Jardineiros e agricultores criam campanha mundial para salvar insetos polinizadores

Jardineiros e agricultores criaram a campanha Million Pollinator Garden Challenge – MPGC (o desafio de milhões de jardins polinizadores, em tradução livre) para salvar insetos polinizadores. A campanha é realizada a nível mundial.

Foto: Pixabay

Criada pela National Pollinator Garden Network – NPGN, a campanha já é responsável pela plantação de mais de um milhão de vegetação polinizadora. A preocupação em preservar os insetos existe devido a importância deles para a sobrevivência das plantas, inclusive aquelas que dão origem aos alimentos consumidos pela população.

A vegetação plantada pela campanha está em um local com mais de 5 milhões de acres e se tornou um habitat para abelhas, borboletas e outros insetos polinizadores. As informações são do portal Green Me.

Para o plantio da vegetação, é necessário ter um espaço aberto, arejado e iluminado pelo sol, que receba irrigação frequente e seja cultivado sem pesticidas. A ideia tem motivado associações de jardinagem, que têm aderido à campanha.

“Juntos, por meio da conservação colaborativa, estamos restaurando populações de polinizadores que fornecem a base de nossos ecossistemas e nosso suprimento de alimentos. Quando salvamos a vida selvagem, nos salvamos”, disse Collin O’Mara, CEO da National Wildlife Federation.

A campanha quer reverter o cenário atual, no qual a população de insetos corre riscos, tendo diminuído e, em alguns locais, até desaparecido, devido à ação humana.

A campanha é aberta à toda a sociedade. Para participar, basta criar um jardim com plantas atrativas aos insetos polinizadores.

Justiça determina que instituto proteja espécies ameaçadas de extinção em SC

A Justiça Federal de Florianópolis determinou que o Instituto do Meio Ambiente (IMA) apresente em até 90 dias um plano de ação para proteger as espécies da fauna nativa ameaçadas de extinção em Santa Catarina. A decisão liminar é do dia 2 de abril, atendendo a uma ação do Ministério Público Federal (MPF) contra o IMA e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e foi divulgada nesta sexta-feira (5) pela Procuradoria da República em Santa Catarina.

Foto: Pixabay

Ao G1, o IMA disse que vai elaborar o Plano em conjunto com a Polícia Militar Ambiental e que nessa quinta (4) foi feita reunião no Comando da PMA para a parceria.

Conforme a determinação, o IMA deve apresentar normas, procedimentos e previsão de estrutura pessoal a fim de “proteger de forma eficaz as espécies da fauna nativa ameaçadas de extinção em Santa Catarina, com cronograma e previsão de monitoramento através de relatórios com avaliação quantitativa e qualitativa”.

O Instituto ainda terá que, em até 30 dias, juntar no processo judicial um cronograma de fiscalização conjunta com o Ibama, a fim de inibir a captura, a caça e a exploração de espécies da fauna nativa no estado.

Ação civil

A ação proposta pelo MPF teve origem em representação da Associação Catarinense de Preservação da Natureza (Acaprena) sobre a falta de ações dos órgãos ambientais para coibir a caça de animais silvestres, o desmatamento dos habitats, o corte das florestas que os abrigam e a comercialização de fontes de alimentos dos animais.

De acordo com os dados, houve agravamento da situação depois da assinatura de acordo de cooperação para gestão da fauna em 2012, quando o IMA passou a gerenciar os recursos da fauna, antes de competência do Ibama. O Instituto não estaria cumprido as obrigações em relação às espécies de fauna nativa, especialmente as ameaçadas de extinção.

Fonte: G1

Campanha mapeia rede de santuários para proteger 30% dos oceanos até 2030

Daniel Beltrá/Greenpeace

Foto: Daniel Beltrá/Greenpeace

Acadêmicos mapearam uma rede de santuários que, segundo eles, são urgentemente necessários para salvar os oceanos do mundo, proteger a vida selvagem e combater o colapso climático.

O estudo, que chega logo antes de uma votação histórica na ONU, estabelece o primeiro plano detalhado de como os países podem proteger mais de um terço dos oceanos até 2030, uma meta que cientistas e políticos dizem ser crucial para proteger ecossistemas marinhos e ajudar a combater os impactos de um mundo em aquecimento acelerado.

