Um vídeo que mostra policiais americanos da cidade de Detroit no estado do Michigan atirando em um cachorro foi divulgado recentemente nas redes sociais, causando uma onda de revolta e críticas online. Uma investigação sobre o caso foi instaurada, testemunhas da cena dizem que o tiroteio foi um ato de covardia que resultou na morte do animal indefeso.
“Além do pobre animal ter sido morto covardemente, os vários tiros disparados ainda poderiam ricochetear e acertar mas pessoas”, disse Richard Ravens. “Há tantas crianças por aqui e havia muita gente na rua”.
O incidente aconteceu na noite de terça-feira depois que a polícia respondeu a uma denúncia de roubo no lado oeste de Detroit.
Um vídeo feito por uma testemunha mostra um homem batendo na porta de uma casa.
Alguém no interior da residência ligou para a polícia. Enquanto os oficiais estavam a caminho, a polícia descobriu que o homem tinha um mandado de prisão em seu nome.
“Quando os policiais entraram em cena, informaram ao homem que ele seria preso por dois mandados de prisão em seu nome “, disse o comandante Arnold Williams.
“Ele começou então a se afastar dos oficiais e sair andando. Os policiais tentaram atingí-lo com tasers (aparelhos de choque) duas vezes e parece que um deles pode ter tido efeito.
O comandante Arnold Williams diz que foi quando o homem, que passeava com o cachorro, soltou a coleira do animal.
Agindo em defesa do tutor e tentando protegê-lo o cão começa a latir e caminhar na direção dos policiais.
“Da câmera localizada no corpo do policial o cachorro é mostrado latindo para ele, mostrando agressividade, vindo em direção aos oficiais que neste momento dispararam tiros contra o cachorro”, disse Williams.
Williams disse ainda que os policiais fizeram tudo ao seu alcance para evitar atirar no cachorro. Ele diz que eles passaram 20 minutos suplicando ao homem para se entregar e segurar o cachorro.
“Eles estavam literalmente pedindo para ele amarrar o cachorro nas árvores, para afastar o cachorro. Os policiais não queriam fazer nada com o cachorro”, disse Williams. “Eles não queriam prejudicar o cão, mas somente quando o cão mostrou agressividade foi que eles atiraram”
O tutor do cão foi preso depois que o cachorro foi baleado e morto. Ele foi levado sob custódia por dois mandados de prisão, um de agressão com agravante e outro de violência doméstica.
A polícia de Detroit está investigando o caso, o vídeo postado no Instagram já recebeu mais de 650 mil visualizações.
Irresponsabilidade dos dois lados, tutor e policiais, vitimaram mais um animal indefeso, que alheio aos poderes legais, leis e obrigações humanas apenas quis defender aquele que amava, colocando-se em defesa dele.
O tutor em lugar de proteger o animal, entregando-se aos policiais, usou-o como escudo e os guardas, intimidados pela presença do cão da raça pit bull, alvejaram a pobre criatura diversas vezes, que faleceu em pleno exercício do amor.
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
O caso de um delegado que matou um cachorro com um tiro em São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul, está sendo analisado pela polícia, que está em busca de imagens de câmeras de segurança para apurar o fato. O animal foi morto no último sábado (22). Até o momento, o delegado José Renato de Oliveira Moura colheu depoimentos do policial que disparou contra o cachorro e da tutora do animal.
Foto: Katyusse Gabert/Arquivo pessoal
“Não temos testemunhas”, disse Moura, que instaurou inquérito e afirmou que vai investigar se houve “crime de crueldade contra animais”, no que se refere ao tiro disparado pelo delegado, ou “crime de descuido na guarda de animal perigoso”, no caso da tutora do animal.
“A casa de onde o cachorro saiu tem um murinho bem baixo, uma grade de metal, na verdade, que não deve ter um metro de altura. E o local onde o Afonso [Stangherlin] atirou no animal fica atravessando a rua, em diagonal. Ele [cachorro] deve ter caminhado ou corrido uns 50 metros, foi bem perto”, completa.
