Casal de pinguins machos adota ovo abandonado

Por Rafaela Damasceno

Os zoológicos são ambientes extremamente cruéis para os animais, que vivem presos em espaços pequenos e não podem se comportar da maneira que fariam na natureza. Mas, apesar do local terrível de exploração e maus-tratos, os animais ainda são capazes de demonstrar provas de amor e solidariedade.

Dois pinguins olhando para o vidro do recinto

Foto: Annegret Hilse/Reuters

Em um zoológico de Berlim, um casal de pinguins machos adotou um ovo abandonado. Skipper e Ping, que têm 10 anos, já mostravam desejo de ter um filho há um tempo. Segundo um porta-voz da instituição, eles já tinham tentado chocar pedras e até mesmo peixes.

Segundo informações, o filhote deverá nascer no começo de setembro.


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Conheça os pais mais dedicados do reino animal

Foto: Caters News Agency

Foto: Caters News Agency

Os pais do reino animal são capazes de fazer grandes concessões quando se trata de cuidar dos filhotes, seja protegendo a família ou sacrificando a própria vida por seus filhos.

Esses pais também se destacam quando se trata da sobrevivência da espécie. Sencientes, eles amam e criam vínculos profundos entre si, com muitas espécies tendo o pai como responsável pela criação e alimentação dos filhos enquanto as mães seguem seu caminho separadamente.

Foto: @StarPittsburg

Foto: @StarPittsburg

Ao olharmos mais de perto, vemos a incrível capacidade de doação desses animais que através de exemplos de altruísmo e abnegação provam que há muitas maneiras diferentes de se ter sucesso como os pais da próxima geração.

1. Leão

Nosso primeiro pai é um exemplo de dedicação. Enquanto o leão ganha pontos por ser um feroz protetor de sua família, infelizmente ele também é um verdadeiro dorminhoco, a única coisa que os leões fazem com mais frequência do que dormir é cuidar de seus filhos. Mas cuidado, porque quando este pai está acordado, você não vai quer mexer com ele.

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

Foto: Kristian Sekulic/iStockphoto

A visão de um leão é cinco vezes melhor do que a de um humano, e o rei da selva pode ouvir a presa na savana a 2 milhas de distância. Além disso, esse é um pai que pode nunca anda sozinho.

Os leões vivem em unidades familiares enormes chamadas “pride” orgulho que podem incluir até sete leoas e 20 filhotes.

2. Rato-australiano

Este rato marsupial da Austrália entrou na lista devido à sua tenacidade altruísta quando se trata de fazer amor. Esses pequenos animais dão a própria vida em nome da paternidade.

O antechinus pode gastar até 12 horas se reproduzindo. Na verdade, esse marsupial fica tão distraído em seus esforços que ele se esquece de comer, beber e dormir.

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Foto: Jason Edwards/National Geographic/Getty Images

Com isso e os esteroides que se acumulam em seu sangue, e ele acaba não resistindo. Sua companheira sobrevive, normalmente já fecundada até o final da estação de reprodução.

Mas não fique triste com a morte do velho e querido pai. Sem a presença desse papai devotado, os filhotes jamais existiriam – e ele provavelmente morreu com um rato muito feliz.

3. Chacal dourado

Nativo da Índia, o chacal dourado é um verdadeiro pai presente. Caçando três vezes mais efetivamente ao trabalhar em pares, esses habilidosos escavadores permanecem parceiros notavelmente leais, ao contrário de tantos outros animais, os chacais se formam parceiros pela vida toda.

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Foto: Nico Smit/iStockphoto

Além de ganhar estrelas douradas por ser o pai-propaganda da monogamia, o chacal dourado também literalmente “dá as entranhas” para conseguir comida para seus filhos, esses animais alimentam os filhotes com comida regurgitada do próprio estomago.

4. Ema

À primeira vista, pode parecer que esses pássaros que não voam, nativos da América do Sul, têm um arranjo de acasalamento bastante incomum. Uma espécie poligâmica, a ema do sexo masculino corre ao redor de um harém composto de duas a 12 fêmeas. Mas antes de achar que esses pais não dão conta de todos os seus filhos, tome nota: esses pássaros assumem sua responsabilidade e, em seguida, alguns quando se trata de criação dos pequenos.

As fêmeas deixam seus ovos aos cuidados do pai, enquanto se reproduzem com outras aves. Enquanto isso, papai cuida das crianças, não apenas incubando até 60 ovos por mais de dois meses com apenas duas semanas de alimento para sustentá-lo, mas também criando os filhotes recém nascidos como “pai solteiro” por quase dois anos.

