Baleia e seu filhote morrem após ficarem presos em rede de pesca

Por Rafaela Damasceno

Uma baleia cachalote e seu bebê morreram após ficarem presos em uma rede de pesca que flutuava pela água junto com todos os outros lixos presentes no mar. A cachalote media cerca de seis metros e morreu tentando salvar seu bebê. Eles foram encontrados na costa oeste da Itália, no mar Tirreno.

Uma baleia cachalote e seu filhote nadando no mar

Imagem ilustrativa | Foto: Ciências resumos

Os machos cachalotes podem chegar a 20 metros de comprimento e pesar até 45 toneladas, enquanto as fêmeas podem chegar a 17 metros e pesar 14 toneladas. São considerados os maiores mamíferos com dentes do mundo e seus cérebros são os maiores entre todos os seres vivos.

“Isso é culpa nossa”, disse a presidente do grupo ambientalista Marevivo, Rosalba Giugni, à AP News. “A morte desses dois gigantes do mar é uma perda para a nossa herança natural, mas saber que a culpa é nossa torna tudo ainda mais trágico”.

Para ela, mudar apenas os pensamentos não é o suficiente. Uma pessoa tem que mudar todas as suas crenças para entender e realmente sentir que, ao prejudicar o meio ambiente, está prejudicando a si mesma e a todos os outros.

Este infelizmente não é o primeiro caso de animais marinhos mortos pela poluição dos oceanos. No começo de 2019, uma baleia foi encontrada morta nas Filipinas com aproximadamente 40 kg de sacolas plásticas em seu estômago, segundo a necrópsia.

“Ações devem ser tomadas pelo governo contra aqueles que tratam os oceanos como lixeira”, declarou um comunicado do Museu Coletor de Ossos.


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Animais são encontrados mortos em Porto Belo (SC)

Por Rafaela Damasceno

Na praia da Vieira, em Porto Belo, um golfinho, uma tartaruga e um pinguim foram encontrados mortos. O golfinho estava sem a cauda e todos os animais possuíam ferimentos que parecem ter sido causados por uma rede de pesca.

Golfinho morto na praia, ferido e sem cauda

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O Grupo de Operações e Resgate (GOR) os encontrou após ser acionado pelo Corpo de Bombeiros, para verificar apenas o golfinho. Depois de chegar ao local, foi abordado por pessoas que informaram a presença do pinguim e da tartaruga.

Tartaruga morta na praia

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

“A gente suspeita que a tartaruga e o golfinho tenham ficado presos na mesma rede. O pinguim está morto há mais tempo e provavelmente ficou preso em uma rede também, porque aqui tem várias redes ilegais”, explicou o presidente do grupo, Pedro Henrique da Silva, em entrevista ao G1.

Pinguim morto sobre a grama

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O GOR informou que outro golfinho foi encontrado morto na mesma praia apenas uma semana antes. A Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Porto Belo anunciou que ações estão sendo realizadas para recolher melhor as redes de pesca e educar os pescadores sobre as consequências delas.

A equipe de resgate sugere às pessoas que, se encontrarem animais mortos nas praias, devem ligar para o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar ou o Projeto de Monitoramento de Praias (0800 642 3341).


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Vídeo mostra golfinhos presos em redes de pesca

Um vídeo postado na internet mostrando vários golfinhos capturados em uma rede por pescadores de atum na Tailândia atraiu não só a atenção dos internautas, mas de cientistas marinhos, do departamento de recursos naturais e também do ministro do Meio Ambiente do país.

O vídeo de cinco minutos publicado online pelo apresentador Anuwat Fuangthongdeng incluía a voz de um homem falando em tailandês que ordenava à sua tripulação que retirasse alguns golfinhos do mar e os carregasse a bordo do barco.

O cientista marinho Thon Thamrongnawasawat também compartilhou o clipe e escreveu que ficou comovido com as imagens do grupo de golfinhos capturados em uma rede de pescadores de atum de cauda longa.

O ministro Varawut Silpa-archa, que será empossado na terça-feira, disse que viu o vídeo, em que pescadores transportavam cerca de 10 golfinhos presos em uma rede de pesca, carregando-os em seu barco de pesca e soltando-os no mar.

“Os golfinhos podem ter ficado presos quando seguiram o barco e tentaram comer o atum preso na rede”, disse ele.