Após anexar provas ao inquérito, Moura vai encaminhar o documento para o juizado especial criminal, isso porque trata-se de um crime de menor potencial ofensivo. O juizado, por sua vez, deve agendar audiências de conciliação entre as partes. “Por descuido na guarda são 10 dias, e crueldade três meses, com aumento de um sexto se ocorrer morte, que ocorreu”, disse o delegado ao se referir a pena para os crimes.
A tutora do cão, Luciane Gabert, que registrou um boletim de ocorrência sobre o caso, relatou ao G1 que entrou em casa para pegar um mate e deixou Marley, que era da raça labrador, no pátio. Em seguida, ela ouviu o barulho de um tiro e, ao sair de dentro de casa, encontrou o cachorro morto.
Foto: Katyusse Gabert/Arquivo pessoal
Segundo Luciane, Marley tinha 15 anos e problemas na coluna. “Ele era extremamente dócil, um brincalhão, nunca atacou ninguém”, contou a filha de Luciane, Katyusse Gabert, que, assim como a mãe, não acredita que o cachorro morderia alguém.
Afonso Stangherlin, o delegado que atirou no cão, disse que passeava com um cão de porte pequeno, da filha dele, que está sob seus cuidados por um período, quando viu outro cachorro correndo em sua direção. “O cachorro que estava comigo estava apavorado. Quando eu percebi que ele estava perto, dei um tiro”, afirmou. “Atravessei a rua, chamei a proprietária, me identifiquei e disse que o animal iria me atacar e não tinha o que fazer”, completou.
“No momento do disparo, não sabíamos que ele era delegado. Após a minha mãe indagar sobre o fato, ele disse para retirar o cachorro da calçada, que ele era delegado e que era para tomarmos nossas providências e que ele providenciaria as dele”, disse Katyusse. Stangherlin disse que não maltrata animais e não tem histórico “de ficar dando tiro na rua.”
Apesar de serem vizinhos, a tutora de Marley e sua filha não tinham contato com o delegado.
Foto: Arquivo pessoal
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
A luta de cães é proibida nos Estados Unidos e é crime previsto em lei em 50 estados. Há penas severas para as pessoas que criam cães para lutar.
No entanto, isso ainda acontece e muitas vezes é difícil de se infiltrar nesse meio, já que essas operações de luta de cães geralmente ocorrem em áreas remotas e envolvem uma enorme rede de criminosos.
Respondendo a várias denúncias, os agentes do bem-estar animal no Missouri (EUA) passaram 12 meses investigando até que finalmente conseguiram resgatar esses animais indefesos e torturados.
É supostamente é o maior flagrante de operação de luta de cães na história dos EUA.
Os policiais esperavam resgatar mais de 200 cães, mas acabaram tendo 400 cães de luta, todos em péssimas condições.
No vídeo abaixo, os oficiais do departamento de bem-estar animal estavam tomados de emoção, ao relatar o estado desses animais. Posteriormente será revelado o que aconteceu depois que eles os resgataram dessas condições desumanas.
“O que você vê aqui fica aqui” | Foto: Humane Society of Missouri
A descoberta desta operação criminosa de luta com animais levou 12 meses de investigação, mas os agentes do departamento de bem-estar animal estavam cientes do problema há uma década.
“Nos últimos dez anos, a ONG Humane Society foi informadas de que a briga de cães estava crescendo no Missouri”, disse Debbie Hill, vice-presidente de operações da Humane Society of Missouri.
“Como a luta de cães é uma atividade criminosa secreta e habilmente escondida, é extremamente difícil se infiltrar nesses grupos e reunir as provas em primeira mão necessárias para levá-los à justiça.”
Quando descobriram os animais, muitos deles não tinham membros, olhos e orelhas e estavam acorrentados com coleiras pesadas em partes remotas de uma floresta, cobertos de ferimentos e cicatrizes, alguns infectados com doenças.
“Esses cães explorados em lutas com animais são literalmente torturados todos os dias para forçá-los a lutar por suas vidas simplesmente pelo entretenimento e ganância de seus donos e isso acontece repetidas vezes”, disse Debbie.
Por causa da natureza dessa operação, eles tinham que garantir um lugar para esses cães em segredo.
