PETA pede que o apresentador Jimmy Fallon pare de explorar animais selvagens

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“Caro @JimmyFallon, pare de usar animais selvagens no #FallonTonight, sua exploração é simples e direta. Animais não são nossos para uso em entretenimento e eles não querem estar no seu show. Deixe os animais selvagens permanecerem na natureza e parar de explorá-los por um segmento. CC: Irwins,  escreveu a PETA.

Robert Irwin, filho de Steve Irwin, morto em 2006 após ser atingido pelo aguilhão de uma raia, esteve no programa e levou dezenas de animais ao palco. Cangurus, cabras, castores, ursos, tamanduás, cobras e preguiças, ainda filhotes estavam visivelmente assustados durante a apresentação.

Foto: Instagram

“Todos os animais selvagens aterrorizados foram forçados a se apresentar na frente de um público barulhento e luzes brilhantes no #FallonTonight. Nenhum deles queria estar lá. Pare de usar animais selvagens no seu programa, @JimmyFallon”, disse a PETA.

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“Se o estresse do transporte e o conjunto @FallonTonight já não forem ruins o suficiente, os animais selvagens também podem representar perigo para os humanos. Os lagartos podem infligir mordidas dolorosas que esmagam os ossos e as pítons podem causar ferimentos graves. Eles pertencem aos seus lares naturais – é mais seguro para humanos e animais”.

PETA e Steve Irwin

De acordo com a PETA, Steve Irwin não era um verdadeiro “guerreiro da vida selvagem”, apesar de ser conhecido como um amante dos animais.

Como resposta ao tweet do Google Doodles , a PETA escreveu : “ # SteveIrwin foi morto enquanto assediava uma raia; ele segurava seu filho enquanto alimentava um crocodilo e lutava com animais selvagens. O # GoogleDoodle de hoje envia uma mensagem perigosa e bajuladora. Os animais selvagens têm o direito de serem deixados sozinhos em seus habitats naturais ”.

“As ações de Steve Irwin não estavam no alvo com sua suposta mensagem de proteger a vida selvagem. Um verdadeiro especialista em vida selvagem e alguém que respeita os animais para os indivíduos que os deixam em seus próprios lares naturais. ”

“É um assédio arrastar animais exóticos, incluindo bebês tirados de suas mães, para talk shows de TV e conferências e forçá-los a se apresentar como Steve Irwin fez. Os animais merecem viver como querem, não como os humanos exigem – o # GoogleDoodle deve representar isso ”, concluiu a organização de defesa dos direitos dos animais.

Oscar 2019 presenteia os indicados com produtos veganos

Foto: Livekindly

Dentro das bolsas, as celebridades encontraram 53 produtos e brindes que valem mais de US$ 100.000 que incluem associações para o exclusivo clube social de canabis MOTA Los Angeles, sessões de treinamento com personal trainer Alexis Seletzky e produtos anti-envelhecimento infundidos pela CBD CBDRxSupreme.

As bolsas também contém itens vegan-forward, como uma seleção de guloseimas feitas pela Good Girl Chocolate (alguns feitos com recheio de caramelo vegano à base de castanha de caju), produtos de beleza veganos da Organic Hair Care , fornecimento anual da base vegana Oxygenetics  e batom vegano que muda de cor da Blush & Whimsy.

Este ano, a PETA também adicionou seu próprio toque ao “Oscar Swag-Bag”, que inclui as canetas espiãs “Agent for the Animals”. As informações são do VegNews.

“Esses dispositivos de gravação se encaixam discretamente no bolso de uma camisa e permitem que membros da equipe, atores ou qualquer outra pessoa documente abusos contra animais e os denunciem”, explicou a organização.

Quanto a refeições sem crueldade, o chef Wolfgang Puck preparou um cardápio pós-festa do Oscar para vegetarianos com pratos como pãezinhos de maçã, cenoura tartare, sushi recheado com vegetais, macarrão com inspiração mediterrânea e uma ampla seleção de sobremesas veganas.

Outras edições

Esta não é a primeira vez que o Oscar ofereceu produtos veganos para os indicados aos prêmios.

Ano passado, a marca vegana PĀIVÄ, que produz itens de beleza e higiene para todas as idades e utiliza apenas ingredientes orgânicos e naturais, esteve entre os presentes. Apesar de não ser a primeira vez que o evento inclui itens conscientes e sustentáveis na bolsa oferecida aos participantes do evento, o fato revelou que as marcas veganas estão ocupando cada vez mais espaço.

