ONG pede ajuda para cadela que sofreu mutilações ao ser brutalmente agredida

A Associação Protetora dos Animais de Teutônia (Apante), com sede em Teutônia (RS), resgatou a cadela Nina, de cerca de 3 anos, precisa de ajuda para que a entidade consiga arcar com os gastos do tratamento veterinário dela. A cadela foi brutalmente agredida e teve uma das patas e parte do rabo mutilados.

Foto: Reprodução / Jornal A Hora

O animal foi espancado por criminosos durante um furto a uma residência no bairro Canabarro. As informações são do Jornal A Hora.

A ONG afirmou que Nina tem se recuperado bem, recebe carinho no lar temporário e demonstra ter vontade de viver. “Ela retirou os pontos da perna na segunda-feira, restando apenas os do rabo”, comenta a voluntária Aline Taís Wiebusch.

A cadela ainda está tomando remédios e o tratamento dela já ultrapassou os R$ 3 mil. Inicialmente, os gastos chegaram a R$ 2,8 mil. No entanto, os voluntários já desembolsaram mais R$ 865 para pagar uma transfusão sanguínea, medicamentos e curativos.

Os criminosos agrediram Nina de forma brutal quando entraram numa casa, no dia 28 de junho, para furtar um forno elétrico e um micro-ondas. Apenas no dia seguinte, quando os tutores da cadela voltaram para casa, a agressão foi descoberta, o que fez com que Nina tenha sofrido por horas até ser socorrida.


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Gato é resgatado após cair em poço desativado em Limoeiro de Anadia (AL)

Um gato caiu dentro de um poço desativado nesta terça-feira (16). O acidente sofrido pelo animal aconteceu no Povoado Genipapo, localizado na cidade de Limoeiro de Abadia, no agreste de Alagoas.

Foto: GBM/AL

Ao perceber que o gato havia se acidentado, os tutores do animal prontamente acionaram o Corpo de Bombeiros, que esteve no local. As informações são do portal Alagoas 24 Horas.

Cinco militares se deslocaram até o povoado, com a viatura ABS 11 do 7º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), e realizaram o resgate do animal.

Após ser retirado do poço em segurança, o gato foi devolvido aos tutores.


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Prefeito do RJ assina decreto que regulamenta Código de Defesa dos Animais

O prefeito Marcelo Crivella assinou um decreto que regulamenta o Código de Defesa dos Animais, instituído pela lei nº 6.435, de 27 de dezembro de 2018, de autoria do vereador Célio Lupparelli (DEM).

O Código estabelece regras para promover a proteção dos animais no Rio de Janeiro e proíbe, inclusive, que animais sejam mortos para comercialização de pele. A lei prevê ainda pagamento de multa para quem abandonar ou submeter um animal à crueldade. As informações são do Diário do Rio.

Foto: Pixabay

A lei também define normas para a criação e comercialização de animais. A prática, que trata animais como mercadorias, objetificando-os e desrespeitando o status de sujeito de direito de cada um deles, ainda é recorrente na sociedade. Casos de maus-tratos em canis e gatis que exploram animais para venda são comuns e não serão extintos com a regulamentação, que pode coibir casos específicos, mas não dará conta de resolver o problema, que só pode ser solucionado com a proibição definitiva de qualquer comércio de animais.

Outra prática comum na sociedade é a morte de animais para consumo humano. O legislação regulamentada por Crivella proíbe “a prática da morte lenta ou dolorosa a animais” explorados para consumo e define que eles devem ser mortos “nos moldes preconizados pela Organização Mundial de Saúde”. Assim como o caso do comércio de animais, esse trecho da lei também não será capaz de impedir a crueldade da indústria, que só terá fim se um dia a população deixar de consumir produtos de origem animal. Isso porque manter porcas presas em gaiolas minúsculas, sem espaço para que elas se movimentem, triturar pintinhos machos ainda vivos, cortar o bico das galinhas e castrar os filhotes de porcos sem anestesia, dentre outros horrores, são práticas comuns promovidas pela agropecuária e consideradas legais perante a lei.

