável por amarrar a cadela no trilho, tampouco se ela tem tutor.

“A cachorra estava velhinha, é possível que o tutor quisesse se livrar dela. Se foi isso, a gente espera que não faça essa maldade de novo, é uma covardia”, concluiu Salvino.


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Mulher joga soda cáustica em cadela que se protegia da chuva em sua casa

Uma mulher confessou à polícia ter agredido uma cadela no bairro Cohab I, em Belo Jardim, no estado de Pernambuco. Testemunhas afirmam que a agressão ocorreu porque o animal teria buscado abrigo contra a chuva em frente à casa da mulher. Vitória, como passou a ser chamada a cadela, foi resgatada na segunda-feira (29) com ferimentos graves. Embora a agressora afirme ter jogado água quente no animal, um laudo veterinário indicou que o produto usado foi soda cáustica.

Foto: Reprodução / YouTube / TV Jornal Interior

Uma das voluntárias do grupo Anjos de Rua, Ayanne Chaves, que está colaborando com o tratamento de Vitória, afirmou que “foi um resgate bem complicado e difícil, porque ela estava muito machucada e medrosa”. A cadela está internada em uma clínica veterinária. As informações são do portal NE10 Interior.

Após consulta médica, foi constatado que a causa dos ferimentos encontrados no corpo do animal foi agressão com soda cáustica. Além das feridas, a cadela foi diagnosticada com anemia severa e plaquetas baixas e está recebendo tratamento que inclui antibióticos e analgésicos.

Denúncias levadas ao grupo voluntário indicam ainda que este não foi o primeiro episódio de violência promovido pela mulher contra a cadela.

Identificada, a mulher foi encaminhada à delegacia de Belo Jardim e prestou depoimento. Um termo circunstanciado de ocorrência foi instaurado e ela foi liberada. Segundo o delegado João Carlos, esse é o procedimento padrão para crimes de menor potencial ofensivo, nos quais se enquadram os maus-tratos a animais.

Em depoimento, a mulher afirmou que jogou água fervente na cadela, mas não soube dizer o que motivou o ato cruel. Ela assinou um termo de compromisso e receberá intimação judicial para participar de audiência.


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Ativistas protestam contra exploração de animais em evento de shopping

Ativistas realizaram uma manifestação, no último domingo (28), em frente ao Plaza Shopping, em Recife (PE), devido ao evento Fazendinha no Plaza, que leva animais para o local e os expõe como se fossem objetos para entreter o público. Fantasiados de animais, os manifestantes pediram o fim da “exploração e objetificação dos animais”. Aproximadamente 30 pessoas participaram do protesto, segundo o shopping.

Foto: Thais Toledo/TV Globo

Um dos ativistas usava uma fantasia de vaca e outro estava com uma máscara de cavalo no rosto. Através das redes sociais, eles afirmaram que a exploração dos animais no evento contraria “todos os comportamentos naturais de sua espécie” e que “todos os animais possuem necessidades muito específicas e complexas.” As informações são do G1.

O objetivo do ato, segundo os manifestantes, é conscientizar a população “de que os animais não devem ser utilizados durante eventos de entretenimento, pois esta prática é considerada exploratória e opressora”.

O shopping se manifestou por meio de nota e disse que reafirma “o respeito à opinião e ao direito de manifestação do grupo” e que segue, “com rigor, as regras estabelecidas pelos órgãos competentes para a realização do evento.” O Plaza se ateve aos cuidados veterinários, que o estabelecimento alega ofertar aos animais, para defender a manutenção da Fazendinha no local, ignorando o apelo dos ativistas, que lutam contra qualquer tipo de exploração, inclusive aquela feita sem a prática de violência, mas que reduz os animais a objetos a serem levados de um lugar a outro, sendo submetidos ao estresse do transporte, para ficar num ambiente inadequado com o intuito de gerar lucro ao entreter o público.