“A velocidade com que o alto-mar teve destruídos alguns de suas espécies mais espetaculares e icônicas, pegou o mundo de surpresa”, disse o co-autor do mapeamento Prof Callum Roberts, da Universidade de York.

“Este relatório mostra como áreas protegidas podem ser estabelecidas em águas internacionais para criar uma rede de proteção que ajudará a salvar espécies da extinção e a sobreviver em nosso mundo que tem passado por mudanças rapidamente”.

A campanha criada para proteger 30% dos oceanos do mundo até 2030 foi apoiada pelo governo do Reino Unido no ano passado. O secretário de Meio Ambiente, Michael Gove, saudou o relatório, que é o resultado de uma colaboração de um ano entre acadêmicos das universidades de York e Oxford e do grupo ambientalista Greenpeace.

“Das mudanças climáticas à pesca excessiva, os oceanos do mundo estão enfrentando um conjunto de desafios sem precedentes”, disse Gove.

“Agora é mais importante do que nunca tomar medidas e garantir que nossos mares sejam saudáveis, abundantes e resilientes. Eu me junto ao Greenpeace pedindo que o Reino Unido e outros países trabalhem juntos para um Tratado das Nações Unidas sobre o Alto-Mar que abrirá caminho para proteger pelo menos 30% do oceano mundial até 2030”.

Especialistas dizem que, além da riqueza da vida marinha e dos ecossistemas complexos, os mares altos – aquelas águas além das fronteiras dos países – desempenham um papel fundamental na regulação do clima da Terra, impulsionando a bomba biológica do oceano que captura enormes quantidades de carbono na superfície e armazena nas profundezas dos oceanos. Sem esse processo, eles alertam que a atmosfera conteria 50% a mais de dióxido de carbono e se tornaria quente demais para sustentar a vida humana.

No entanto, nas últimas décadas, os oceanos têm enfrentado uma exploração crescente de algumas nações principalmente as mais ricas que praticam pesca industrial e mineração profunda dos leitos marítimos, que combinadas com mudanças climáticas, acidificação e poluição colocam os ecossistemas marinhos sob séria ameaça – com consequências potencialmente devastadoras para a sobrevivência da humanidade.

O relatório divide oceanos globais – que cobrem quase metade do planeta – em 25 mil quadrados de 100×100 km, e mapeia 458 diferentes características de conservação, incluindo a vida selvagem, habitats e principais características oceanográficas. Finalmente, os acadêmicos modelaram centenas de cenários para o que seria uma rede de santuários oceânicos em todo o planeta, livre de atividades humanas prejudiciais.

O movimento ganha força a medida que a ONU elabora os detalhes de um novo Tratado Global dos Oceanos – um marco legal que permitiria a criação de santuários em alto-mar. A primeira das quatro reuniões da ONU foi realizada em setembro de 2018, e uma decisão final sobre o tratado é esperada para o próximo ano.

O coautor do relatório, Alex Rogers, da Universidade de Oxford, disse: “A criação de reservas marinhas é fundamental para proteger e conservar a diversidade da vida nos mares. O relatório apresenta um projeto confiável para uma rede global de áreas marinhas protegidas em alto mar com base no conhecimento acumulado ao longo dos anos por ecologistas marinhos sobre a distribuição das espécies, incluindo aquelas ameaçadas de extinção, habitats conhecidos por serem pontos altos de biodiversidade e ecossistemas únicos.

Falando sobre as negociações na ONU, a Dra Sandra Schoettner, da campanha global dos santuários oceânicos do Greenpeace, disse que a mudança climática, a acidificação oceânica, a pesca excessiva e a poluição significam que os oceanos “estão sob ameaça como nunca antes”.

“Precisamos urgentemente proteger pelo menos um terço dos nossos oceanos até 2030, e o que é tão interessante nesta pesquisa é que isso mostra que é inteiramente possível projetar e criar uma rede robusta de santuários oceânicos em todo o planeta”, disse ela.

“Este é um projeto para a proteção dos oceanos que salvaguardaria todo o espectro da vida marinha, ajudaria a enfrentar a crise que nossos oceanos enfrentam e possibilitaria sua recuperação.”