“Proteger e cuidar dos animais é um dever de toda a sociedade. Por esse motivo, a regulamentação da lei é importante. E vale lembrar: maus-tratos devem ser denunciados. A Prefeitura do Rio abraça esta causa. Vamos proteger nossos animais: gatos, cães, toda a fauna. Vamos cuidar do nosso paraíso e dos nossos animais”, publicou o prefeito em rede social.

O Código define princípios básicos a serem seguidos, como o respeito integral, a necessidade de oferecer condições de subsistência ao animal e a proibição de qualquer topo de agressão. Estabelece também punições aos infratores, “sem prejuízo das sanções cíveis e penais cabíveis”, que vão desde advertência, multa simples e multa diária até interdição temporária, suspensão de financiamentos provenientes de fontes oficiais municipais de crédito e fomento e interdição definitiva, mediante cassação de alvará.

Para punir infrator reincidente no crime, “o valor da multa será duplicado, e o processo, encaminhado à Procuradoria Geral do Município para as providências cabíveis” – no caso de pessoa física. Para pessoa jurídica, “o valor da multa será calculado por animal abandonado, procedendo-se à cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento e demais licenciamentos concedidos”.


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Evento em prol de animais abandonados com comida vegana será realizado no domingo em Campinas (SP)

A 9ª edição do Cantar Faz Bem Pra Cachorro será realizada no próximo domingo (21), a partir das 13 horas, no bar Vila Bambu, em Campinas, no interior de São Paulo. O evento, que tem sido um sucesso, contará com comida vegana e música ao vivo. Os recursos arrecadados serão usados integralmente para cuidados oferecidos a animais em situação de rua ou resgatados do abandono e de maus-tratos.

Foto: Divulgação

“Temos um carinho muito grande por esse evento, organizado por pessoas do bem e que amam os bichinhos! Toda a renda do evento é destinada para a causa animal”, afirmou a cantora e protetora de animais Ana Cavalcanti, uma das organizadoras do evento.

No dia, as pessoas poderão se deliciar com feijoada e yakisoba veganos. Esses dois pratos poderão ser consumidos à vontade por um valor de R$ 25. Doces e salgados sem crueldade animal serão vendidos separadamente, assim como as bebidas – sucos, refrigerantes, cervejas e água.

Além do valor do yakisoba e da feijoada, será cobrado R$ 10 de couvert artístico. Esse valor também será doado para a causa animal, já que todos os cantores e músicos que participarão do evento irão expor seu trabalho de maneira voluntária.

O Vila Bambu, onde o Cantar Faz Bem Pra Cachorro será realizado, está localizado na rua Eleutério Rodrigues, 308, bairro Vila Nova, próximo ao bairro Taquaral, em Campinas (SP). O evento é pet friendly – isso é, seu cachorro pode te acompanhar para fazer da sua tarde ainda mais agradável.

O bar não aceita cartões para pagamento. Os gastos devem, portanto, ser pagos com dinheiro ou por meio de transferência bancária e cheque.

Serviço:

Cantar Faz Bem Pra Cachorro
Dia: 21/07 – domingo
Horário: a partir das 13 horas
Endereço: Vila Bambu – rua Eleutério Rodrigues, 308, bairro Vila Nova, Campinas (SP)


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Prefeito do RJ promete regulamentar Código de Defesa dos Animais

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), prometeu ao presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara dos Vereadores, o parlamentar Luiz Carlos Ramos Filho (Pode), que vai publicar nesta terça-feira (16) o decreto que irá regulamentar o Código Municipal de Defesa dos Animais.

Foto: Pixabay

Caso a regulamentação realmente ocorra, a lei 6.435/2018, que instituiu o Código, entrará em vigor. A legislação é de autoria do vereador Célio Lupparelli (DEM). As informações são do portal Extra.