Foto: Thais Toledo/TV Globo


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Intenção de Bolsonaro de rever taxa para visitar Fernando de Noronha (PE) ameaça o meio ambiente

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que vai rever uma taxa ambiental cobrada para visitar o Parque Nacional Marinho, do qual fazem parte algumas das praias mais famosas de Fernando de Noronha (PE), como a do Sancho e a Baía dos Porcos. A declaração do presidente expõe mais uma ação de desmonte das políticas de proteção ambiental promovida pelo governo. Atualmente, os turistas brasileiros pagam R$ 106 para visitar o local e os estrangeiros desembolsam R$ 212 – valores válidos por dez dias.

Morro dos Dois Irmãos, em Fernando de Noronha (Foto: Fábio Seixo / Agência O Globo)

O parque é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente, e a taxa cobrada para visitação, além do controle rígido do número de visitantes, para que não exceda o permitido, são ações importantes para garantir a manutenção do local e proteger a fauna e a flora. Além dessa cobrança, para entrar em Fernando de Noronha o turista também paga a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada e arrecadada pelo Governo Estadual de Pernambuco. O valor, usado para administrar a ilha, varia de acordo com a quantidade de dias que o visitante permanece em Noronha e começa em R$ 73,52, segundo informações do jornal O Globo.

Ao criticar a taxa, Bolsonaro afirmou que o valor dela “explica porque quase inexiste turismo no Brasil”. Os dados divulgados pelo portal oficial do Ministério do Turismo, no entanto, desmentem o presidente. Isso porque, em 2018, os turistas gastaram US$ 5,9 milhões em viagens pelo Brasil.

“Isso é um roubo praticado pelo GOVERNO FEDERAL (o meu Governo). Vamos rever isso”, escreveu o presidente ao criticar a taxa instituída em 2012 por uma portaria do Ministério do Meio Ambiente.

Projeto Tamar presta atendimento à tartaruga (Foto: Eduardo Vessoni)

Não satisfeito em atacar a medida que visa a proteção do parque, Bolsonaro ainda pediu que a população “denuncie práticas porventura semelhantes em outros locais”, deixando claro que pretende estender o desmonte das políticas ambientais para outras regiões.

O ICMBio e o Ibama foram procurados para comentar a declaração de Bolsonaro, mas não se posicionaram e deram a orientação de que o Ministério do Meio Ambiente fosse consultado. A pasta, por sua vez, não respondeu ao questionamento até a publicação da reportagem. O governo de Pernambuco disse que não se pronunciaria.

Santuário para espécies ameaçadas

Reconhecido e tombado, em 2001, pela UNESCO como Patrimônio Natural Mundial da Humanidade, o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PARNAMAR-FN) foi criado em 14 de setembro de 1988 para proteger os animais, os ecossistemas e os demais recursos naturais da região.

Piscina natural na Trilha dos Abreus (Foto: Eduardo Vessoni)

A área, segundo o parque, é considerada uma das mais importantes para a reprodução de aves marinhas do Atlântico e funciona como “um refúgio perfeito para diversos grupos ameaçados de extinção, como cetáceos (baleias), tartarugas, ouriço-satélite, coral-de-fogo e tubarão-limão”.

O parque abriga aproximadamente 230 espécies de peixes e 15 de corais. Também vivem no local golfinhos-rotadores e várias espécies de tubarões e raias.

Suspensão de taxa compromete parque

Ambientalistas denunciam que a suspensão da taxa cobrada para que visitantes acessem o parque comprometeria ainda mais a já insuficiente infraestrutura do local.

De acordo com o professor do Instituto Oceanográfico da USP e responsável pela Cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos, Alexander Turra, o fim da taxa tem caráter populista e pode afetar o meio ambiente de maneira negativa.

“Se há uma taxa de turismo e limitação de acesso de pessoas, é porque esse instrumento de gestão está adequado e dimensionado de acordo com a capacidade de esgoto, de água do local. Sem isso, há risco para o meio ambiente”, disse Turra, em entrevista ao jornal O Globo. “O que compromete o turismo no Brasil não são as taxas, cujas cobranças são feitas em poucos parques. O problema do turismo é a falta de estrutura, saneamento, coleta do lixo, que é o que faz com que as praias percam qualidade e se tornem impróprias”, completou.

