Cachorrinha pit bull abandonada em pet shop há quatro anos ainda aguarda por um lar

Foto: Sam Taylor

Foto: Sam Taylor

Quando um filhote de pit bull chamado Eva entrou em um petshop para tomar banho no Queens (EUA), ela não tinha ideia de que logo aquele lugar se tornaria sua casa.

De acordo com o tutor de Eva, o gerente do prédio não permitiria mais que ele a mantivesse no apartamento. Em vez de encontrar uma nova casa para ela, ele a deixou temporariamente no salão.

Nos últimos três anos, Eva viveu em uma caixa estreita, sem nada para esperar, exceto a visita ocasional de seu tutor. Até que, eventualmente, as visitas pararam – e também o pagamento pela hospedagem.

Foto: Sam Taylor

Foto: Sam Taylor

Quando Sam Taylor ouviu pela primeira vez a história Eva por um amigo, ele mal podia acreditar no que a cachorrinha de quase 4 anos já tinha passado em sua curta vida.

“Eva não sabe de mais nada. Ela viveu sua vida nesta pequena gaiola no porão”, disse Taylor ao The Dodo. “Toda a situação realmente chegou a mim até o ponto em que pensei: ‘Eva precisa de uma casa imediatamente. Isso é loucura'”.

Desde que Eva foi abandonada, os funcionários da pet shop cuidaram do cão sem-teto – alimentando-a, caminhando com ela e até mesmo vacinando-a.

Mas os recursos são limitados quando se trata de dar amor e atenção a Eva. Os funcionários tentavam passar um tempo com ela nos intervalos, mas à noite, Eva é deixada sozinha no porão.

Quando a loja abre novamente no dia seguinte, Eva está sempre feliz e ansiosa para ver as pessoas.

Foto: Sam Taylor

Foto: Sam Taylor

“Eva é tão doce quanto possível apesar de sua terrível provação”, disse Taylor, “calma, paciente, inteligente, amigável. É difícil imaginar a circunstância que levaria alguém a abandonar um cachorro tão especial”.

O único problema é que a vida solitária de Eva não lhe deu a chance de socializar com outros animais. “Há tantas coisas novas para ela”, disse Taylor. “Ela realmente não sabe como reagir em torno de outros animais – ela é ótima com as pessoas – super doce e dócil. Mas quando ela anda, ela tem energia e esse instinto de filhote de cachorro.”

“Ela só não teve a chance de ser um cachorro”, acrescentou.
Taylor pediu ajuda para abrigos de animais na área dos três estados, mas até agora ninguém conseguiu encontrar espaço para Eva. Agora ele mudou sua busca para encontrar Eva como uma casa e uma família, onde ela possa finalmente aprender o que é ser amada de verdade.

“Ela é muito inteligente e um completo encanto – um tutor experiente não teria problemas com ela”, disse Taylor. “Ela é amigável e se sente confortável em torno de homens e mulheres. Tudo o que queremos é encontrar alguém com um pouco de experiência, tempo e paciência para deixar Eva viver uma ‘vida de cachorro’ que ela tanto deseja e merece”.

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Incêndio em pet shop mata mais de 30 cães e gatos no Japão

Um incêndio destruiu uma pet shop e matou mais de 30 animais, entre cachorros e gatos, no Japão. A loja atingida pelas chamas fica em Yashiro, na cidade de Gifu, e o caso aconteceu nesta sexta-feira (2).

Foto: Pixabay

O fogo foi descoberto por um dos familiares do proprietário da Pet Shop Amin. Morador de um imóvel localizado nas proximidades da loja, ele percebeu que o local sofria um incêndio por volta das 5h30 e acionou o Corpo de Bombeiros.

A pet shop fica em um sobrado de madeira de dois andares que foram completamente consumidos pelas chamas. As informações são da CBC TV e da CTV.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e levou cerca de uma hora para conseguir apagar o fogo. Foram localizados oito focos de incêndio na loja. Apesar da ação dos bombeiros, não foi possível salvar a vida dos mais de 30 animais que estavam no local. Não houve vítimas humanas.

A corporação acredita que o fogo tenha se iniciado no primeiro andar, já que essa foi a área da loja que sofreu maior destruição. A causa do incêndio será investigada por peritos e pelo Corpo de Bombeiros.