O Código estabelece regras para promover a proteção dos animais no Rio de Janeiro e proíbe, inclusive, que animais sejam mortos para comercialização de pele. A lei prevê ainda pagamento de multa para quem abandonar ou submeter um animal à crueldade.

A promessa feita pelo prefeito ao parlamentar ocorreu durante uma reunião, realizada na segunda-feira (15). O subsecretário de Bem Estar Animal, Roberto de Paula, e o assessor especial da prefeitura Ailton Cardoso também participaram do debate.

“É um grande avanço para a proteção animal. Agora quem maltratar os animais vai sofrer no bolso”, comemora Luiz Carlos Ramos Filho.


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Crianças reaproveitam caixas de suco para construir casinhas para animais abandonados

Um grupo de crianças se uniu para construir casinhas para cachorros e gatos abandonados no Chile. Entre elas está a idealizadora do projeto, Constanza Osorio Zaldivia.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Constanza decidiu reaproveitar caixas de suco jogadas no lixo por seus vizinhos para fabricar casinhas. A ideia tem beneficiado não só os animais, mas também o meio ambiente, e surgiu após a garota se informar sobre o efeito devastador do lixo na natureza. As informações são do portal Razoes Para Acreditar.

Dezenas de crianças fazem parte do projeto. Elas juntam as caixas vazias, lavam, recortam e constroem as casinhas. Depois, as colocam em praças e calçadas, além de doar algumas para abrigos de animais.

Para fazer com que as casinhas fiquem impermeáveis à água, as crianças as forram com fita adesiva. Além disso, graças à tecnologia Tetra Pak, as pequenas casas para animais são bastante resistentes.

O projeto teve início há dois meses e, de acordo com Constanza, “está apenas começando”.


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Restam apenas 250 mil chimpanzés no continente africano

Restam apenas 250 mil chimpanzés na África. O número, quando comparado ao que foi registrado há 10 anos, quando cerca de 2 milhões desses animais viviam em 25 países do continente africano, expõe uma grave queda na população da espécie.

Foto: Pixabay

A diretora adjunta do Instituto Jane Goodall, Laia Dotras, afirmou à agência EFE o declive populacional drástico que os chimpanzés vivenciam é provocado “sobretudo pela perda do habitat” devido à “exploração de madeira e recursos minerais”. A espécie é vítima também da caça.

Segundo Dotras, essa é “uma das maiores crises de biodiversidade” atuais e se não forem tomadas medidas urgentes, os chimpanzés “não tardarão a desaparecer”. As informações são do portal Público.

A diretora afirma que é “essencial educar e fazer entender os problemas socioambientais locais” para evitar a extinção da espécie. Para “assegurar a sustentabilidade a longo prazo”, Dotras sugere que seja incentivado o desenvolvimento sustentável em diferentes regiões africanas.

“A pobreza e o desconhecimento induzem muitos africanos a usar os recursos do seu meio ambiente de forma insustentável”, asseverou Dotras, que citou como exemplo o desmatamento, que faz com que áreas fiquem “quase desertas e a terra já não se pode aproveitar para cultivar”.


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Passagens de fauna tornam estradas mais seguras para animais

A construção de túneis subterrâneos em estradas brasileiras tem ajudado a salvar a vida de animais selvagens e colaborado com a redução de acidentes. Pesquisadores estão filmando e acompanhando o deslocamento desses animais.

A onça parda caminha desconfiada. O motivo da preocupação vem logo atrás: quatro pequenos filhotes seguem a mãe. A família busca uma área de mata para se proteger.

Foto: Reprodução / Jornal Nacional

Muitas vezes, a floresta fica ao lado da rodovia e a travessia é um perigo. Não é raro o atropelamento de animais silvestres. Muitos ficam mutilados ou morrem quando tentam atravessar as rodovias.