Recomeço
“Tivemos a difícil tarefa de criar um abrigo para pelo menos 250 pit bulls usados nos combates, no final trouxemos 407 desses cães, e literalmente tivemos que fazer tudo de improviso”, explicou Debbie.
Disseram-lhes que talvez de 5 a 10% desses animais pudessem ser reabilitados e encontrassem lares amorosos, mas os oficiais conseguiram determinar quase 60% que poderiam ser adequadamente restaurados à saúde mental e física.
Debbie pediu ajuda para os centros de resgate em todo o país e agora mais da metade desses animais têm a chance de encontrar os lares amorosos que merecem!
O vídeo abaixo conta a história do flagrante à fazenda de luta com cães, imagens fortes:
Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.
Título: Motorista é parado por policial se que surpreende ao encontrar um porco de 250 kg em seu colo
Olho: Para evitar que seu companheiro porco se resfriasse na viagem de mudança, o tutor resolveu trazê-lo bem pertinho de si, assim o animal se manteria protegido, seguro e tranquilo
Quando guardas de trânsito ou policiais param carros de motoristas distraídos, geralmente é porque eles estão tentando mandar mensagens no celular ou comendo atrás do volante.
Então, quando um oficial em Minnesota (EUA) recentemente ordenou que um carro estacionasse e encontrou um porco de 250 quilos no banco do motorista, mais especificamente no colo dele, ele com certeza tinha algumas perguntas a serem feitas.
O sargento Jason Foster estava patrulhando com sua viatura de polícia no condado de Chisago quando notou um motorista distraído. Quando o policial olhou pela janela, ficou chocado ao ver um porco no colo do motorista e outro porco menor ao lado no banco do carona, disse Foster à KMSP-TV.
Os dois porcos eram animais domésticos e pareciam estar posando para uma foto quando Foster pegou o celular para tirar uma foto da cena inusitada e engraçada.
“Esta entrou para o top 10 das coisas mais malucas que vemos nesta profissão”, disse Foster.
O porco menor é mostrado de pé ao lado do banco do motorista, enquanto o porco grande ocupa o centro do palco no colo do pai.
Como o proprietário explicou a Foster, ele estava no processo de se mudar para outra parte do estado e não queria que seus porcos domésticos passassem frio durante a viagem.
Embora os porcos tenham sido definitivamente uma surpresa adorável para Foster, ao viajar de carro com animais domésticos, recomenda-se colocá-los em caixas ou suportes seguros e bem ventilados dentro do carro.
No entanto, Foster deixou o tutor dos porcos ir mas com um aviso – lembrando-o de que carregar animais no carro por aí sem segurança apropriada pode se tornar muito perigoso, especialmente se esse animal é um porco de 250 quilos.
“Ver um porco no colo de alguém realmente foi a primeira vez- até mesmo para nós”, Foster brincou ao escrever sobre o episódio no Twitter depois.
Para poder cruzar uma das rodovias mais movimentadas do Distrito Federal, todo o cuidado é pouco. O alerta é seguido à risca por um cachorrinho que, frequentemente, atravessa a DF-001, em Samambaia. Na noite deste sábado (4/5), quando o animal já estava impaciente de tanto esperar para poder passar com segurança, um policial militar notou a intenção e prestou o apoio que diariamente faz para os pedestres da região: parou o trânsito.
(Foto: PMDF/Reprodução)
A ação foi toda registrada pela câmera do tenente Eduardo Souza, responsável por ajudar o cão a voltar são e salvo para casa. Nas imagens, o animal se certifica de que os veículos pararam, olhando para um lado e para o outro. Depois, atravessa ligeiro, liberando o trânsito em poucos segundos.
De acordo com o tenente, essa não é a primeira vez que ele auxilia a passagem do cão. “Desta vez, estava com a câmera e liguei. Mas ele espera o melhor momento para não correr nenhum perigo”, conta Souza. Ele acredita que o animal tem tutor, mas sai sozinho para passear, frequentemente passando na DF-001.