Trilha do Piquinho, localizada na ilha de Fernando de Noronha (Foto: Eduardo Vessoni)

Além de prejudicar o parque, a declaração do presidente contraria uma política do próprio Ministério do Meio Ambiente, conforme explicou a diretora Executiva da Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, Angela Kuczach. Isso porque a pasta defende concessões para administração de parques e o ministro Ricardo Salles anunciou, inclusive, que pretende fazer 20 novas concessões até o final de 2019.

“Quando Bolsonaro fala do acesso à Praia do Sancho, está falando do valor pago para chegar naquelas áreas através do serviço prestado por uma concessionária, que é exatamente a agenda que o Ministério do Meio Ambiente vem defendendo”, disse. “Ainda sobre as concessionárias, o valor é este porque foi feito um estudo de viabilidade econômica para determinar que aquela área poderia ser concessionada, foi aberto um edital. Não é algo que saiu da cabeça de alguém. Teve todo um processo que ele parece desconhecer”, acrescentou.

Pousadeiros são contra extinção da taxa

A Associação dos Pousadeiros de Fernando de Noronha criticou a decisão de Jair Bolsonaro de rever a taxa cobrada para acessar o Parque Nacional Marinho e se posicionou contra a declaração do presidente de que “quase inexiste turismo no Brasil”.

Pousada com vista para a Baía do Sueste (Foto: Eduardo Vessoni)

“Não dá pra encher a ilha de visitantes como quer o presidente. Precisamos alertar que é necessário controlar o número de pessoas”, disse Ivan Costa, presidente da Associação dos Pousadeiros, em entrevista à revista Época. “Somos contra cobrar mais caro dos estrangeiros. Deveria ser o mesmo valor para todos. Mas o ingresso garante que a manutenção do parque seja realizada por uma concessionária que cuida, por exemplo, dos acessos às praias”, completou.

O empresário José Maria Coelho, de 63 anos, explicou ainda que o aumento do número de turistas na ilha esbarra também na infraestrutura local.

“Sabe qual é o principal problema de Noronha? É a água. Obtemos por meio de poços artesianos ou pelo processo de dessalinização. É uma capacidade limitada que não daria conta de um aumento repentino do número de pessoas na ilha”, afirmou Coelho.

Morro Dois Irmãos (Foto: Eduardo Vessoni)

De acordo com o empresário, o fornecimento de energia elétrica é outra vulnerabilidade da ilha que impede o aumento do número de visitantes no local. “Quase 95% da energia vem de uma termelétrica existente em Noronha. Um aumento do consumo de energia também precisa ser levado em consideração se a ideia for aumentar a presença de turistas”, disse.

“O governo tem todo o direito de revisar os valores. Não acho que o cancelamento seria a solução ideal. Mas, com taxa ou sem taxa, é preciso ter um controle e dimensionar a entrada de pessoas, porque existe uma limitação na ilha para receber os turistas”, finalizou.


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Inauguração de parque para animais está prevista para setembro em Olinda (PE)

A Prefeitura de Olinda (PE) realizou uma reunião de estudo para debater a implantação do primeiro parque de bem-estar animal da cidade, chamado popularmente de “Parcão”. O projeto deve ser implementado em agosto em uma área de 405m² na Praça Vitoriano Regueira. A inauguração deve ser feita em setembro.

Foto: Pixabay

Uma parceria da prefeitura com a iniciativa privada permitirá a construção do Parcão. De acordo com informações da assessoria de comunicação da prefeitura, o local deve contar com circuito de agility para que os animais façam atividade física, setor para adestramento e ambiente para convivência entre animal e tutor.

No encontro, realizado na Prefeitura de Olinda, estiveram presentes o prefeito, Professor Lupércio, o vice-prefeito, Márcio Botelho, o arquiteto André Luiz Corrêa Santos, a idealizadora do projeto Kamila Rangel, que também executa ações educativas com animais, e representantes de empresas do segmento, como Patrícia Alves, do Hospital Veterinário 4 Patas.

“Essa iniciativa vai beneficiar a população olindense que ainda não conta com um local apropriado para lazer dos animais. A previsão é que possamos inaugurar ainda no mês de setembro deste ano, com a realização de um grande evento no segmento animal na cidade”, revelou Rinaldo Silva (Guiguinho), que coordenou o encontro.