O Brasil tem mais de 90 mil quilômetros de rodovias federais. Nos últimos quatro anos, em mais de cinco mil quilômetros, 500 passagens de fauna estão sendo instaladas. O número ainda é pequeno, representa apenas 6% da malha rodoviária do país.

“Onde nós temos maior parte de vegetação preservada, há uma tendência de existência mais massiva de fauna silvestre. Ali seria um ponto onde a gente deveria ter mais dispositivo desses para que a fauna possa atravessar, não por cima da rodovia, mas por baixo”, afirmou João Felipe Lemos Cunha, coordenador-geral de Meio Ambiente do Dnit.

Trinta passagens de fauna são monitoradas por câmeras 24 horas por dia. Num período de pouco mais de um ano, as câmeras fizeram o registro de mais de seis mil animais silvestres.

O monitoramento revelou a riqueza de vida selvagem: uma anta, maior mamífero terrestre brasileiro; o veado catingueiro foi visto durante o dia, assim como a raposinha do campo, animal ameaçado de extinção.

As onças pardas também foram flagradas. Mãe e filhote têm usado a passagem com frequência.

O investimento deu resultado, a concessionária que administra a rodovia registrou em um ano e meio a redução de 86% no número de acidentes com animais silvestres.

“Você imagina um usuário que está trafegando na rodovia a cem, 110 quilômetros por hora e colide com uma anta. A partir do momento em que esse animal tem uma opção segura por debaixo da rodovia, além de todo o ganho ambiental, o usuário trafega com mais segurança, com menor probabilidade de acabar se envolvendo em um acidente”, afirmou Osnir Giacon, gerente de Meio Ambiente da concessionária.

Em algumas rodovias, principalmente as que cortam parques ecológicos, foram construídas passagens aéreas para os animais. Macacos, esquilos e outros animais não precisam nem descer das árvores para passar do outro lado da floresta.

“Cada vídeo que a gente vê dos animais utilizando as passagens de fauna deve ser comemorado porque todo mundo ganha: o animal que passou em segurança e o usuário que trafegou em segurança”, contou a bióloga Fernanda Abra.

Fonte: Jornal Nacional


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Cacatuas caem mortas do céu na Austrália e ONG denuncia envenenamento

Cacatuas mortas caíram do céu na Austrália, assustando moradores da pequena cidade de One Tree Hill. Membros da ONG de proteção animal Casper’s Bird Rescue suspeitam de envenenamento. Segundo a entidade, 60 animais caíram enquanto voavam pelo município.

(FOTO: SARAH KING/CASPER’S BIRD RESCUE)

De acordo com equipes de resgate da entidade, a cena pareceu com “algo saído de um filme de terror”. As aves sangravam pelos olhos e bico durante a queda e algumas delas ainda estavam vivas quando foram encontradas.

“Não é uma morte instantânea. Isso causa sofrimento. Leva algumas semanas para funcionar. Começa internamente e tem hemorragia interna. É uma morte horrível e lenta”, disse Sarah King, fundadora da ONG, ao falar sobre a morte por envenenamento, em entrevista ao The Guardian.

Um conselho local propôs, em março, que uma espécie específica de cacatua, que se reproduziu em larga escala no país, fosse morta. No entanto, de acordo com King, a maior parte das aves encontradas mortas eram de outra espécie, que é protegida pelo governo.

(FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

“É um fato importante para ser exposto. Dos 60 e poucos que encontramos, apenas três eram de espécies não protegidas. Esta não é a maneira de lidar com nada. Também é contra a lei”, afirmou.

As autoridades locais propuseram que as aves fossem mortas sob a cruel justificativa de que elas incomodam a comunidade. Ativistas pelos direitos animais discordam do governo e sugerem outras alternativas para lidar com o problema, sem matar os animais.

De acordo com King, o caso das 60 cacatuas encontradas mortas após caírem do céu será investigado para que os responsáveis pelo envenenamento sejam identificados.