Foto: Norton Santos/VC no TG

Foto: Norton Santos/VC no TG

E esse pai não tem medo de atacar ninguém – seja outras aves do sexo feminino que se aproximem ou mesmo humanos – quem comete o erro de tentar chegar perto de sua ninhada vai receber o devido aviso.

 5. Pinguim-imperador

Este pai ganha seu lugar na lista por sua incrível resistência. O pinguim-imperador se reproduz na Antártida, o lugar mais frio da Terra. Estamos falando 57 graus abaixo de zero.

Depois que a mãe põe seu ovo, o trabalho do papai é mantê-lo aquecido. Enquanto isso, a fêmea tira uma licença sabática de dois meses, enquanto o macho equilibra o ovo em seus pés em um clima abaixo de zero, muitas vezes forçado a se aconchegar junto com outros pais para o aquecer até que seus filhotes eclodam dos ovos.

Foto: Corbis

Foto: Corbis

Apesar de não ter comido durante meses, é o pai que fornece a primeira refeição ao bebê – uma substância do tipo leitoso para sustentá-los até que a mãe possa voltar com uma barriga cheia de peixes e alimente os famintos com algo mais sólido, é quando os pequenos passam do “leite paterno” para a papinha. Uma inversão de papéis no seu melhor exemplo.

6. Cavalo-marinho

O cavalo-marinho macho ganha lugar de destaque nessa lista e aqui está o porquê: não só ele é monogâmico, mas essa criatura é realmente aquele que engravida no casal, carregando até mil bebês de uma vez.

Foto: Gail Shumway/Getty Images

Foto: Gail Shumway/Getty Images

O processo de acasalamento começa com um ritual de namoro de dança, com a fêmea colocando centenas de ovos dentro do macho, sendo que ele ajuda a fertilizar a si mesmo durante o processo.

Este futuro papai também adora exibir sua barriga arredondada, orgulhosamente exibindo a barriga arredondada onde fica a futura ninhada e que ele usa para carregar seus filhotes até o momento em que ele dá luz aos seus descendentes.

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Animais são encontrados mortos em Porto Belo (SC)

Por Rafaela Damasceno

Na praia da Vieira, em Porto Belo, um golfinho, uma tartaruga e um pinguim foram encontrados mortos. O golfinho estava sem a cauda e todos os animais possuíam ferimentos que parecem ter sido causados por uma rede de pesca.

Golfinho morto na praia, ferido e sem cauda

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O Grupo de Operações e Resgate (GOR) os encontrou após ser acionado pelo Corpo de Bombeiros, para verificar apenas o golfinho. Depois de chegar ao local, foi abordado por pessoas que informaram a presença do pinguim e da tartaruga.

Tartaruga morta na praia

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

“A gente suspeita que a tartaruga e o golfinho tenham ficado presos na mesma rede. O pinguim está morto há mais tempo e provavelmente ficou preso em uma rede também, porque aqui tem várias redes ilegais”, explicou o presidente do grupo, Pedro Henrique da Silva, em entrevista ao G1.

Pinguim morto sobre a grama

Foto: Grupo de Operações e Resgate GOR

O GOR informou que outro golfinho foi encontrado morto na mesma praia apenas uma semana antes. A Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Porto Belo anunciou que ações estão sendo realizadas para recolher melhor as redes de pesca e educar os pescadores sobre as consequências delas.

A equipe de resgate sugere às pessoas que, se encontrarem animais mortos nas praias, devem ligar para o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar ou o Projeto de Monitoramento de Praias (0800 642 3341).


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Milhares de filhotes de pinguins-imperador são exterminados pela queda de plataforma de gelo

Foto: CHRISTOPHER WALTON

Pinguins-imperadores | Foto: Christopher Walton

Milhares de filhotes da espécie pinguim-imperador afogaram-se quando a plataforma de gelo marinho no qual estavam sendo criados foi destruída pelas condições de tempo severas.

A catástrofe ocorreu em 2016 no Mar de Weddell na Antártida.

Os cientistas dizem que a colônia de pinguins que vivia na borda da Plataforma de Gelo Brunt foi atingida pela queda do enorme bloco de gelo, sendo que as aves adultas que não mostram sinais de tentar salvar população de filhotes.

Muito jovens para conseguir nadar e sem o desenvolvimento físico necessário em pelugem, os bebês pereceram.

E provavelmente seria inútil para as aves tentar qualquer esforço com um iceberg gigante prestes a destruir seu lar.

A dramática perda dos jovens pinguins imperadores é relatada por uma equipe do British Antarctic Survey (BAS).

