Comissão do Senado aprova projeto que considera animais sujeitos de direitos

A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado aprovou, na quarta-feira (10), um projeto de lei que considera os animais sujeitos de direitos, com acesso à tutela jurisdicional. O objetivo do projeto é impedir que os animais continuem a ser tratados como objetos inanimados.

Foto: Pixabay

O PL 27/2018, de autoria do deputado Ricardo Izar (PP-SP), prevê que os animais passem a ter natureza jurídica sui generis, como sujeitos de direito despersonificados, e sejam reconhecidos como seres sencientes – isso é, dotados de natureza biológica e emocional e passíveis de sofrimento. A proposta segue agora para o Plenário.

A matéria adiciona ainda um dispositivo à Lei de Crimes Ambientais (9.605/1998) para estabelecer que os animais não sejam mais considerados bens móveis para fins do Código Civil (10.402/2002). As informações são da Agência Senado.

O projeto, no entanto, lamentavelmente não protege animais como bois, vacas, porcos e outros que são diariamente explorados, torturados e mortos pela indústria alimentícia. Conforme explicou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que foi relator da proposta, a medida não interfere em hábitos alimentares ou práticas culturais. Mas, segundo ele, o projeto contribuirá para elevar a compreensão da legislação brasileira a respeito do tratamento dado aos animais.

A referência feita pelo senador a práticas culturais preocupa. Isso porque, recentemente, um projeto que classifica a vaquejada, o rodeio, a prova de laço, a cavalgada e similares como manifestações culturais, foi aprovado na Câmara dos Deputados e outra proposta, que considera a vaquejada um patrimônio cultural do Brasil, tornou-se lei em 2016. Isso pode significar que, caso a medida apresentada por Izar se torne uma legislação, ela pode deixar de proteger não só os animais explorados para consumo, mas também aqueles que são vítimas de atividades que se travestem de cultura para perpetuar o sofrimento animal.

“É uma elevação de status civilizatória. Não há possibilidade de pensarmos na construção humana se a humanidade não tiver a capacidade de ter uma convivência pacífica com as outras espécies. Eles devem ser tratados com dignidade”, afirmou Randolfe.

O projeto seguiria para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), mas a CMA conseguiu aprovar um requerimento de Randolfe que faz com que a matéria siga direto para o Plenário, em caráter de urgência.


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Vestido de Batman, homem encontra novos lares para animais que seriam sacrificados

Chris Van Dorn, fundador da ONG Batma4Paws (Batman 4 Patas, em tradução livre), resgata animais que seriam sacrificados em abrigos nos Estados Unidos e os leva para novos lares, dando-lhes uma nova chance de vida. O diferencial de Chris, no entanto, está na aparência: eles faz as ações solidárias vestido de Batman.

Foto: Arquivo Pessoal / Chris Van Dorn

Entre os animais salvos por ele está Koko, uma pit bull vítima de abandono. Resgatada pelo Pet Resource Center de Tampa, ela foi levada para o abrigo. Devido à superlotação do local, a cadela foi colocada na lista para ser sacrificada.

Uma hora antes de Koko ser sacrificada, Chris chegou ao abrigo, vestido de Batman, e a resgatou. Após tirá-la do local, ele a levou para um novo lar em Gatlinburg, no Tennessee.

Até chegar na nova casa, Koko viajou oito horas na companhia do Batman, seu novo amigo.

Foto: Arquivo Pessoal / Chris Van Dorn

“Eu diria que sou apenas o intermediário”, disse Chris ao The Dodo. “Os verdadeiros heróis são as pessoas que dão a esses cães um lar bom e amoroso”, completou.

Segundo ele, a ideia de fazer o trabalho voluntário em prol dos animais fantasiado de Batman tem o intuito de despertar o interesse das pessoas pela adoção. ”O traje apenas deixa todo mundo feliz e sorrindo”, disse. “É especial ver o Batman andando por aí e, quando descobrem que ele está fazendo uma boa ação no mundo, ficam ainda mais impactados”, concluiu.


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Famosos se engajam na causa animal e mudam a vida de cães abandonados

Famosos tem se engajado cada vez mais na causa animal, transformando, assim, a vida de cachorros e gatos vítimas do abandono e dos maus-tratos. O exemplo dado por essas pessoas é importante, já que elas são formadoras de opinião e acabam por influenciar seu público sobre a necessidade de combater o comércio de animais e praticar a adoção.