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Ativistas dos direitos animais realizam intervenção no Centro do Recife (PE)

Na última semana, ativistas dos movimentos 269life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste aproveitaram a manifestação contra os cortes na Educação para realizar uma intervenção pelos direitos animais no Centro do Recife (PE).

A intervenção dos ativistas começou na Rua da Aurora, em Boa Vista, seguindo pela Avenida Conde da Boa Vista até a Avenida Guararapes, no centro do Recife (Foto: 269life Nordeste/Vozes em Luto Nordeste)

Além de distribuição de panfletos, os ativistas conversaram com os manifestantes e passantes sobre liberação da caça, desmatamento, rodeios e vaquejadas, e também a respeito da alimentação baseada na exploração e morte de animais.

“A intervenção não teve cunho político partidário, mas sim o objetivo de conscientizar as pessoas a respeito da situação dos animais no Brasil. Foi uma ação muito proveitosa, gerou curiosidade e estimulou a adesão de participantes da manifestação”, informa Hapha, do 269Life Nordeste.

A intervenção dos ativistas começou na Rua da Aurora, em Boa Vista, seguindo pela Avenida Conde da Boa Vista até a Avenida Guararapes, no Centro do Recife.

Fonte: Vegazeta


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Mais de 140 tartarugas marinhas nascem na Praia do Janga, em Paulista (PE)

A areia da Praia do Janga, em Paulista, no Grande Recife, foi o local de nascimento de 146 tartarugas-de-pente, na tarde do sábado (18).

Foto: Jorge Macrino/Prefeitura do Paulista/Divulgação

A eclosão dos ovos e o primeiro contato dos animais com a água atraíram a atenção de moradores e banhistas e foram monitorados pelo Núcleo de Sustentabilidade do município.

Segundo a Secretaria Executiva de Meio Ambiente de Paulista, esse foi o maior nascimento de tartarugas-de-pente da temporada. Contribuíram fatores como o ninho estar localizado em uma área sem rescaldo de água e com temperatura favorável, de acordo com a prefeitura.

Mais nascimentos

Também no Grande Recife, mas na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, nasceram mais de 120 tartarugas-de-pente em 24 de abril de 2018. Os animais foram monitorados pela Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Gestão Urbana do município até serem levados pelas ondas.

Em 5 de abril de 2018, mais de 130 ovos de tartarugas-de-pente eclodiram na mesma praia. A área do nascimento foi isolada por uma equipe da prefeitura para evitar que banhistas interferissem no trajeto dos animais até o mar.

Fonte: G1

Polícia procura casal que abandonou cadela idosa e doente no lixo em PE

Uma cadela idosa e doente foi abandonada por um casal em um ponto de descarte de lixo em Piedade, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Câmeras de segurança registraram o crime. A polícia tenta, agora, identificar os criminosos.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Da raça rottweiler, a cadela foi deixada sob o sol. Bastante debilitada, ela foi resgatada por moradores do local, mas morreu logo em seguida. As informações são do portal OP9.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma), em Água Fria, Zona Norte do Recife, onde um boletim de ocorrência foi registrado.

Testemunhas afirmam que, antes de abandonar o animal, o casal procurou uma clínica veterinária para sacrificá-lo, mas recebeu uma resposta negativa.

Nas imagens registradas pelas câmeras de segurança, é possível ver um homem e uma mulher caminhando em direção a um terreno baldio, transportando a cadela em um carrinho de mão. Ao chegar no local, o homem despeja lentamente o animal no chão e vai embora, na companhia da mulher.

A linha de investigação do caso é de maus-tratos a animais, que tem como punição até um ano de detenção, além de multa. O crime está previsto na Lei de Crimes Ambientais.

O boletim de ocorrência foi feito por um protetor de animais, na companhia da vereadora Goretti Queiroz (PSC), que é ativista da causa animal. “Vamos pedir total empenho na identificação dos criminosos. Isso é crime e queremos que a lei seja cumprida. A gente sabe que o animal tem sentimentos, ele sabe que está sendo abandonado e isso é que dói mais”, afirmou a parlamentar, que disse ainda ter ficado chocada com o caso.