Neste ponto da via, há uma parada de ônibus e, por isso, militares do Batalhão de Policiamento Rodoviário atuam no controle do trânsito, parando os carros para que os pedestres atravessem, já que não há semáforo e nem faixa próximos. “Esse cachorro é esperto. Acho que já sabe disso e sempre pega a deixa das pessoas. Só que hoje ele deve ter se atrasado durante o passeio e voltou quando já não havia esse fluxo de pedestres e nem a atuação dos militares. Quando estava saindo do batalhão e vi a situação, desci do carro para ajudar esse último pedestre a atravessar”, brinca o tenente.
Então atenção motoristas: caso alguém passe por ali e o cão consciente estiver precisando voltar para casa, respeite a vida e dê uma ajudinha para esse transeunte de quatro patas.
Nota da Redação:a ANDA orienta os leitores que tutelem animais a não permitir que eles tenham acesso à rua sem que estejam usando coleira e guia, na companhia de um responsável. Sozinhos, eles correm risco de ser atropelados, e também podem contrair doenças e ser agredidos. Para segurança deles, é primordial que não se permita que eles passeiem na ausência dos tutores. No caso dos cães, muros e portões altos bastam para mantê-los no quintal. Já para impedir a saída dos gatos, é necessário comprar tela e colocar nas janelas ou no quintal.
O ex-policial e ativista ao lado de sua esposa | ARLEN REDEKOP / PNG
Na aposentadoria, o cabo veterano da polícia mudou seu foco e passou a defender os direitos animais, que agora o colocam regularmente do outro lado das linhas de frente de protesto e, ocasionalmente, atrás de uma máscara de Guy Fawkes, símbolo de rebelião e luta, muito utilizado em manifestações por ativistas.
Na última década, Moskaluk, de 56 anos, era porta-voz para o público do departamento de polícia de British Columbia no Canadá -Distrito Sudeste da RCMP. Ele se aposentou em 30 de janeiro de 2019, depois de mais de 33 anos servindo na força policial.
No domingo, ele se juntou a ativistas dos direitos animais em um protesto em uma fazenda de porcos em Abbotsford cidade no Canadá, onde vestiu uma camiseta “Meat the Victims” e usou suas habilidades e antecedentes para se relacionar com a mídia e a polícia e ajudar a garantir a segurança dos animais e dos manifestantes fora da fazenda.
Protestantes se reuniram na Fazenda Excelsior Hog depois que a PETA divulgou um vídeo na semana passada que afirmava ter sido filmado lá. As imagens mostram filhotes de porcos mortos entre os animais vivos, assim como porcos adultos com deformações tumores e ferimentos.
“Eu estive em ambos os lados das linhas de protesto, e dado o que vi ontem acho que não poderíamos ter pedido um cenário muito melhor para realizar o que queríamos fazer, que era essencialmente puxar o véu que cobria as atrocidades praticadas por uma indústria que é representada por esta fazenda, para mostrar ao público as condições em que esses animais estão sendo criados antes de serem mortos”, disse Moskaluk.
O ativismo de Moskaluk não veio da noite para o dia.
Sua esposa, Sheanne, 55, mudou para uma alimentação baseada em vegetais, em 2011, depois de pesquisar um suplemento de musculação para o filho e aprender sobre alguns riscos à saúde em consumir carne e laticínios.
Em 2013, aos 51 anos de idade, Moskaluk foi diagnosticado com câncer renal no estágio 4 e o médico disse que ele poderia morrer dentro de alguns meses. Naquele dia, ele também completou sua mudança definitiva para uma alimentação baseada em vegetais.
O ativista duas semanas antes de se aposentar | COURTESY DAN MOSKALUK / PNG
Ela conta que a mudança ajudou-a a perder mais de 50kg. Já ele diz acreditar que a mudança foi um fator-chave em sua recuperação e o policial aposentado está livre do câncer desde 2015.
O casal Naramata, casados desde 1989, participou de um documentário de 2016 chamado “Eating You Alive”, que explora o impacto de uma alimentação baseada em vegetais e alimentos integrais em condições crônicas de saúde.
Conhecidos como os “Indian Rock Vegans” nas mídias sociais, eles também compartilharam sua história com milhares de pessoas através de seus posts e como palestrantes voluntários em festivais e conferências.