Os bombeiros perceberam que o primeiro andar queimou mais, por isso, levam em consideração que tenha começado nesse piso.


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Onça resgatada em pet shop se recupera e deve ser solta na natureza na Argentina

Uma onça-pintada que foi resgatada em agosto de 2019 em uma pet shop em Sorriso (MT), quando ainda era filhote, recuperou-se após passar por um período de reabilitação. O animal deve ser levado para a Argentina para ser devolvido à natureza.

Foto: Rauzito Coimbra

Os funcionários da pet shop chamaram o Corpo de Bombeiros após um morador da cidade levar o filhote, que tinha entre 2 e 3 meses, até o estabelecimento. Na época, os militares cogitaram a possibilidade da mãe da onça ter sido morta por um caçador. As informações são do G1.

Em junho deste ano, após 10 meses de cuidados no hospital veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a onça foi levada para um centro de reabilitação de animais em Goiás (GO). A transferência foi realizada, segundo a médica veterinária do hospital Elaine Dione, porque o animal já havia crescido o suficiente para retornar à natureza. No período em que a onça que esteve em Mato Grosso, uma parceria foi firmada entre a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e uma clínica para garantir os cuidados ao animal, que foi monitorado por vídeo e câmeras noturnas.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

A onça-pintada foi levada para Goiás para receber um tratamento de aprendizagem para que a reintrodução ao habitat possa ser feita. A operação de transferência contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Atualmente, o animal está sendo mantido em cativeiro, mas deve ser transferido em breve para uma floresta na Argentina.

De acordo com Elaine, a onça tem cerca de um ano de vida e integra um programa do ICMBio que reabilita animais para reintegrá-los à natureza, contribuindo para o desenvolvimento da espécie, que que está ameaçada de extinção.

Foto: Arquivo pessoal


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Dezenove gatos são abandonados presos em carrinho de supermercado

Uma câmera de segurança de uma pet shop flagrou o abandono de 19 gatos no bairro Rebouças, em Curitiba, no Paraná. O caso aconteceu no último domingo (2) e os animais foram deixados dentro de um carrinho de supermercado, presos por uma tela de arame. O carrinho foi colocado embaixo de uma cobertura da Casa do Produtor. Os proprietários da pet shop vão registrar o crime em uma delegacia da Polícia Civil.

Foto: Adriane de Melo/Reprodução

Usando um guarda-chuva para impedir que o rosto fosse filmado pela câmera, uma pessoa passa em frente ao estabelecimento comercial empurrando o carrinho. Após caminhar até metade da quadra, ela volta e abandona os gatos.

“A pessoa foi até a metade da quadra para ver se não tinha ninguém na loja ou no estacionamento ao lado”, conta o dono da pet shop, Adriani de Melo, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo. “Quem deixou os gatinhos aqui sabia que tínhamos câmeras de segurança. Por isso usou um guarda-chuva para esconder o rosto”, completa.

Outros casos de abandono já ocorreram no local, porém, segundo Melo, nunca tantos animais foram abandonados de uma só vez. “A população sabe que nós oferecemos os cuidados necessários e deixam aqui na frente para cuidarmos e doarmos”, afirma.

Até a manhã de terça-feira (4), 14 gatos já tinham sido adotados. Os outros 5 aguardam adoção. De acordo com Melo, os animais não estão doentes, o que agilizou a adoção. “A única coisa que constatamos é que eles estão um pouco desnutridos. Mas todos os exames de doenças deram negativos”, explica. Ele lembra que os gatos precisam de vacinação e de boa alimentação para que se recuperem da desnutrição.

Interessados em adotar os gatos que ainda procuram um lar devem comparecer a Casa do Produtor, na Rua Engenheiro Rebouças, 1826, no bairro Rebouças.

Abandonar animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais e tem como punição detenção de três meses a um ano, além de multa.


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Jovem é suspeita de matar cachorro em petshop de Assis Chateaubriand (PR)

Uma funcionária de uma pet shop é suspeita de matar um cachorro da raça Yorkshire em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, na quinta-feira (30). Segundo a Polícia Civil, a jovem, de 19 anos, disse que teve uma crise nervosa.