As atrizes Giovanna e Thaila (Fotos: Reprodução / Instagram)

Em abril, a atriz Fiorella Mattheis publicou uma foto no Instagram na qual aparece segurando dois cães no colo. Segundo ela, os animais foram abandonados, junto da mãe deles, no portão de sua casa. “Graças a minha mãe, pudemos ficar e cuidar desses bichinhos abandonados, mas nem sempre isso é possível! Por favor, castrem seus animais e jamais abandonem uma fêmea recém-parida…. Tem outros jeitos de resolver esse “problema”: entregue para um protetor, ONG ou veterinário, disse. Além das possibilidades apresentadas pela atriz, resolver o caso por conta própria, seja sozinho ou com a ajuda de amigos e pessoas sensíveis à causa animal é outra saída, já que a gravidez de um cão ou gato é de responsabilidade do tutor dele.

Outro animal que teve a vida transformada por um famoso foi Brisa. A cadela sem raça definida foi adotada pelo ator José Loreto. Além de adotar a cadela, que é o xodó do ator, Loreto também costuma divulgar notícias sobre feiras de adoção, animais perdidos e projetos relacionados à causa animal. Ele também já participou, na companhia de Brisa, da campanha #Adotei, que tem como objetivo incentivar a adoção de animais. As informações são do Observatório dos Famosos.

Giovanna Ewbank também tem envolvimento com a causa. A atriz adotou dois cachorros e chegou a realizar um bazar com a amiga Fiorella para a campanha “Adotar é Tudo de Bom”. Em maio, Giovanna usou as redes sociais para incentivar a adoção de animais ao contar a história de Favela, um de seus cães adotados.

“Esse aqui é o Favela, meu amigo que adotei pra vida! Na verdade, foi ele quem me adotou me dando amor, carinho, parceria e felicidade. Te amo tanto, Favelinha!!! Como a @pedigreebr diz há dez anos: ADOTAR É TUDO DE BOM! E eu também acredito nisso. Você já pensou em adotar um bichinho? Eu recomendo!!!”, escreveu.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Esses são os bebês que contei pra vcs nos stories, que deixaram no portão da minha casa em Petrópolis! Encontramos eles recém nascidos, com olhos fechados e cordão umbilical junto da mãezinha mto cuidadosa mas desesperada! Foram quase 2 meses de cuidados e hoje estão prontos pra adoção! Se vc se apaixonou por eles e quer adotar, mande uma msg pra @protecaocaoamor e fale com a Andreia ( parabéns por todo seu emprenho com os animais aqui em Petrópolis, o mundo precisa de pessoas como vc, obrigada!) A maezinha ainda precisa tratar anemia pra poder ser castrada e depois adotada! Graças a minha mãe, pudemos ficar e cuidar desses bichinhos abandonados mas nem sempre isso é possível! Por favor, castrem seus animais e jamais abandonem uma fêmea recém parida…. Tem outros jeitos de resolver esse “problema”: entregue para um protetor, ong ou veterinário (no Google vc pode achar um perto de vc!). CASTRAÇÃO É A ÚNICA SOLUÇÃO. Por favor me ajudem a divulgar ❤️

Uma publicação compartilhada por Fiorella Mattheis (@fiorellamattheis) em

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Entre os famosos que apoiam a causa animal estão ainda as atrizes Thaila Ayala e Cleo Pires. Thaila integra a mesma ONG de proteção animal que a amiga Fiorella e, em entrevista ao Gshow, dividiu com o público um pouco da sua história de amor pelos animais.

“Eu cresci convivendo com animais. Meu pai tirava todos da rua e levava pra casa, então, aprendi o que era amor sem pedir nada em troca. Meu sonho nem é ter minha própria ONG. Quero ter um pedaço bom de terra para tirá-los da rua. Se Deus quiser, isso vai acontecer”, falou.

Cleo Pires, por sua vez, faz parte da Associação das Mulheres Protetoras dos Animais (AMPARA Animal) – ONG em que Fiorella é madrinha. “O maior objetivo é conscientizar as pessoas para que façam suas escolhas de forma consciente. E que estas escolhas sejam preservar os animais. O trabalho é feito por amor e de forma inteligente, focado no lado positivo da causa”, disse Cleo ao falar sobre a entidade.


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Projeto instala comedouros para animais abandonados em Mogi das Cruzes (SP)

O projeto “Bom Pra Cachorro” está garantindo alimentação e água para animais abandonados em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, por meio da instalação de comedouros e bebedouros feitos de PVC.