Os drs. Peter Fretwell e Phil Trathan notaram o desaparecimento da chamada colônia Halley Bay em imagens de satélite capturadas do espaço.

É possível até mesmo a partir dos 800 km de altura ver o excremento dos animais, ou guano, no gelo branco e depois estimar o tamanho provável de qualquer estimativa de mortes.

Mas a população de Brunt, que mantinha uma taxa média de 14 a 25 mil casais reprodutores por várias décadas (5-9% da população global), desapareceu essencialmente da noite para o dia.

Os imperadores são as espécies de pinguins mais altas e pesadas e precisam de trechos confiáveis de gelo marinho para se reproduzir, e essa plataforma gelada deveria (em teoria) permanecer íntegra a partir de abril, quando as aves chegam, até dezembro, quando seus filhotes voam.

Se o gelo do mar se rompe cedo demais, os filhotes não terão conseguido ainda a pelugem certa para começar a nadar.

Isto parece ter sido o que aconteceu em 2016.

Ventos fortes erodiram o gelo marinho que havia endurecido ao lado da plataforma de gelo Brunt, normalmente mais espessa em seus veios, e eles nunca mais se reformaram adequadamente. Não em 2017, nem em 2018.

Fretwell disse: “O gelo marinho que se formou desde 2016 não tem sido tão forte como os anteriores. Os eventos de tempestades de neve que ocorrem normalmente em outubro e novembro agora vão acabar mais cedo. Portanto, houve algum tipo de mudança no regime ambiental vigente. O gelo marinho anteriormente estável e confiável se tornou agora, apenas insustentável”.

A equipe do BAS acredita que muitos pinguins adultos evitaram a reprodução nesses últimos anos ou mudaram-se para novos locais de reprodução ao longo do Mar de Weddell. Uma colônia a cerca de 50 km de distância, perto da Geleira Dawson-Lambton, notou um grande aumento em seus números.

Enquanto a humanidade se acomoda em um conformismo confortável, a crise ambiental causada pela mudança climática e consequente aquecimento das temperaturas, vem fazendo cada vez mais vítimas silenciosamente.

O planeta não suporta mais o nível de exploração e violência a que tem sido submetido pelos seres humanos e é necessário que posturas sejam revistas e atitudes urgentes tomadas, para que possamos escapar da nossa própria extinção.

Dia Mundial do Pinguim: mudanças climáticas expõe a espécie a risco

O Dia Mundial do Pinguim, celebrado em 25 de abril, foi criado para conscientizar a sociedade sobre a necessidade de preservar a espécie, que é ameaçada pelas mudanças climáticas.

A Antártida, habitat de pinguins, é um dos locais do planeta que mais tem sofrido aumento na temperatura. Foram quase três graus nos últimos 50 anos. Pesquisadores consideram a situação dramática e lembram que esforços drásticos precisam ocorrer para reverter o quadro atual.

Foto: Pixabay

Com a mudança climática, a perda anual de massa de gelo acelerou. Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o aumento dessa perda foi de seis vezes em comparação a 40 atrás.

De acordo com dados da Nasa, os últimos cinco anos têm sido os mais quente da história, a níveis globais, desde 1880. Uma das consequências dessa mudança na temperatura é o afastamento das geleiras e o deslocamento dos animais, inclusive os pinguins. Com o habitat sendo devastado, a espécie sofre e corre risco de ser extinta.

O pinguim é uma ave oceânica nativa do hemisfério sul. Ele tem nadadeiras, ossos pneumáticos e penas impermeabilizadas por óleos. O corpo deles possui uma camada de gordura espessa, que conserva o calor. Esses animais podem permanecer embaixo da água por longos minutos e possuem visão adaptada ao mergulho.

As colônias reprodutivas, denominadas pinguineiras, podem reunir mais de 150 animais. Após alguns meses de procura, os pinguins encontram seus parceiros, com quem ficam juntos durante toda a vida. No inverno, eles se separam, mas na nova estação reprodutiva usam a vocalização para se reencontrar. Quando se aproximam novamente, fazem a dança nupcial, que fortalece a união entre eles. Nesta cerimônia, pedras para a construção do ninho são ofertadas e saudações são feitas. A fêmea se curva em sinal de aceitação e a reprodução acontece. Após o ninho ser construído, a fêmea coloca os ovos, que são chocados de forma alternada pelos pais. Além disso, o macho é o responsável para buscar alimento para os filhotes.

Pinguim é devolvido ao mar após ter ficado dias preso em rede de pesca

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

As imagens mostram o momento em que um pinguim volta para a água depois de ser libertado de uma rede de pesca abandonada.