“Ela alegou que ficou nervosa quando dava banho no animal porque teria sido mordida. Ela pegou o cachorro e bateu a cabeça dele em um balcão”, contou o delegado André Mendes.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

A jovem suspeita do crime, a proprietária do pet shop e a tutora do animal prestaram depoimento à Polícia Civil ainda na quinta-feira. Os nomes das três mulheres não foram divulgados pela polícia.

Depois de prestar depoimento, a jovem assinou um Termo Circunstanciado por maus-tratos contra animais com agravante de morte, e foi liberada. Ela deve participar de uma audiência no fórum criminal de Assis Chateaubriand.

A Polícia Civil solicitou imagens de câmeras de segurança da petshop para poder concluir o inquérito.

Esse foi o segundo caso de crime de maus-tratos investigado pela Polícia Civil em um período de 15 dias. Há duas semanas, um homem matou um cachorro para se vingar da ex-mulher. Ele alegou que estava drogado quando decidiu enforcar o animal dentro de casa. O caso foi encaminhado à Justiça.

Fonte: G1


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Lei que obriga estabelecimento do ramo animal a denunciar maus-tratos entra em vigor em MT

A Lei Nº 1.0872, que obriga estabelecimentos do ramo animal, como pet shops, clínicas e hospitais, a denunciar maus-tratos a animais atendidos nesses locais, entrou em vigor no Mato Grosso.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Após ser encaminhada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a medida foi sancionada pelo governador. O Poder Executivo poderá regulamentar a fiscalização e a execução da lei.

Qualquer indício de maus-tratos deve ser denunciado, segundo a nova lei, à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e à Polícia Civil. A denúncia deve ser feita por meio de ofício ou comunicação digital. As informações são do portal G1.

Para o registro do caso, deve ser disponibilizado o nome, endereço e contato do responsável pelo animal presente no momento do atendimento, um relatório do atendimento prestado, no qual conste a espécie, a raça e as características físicas do animal, além da descrição do estado de saúde do animal na hora do atendimento e dos procedimentos adotados.

Maus-tratos é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais, com punição de detenção de até um ano, além de multa. Segundo a Dema, a fiscalização e o registro de denúncias já estão sendo realizados.

Banhista de pet shop é condenado a dois anos de prisão após bater em cachorro até a morte

Foto: Asia Wire

Foto: Asia Wire

Câmeras de segurança flagram o momento cruel em que um tosador e banhista de cães de uma pet shop chinesa localizada em Taiwan, bate com uma sandália em seu próprio cachorro poodle até a morte, para impedi-lo de latir.

O funcionário do pet shop, identificado nos relatórios apenas pelo seu sobrenome, Pan, cometeu a violência fatal e gratuita contra o animal em um salão na cidade de Taipei, Taiwan (China), em agosto do ano passado.

Pan agora foi condenado a dois anos de prisão e uma multa de 65 mil dólares pelo crime, e antes de sua sentença ser divulgada, imagens do circuito interno de câmeras no local (CCTV) foram liberadas ao público.

A filmagem mostra Pan repetidamente acertando o cachorro no rosto violentamente com uma sandália.

De acordo com a proprietária do salão de pet shop, sra. Chen, de 36 anos, Pan foi contratado como o ajudante de banho e tosa em animais domésticos da empresa em 2016.

Chen disse que pagava a Pan cerca de 1.100 dólares por mês por seus serviços e ele parecia “completamente normal” até as semanas que antecederam o incidente.

Mas a sra. Chen conta que o comportamento de Pan mudou e que ele teria recebido dinheiro de clientes sem o conhecimento dela no período que antecedeu o ataque.

Imagem do cão assassinado | Foto: Asia Wire

Imagem do cão assassinado | Foto: Asia Wire

Então em agosto, ele retirou o poodle, do qual ele era o tutor, de sua gaiola, diante de funcionários chocados e começou a espancá-lo sem parar.

Quando seus colegas protestaram e tentaram detê-lo, ele lhes disse: “Ele é barulhento. Não parou de latir por todo o caminho até aqui” e continuou a agressão.

Em estado de choque, seus colegas de trabalho tentaram verificar o estado do cão e prestar socorro ao animal ferido, Pan acrescentou: “Não há necessidade de verificar. Eu já bati nele até a morte”.

Questionado pela polícia, Pan disse que “perdeu o controle” de suas emoções.

A autoridade responsável pelos direitos animais no país diz que Pan enfrentará pena de prisão de até dois anos e multa máxima de 65 mil dólares pelo crime.

