Cães e gatos não vão receber vacina contra raiva este ano em Alagoas

Os cachorros e gatos de Alagoas não irão receber vacina contra a raiva este ano. A campanha de vacinação não tem data para ser realizada, mas deve acontecer apenas no primeiro trimestre de 2020.

O Ministério da Saúde (MS) suspendeu o envio de um novo lote de vacinas, conforme foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Foto: Pixabay

O órgão é o responsável por adquirir e distribuir as vacinas para os estados brasileiros. O motivo que levou à suspensão não foi declarado. As informações são do portal OP9.

De acordo com a Sesau, o estoque de vacinas antirrábicas em Alagoas é de 20 mil doses. O número está bem abaixo da quantidade necessária para realizar a campanha, de 350 mil doses.

A Secretaria de Saúde afirmou que o último registro da doença em animais domésticos no estado foi registrado há 11 anos e que a suspensão da campanha não coloca a saúde dos cães e gatos em risco.

Essa proteção que a secretaria garante existir em Alagoas, no entanto, não funcionou em Minas Gerais. O estado não havia registrado raiva em gatos desde 1984 e em cães desde 1989. Mesmo assim, neste mês um gato diagnosticado com a doença morreu em Itaú de Minas, cidade que não tinha registro da doença em gatos há 16 anos.


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Príncipe William critica o tráfico e caça de animais selvagens

Por Rafaela Damasceno

O príncipe William, da Inglaterra, descreveu o tráfico e a caça de animais selvagens como um “crime maligno”. Sua crítica não se deve à prática em si, mas ao descumprimento da lei – já que a caça “legal” é uma de suas paixões.

Príncipe William usando terno e óculos escuros

Foto: Twitter

A declaração do príncipe foi feita na primeira reunião da força-tarefa da United For Wildlife. Liderada por William, a organização tem como objetivo lutar para salvar espécies ameaçadas como elefantes, rinocerontes, tigres e pangolins.

“Vamos fazer tudo o que pudermos para evitar a extinção das espécies mais fantásticas do mundo, ameaçadas pela caça ilegal e redes criminosas”, declarou.

Ele afirma que esteve presente em várias reuniões ao longo dos anos, onde todos discutem a importância de acabar com o comércio da vida selvagem. “Devemos começar a ver as pessoas envolvidas nesse crime maligno atrás das grades”, completou.

Apesar do forte repúdio do príncipe ao tráfico de animais e à caça ilegal perante a lei, a Família Real é constantemente criticada pela sua conhecida paixão pela caça (principalmente de raposa). A incoerência de seu discurso perante suas atitudes não pode deixar de ser notada pelo público, que rejeita o apoio que ele demonstra ter em relação a apenas alguns animais.

Em 2014, o antigo vocalista da banda The Smiths, Morrissey, criticou o príncipe por lançar uma campanha em favor dos animais logo após ter viajado para caçar javalis e veados, na Espanha.

O cantor ainda afirmou que William era ignorante demais para perceber que os animais como tigres e rinocerontes estão quase extintos porque pessoas como ele os atacaram continuamente em nome do esporte e da violência.


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Cachorrinha não se afasta da avó da família para garantir que ela fique segura

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Lollipop foi encontrada quando tinha 8 meses de idade, vagando sozinha perto de uma lava-rápido de carros. Não querendo que ela corresse para estrada movimentada próxima do local, alguns homens que trabalhavam lá a amarraram e passaram a sair com ela o dia todo, apaixonando-se mais por ela a cada minuto.

Quando Cathy Officee parou no lava-rápido e e viu a doce Lollipop, resolveu se aproximar da cachorrinha e perguntar sobre ela. Todos os novos amigos da pit bull teceram elogios a ela, explicando que a cachorrinha parecia estar abandonada ou perdida, e Cathy rapidamente concordou em aceitá-la.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Depois de procurar por um microchip, dirigir pelo bairro onde foi encontrada, postar por toda a internet e colocar avisos de cães perdidos em abrigos locais, Cathy finalmente aceitou que Lollipop não tinha ninguém procurando por ela – e imediatamente a adotou em sua família.

“No final de cinco dias eu estava tão apaixonada por ela que eu fiquei feliz que ninguém a reivindicou e não havia qualquer dúvida de que eu a queria em minha família”, disse ela ao The Dodo.

Lollipop tem agora 3 anos e é tão apaixonado por todos em sua família quanto eles por ela. Ela segue constantemente seu irmão cachorro, Isaac, e sempre precisa estar o mais perto possível de sua mãe.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Um tempo atrás, Lollipop e sua família foram morar com a mãe de Cathy e seus três cachorros, e agora a pit bull tem ainda mais membros da família para amar – e se tornou incrivelmente protetora de sua avó em particular.

A mãe de Cathy tem 90 anos e anda muito devagar atualmente por causa de suas limitações. Ela usa um andador para se locomover, e muitas vezes tem que fazer pausas enquanto se locomove. Recentemente, Cathy começou a perceber que sempre que a mãe dela está de pé e andando, Lollipop está ao lado dela e imediatamente se levantará ou se deitará na frente da vovó assim que ela fizer uma pausa para descansar.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

“Não conseguimos descobrir se Lolli quer que ela volte e se sente ou se está pronta para o caso de a mamãe cair e precisar dela”, disse Cathy.