Foto: Reprodução / Notícias de Mogi

A iniciativa é da vereadora Fernanda Moreno (PV), em parceria com a entidade de proteção animal Grupo FERA. As informações são do portal Notícias de Mogi.

O projeto é realizado com o apoio de comerciantes que, ao serem contatados pela parlamentar e pela ONG, aceitam colocar um comedouro e um bebedouro na frente de seus estabelecimentos comerciais.

Os comerciantes não pagam pelos equipamentos feitos de canos de PVC, mas têm que arcar com o custo da ração que será colocada no comedouro para os animais, além de abastecer, limpar a retirar os canos no período da noite para protegê-los da ação de vândalos.

A vereadora decidiu implementar o projeto em Mogi das Cruzes após conhecer uma ação semelhante feita em Praia Grande, no litoral de São Paulo, pelo parlamentar Cadu Barbosa.

Os primeiros comedouro e bebedouro instalados foram colocados em frente a uma casa de ração no distrito de Jundiapeba. O estabelecimento foi um dos primeiros a se interessar em participar do projeto. No total, sete kits de canos de PVC já foram feitos e serão instalados em comércios mapeados da cidade.

Comerciantes interessados em participar do projeto devem preencher um formulário disponibilizado no site oficial e aguardar contato para uma entrevista.


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OAB-AL constata que animais da ONG Pata Voluntária existem e estão recebendo cuidados

Membros da Comissão de Bem Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Alagoas estiveram no abrigo da ONG Pata Voluntária, cujas fundadoras foram presas por suspeita de fraude, e constataram que há animais no local. Médicos veterinários voluntários estão prestando atendimento aos cerca de 200 cães e gatos. O abrigo fica no bairro do Trapiche, em Maceió (AL).

Foto: Reprodução/TV Gazeta

Os integrantes da OAB fizeram fotos e vídeos dos animais no abrigo para comprovar a existência deles. A entidade dispõe de dois abrigos, o segundo está vazio e foi apontado pelas proprietárias da ONG como o local onde um assalto aconteceu.

De acordo com a presidente da Comissão do Bem Estar Animal da OAB, Rosana Jambo, os animais existem. “Existem todos os animais citados. Existe um sistema com a contagem dos animais. Eu fiz várias fotos deles [dos animais]. São animais doentes, que estão sendo devidamente assistidos por médicos veterinários. Não apenas um, mas uma equipe de médicos veterinários, assistentes, funcionários. Eu perguntei sobre a necessidade desses animais. Eles não estão precisando de absolutamente nada, porque estão sendo devidamente mantidos com o que já tem. Mas vai precisar futuramente de pagamento de funcionários, de mais ração, de mais tratamentos. Existem tratamentos que foram interrompidos por conta dessa denúncia apurada pela polícia e hoje na Justiça. Então, vai ser preciso futuramente ajuda para esse abrigo. Eu espero, realmente, que tudo seja resolvido. Se houve crime, que elas paguem pelo crime, mas que os animais em nenhum momento sejam prejudicados pela ação de suas gestoras”, disse Rosana Jambo ao portal G1.

Uma médica veterinária, que preferiu não ser identificada, trabalha de maneira voluntária no abrigo da entidade há três anos. Ela contou que está vivendo momentos de muita aflição desde que as responsáveis pelo Pata Voluntária foram presas.

“A gente recebeu ameaças. Eu, particularmente, como prestadora de serviço também recebi ameaças. As pessoas estão muito revoltadas, indignadas com o acontecido, que é de se esperar. Mas as pessoas precisam entender que também fomos pegos de surpresa. Somos voluntários, prestadores de serviço. E a gente também não imaginava”, disse a veterinária.

De acordo com os delegados Fábio Costa e Leonam Pinheiro, algumas pessoas que fizeram doações à entidade e outras que fazem voluntariado no abrigo estão procurando a polícia. Costa e Pinheiro foram os responsáveis, junto com o delegado Thiago Prado, por prender as três mulheres.

“Essas pessoas estão sendo ouvidas. Até mesmo para tirar o vínculo de algumas que estavam somente de boa fé como voluntárias, mas não tinha acesso ao patrimônio, à gestão daquela ONG”, disse o delegado Leonam Pinheiro.

Doadores de fora do estado de Alagoas também procuraram a polícia. “Nós fomos procurados por um rapaz de São Paulo, que doou sozinho R$25 mil. Ele será ouvido lá mesmo em São Paulo. E através de carta precatória nós iremos colecionar o depoimento deste aos autos”, explicou o delegado Leonam.