Os médicos Stephan Brill, 29, e Ruan Van Der Walt, 32 anos, encontraram o pinguim perto de East London, na África do Sul, emaranhado pelo bico e pescoço ao lado de outros dois que já estavam mortos.

O casal, que estava em uma viagem de pesca de fim de semana, cortou a rede que prendia o pássaro e o soltou de volta na natureza. Eles acreditam que o pinguim esteve preso ali por “alguns dias”.

A filmagem mostra o pinguim que está em uma placa plástica que olha em torno enquanto as ondas quebram de encontro a ela.

Em seguida, ele atravessa as ondas antes de mergulhar e nadar de volta para o oceano.

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

A dupla afirma que o pássaro parou um pouco mais adiante no mar e deu ao casal uma olhada para trás em um “momento especial” de despedida e agradecimento.

Stephan, um médico clínico geral de East London, África do Sul, disse: “O pinguim ficou preso por um bom tempo e, apesar do risco de feri-lo, sabíamos que precisávamos fazer tudo o que pudéssemos para ajudá-lo”.

“Nós podíamos ver que ele estava vivo enquanto se debatia, o animal tinha muita força ainda e nós ficamos muito felizes em perceber isso”.

“Inicialmente ele estava um pouco nervoso, mas depois eu acho que ele se acostumou conosco – naquela posição e sem poder se mover ele era uma presa fácil para qualquer predador”.

“Eu estava preocupado do bico dele, porque não sabia o quanto estava emaranhado na rede, o quanto estava apertado em seu pescoço e se ele poderia lutar enquanto tentávamos libertá-lo, fazendo com que se machucasse mais”.

Foto: Kennedy News and Media

Foto: Kennedy News and Media

“Com muito cuidado, usando uma faca, cortamos as cordas que estavam atrás de sua cabeça para que ele não pudesse nos ver e, em seguida, as puxamos pela frente.

“Quando finalmente saiu, ele olhou para nós como se dissesse: O quê? Estou livre, realmente?”

Os turistas achavam que o pinguim esteve preso alia há uns “dois dias”, com base no cheiro dos dois cadáveres que também estavam na rede.

Preocupados se o pinguim poderia estar cansado ou desidratado, Stephan e seu companheiro, o cirurgião ortopédico, Ruan, estimularam o animal a beber agua em um balde e levaram-no até a beira da água.

Stephan conta: “Andei cerca de 100 metros para chegar ao mar e encontrar uma pequena enseada de águas mais calmas”.

“No início do dia, vimos muitos peixes pequenos na área, então pegamos o topo do balde e o deixamos ficar lá e se aclimatar.

“Nós o encorajamos a ir em direção ao oceano, então ele começou a caminhar sozinho e assim que entrou na água, molhando suas penas, nadou muito bem.

“Depois que terminamos de gravar o vídeo, ficamos de pé e o observamos. Ele estava longe demais para tirar fotos, mas podíamos vê-lo claramente mergulhando, mergulhando de novo e nadando feliz”.

“Ele ficou naquela pequena baía por pelo menos dez minutos onde estava a salvo de tubarões e predadores.

“Ele nadou debaixo de uma ou duas ondas, olhou para nós por um tempo e depois nadou mais – foi um momento muito especial.”

Stephan lembrou que as pessoas que visitam as praias precisam ser responsáveis.

Ele alertou para o fato de que canudos, pontas de cigarros, redes de pesca, plástico e linhas de pesca que cobrem o litoral poderiam ser evitados se as pessoas limpassem seus lixos.

A Marine Conservation Society classificou as redes de pesca como uma “armadilha de morte” flutuante e convocou as pessoas à ajudar a vida selvagem, recolhendo seu lixo.

“Lixo em nossos oceanos é uma enorme ameaça à vida selvagem em todo o mundo”, disse um porta-voz da organização.

“Devemos agir agora para impedir que mais plásticos cheguem aos nossos mares. As redes de pesca perdidas no mar transformam-se em armadilhas mortais flutuantes.

Eles também afirmaram que o plástico nos oceanos é uma forte ameaça à vida selvagem.

“Tartarugas confundem sacolas plásticas com águas-vivas, mamíferos maiores são encontrados mortos com quantidades imensas de resíduos de plástico em seus estômagos, sem dúvida contribuindo para a morte, e aves marinhas estão fazendo ninhos com pedaços de plástico e até mesmo alimentando seus filhotes com microplásticos”.

“Devemos agir agora para impedir que mais plásticos entrem em nossos mares.”