Mas pouco se sabia sobre o ativismo deles na raiz.
Moskaluk disse que há “três portas” pelas quais uma pessoa normalmente entra no estilo de vida vegano: saúde, direitos animais ou preocupações ambientais.
Ele e sua esposa gravitaram em direção ao movimento como “cidadãos preocupados”, mas em pouco tempo começaram a estudar o impacto da indústria de alimentos na exploração animal e na mudança climática, disse ele.
Enquanto se recuperava do câncer, Moskaluk passava seus dias em seu iPad lendo sobre o veganismo e encontrando pessoas que pensavam da mesma maneira online.
Eventualmente, o casal conectou-se com uma rede de Britsh Columbia de ativistas dos direitos animais.
Em 10 de junho de 2017, eles fizeram parte da Marcha de Vancouver para Fechar Todos os Matadouros, sua primeira vez fazendo ativismo pessoalmente. Moskaluk, ainda membro da polícia, sentiu-se obrigado a falar no evento e pediu a um organizador dois minutos para compartilhar sua história com centenas de pessoas que estavam do lado de de fora da Vancouver Art Gallery.
“Como policial, eu só estive do lado de lá da linha de protesto, agindo em defesa da segurança e da ordem pública”, disse ele. “Avançando para 2017 e eu estou lá com esse grupo de ativistas nesses degraus, e todos nós sabemos o que isso simboliza. Foi um discurso bastante emotivo que eu dei e me senti muito bem”.
Depois ele agradeceu aos policiais de Vancouver que estavam fazendo a guarda do evento um deles o reconheceu e sabia de sua história, ele disse.
Os Moskaluks são agora membros do grupo Okanagan do The Save Movement, que trabalha para “aumentar a conscientização sobre a situação dos animais de criação, para ajudar as pessoas a se tornarem veganas e para construir um movimento de justiça animal popular e que que atinja as massas”.
O casal participa do “Cubo da Verdade” com o grupo pró-vegano Anonymous for the Voiceless. O grupo ativista de rua, que mantém uma postura abolicionista contra a exploração animal, faz campanha pacífica enquanto usa máscaras de Guy Fawkes e exibe vídeos de matadouros ao público.
Os Moskaluks juntaram-se às “vigílias” fora dos matadouros em toda a América do Norte, onde os ativistas param os caminhões de entrega para confortar os animais dentro. Eles fotografam, filmam e dão água aos animais, muitas vezes com a cooperação de motoristas, operadores de matadouros e policiais, disse ele.
“Não é para atrasar, desligar ou causar tristeza à operação, mas apenas para transmitir dois minutos de amor e compaixão a um animal que está prestes a entrar em um matadouro e a ser morto”, disse Moskaluk.
Os movimentos a que eles se juntaram não são agressivos e não são do tipo que empurram suas mensagens goela abaixo das pessoas, disse ele.
“Não se trata de violência”, disse ele. “Na verdade, o que todos vêem e sabem é que vivemos em uma sociedade de violência normalizada. O que estamos tentando alcançar é conscientizar as pessoas de que precisamos viver em uma sociedade de não-violência normalizada – e que a não-violência começa no seu prato”.
Mas ele reconhece que pode ser surpreendente para alguns membros do público e também da polícia saber de suas atividades recentes.
Moskaluk estava na linha de frente dos protestos da APEC em 1997 durante o infame “Sgt. Pepper “, onde um policial montado foi flagrado em vídeo jogando spray de pimenta em estudantes que faziam parte da manifestação
Ele tem visto a polícia no seu melhor e pior em protestos, mas está preocupado que os manifestantes dos direitos animais sejam tratados de forma diferente dos outros grupos, com algum preconceito e desdém, disse ele.
Ele reconhece que os ativistas podem ir longe demais.
Mas um policial deve ocupar a linha de protesto? Moskaluk fez isso por 19 meses.
Ele foi verdadeiro e transparente com a polícia sobre isso, ele disse.
Na semana em que ele se aposentou, no entanto, a força enviou uma nota informativa aos policiais sobre a escalada do ativismo pelos direitos animais na província, particularmente no Okanagan, disse ele. Isso fez com que seus ex-colegas soubessem de um “membro regular recém-aposentado” se organizando com um dos grupos.