“As autoridades deveriam agir contra os responsáveis e tentar conscientizar a população de pescadores sobre a importância da conservação das espécies”, completou o ministro.

Foto: Facebook/DMCRTH

Foto: Facebook/DMCRTH

Comentários nas mídias sociais condenaram fortemente os pescadores por permitir que os golfinhos fossem capturados em suas redes.

Tup Meesupwatana escreveu que, sob a regulamento das práticas internacionais, os pescadores teriam que abrir suas redes e libertar os golfinhos presos.

Duangruethai Reokarn escreveu em um comentário que ficou imensamente impactado pela imagem dos golfinhos imóveis e presos.

Cherry Bun escreveu em outro comentário que as leis não podem fazer nada sobre tal incidente.

Sureerat Thongsamrikthi comentou que não havia gentileza alguma para com os golfinhos.

O Departamento de Pesca disse que o vídeo mostra o barco de pesca Sor Pornthep Nawee 9. O proprietário tailandês vendeu o barco para um malaio em junho de 2017.

Ele deixou a província de Pattani, no sul da Tailândia, e foi registrado na Malásia. O barco agora operava em águas da Malásia, informou o departamento responsável.

Uma investigação foi instaurada para localizar e punir os responsáveis pelos maus-tratos.

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Foca grávida é encontrada morta com um tiro no coração

Foto: SWNS

Foto: SWNS

O corpo de uma foca grávida foi encontrado em um banco de lama de um rio na quinta feira última (5), autoridades da vida selvagem apuraram que o animal foi baleado no coração por um rifle.

A descoberta anterior dos corpos de outras duas focas grávidas nos remansos do Canal Walton, em Essex, na Inglaterra no início do ano, provocou indignação e um apelo público pedindo que seus assassinos fossem encontrados.

Suspeita-se que os animais foram mortos por pescadores que estavam com raiva das focas por elas estarem interferindo em sua pescaria.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

Uma recompensa de £ 3.000 (cerca de 14 mil reais) também foi oferecida pela Sea Shepherd UK, uma ONG de conservação que visa prevenir e desencorajar a matança de focas.

Agora, o grupo voluntário Essex Marine Mammal Resgate e Pesquisa anunciou as descobertas de um post-mortem – ou necropsia – no corpo de uma das focas.

Um porta-voz do grupo disse: “Em janeiro, duas focas mortas foram encontrados com o que parecia ser ferimentos de bala. “Uma das focas foi levada para o Programa de Investigação de Encalhe de Cetáceos (CSIP) para uma necropsia a ser realizada.

Foi confirmado que todas as suposições sobre a morte das focas estavam de fato corretas.

Um relatório escrito por Rob Deaville da CSIP afirma: “Esta foca adulta estava em muito bom estado nutricional na morte e também estava grávida de um feto de dois a três meses.

Foto: SWNS

Foto: SWNS

“Foi relatado que ela encalhou no canal junto com outra foca e vários relatórios ligaram as mortes a tiros”.

“O exame constatou que a causa da morte era consistente com tiro, com uma única entrada da bala entre as nadadeiras”.

“A bala penetrou parte do coração e a borda do pulmão esquerdo. A bala foi recuperada durante o exame e parecia estar praticamente intacta”.

“O projétil foi provisoriamente identificado como sendo de uma arma calibre 22 e foi retida para análise”. Tony Haggis, que realiza tours pelos remansos dos canais de agua doce, encontrou as focas mortas na época.

Ele disse: “É tão triste, eu espero 12 meses para ver as mães focas darem à luz”.

“Acreditamos que quatro focas foram vistas mortos na água por pescadores, mas apenas duas foram encontradas mortas.

“Infelizmente eles não têm evidências de quem fez isso e o assunto esfriou.

Foto: Hugh Ryono

Foto: Hugh Ryono

“Mas uma vez que foi tornada pública a morte das focas, quem quer que tenha feito isso sabe que todo mundo está olhando e vigiando”.

Tony disse que atualmente aparecem muitos filhotes de focas mortos nos remansos dos rios, embora ele acredite que alguns nasceram prematuros e morreram, o que ele diz ser causado por pessoas que perturbam e incomodam as mães.

Ele acrescentou: “Eu tento dizer às pessoas para manter distância e não perturbá-las, é muito importante que elas possam descansar.

“É uma atitude de respeito.”