 

 

 

 

 

 

 

Ação da PETA coloca um homem adulto de fraldas em Londres

A nova campanha da PETA (People fot the Ethical Treatment of Animals) causou comoção no centro de Londres. Um ator, vestido com fraudas e agindo como criança, interagia com as pessoas que passavam pelos locais. Assim, o objetivo da ação era chamar atenção da população para o consumo leite, por humanos, depois de adulto.

O comercial foi feito em parceria com a agência Don’t Panic, que já colaborou com a PETA em outras campanhas.

“Já é hora de crescermos”

A lição que se toma ao assistir o vídeo é abandonar o consumo de leite e seus derivados. “Os humanos têm a vergonhosa diferença de ser a única espécie no planeta a consumir leite de outros animais quando adulto”, explicou a diretora Elisa Allen.

“PETA espera que esse vídeo possa promover risadas. Mas também atuar como um despertar aos adultos para que percebam que consumir as secreções de uma vaca é inapropriado”, completou.

Além disso, a instituição defende que os leites feitos de soja, coco, amêndoas e aveia são apropriados à idade, saudáveis e deliciosas opções para matar a sede humana.

 

Ativistas veganos protestam contra o uso de lã na semana de moda de Londres

Foto: PETA

Três ativistas vendadas seguraram um cordeiro ensanguentado e cartazes dizendo: “Não tape os olhos sobre a lã” e “A lã é tão cruel quanto a pele”.

O protesto segue uma série de cruéis revelações da PETA sobre esta indústria. A organização visitou 99 instalações em quatro continentes. As investigações incluíram a primeira exposição da indústria britânica de lã.

As filmagens feitas em fazendas britânicas mostraram ovelhas aterrorizadas por trabalhadores usando tosquiadeiras elétricas, batendo suas cabeças no chão, chutando-as e jogando-as para fora de reboques.

A British Wool, uma organização de propriedade de agricultores, divulgou um comunicado em resposta à gravação dizendo: “Estamos chocados e tristes com o comportamento dos dois empreiteiros filmados secretamente”.

Roupas veganas

“A lã de ovelha, assim como a pele de raposa, não é um ‘tecido’, e não pertence a nós – pertence aos animais que nasceram com ela”, disse a diretora da PETA, Elisa Allen, em um comunicado.

“Sempre que os animais são vistos como nada mais que mercadorias para serem transformados em cachecóis de lã ou casacos de pele, o abuso sempre será parte do processo de produção”.

“A única maneira de ter certeza de que não estamos engajados na crueldade é deixar roupas de lã – e todas as outras roupas feitas de animais – fora dos nossos guarda-roupas”.

Na semana passada, a gigante global da moda Boohoo anunciou que também deixaria de usar lã como resultado das investigações da PETA.

Outras investigações

A PETA revelou os horrores cometidos em fazendas africanas produtoras de pelo de cabras. Com a investigação, a ONG combateu a produção de mohair na África do Sul, fonte de mais de 50% do produto no mundo.

Durante janeiro e fevereiro de 2017, investigadores visitaram 12 fazendas na África do Sul e descobriram uma série de abusos, incluindo trabalhadores arrastando cabras pelos chifres e pernas e levantando-as do chão pela cauda, ​​o que poderia quebrar suas espinhas.

Além disso, de acordo com a PETA, testemunhas oculares viram as orelhas de cabra sendo mutiladas com alicates, deixando-as gritando de dor.

Após a divulgação, diversas marcar abandonaram o uso do tecido feito à base de pelo de cabra, como a Topshop, H & M, Gap, Anthropologie, ASOS, Diane Von Furstenberg, Banana Republic, Zara e Royal Collection Trust, uma instituição beneficente britânica fundada em 1993 pela Rainha Elizabeth II, a pedido do príncipe de Gales.

 

 

Cantora tinge os pelos de sua cadela e é acusada de tortura

A vaidade do ser humano não tem limites que, para chamar a atenção ou ganhar dinheiro, é capaz de causar dor e sofrimentos a animais indefesos.

Gwenneisa lillard, de 28 anos, é uma cantora de hip-hop e R & B de Hosutan, Texas, que pinta completamente sua cadelinha “Hunny”, de cinco anos, com vários tons de rosa.

Lamentavelmente, o cachorro ganhou fama depois de ser apresentado nos videoclipes de sua tutora – em aparições estranhas, ganhando o nome de “cachorrinho Beyonce” pelos telespectadores.

Gwenneisa garante que o corante usado para colorir o pelo de Hunny é completamente vegano, mas continua sendo criticada por amantes de animais que a acusam de “tortura”.

“As pessoas adoram tirar fotos com ela, mas há algumas pessoas que a veem e acham que colori-la é prejudicial”, diz a cantora. As informações são do Daily Mail.