“Nós estamos orientando as pessoas que se sentiram lesadas, prejudicadas, com essa situação, que através de um boletim de ocorrência noticiem essa situação e demonstre a pertinência das suas doações com esse suposto assalto”, concluiu o delegado.


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Dia Mundial da Lei: legislações criadas para defender animais são ineficazes

Hoje, dia 10 de julho, celebra-se o Dia Mundial da Lei. O ordenamento jurídico é um recurso imprescindível na construção de uma sociedade ética, mas é falho e não protege os animais como deveria.

(Foto: ThinkStock)

Atualmente, muitos municípios brasileiros, principalmente as metrópoles, dispõe de legislações que punem maus-tratos a animais. A nível federal, existe ainda a Lei de Crimes Ambientais, que além de punir práticas ilegais promovidas contra o meio ambiente, combate casos de violência e negligência promovidos contra os animais.

No entanto, nenhuma lei brasileira costuma levar para cadeia aqueles criminosos que praticaram maus-tratos a animais. O caso de Dalva Lina da Silva, a serial killer de animais de São Paulo, foi o primeiro a haver condenação de prisão – mas não em regime fechado. Em 2017, ela foi condenada a 16 anos e seis meses de reclusão em regime semiaberto. Após ficar cerca de quatro meses foragida, ela foi presa em fevereiro de 2018.

Antes de Dalva, os crimes eram punidos apenas com aplicação de multas e obrigatoriedade do condenado executar serviços comunitários. A condenação da serial killer, no entanto, não mudou o cenário brasileiro e, após a Justiça emitir a decisão de manter Dalva em regime semiaberto por mais de 16 anos, novos casos continuaram a receber penas alternativas que passam bem longe da prisão.

Essas condenações brandas se devem à forma como estão estruturadas as legislações brasileiras relacionadas aos direitos animais. A legislação federal, por exemplo, tem como pena máxima um ano de detenção. Um projeto, que foi aprovado pelo Senado e seguiu para a Câmara dos Deputados, quer aumentar a punição para até quatro anos de detenção. O aumento, porém, não impediria as punições ineficazes. Isso porque, segundo o artigo 44 do Código Penal, a prisão pode ser substituída por alternativas – como multas e prestação de serviços comunitários – se a pena for menor do que quatro anos.

A falta de conhecimento e o descaso das autoridades policiais no combate aos crimes aos quais os animais são submetidos também contribui para este cenário alarmante. É comum que denúncias de maus-tratos a animais não sejam fiscalizadas, assim como a ausência de estrutura do governo, que obrigatoriamente deveria dispor de local, profissionais e insumos para abrigar animais vítimas de violência e abandono, também dificulta a aplicação correta da lei, uma vez que são registrados casos de animais que permanecem em situação de risco devido à impossibilidade de destiná-lo para um lugar adequado.

Todas essas questões favorecem os criminosos e dão força à impunidade, gerando um ciclo vicioso no qual animais são diariamente agredidos, abusados sexualmente, explorados, abandonados, negligenciados e violentados de diversas formas sem que seus algozes paguem por isso.


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Cadela abandonada após viver 10 anos com tutores tem a vida transformada

Esther foi abandonada na rua após se dedicar e amar sua família por longos 10 anos. Descartada como lixo, a cadela foi deixada na rua. Desamparada, ela sofreu, passou fome, teve sarna, carrapatos e perdeu os dentes.

Foto: Sidewalk Specials

O destino da cadela, no entanto, transformou-se quando foi encontrada por integrantes da Sidewalk Specials, da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Resgatada, Esther comeu sua primeira refeição em muito tempo e passou a receber todos os cuidados necessários. A equipe do abrigo, no entanto, acreditou que seria difícil encontrar um novo lar para a cadela, devido à idade avançada dela. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Sidewalk Specials

O pensamento dos integrantes da entidade, porém, não se confirmou e logo uma família interessada em Esther apareceu. Desde então, a cadela divide a vida com sua irmã canina Lulah e recebe todo o amor que sempre mereceu.

Esther hoje vive cercada de mimos, adora brincar com Lulah, passear e ficar na companhia de seus tutores.

A cadela se transformou completamente: o pelo falhado deu lugar a uma pelagem bonita e saudável e o semblante triste, de quem estava desolada após ter sido abandonada, ficou no passado.