Um porta-voz da RSPCA disse: “Aplaudimos os esforços para tentar descobrir o que aconteceu com as focas e aguardamos que os criminosos sejam pegos o quanto antes”.

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Proposta cruel de pesca para entretenimento é adiada para 2020 em MS

A proposta da “cota zero” para a pesca no Mato Grosso do Sul, que obriga pescadores amadores a devolver ao rio os peixes após pescá-los foi adiada para 2020 devido à pressão de empresários do ramo do turismo.

Foto: Pixabay

“O que é a prática do ‘pesque e solte’? É você fisgar o peixe, você fotografar, e soltar o peixe novamente”, explicou ao G1 Ricardo Senna, secretário-adjunto da Secretaria de Meio Ambiente Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso do Sul (Semade).

O objetivo da “cota zero” é diminuir o número de peixes mortos, para reduzir o impacto sobre as espécies. A medida, no entanto, é extremamente cruel, já que coloca o peixe como um objeto a ser usado para entreter seres humanos, que irão retirá-lo da água apenas para fazer uma fotografia. Neste processo, o peixe, que é fisgado por uma isca, fica ferido e sofre com asfixia, devido aos minutos que permanece fora d’água.

Os protestos dos empresários, no entanto, fizeram o governo estadual recuar e publicar um decreto que, ao invés de zerar a cota, apenas a reduziu de dez quilos para cinco quilos de peixe pescado. A nova medida também autoriza que os turistas continuem levando para casa um peixe e cinco piranhas.

De acordo com os governos estaduais, quase 100 mil pescadores frequentam os rios do Pantanal, que abrange os estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Em 2018, 81.689 licenças de pesca amadora foram concedidas nos dois estados. Em 2019, foram 14.413.

Pescadores com licença profissional podem retirar até 125 quilos de peixe por semana do rio, respeitando tamanhos mínimos e máximos de cada animal, mas não podem cortar os peixes, que são registrados em guias de pesca e comercializados em peixarias, restaurantes e hotéis. Os turistas, que fazem a pesca amadora, também precisam registrar os peixes que capturam.

As guias de pesca são avaliadas pelas polícias ambientais para controlar a quantidade de peixes de cada espécie que é retirada dos rios. Se um pescador não apresentar documentação de origem do peixe capturado, ele pode ser multado.

Além dos pescadores profissionais e amadores, há também na região pescadores compostos pela população ribeirinha.

A pesca para consumo humano, comércio ou entretenimento, faz com que os peixes vivam inúmeras situações de maus-tratos. Machucados pelo anzol, eles são retirados da água e sofrem asfixia. Os que não são devolvidos ao rio sufocam até a morte.


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Pescadores jogam rojão em leões-marinhos no Canadá

Foto: Reprodução/NOAA

Foto: Reprodução/NOAA

Imagens de vídeo que estão circulando nas mídias sociais mostram um pescador na Columbia Britânica (Canadá) jogando um dispositivo explosivo entre dezenas de leões-marinhos que descansam na superfície da água, espalhando imediatamente os mamíferos assustados.

As imagens causaram revolta entre os defensores dos direitos animais e provocaram uma investigação por parte das autoridades canadenses, Segundo os autores da filmagem, a intenção da publicação era mostrar a extensão de uma “invasão” de leões-marinhos, o que segundo eles, estaria ameaçando a subsistência dos pescadores.

A empresa de excursões Campbell River Whale & Bear postou o vídeo no Facebook quarta-feira com a legenda: “Este vídeo foi filmado no fim de semana em um navio comercial que aguardava a inauguração da Commercial Herring (Temporada do Arequenque). Estou publicando esse vídeo para que o público saiba que isso vêm acontecendo repetidamente nesse mesmo momento em Comox, Denman Island e Hornby Island. Acreditamos que este vídeo foi filmado pela, BC Balance Pinniped Society (Sociedade do Equilíbrio de Pinípedes) que está tentando provocar um abate de 50% de pinípedes (família de leões-marinhos, lobos-marinhos, focas e morsas) na costa da Colúmbia Britânica e do Canadá. Esse comportamento é 100% ilegal e vai contra a lei de Diretrizes de Mamíferos Marinhos”.

A Pacific Balance Pinniped Society postou a filmagem na terça-feira na página do seu grupo no Facebook. O grupo afirmou que o dispositivo “bear banger”(rojão de urso) foi usado para espalhar os leões marinhos que estavam sentados sobre um banco (aglomeração) enorme de arenque.