“Participamos de uma ampla variedade de ativismo e exercemos nosso direito legal e constitucional de fazer isso”, disse Moskaluk. “Eu não me conduzi de nenhuma maneira ilegal ou cometi delitos criminais, e estamos fortemente envolvidos neste ativismo para avançar e não retroceder.”
Moskaluk disse que recentemente começou a fazer apresentações informais a outros ativistas. Ele ensina como o Código Penal pode ser aplicado a eles, mas também sobre como a polícia deve se comportar durante um protesto.
“Minha observação e opinião humilde é que nossas forças policiais não têm uma visão de todo o espectro dos movimentos de ativismo pelos direitos animais”, disse Moskaluk.
“Eles estão baseando-o (suas estratégias) em duas coisas – o que viram no passado distante, porque era isso que era mais coberto pelas notícias – Animal Liberation Front, décadas atrás. Já faz um tempo desde que vimos pessoas quebrando um laboratório de testes em animais ou incendiando uma instalação”
Moskaluk disse que o ativismo de sua esposa é compassivo e baseado no amor.
Eles não têm má vontade em relação aos agricultores e pecuaristas, mas acreditam que eles devem ser encorajados e apoiados a se mudar para a agricultura baseada em vegetais, disse ele.
O ativista vê o sucesso dos restaurantes de Vancouver, Heirloom, Meet e The Acorn, a popularidade do Beyond Meat Burger em A & W, e os seguidores e frequentadores maciços de locais veganos como Erin Ireland como provas concretas de que as dietas baseadas em vegetais não são mais uma moda passageira”.
Moskaluk e sua esposa planejam continuar seu trabalho de divulgação e ativismo, para que outros possam ser encorajados a conhecer e considerar como a ingestão de produtos animais afeta o mundo ao seu redor.
“Queremos deixar um planeta para nossos filhos e seus filhos”, disse ele.
“Temos um período de tempo muito curto para mudar as coisas, considerando a ameaça existencial que enfrentamos com a mudança climática e o meio ambiente”, conclui ele.
Uma cadela da raça pit bull foi baleada por um policial militar no bairro Serrinha, em Fortaleza (CE), na noite de quarta-feira (24). O animal foi internado e apresenta quadro de saúde delicado.
Foto: Arquivo pessoal
A tutora da cadela, que preferiu não se identificar, e o policial, que estava fora de horário de serviço quando baleou a cadela, foram até a delegacia, onde um boletim de ocorrência foi registrado. As informações são do portal G1.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que, em sua versão, o militar afirmou que atirou na cadela porque ela avançou na família dele, que passeava com um cão da raça labrador. O policial disse que deu um “disparo de advertência”, mas que o animal continuou a avançar e, por isso, ele atirou diretamente na cadela.
A tutora de Kiara dá outra versão. Ela disse que a cadela tem 6 anos e nunca mordeu ou avançou em ninguém. “Eu estava chegando em casa e, quando o portão abriu, ela saiu. Quando coloquei o carro para dentro, ouvi dois disparos. Fui ver [o que houve] e era minha cachorra ferida”, explicou.
A cadela foi atingida por um tiro, que perfurou o rim dela. A bala está alojada no corpo do animal. O estado de saúde da cadela é delicado, segundo a tutora.
Um procedimento por crime ambiental foi instaurado. O caso será apurado pelo 16º Distrito Policial.
Mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil de Passos, em Minas Gerais, durante a Operação Patas Amigas, que tem o objetivo de frear a matança de animais no município, levaram um tenente da Polícia Militar e a mãe dele a serem detidos pela morte de sete animais, entre cães e gatos, por envenenamento com chumbinho. Outros quatro animais também foram envenenados, mas sobreviveram.
Foto: Pixabay / Ilustrativa
A mãe do policial, encontrada na casa dela no bairro Novo Mundo, foi filmada praticando o crime e confessou ter matado os animais. No imóvel, foram encontradas duas armas de fogo sem registros e munições. Com isso, a mulher foi detida não só por maus-tratos a animais, mas também por posse ilegal de armas. As informações são do jornal Estado de Minas.