O escritório notou que a severidade de sua punição não seria afetada por sua profissão de banhista ou tosador ou pelo fato de que ele era o tutor legal do cão.

Nova York quer proibir a venda de cães, gatos e coelhos em pet shops

Foto: Pixabay

Seguindo os passos da Califórnia, Nova York tenta proibir a venda de cães, gatos e coelhos em pet shops estaduais.

O senado Michael Gianaris ( D- Rainhas) e o membro da assembleia Linda B. Rosenthal ( D / WF-Manhattan) querem proteger os animais e os consumidores que os compram, bem como impedir que os estabelecimentos de varejo lucrem com animais criados em “fábricas de filhotes”.

“Esta nova legislação para proibir a venda de cães, gatos e coelhos nas lojas de animais estaduais finalmente terminará com o combustível das fábricas de filhotes. Animais como cachorros, gatinhos e coelhos que vivem nestas instalações, tem uma curta e cruel existência; seus filhotes são muitas vezes afetados por problemas congênitos como resultado das más condições e das práticas de reprodução empregadas”, disse Rosenthal em um comunicado.

“Clientes desavisados pagam centenas de dólares por um cachorrinho ou gatinho, apenas para descobrir que o animal está incuravelmente doente. Nossos abrigos de animais e organizações de resgate estão transbordando de animais que precisam de lares eternos; é hora de começarmos a conectar animais de resgate a lares amorosos por meio da adoção em lojas de animais.”

Legislação atual

Nova York item uma das maiores concentrações de pet shops no país.

Infelizmente, a falta de regulamentação das fábricas permite que abusos e maus-tratos sejam cometidos indiscriminadamente – um criador licenciado pelo USDA deve apenas obedecer a padrões de sobrevivência.

“Aplaudimos o senador Gianaris e o membro da Assembleia Rosenthal por apresentarem uma legislação destinada a acabar com as fábrica de filhotes de Nova York ”, disse Brian Shapiro , diretor para a Humane Society dos Estados Unidos .

“Como os órgãos reguladores federais não conseguem supervisionar adequadamente os criadores de animais em larga escala, os estados precisam intervir e aprovar leis eficazes que protejam os consumidores e os animais”.

No Brasil

Após a enorme repercussão do resgate de mais de 1.700 animais de um canil clandestino, em Piedade (SP), que fornecia filhotes para a rede de lojas Petz, o presidente da companhia, Sérgio Zimerman, anunciou que as 82 lojas da rede não venderão mais filhotes de cães e gatos. O local será aberto para feiras de adoção de animais resgatados.

A pet shop Animal Kingdom é processada por burlar a lei que proíbe venda de cães criados comercialmente

A legislação da Califórnia não permite comércio de cães provenientes de criadores | Foto: WAN / Reprodução

A legislação da Califórnia não permite comércio de cães provenientes de criadores | Foto: WAN / Reprodução

O Animal Legal Defense Fund (Fundo de Defesa Animal, na tradução livre) entrou com uma ação contra a pet shop Animal Kingdom alegando que os grupos de resgate de animais “Bark Adoptions” e “Rescue Pets Iowa”, seriam parte de um esquema escuso de lavagem de filhotes para burlar a lei da Califórnia que proíbe a venda de cães de criadores comerciais, uma operação cruel comumente chamada de “fábricas de filhotes”.

A lei, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2019, exige que as lojas de animais só obtenham animais de órgãos públicos de controle de animais, abrigos ou resgates de grupos com registro federal, ou seja, grupos que não obtenham animais de criadores ou intermediadores por comissionamento.

Apesar da proibição, o Animal Kingdom continuou a vender filhotes de raça de 8 semanas de idade por mais de 2.000 dólares em 2019. A loja identifica a origem desses filhotes como proveniente da Bark Adoptions, um grupo recém-formado – que foi incorporado em novembro de 2018 e entrou com seu pedido de registro como organização sem fins lucrativos em 18 de janeiro de 2019. De acordo com o site da Receita Federal, a Bark Adoções não é uma organização sem fins lucrativos registrada federalmente como requer a lei.