A Sociedade quer que o Departamento de Pesca e Oceano do Canadá permita a venda comercial de carne de leão-marinho. O grupo acredita que um extermínio substancial permitiria a recuperação de vários pescadores e criaria condições de pesca mais seguras e produtivas.

O post do Facebook da sociedade, escrito por Thomas Sewid, começa descrevendo a cena antes que o dispositivo explosivo fosse lançado: “É com isso que os barcos de pesca de arenque estão lidando à noite agora. Teoricamente, a escuridão traz o arenque à superfície, o que facilita a sua captura. Os barcos de pesca devem lançar argolas com redes e arrastar cerca de 50 quilos de arenque para conseguir um conteúdo substancial de ovas das redes.

“Visto que há um número tão alto de leões-marinhos residente na Colúmbia Britânica e milhares de leões-marinhos invasores da Califórnia, a pesca do arenque está sendo prejudicada por eles. Essa enorme quantidade de leões-marinhos mergulhando ao redor de cardumes de arenque os assusta e eles vão para o fundo do mar. Isto faz com que os pescadores nos barcos não consigam pegar o arenque, pois eles nadam muito profundamente para serem alcançados pelas redes”.

A CBC identificou o pescador que jogou o dispositivo como Allan Marsden, e informou que o Departamento de Pesca e Oceano canadense está investigando e pode acusá-lo formalmente.

O DFO declarou em um tweet: “Lembrete: É ilegal perturbar #focas, #leões-marinhos ou outros mamíferos marinhos. Isso inclui o uso de rojoões, ´bombas de foca´ (dispositivos sonoros) ou outros tipo de explosivos ”.

Andrew Trites, que dirige o departamento de pesquisa de mamíferos marinhos da Universidade de British Columbia, disse sobre o vídeo: “Jogando uma banana de dinamite ao lado da cabeça de um animal, você vai estourar o tímpano dele. Se estiver perto do seu olho, você pode cegá-lo”.

“Eu ouvi eles dizerem no vídeo que aquilo não machucava o animal. Se esse é o caso, eu os desafiaria a segurar o bastão na mão, acendê-lo e vamos filmá-lo para ver o que acontece”, concluiu ele.

foca morta

Duas focas grávidas são mortas a tiros por pescadores

Um barqueiro chamado Tony Haggis, de 67 anos, encontrou duas focas mortas a tiros perto de uma praia em Essex, Inglaterra. As focas tinham cerca de cinco anos de idade e ambas estavam grávidas por aproximadamente três meses. As feridas mostraram a arma do crime foi um rifle de calibre 22.

foca morta

Foto: Sea Sheperd UK

As imagens das focas mortas tiveram grande repercussão entre a população e causaram uma intensa revolta contra os criminosos, que ainda não foram identificados. A Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA) está investigando o caso e oferece uma recompensa de 3 mil euros para quem tiver informações sobre os responsáveis pela crueldade.

Haggis disse que encontrou os corpos perto do Canal Walton, numa pequena enseada que se conecta com o Mar do Norte, na costa de Essex, na última segunda-feira (07/01). A área é comumente povoada por focas-comuns e focas-cinzentas.

“Não acho que a raiva tenha saído de mim ainda. Há uma grande chance de que tenham atirado em mais animais e nós ainda não tenhamos encontrado os corpos,” disse Haggis, que dirige uma empresa de turismo com foco na vida selvagem, a Walton-on-the-Naze.

Foto: Sea Sheperd UK

“A primeira tinha um metro e meio de comprimento e virei-a para examiná-la. Ela estava saudável. A outra se encontrava exatamente na mesma condição. Pela minha experiência e conhecimento sobre esses animais, elas estavam em torno de três meses de gravidez.”

Haggis suspeita que os pescadores do Canal Walton atiraram nas focas para impedi-las de comer os peixes. Ele disse que esta não é a primeira vez que ele encontrou uma foca morta a tiros. “Existe uma lei que permite que os pescadores comerciais atirem nas focas se elas interferirem na pesca.”

Rob Read, da Sea Shepherd UK, disse: “Espero que toda essa publicidade em torno do caso dessas focas acabe de vez com essa prática.” No entanto, se houver mais casos semelhantes a este, a organização considerará a instalação de uma equipe para vigiar os animais e capturar os responsáveis.