“Eles são apenas desinformados. Dizem que ela não pediu para ser colorida artificialmente e me perguntam por que eu mudo sua cor natural”.

“Ela também não pede para eu cuidar dela. Ela não me pede para alimentá-la, levá-la ao veterinário ou deixá-la sair para usar o banheiro. Mas eu sou a mãe e faço o que é certo para ela”.

“Eu faço meu cabelo toda semana e ela também. Ela é muito bem amada e cuidada. As pessoas que chamam isso de crueldade animal precisam ir atrás de pessoas que estão realmente abusando de seus cães e não de pessoas que gastam centenas de dólares por mês em manter seus cães com uma aparência incrível”.

“Se você quer que seu cão pareça bem básico ou intocado, isso é seu direito – mas Hunny é minha cachorra e ela é fabulosa como sua mãe”.

Segundo a cantora, não é ela quem tinge Hunny mas gasta de US$ 150 a US$ 175 para que profissionais o façam a cada dois meses.

Gwenneisa tem se preocupado com ativistas dos direitos dos animais, mas ela afirma que, como tutora de sua cadela, sabe o que é melhor para ela.

Ela disse: “As pessoas chamam a PETA e dizem coisas rudes frequentemente, mas são mal informadas. Eu acho que eles são idiotas. Há muitos cães neste mundo sendo abusados, espancados e forçados a lutar contra outros cães. Minha cadela é mimada em um salão para cães. Isso não é algo feito na minha cozinha”.

Gwenneisa disse que não poderia estar mais orgulhosa da cadela, que foi dada a ela como um presente de seu namorado e também é usada como “cão de apoio emocional”.

“Sou música e queria que ela se destacasse nos meus vídeos e fosse parte do que eu estava fazendo porque a levo em todos os lugares que vou”.

“As pessoas a amam porque ela é cheia de energia, muito brincalhona e doce”, finaliza a cantora.

Rapper Big Boi usa casaco de pele no Super Bowl e é criticado por ONG

A PETA, organização internacional de defesa dos direitos animais, criticou o rapper Big Boi por usar um casaco de pele no show feito no intervalo do Super Bowl LIII, no último domingo (3).

Imagem: Kevin Winter/AFP

“Nossos corações afundaram quando você [Big Boi] subiu ao palco com um casaco de peles. Você tem fãs, muitos fãs aqui na PETA e em todo o país; fãs que amam a sua música e ficaram emocionados quando você foi anunciado como uma das atrações. Podemos convence-lo de que será sua última aparição com um casado de pele?”, questionou a entidade em um comunicado ao site TMZ.

A entidade pediu ao cantor que os casacos de pele dele fossem doados para a entidade para que fossem redistribuídos para pessoas em situação de rua e refugiados sírios. As informações são do UOL.

“Prometemos enviar um lindo casaco de pele ‘falsa’ que mostra que nenhum animal precisou morrer. Os animais precisam de você no time deles, o que diz?”, escreveu a ONG em carta assinada por Rachel Stotts.

A entidade já teve a mesma postura com artistas como Mariah Carey e Sharon Osbourne – que foram convencidas pelo apelo da PETA e doaram os casacos de pele à ONG.

Até o momento, o rapper não respondeu ao pronunciamento da organização de direitos animais.

bezerro torturado

Investigação secreta revela funcionários torturando bezerros por ‘diversão’ em uma fábrica de laticínios

Investigadores secretos da PETA filmaram cenas cruéis de funcionários de uma fábrica de laticínios torturando bezerros com ferros quentes. Um deles disse que era mais “divertido e excitante” ver os animais gritando de dor.

bezerro torturado

Foto: PETA

O vídeo, filmado na Heifer Solutions em Wisconsin, Estados Unidos, em dezembro, mostra os criminosos usando ferros quentes para queimar a cabeça dos animais e impedir que os chifres cresçam.

O vídeo mostra os animais se debatendo e gritando de dor, enquanto a fumaça sobe de sua carne carbonizada. De acordo com a PETA, as queimaduras de terceiro grau causadas nesse tipo de procedimento podem causar dor aos animais por semanas.

“O funcionário disse que fornecer anestésicos aos bezerros antes de queimá-los tornaria o ato ‘muito mais fácil, mas onde está a graça nisso?'”, disse a organização. “Ele até disse que manter o ferro quente pressionado contra as cabeças dos bezerros enquanto eles pulavam e chutavam tornava o processo ‘mais excitante’ para ele.”