Foto: Sidewalk Specials


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Shopping abriga cachorros abandonados para protegê-los do frio

Um shopping em Istambul, na Turquia, decidiu abrigar cachorros abandonados para protegê-los do frio. O inverno na cidade é rigoroso e a ajuda do estabelecimento tem sido primordial para esses animais, que correm o risco de morrer de hipotermia na rua.

Foto: ARZU INAN

A cidade é conhecida pelo bom tratamento que dá aos cachorros e gatos abandonados. Os cães que passaram a ficar dentro do shopping conseguiram abrigo após entrarem, por conta própria, no local. Ao invés de serem expulsos do local, eles foram acolhidos e receberam tapetes de papelão e cobertores para dormir em frente às lojas.

Como se não bastasse a acolhida que o shopping deu aos animais, a loja de roupas femininas Penti levou vários cães para dentro de seu estabelecimento, dando-lhes ainda mais conforto. Uma foto que mostra três cães dentro da loja, enquanto um cliente faz compras, viralizou nas redes sociais e comoveu internautas. As informações são do portal Pawpulous.

O gerente da loja Penti, Arzu Inan, e o proprietário de um café, Selçuk Bayal, que deu abrigo a 12 gatos, afirmaram à mídia local que nem a possível desaprovação de alguns clientes os impediu de ajudar os animais.

Foto: ALI ÇELIK

Foto: SELÇUK BAYAL


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PL propõe abono de falta a servidor municipal que precisar levar animal doente a veterinário em Curitiba (PR)

Um projeto de lei, que tramita na Câmara de Curitiba, no Paraná, quer permitir que servidores municipais tenham abono de falta quando precisarem levar animais domésticos em consultas veterinárias de emergência.

A vereadora Katia Dittrich (Solidariedade), autora da proposta, acredita que a medida está em sintonia com os crescentes cuidados com animais e com a relação cada vez mais próxima entre humanos e não humanos.

(Foto: Reprodução / O Regional)

“Nada mais natural que adequar a legislação, permitindo que, nas ocasiões de emergências veterinárias, o responsável possa ter a falta justificada”, diz Katia. As informações são do portal Banda B.

Caso seja aprovada e sancionada, a proposta irá alterar o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Curitiba, que estabelece 11 situações em que a falta pode ser justificada, como no caso de doenças e morte de cônjuge, filho, pai, mãe e irmão. O projeto de lei complementar prevê a inserção de um inciso no artigo 82 do Estatuto.

Katia argumenta ainda que os animais estão sendo foco recorrente em debates, sob os pontos de vista moral, social e jurídico, e que a Constituição Federal veda a crueldade contra os animais.

A proposta foi protocolada no dia 16 de maio e recebeu instrução da Procuradoria Jurídica da Câmara. No momento, o projeto aguarda análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Estudos adicionais, documentos, revisões no texto ou posicionamento de outros órgãos públicos afetados pelo teor da proposta podem ser solicitados nos colegiados. Após passar pelas comissões, a matéria seguirá para o plenário e, se aprovada, será encaminhada ao prefeito, que deverá optar pela sanção ou pelo veto. Caso seja sancionada, a lei passa a entrar em vigor ao ser publicada no Diário Oficial do Município.


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Prefeitura instala casinhas para proteger cães abandonados do frio em Ponta Grossa (PR)

A Prefeitura de Ponta Grossa, no Paraná, instalou cinco novas casinhas na praça Pôr do Sol, na Vila Estrela, para abrigar cachorros abandonados e protegê-los do frio durante o inverno. Trata-se de uma iniciativa da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SMOSP) que foi executada por equipes do Departamento de Serviços Públicos da Prefeitura de Ponta Grossa.

Foto: Divulgação / Reprodução / Vida Pet News

“São cinco casinhas coloridas, em formato de frutas, que foram destinadas como abrigo para os animais, principalmente nesse período em que estamos esperando temperaturas amenas durante o inverno”, afirmou o secretário municipal de Serviços Públicos, Marcio Ferreira.

Para a construção das casinhas foi reaproveitado um material de um parque desativado. A medida, segundo Ferreira, deve chegar em outras praças da cidade em breve. As informações são do portal Vida Pet News.

“Queremos reaproveitar outros materiais que podem ser utilizados para a mesma finalidade, que são os animais. Vamos instalar mini abrigos também na Praça dos Ferroviários, e logo após nos demais parques”, disse.

Foto: Divulgação / Reprodução / Vida Pet News


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