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Atriz Kim Basinger protesta contra consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul

Um ativista pelos direitos animais segura um filhote morto em frente ao Parlamento da Coreia do Sul, na capital Seul, na sexta-feira (12), pedindo o fim da indústria de carne de cachorro.

Foto: Reprodução / CNN

A poucos metros de distância, um grupo de criadores de cães come carne de cães explorados para consumo, alegando que é sua tradição e sustento.

Dezenas de policiais separam essas duas faces nitidamente contrastantes da Coreia do Sul – imagens evocativas de uma prática de décadas de exploração de cães para consumo humano.

No protesto, a atriz norte-americana Kim Basinger se juntou a ativistas do grupo de direitos animais Last Laise for Animals (LCA) para lutar contra o comércio de carne de cachorro no chamado “dia da carne de cachorro” ou “Boknal”, data em que a carne era tradicionalmente consumida no país.

Durante décadas, a Coréia do Sul enfrentou críticas sobre o tratamento dado aos animais e sobre o costume do país de consumir carne de cachorro. Ativistas dos direitos animais sul-coreanos têm estado na vanguarda da tentativa de encerrar o comércio.

Agora, está sendo proposto um projeto de lei que quer proibir a matança de cães para consumo.

Foto: Reprodução / CNN

Segurando um corpo de cachorro morto para as câmeras, Basinger disse: “às vezes as imagens falam mais de 1.000 palavras do que as nossas vozes”. Basinger há muito faz campanha pelos direitos animais, mas esta é sua primeira vez na Coreia do Sul. Ela foi ao país para somar forças para pressionar os legisladores a angariar apoio ao projeto.

“Eu acho que o governo vai ter que não fechar os olhos e realmente chegar a soluções como esta”, disse ela. “A Coréia do Sul vai ser a líder disso, será conhecida por isso”, completou.

O deputado sul-coreano Pyo Chang-won está fazendo pressão para aprovar o projeto de lei que tornaria ilegal o assassinato de cães e gatos, mas ele reconhece que só tem apoio da minoria na Assembléia Nacional.

Foto: Reprodução / CNN

Pyo disse que tem o apoio do Presidente Moon Jae-in – que é conhecido por ser um amante de cães e adotou um cão de abrigo quando chegou ao poder -, mas afirmou que essa não é uma política oficial do partido de Moon e, por isso, os legisladores podem tomar decisões individuais.

“Muitos dos congressistas estão em áreas rurais onde existem fazendas de cães e eles estão sob pressão para não falar sobre o projeto, para não apoiar a lei e não permitir que a lei chegue à mesa”, disse ele à CNN.

Basinger se reuniu com legisladores e governadores locais na esperança de levar o projeto adiante. Chris DeRose, fundador da LCA, dirigiu-se a ele na sexta-feira (12) declarando que “a Coreia do Sul não está mais sozinha, isso é um movimento global”. As declarações foram abafadas pelo campo adversário e o parlamento recebeu críticas de agricultores favoráveis à matança de cães.

Foto: Reprodução / CNN

A Humane Society International (HIS) disse que em 2016 cerca de 2 milhões de cães estavam sendo mantidos em cerca de 17 mil instalações na Coréia do Sul, mas houve mudanças desde então. No ano passado, o maior matadouro de cães do país foi fechado por autoridades locais em Taepyeong, em uma cidade satélite de Seul. De acordo com a HIS, milhares de cães foram mortos por eletrocussão a cada ano nesta instalação e seus restos mortais foram vendidos para consumo.

No início deste mês, o mercado de carne de cachorro Gupo, na cidade de Busan, uma das maiores do sul do país, foi fechado com a ajuda de seu prefeito, Oh Seo-don. Ele disse publicamente aos moradores de Busan: “Acho que vocês são pessoas que têm uma filosofia de respeitar a vida. Sem essa filosofia, isso nunca poderia ser feito”.

Para aqueles que apoiam a indústria de carne de cachorro, esses fechamentos geram grande preocupação.

Fonte: CNN


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