“Os bezerros lutavam violentamente, de uma forma que indica extrema angústia, dor e sofrimento”, disse um veterinário que revisou as imagens. “Na minha opinião profissional, esse procedimento realizado nas fábricas é cruel e causa dor e sofrimento extremo.”

O funcionário flagrado no vídeo recebeu apenas uma suspensão da Heifer Solutions.

Companhia Kellogg’s anuncia o fim dos testes em animais

A gigante dos alimentos Kellogg’s concordou em acabar com o uso de animais em testes cruéis  e mortais para produtos alimentícios ou ingredientes, fazendo um acordo com a organização de direitos animais .

Foto: Adobe

A Kellogg Company, que testou em animais por 65 anos, foi incitada pela PETA US a parar de conduzir e financiar experimentos com animais em 2007.

A Kellogg’s prometeu minimizar e limitar o escopo de seus testes, mas sua nova política global, que foi recentemente finalizada, proíbe conduzir, financiar, apoiar e aprovar testes em animais.

Testes cruéis e mortais

O vice-presidente da PETA dos Estados Unidos, Shalin Gala, disse: “A indústria global de alimentos está reconhecendo que nenhuma alegação de mercado pode ser desculpa para a alimentação forçada, envenenamento, sufocamento e morte de ratos em testes cruéis e mortais.

A PETA ficou feliz com a decisão da empresa de adotar métodos de pesquisa alternativas.

A Kellogg’s agora se juntou a uma lista crescente de empresas de produção de alimentos que proibiu testes em animais, como a Coca-Cola, McCain Foods e House Foods.

Imagem divulgação

Desatualizado, cruel e desnecessário

No ano passado, uma petição com 8,3 milhões de assinaturas contra testes em animais foi entregue à sede das Nações Unidas.

Segundo a Plant Based News , o CEO da The Body Shop, David Boynton, disse: “Em apenas 15 meses, mais de 8 milhões de pessoas assinaram o documento reconhecendo que os testes em animais para cosméticos são desatualizados, cruéis e desnecessários.

 

Ativistas fingem assar um cão no meio da rua para questionar a população

Ativistas da PETA fingiram assar um cachorro falso no meio de uma das ruas mais movimentadas da Austrália.

O encenação foi realizada pela People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) no Pitt Street Mall, no centro de Sydney, na quinta-feira.

A PETA protestava contra o consumo de carne, perguntando ao público: “Se você não come um cachorro, por quê come um cordeiro?”  “Go vegan!”

O cachorro foi visto deitado, aparentemente, sendo grelhado ao lado de milho, cebola e cogumelos. As informações são do Daily Mail.

“A ideia de assar cachorros com razão causa indignação entre os australianos. Enquanto isso, milhões de outros animais igualmente sensíveis e inteligentes são forçados a suportar um sofrimento horrível quando são criados, criados e mortos para a indústria da carne”, disse a organização em um comunicado.

“Qualquer um que tenha repulsa em imaginar comer carne de cachorro deve se questionar a incongruência de sua compaixão em relação a outros animais”.

“Como seres humanos, nós instintivamente sentimos compaixão e empatia pelos animais, mas somos ensinados que não há problema em escravizar e comer alguns deles, sem pensar duas vezes em quem eles são como indivíduos.”

A PETA sugeriu a escolha de opções sem animais para churrascos durante o Dia da Austrália no sábado (26).

 

 

 

 

 

 

 

 

Pato resgatado nada pela primeira vez em seu novo lar no santuário

A PETA encontrou o filhote de pato no quintal de uma casa na região rural do estado norte-americano da Virgínia. Os funcionários da PETA estavam na propriedade para ver alguns cães quando notaram uma gaiola imunda com o pequeno animal dentro.

Foto: PETA

“Herman vivia no que só pode ser descrito como um ‘inferno para patos’: uma gaiola de arame úmida e enferrujada coberta com uma lona, ​​repleta de fezes e comida apodrecida, cheia de moscas e vermes”, disse a PETA sobre as condições em que eles encontraram o patinho.

Sabendo que o filhote precisava de ajuda, os funcionários conversaram com o proprietário da casa sobre a entrega do filhote aos cuidados da PETA. Os socorristas explicaram que Herman precisava de água onde pudesse nadar e conviver com outros patos. Eventualmente, o proprietário concordou em entregar o patinho.

Herman foi levado para uma fazenda santuário, onde ele poderá nadar, socializar e relaxar pelo resto de sua vida. O vídeo do primeiro mergulho do patinho mostra o filhote chapinhando na água.

A PETA espera que a história de Herman sirva como um lembrete da responsabilidade que advém de ter um pato como animal doméstico. Esses animais podem viver até os 10 anos de idade e precisam de bastante espaço, água e companhia.