Ao mesmo tempo em que a mulher era detida, outro grupo de policiais se dirigia à casa do tenente, na rua Itaipu, no bairro Jardim Vila Rica. Porções de chumbinho foram encontradas no local. O uso do veneno é proibido por lei. Apesar disso, a Polícia Civil não prendeu o tenente sob a alegação de que o flagrante não poderia ocorrer já que seria necessário enviar o material apreendido para Belo Horizonte para que o Instituto de Criminalística o analisasse.
“A Polícia Civil verificou que nessas duas zonas quentes (os bairros do tenente e da mulher são vizinhos) foram envenenados 11 animais, quatro gatos e sete cães. Foram sete óbitos. Então, nós encaminhamos o material para necrópsia, na qual foi verificada a presença de chumbinho no vômito, nas fezes e no intestino dos animais”, explica o delegado Marcos Pimenta, responsável pelo caso.
A mãe do policial pagou fiança após ser levada para a delegacia e foi liberada.
A polícia da cidade de Ogden, Nova York, compartilhou no Twitter a filmagem do momento do tenso resgate.
Gray andou cautelosamente pelo gelo, usando seu cassetete para testar a estabilidade. Ao chegar no lago, ele ligou sua lanterna e encontrou o cão dentro da água, agarrado à borda do gelo.
Os gemidos do pobre cão podiam ser ouvidos ao fundo, enquanto Gray o tranquiliza dizendo: “Espera, amigo, eu sei”.
Gray então se ajoelhou e rastejou até ele.
“Vamos lá, vamos lá, vamos”, disse Gray quando se aproximou e puxou o cachorro para fora da água.
“Você é um grande menino, vamos lá”, Gray disse ele. “Temos que sair do vento.”
A polícia de Ogden twittou: “Com grande risco para si mesmo, o Sargento Gray resgatou o cão. O cachorro estava exausto e hipotérmico, mas se recuperou”.
Segundo a WHEC, o cão foi levado a um abrigo de animais local e depois se reencontrou com seu tutor.
O chefe da polícia de Ogden, Chris Mears, disse que Gray havia solicitado que o Corpo de Bombeiros resgatasse o cão, mas depois de testemunhar o sofrimento do animal e perceber que ele não sobreviveria por muito mais tempo, Gray decidiu salvar o cãozinho.
Segundo o Daily Mail, John Eeckhout, tutor do cachorro, disse que ele fugiu depois que ventos fortes derrubaram o portão do quintal. Um vizinho que mora perto do canal ouviu o choro do cachorro e acionou a polícia.
De acordo com AccuWeather, a temperatura em Ogden em 25 de fevereiro, dia do incidente, variou de -18 a -21 graus Celsius.
Atitudes como de Gray demonstram o respeito e compaixão de certas pessoas pelos animais. Enquanto tantas outras maltratam, negligenciam e exploram essas criaturas, algumas dão lições de amor e restauram a fé na humanidade.
Uma policial atirou em um cachorro em São Sebastião, no Distrito Federal, e revoltou internautas. O caso foi denunciado por moradores da região.
Foto: Polícia Civil/Divulgação
“Venho relatar minha indignação com o que aconteceu há poucos minutos próximo à 30ª Delegacia de Polícia. Simplesmente uma policial feminina […] chutou um cachorro que estava próximo a ela e como defesa ele mordeu. Ela sacou a arma e deu três tiros no cachorrinho. Ninguém pôde fazer nada. Infelizmente denunciar não adianta muita coisa porque ela vai alegar legítima defesa”, afirmou um dos denunciantes.
A internauta Karen Moller, colega da policial, saiu em defesa da agente e afirmou que apenas um tiro foi dado após o cão avançar na policial. Segundo ela, o cachorro foi socorrido e, após ser medicado, foi levado para lar temporário.
Karen diz que o animal é “muito doce”, mas está assustado. Além do cão, outros dois gatos vivem na delegacia. As informações são do portal G1.
A Polícia Civil afirma que o cachorro está bem e que a policial foi afastada por um período de três dias para tratamento. Uma internauta se prontificou a adotar o animal.