O processo movido pelo Animal Legal Defense Fund, cuja entrada foi dada em nome de duas ONGS, a Bailing Out Benji e uma corporação para a prevenção de crueldade contra animais, alega que a Animal Kingdom está burlando a lei e enganando os consumidores usando a Bark Adoptions como um intermediário para “lavar” cachorros comercialmente criados para lucro e rotulá-los como animais provindos de “resgates”. A ação alega que a Bark Adoptions obtém filhotes da Rescue Pets Iowa com sede em Ottumwa, Iowa.

“Moinhos de filhotes são cruéis e veem os animais como cultivo de dinheiro, produtos apenas – esses lugares mantem cadelas engravidando e dando à luz constantemente, independentemente de sua saúde ou necessidades veterinárias”, disse o diretor executivo do Animal Legal Defense Fund, Stephen Wells. “Leis de combate a venda de cachorros como a da Califórnia foram criadas para combater as fábricas de filhotes e suas práticas deploráveis. Tentativas de contornar essas leis não serão impugnadas”

A Califórnia foi o primeiro estado a aprovar uma proibição de venda de animais domésticos em 2017, com Maryland fazendo o mesmo em seguida, já em 2018. Muitas cidades grandes instituíram leis semelhantes, incluindo Chicago e Filadélfia.

Lembrando que aqui no Brasil a Petz, maior rede de pet shops do país, anunciou em fevereiro deste ano que as 82 lojas da rede não venderão mais filhotes de cães e gatos.

A atitude foi tomada após o fechamento do canil Céu Azul, em Piedade (SP), que explorava animais e os vendia para serem comercializados em pet shops, incluindo a Petz e sua concorrente, a Petland.

Animais são vidas, seres sencientes, capazes de amar e sofrer e não produtos para serem comercializados.

Mulher mata filhote de cachorro ao atirá-lo na parede de uma pet shop

Animais não são produtos para serem vendidos como brinquedos em lojas. Pessoas que pagam por animais têm a visão deturpada de que podem desfazer-se deles como bem entendem. Ou até matá-los quando julgam que seu “investimento” não foi justificado.

O incidente infeliz ocorreu na cidade Gangneung localizada na província de Gangwon (Coréia do Sul). O filhote tinha três meses e morreu no dia seguinte ao ocorrido de hemorragia intracraniana.

Segundo informações da mídia local, o cãozinho era um filhote de maltês e a mulher queria devolvê-lo pois presenciou o animalzinho comendo seus próprios excrementos, um comportamento comum em filhotes. Erroneamente a assassina imaginou que o animal estava doente e concluiu que a pet shop a tivesse enganado ao vender-lhe um animal doente.

Depois disso ela voltou a loja acompanhada do marido e tentou devolver o cachorro, mas o dono da pet shop se recusou a aceitar o animal de volta e ela etão jogou o cachorro nele, de acordo com o relatos.

Imagens do circuito interno de câmeras foram colocadas no YouTube, onde foram avidamente compartilhadas alcançando mais de 1.2 milhões de visualizações.

Momento em que Lee arremessa o filhote de cachorro na parede da pet shop | Foto: Asia Wire

Momento em que Lee arremessa o filhote de cachorro na parede da pet shop | Foto: Asia Wire

A mulher, que foi identificada apenas por seu sobrenome “Lee”, falou a mídia local que ela “jogou o cachorro de raiva do dono da pet shop, mas que não achava que ele realmente fosse morrer”.

Ela ainda acrescentou: “No dia seguinte eu me acalmei e mandei uma longa mensagem de desculpas para o dono da loja e para o cãozinho”.

Infelizmente já era tarde demais para o animal indefeso.

“Eu fiquei extremamente chocada ao saber que o filhote havia morrido. Estou muito envergonhada e arrependida de minhas ações. Não acho que poderei me perdoar”.

Lee também prometeu refletir sobre suas ações para o resto da vida e ser voluntaria em abris para animais em situação de rua.

Nesse meio tempo, a polícia local confirmou que foi registrada ocorrência contra a criminosa.

Pela lei do país qualquer um que matar ou torturar um animal pode pegar até dois anos de cadeia bem como pagar uma multa de 13,870 libras (aproximadamente reais) de acordo com a mídia local.

Nenhum tipo de arrependimento por parte da criminosa pode restaurar a vida de um inocente violentamente assassinado de forma covarde. Um bebê cujo único erro foi comer o seu próprio excremento, coisa que bebês cães fazem nos primeiros meses de vida. Infelizmente sua vida não passará desses primeiros meses.