Schoettner disse ainda que aprovar o Tratado Oceânico das Nações Unidas no próximo ano seria um grande passo para a criação de um planeta sustentável, contanto que “tenha a capacidade de criar uma rede de santuários oceânicos” que estejam “fora dos limites das atividades humanas prejudiciais”.

“Isso daria à vida selvagem e aos habitats espaço não apenas para se recuperar, mas para florescer”, disse Schoettner. “Nossos oceanos estão em crise, mas tudo o que precisamos é de vontade política para protegê-los antes que seja tarde demais.”

Projeto Bugio usa mosquiteiros para proteger animais da febre amarela

O Projeto Bugio decidiu tomar providências para proteger os animais mantidos no Centro de Pesquisas Biológicas de Indaial, em Santa Catarina, após a morte de um macaco por febre amarela ter sido confirmada no estado. O projeto é mantido com recursos da Furb e da Prefeitura de Indaial.

Foto: Reprodução / Portal O Município Blumenau

As gaiolas onde vivem 51 animais receberam mosquiteiros gigantes. No local, vivem de forma permanente bugios que não têm mais condições de retornar à natureza por terem sido vítimas de acidentes.

Em Florianópolis, estão 17 primatas resgatados com suspeita de febre amarela. Exames vão confirmar se os animais estão infectados pela doença. As informações são do portal O Município Blumenau.

“Apesar de que o primeiro caso confirmado veio depois da primeira morte de uma pessoa, é muito provável que outros macacos morreram antes e não foram detectados. Nós consideramos que o vírus já está circulando. Por isso é tão importante que a população contate a vigilância epidemiológica quando vê um bugio morto”, explica o médico veterinário Julio Cesar de Souza Júnior, responsável pelo Projeto Bugio.

O bugio, no entanto, não transmite a doença e, portanto, não oferece risco às pessoas. O transmissor da doença é mosquito. Os macacos são hospedeiros, assim como os humanos, e não sobrevivem quanto são infectados.

Devido à disseminação da febre amarela e do desmatamento da Mata Atlântica, o bugio está ameaçado de extinção desde 2014. Populações inteiras foram mortas pela doença em algumas regiões brasileiras.

Foto: Alice Kienen / Portal O Município Blumenau

Estima-se que cerca de 10 mil bugios vivam em áreas de mata de Blumenau. A possibilidade do retorno do vírus, porém, coloca essa população em sério risco.

Ao encontrar um bugio morto ou doente, o indicado é alertar a vigilância epidemiológica do município. Em Blumenau, basta ligar para o número 3381-7900. Na região, o Projeto Bugio também pode ser acionado, através do telefone 3333-3878. O recomendado é não entrar em contato direto com o animal.

É importante, também, que moradores de áreas onde habitam primatas fiquem atentos ao comportamento dos animais. Caso os bugios passem a ficar mais silenciosos, deslocando-se com dificuldade ou passando muito tempo no mesmo local, especialmente no chão, é necessário avisar a vigilância epidemiológica.

“Os principais casos que chegam aqui são envolvendo atropelamentos, brigas com cães ou choque na rede elétrica. Porém, todos são examinados, pois tudo isso pode ter acontecido por ele estar doente e não conseguir reagir”, explica Souza.

Cientistas promovem ações para proteger mico-leão-da-cara-preta

Cientistas criaram o Projeto de Conservação do Mico-leão-da-cara-preta devido a um eminente risco de extinção. Com apenas 400 animais vivos, a espécie está classificada como “em perigo” na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção do Ministério do Meio Ambiente. A redução do habitat, destruído pelo desmatamento causado pela ação humana, é a principal ameaça aos micos.

O projeto criado pelos cientistas tem o objetivo de realizar ações para proteger a espécie com base no Plano de Ação Nacional (PAN), que contempla 13 espécies de primatas da Mata Atlântica que estão ameaçadas de extinção. As informações são da Revista Galileu.

(FOTO: CELSO MARGRAF)

Com previsão de duração de 18 meses, o projeto teve início em fevereiro deste ano. Três fases serão executadas, são elas: fazer a estimativa da ocupação atual do mico-leão-da-cara-preta, monitorar a ocupação em toda a área de distribuição; obter dados da espécie, saber como utilizam o local e qual é seu estado de preservação; apoiar a gestão do Parque Estadual do Lagamar de Cananéia (SP) e do Parque Nacional de Superagui (PR), locais importantes em que a maioria desses animais vivem.

O técnico em conservação da natureza da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) Rafael Sezerban, que integra o projeto, afirma que a espécie está ameaçada especialmente pela fragmentação do habitat, o que pode gerar dificuldades para a reprodução da população e problemas com a variabilidade genética dos animais.

“Essa espécie é endêmica da Mata Atlântica e só ocorre justamente entre o extremo sul de São Paulo e extremo norte do Paraná, somente em planícies e regiões litorâneas”, explica.

Ainda segundo Sezerban, ajudar a proteger o mico-leão-da-cara-preta é uma forma de preservar também outras espécies da região, além de funcionar como um indicador de qualidade do ambiente.

“Queremos que esse projeto se torne o símbolo de conservação. A proteção dessa espécie protege todo o ambiente e todos os animais que vivem lá”, diz.

O projeto conta com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e do Primate Action Fund, e auxílio de instituições parceiras, como a Fundação Florestal de São Paulo, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Plataforma Institucional Biodiversidade e Saúde Silvestre da Fiocruz, o Instituto de Pesquisas Cananéia (IPEC), a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Dia Mundial da Água: a fonte da sobrevivência de todos os seres vivos

Foto: Pixabay

Anualmente, o Dia Mundial da Água é comemorado no dia 22 de março. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de fevereiro de 1992 com o objetivo de conscientizar a população mundial sobre a importância dos recursos hídricos para a sobrevivência de todos os seres vivos do planeta.

Lançado recentemente, o último Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos reforça o acesso à água como condição inalienável aos direitos humanos e esmiúça a lamentável relação entre exclusão social e privação de recursos hídricos básicos. Estima-se que aproximadamente 2,1 bilhões de pessoas não possuem acesso à água potável.

Foto: Pixabay

Em uma tentativa de debater formas de contornar as desigualdades, a ONU lançou a campanha “Água Para Todos”, com o objetivo de incentivar cada país a sugerir propostas e atividades para conscientizar a população sobre a importância da preservação da água para a manutenção dos ecossistemas e do planeta.

É possível fazer a diferença com pequenas escolhas diárias. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) apontam que apenas a agropecuária é responsável por 70% do consumo de água do planeta, seguida pela industria, que consome 22%, enquanto o uso doméstico, que fica com a menor parcela, apenas 8%.

Divulgação

Soluções como consumir produtos de empresas sustentáveis que possuam comprovadamente compromisso com o meio ambiente, abolir o consumo de carne e outros produtos de origem animal e evitar o desperdício garantirão não só que as gerações futuras tenham acesso aos recursos hídricos, mas também contribuirá ativamente para que o acesso à água seja democratizado e se torne universal.

Sem água, não há vida. Não espere a fonte secar para agir. Juntem-se à ANDA e defenda os animais. Clique aqui e saiba como ajudar.

 

 

Família de orcas é vista nadando em alto mar com um lindo filhote

Em meio a tantas cenas lamentáveis de poluição, sofrimento e morte nos oceanos, uma nova imagem trouxe alegria e esperança para a vida marinha.

Foto: Center Whale Research

Emissoras de TV em Seattle, nos Estados Unidos, transmitiram imagens aéreas ao vivo, no dia 10 de janeiro, de vários grupos de baleias orcas, em Puget Sound.

Para a surpresa de todos, foi possível observar um pequeno filhote entre eles”, informou o Center for Whale Research (CWR).

“A pesquisadora do CWR, Melisa Pinnow, viu que indivíduos da Lp, que vivem no noroeste do Pacífico, estavam em um dos grupos com um novo bebê”.

Foto: Center Whale Research

Os pesquisadores foram para o mar para investigar a pequena baleia e descobriram que uma orca de 31 anos, L77, também conhecida como Matia , deu à luz pela primeira vez desde 2012. O bebê, L124, é uma linda menina.

“Quando soube do nascimento deste filhote, fiquei tão feliz!”, disse Barbara J. King, professora de antropologia do College of William & Mary e autora de “How Animals Grieve”, ao The Dodo.

Foto: Center Whale Research

Isso não significa que elas estejam fora de perigo. No ano passado, as orcas residentes do sul (SRKW), que incluem J Pod , K Pod e L Pod, ganharam manchetes internacionais quando uma desesperada mãe orca foi vista carregando o cadáver de seu filhote recém-nascido por 17 dias, como um luto antes de finalmente deixá-lo partir.

As orcas lutam para diariamente sobreviver, porque a sobrepesca e o represamento dos rios extinguiram salmão Chinook, sua principal fonte de alimento.

As pessoas estão otimistas com a sobrevivência da L124 que, brincalhona e cheia de energia, nadou ao lado de L25, a mais antiga orca que vive em todas as três regiões, nascida  em 1928.

Mas existem também uma séria preocupação com outra duas orcas srkw que parecem estar morrendo de fome e Barbara J. King recomenda: “Espalhe o risco de extinção das orcas para sua família, amigos, jovens e qualquer pessoa, cara a cara ou nas redes sociais, e peça que parem de comer salmão Chinook, a comida que essas orcas dependem para viver “.

“Pessoas em todo os EUA e Canadá estão torcendo para que este bebê consiga viver, para o bem da L77, a mãe, para a população como um todo, e de fato para todos nós”, acrescentou  King.

 

 

Turistas são forçados a prometer não tirar selfies com animais em ilha turística

Turistas que chegam em uma ilha da Tasmânia estão sendo incitados a prometer que não vão perseguir os wombats com bastões de selfie.

Turistas que chegam em uma ilha da Tasmânia estão sendo instados a prometer que não vão chegar muito perto de wombats

Autoridades da Ilha Maria estão tentando proteger as espécies nativas, temendo que os turistas que persigam os animais para tirarem fotos, o que pode causar sofrimento a eles. Os wombats são marsupiais australianos.

O compromisso em vários idiomas, incluindo mandarim, foi exibido em uma parede no terminal de balsas e os turistas estão sendo incentivados a estudá-lo quando chegarem. As informações são do Daily Mail.

Autoridades da Ilha Maria estão tentando proteger a espécie, temendo que os turistas que corram para os animais e tirem selfies que possam causar sofrimento.

Ele diz: “Assumo este compromisso de respeitar e proteger os residentes de Maria. Vou lembrar que você é selvagem e prometo mantê-lo assim.

Eu prometo que vou respeitar as maravilhas de sua bela ilha natal, o cais, os Penhascos Pintados, os penhascos rochosos, baías assombradas e o mistério das ruínas de Maria.

Wombats, quando você passa por mim, eu prometo que não vou persegui-lo com meu bastão de selfie ou chegar muito perto de seus bebês. Eu não vou cercar você ou tentar pegá-lo.

Vou me certificar de não deixar lixo ou comida. Eu me comprometo a deixar você permanecer selvagem“.

A promessa em vários idiomas, incluindo o mandarim, foi exibida em uma parede no terminal de balsas da ilha.

Falando sobre o compromisso, Ruth Dowty, diretora-presidente da East Coast Tourism, disse à ABC Radio: “Os turistas estão apaixonados pelos wombats; tão apaixonados que precisamos lhes dar alguma educação sobre como interagir com eles ”.

A promessa diz:  “Wombats, quando você passa por mim, eu prometo que não vou persegui-lo com meu bastão de selfie ou chegar muito perto de seus bebês. Não vou cercar você nem tentar te pegar”.

Ela disse que os wombats “praticamente ignoram as pessoas, mas as pessoas correm até eles e eles não fogem”.

Equador proíbe fogos de artifício nas Ilhas Galápagos

O objetivo é proteger a fauna de Galápagos (Foto: Gray Line Magazine)

Com o objetivo de proteger a fauna, o governo do Equador proibiu neste início de 2019 a venda, uso e transporte de fogos de artifício com efeitos sonoros nas Ilhas Galápagos, a cerca de mil quilômetros da costa continental equatoriana.

Normalmente os animais eram bastante prejudicados porque seus batimentos cardíacos se elevavam e eles sofriam de tremores e ansiedade após eventos pirotécnicos.

“Esse é um presente para a conservação do Equador e do mundo. Ecossistemas tão sensíveis como o das Ilhas Galápagos são afetados [por fogos de artifício], especialmente sua fauna, que é única”, publicou no Twitter a presidente do conselho local, Lorena Tapia. A proibição que já está em vigor é resultado de uma campanha iniciada em 2017.