Seja qual for o motivo, sempre que a avó está de pé, o mesmo acontece com Lollipop, e os dois formaram a mais doce amizade por causa disso.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

“Mamãe tem três cachorros e eu tenho dois, então sempre tem um cachorro por perto”, disse Cathy. “Mas Lollipop é a única que entra no caminho da mamãe.”

Não importa a hora do dia ou para onde a mãe de Cathy está indo, Lollipop está sempre ali, protegendo-a e cuidando dela para ter certeza de que ela chegará ao seu destino sã e salva.

Foto: Cathy Officee

Foto: Cathy Officee

Quando Lollipop foi encontrada, um grupo inteiro de pessoas se reuniu para ter certeza de que ela estava segura – e agora parece que a cachorrinha está retribuindo o favor para as pessoas que ela mais ama.

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Altruísmo e compaixão são fundamentais para uma coexistência pacifica

Foto: Tail and Fur/Reprodução

Foto: Tail and Fur/Reprodução

O Dia da Caridade é comemorado no Brasil em 19 de julho, a data foi instituída pelo então presidente Humberto Castelo Branco por meio da Lei nº 5.063 em 1966 com o objetivo de reforçar o altruísmo na sociedade.

Criar uma data comemorativa para conscientizar a sociedade sobre a promoção e a prática da solidariedade, como meio para desenvolver um bom entendimento entre todos os seres humanos é uma atitude construtiva, porém, a caridade se estende muito além da sociedade humana. Caridade é um ato de amor para com toda e qualquer vida.

Estudos recentes divulgados pelo departamento de meio ambiente da ONU e outras entidades de pesquisa e ciência que atuam em nível mundial, alertam para o estado crítico em que o planeta, suas reservas naturais, as florestas e as espécies animais se encontram.

Foto: Jane Goodall Intitute/Fernando turmo

Foto: Jane Goodall Intitute/Fernando turmo

E isso não é o pior, as previsões feitas com base na evolução da destruição causada pelo comportamento humano, mostram que a Terra caminha a passos largos para uma situação de exaustão completa não muito distante.

O que teria nos levado a esse ponto de emergência ambiental, senão a falta de caridade?

Falta de caridade com o planeta, com os animais, com a natureza. Quando exploramos, comemos, matamos, submetemos, chicoteamos, prendemos, precificamos essas vidas que nos rodeiam, que melhor exemplo da falta de caridade poderia ilustrar tamanha ausência de altruísmo e amor?

A caridade caminha ao lado da compaixão, solidariedade, altruísmo e amor ao próximo. Ao ver um animal como ser inferior, ao dispor de sua vida e liberdade como bem entendemos, estamos praticando exatamente o reverso do que a caridade propõe.

Foto: Emma Williams

Foto: Emma Williams

E ao contrário da humanidade, os animais e a natureza nos dão exemplos de caridade, perdão, amor incondicional e sublimação diários. Mesmo tendo suportado sofrimentos indescritíveis ou anos de exploração, ao serem resgatados (quando o são) os animais respondem com gratidão e amor àqueles que os salvaram, mesmo sendo da mesma raça dos que os feriram.

Muito mais do que apenas uma data, uma palavra ou uma bandeira religiosa, a caridade é uma atitude diária, um olhar de amor para os que necessitam, o respeito por toda e qualquer vida, e acima de tudo a consciência e compreensão da igualdade, de direitos e condições, entre todos os seres do planeta.

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Cachorrinha que vivia no meio do lixo dorme em uma cama pela primeira vez

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Nala foi resgatada de um quintal sujo e cheio de lixo em Detroit, nos Estados Unidos onde ela passava todo o seu tempo. Ela nunca foi autorizada a entrar em casa, e desde que ela tinha apenas 5 meses de idade quando foi resgatada, é possível que ela tenha passado a vida toda vivendo do lado de fora.

Apesar da maneira como ela foi tratada, Nala só queria amor, e quando sua nova família a adotou, eles estavam determinados a dar tudo de si.

Quando Nala foi resgatada, a pequenina foi imediatamente levada para um veterinário nas proximidades, a cachorrinha estava incrivelmente magra e suja, e foi diagnosticada com vermes também.

Estava claro que a cachorrinha havia sido definitivamente vítima de maus-tratos, e ainda assim sua natureza doce nunca deixou de existir. Conforme ela foi limpa e tratada, Nala demonstrou toda a sua gratidão por alguém finalmente estar cuidando dela.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Frequentemente, os cães que vêm de situações de maus-tratos e abandono têm medo de pessoas, mas Nala parecia absolutamente feliz em conhecer todos que vinham em sua direção – e quando chegou a hora de sua nova família levá-la para casa, eles estavam tão animados e esperançosos, tudo que seus novos guardiães queriam era ver como ela se ajustaria à sua nova vida.

A nova família de Nala não tinha certeza de como ela reagiria quando a levassem para casa, já que era a primeira vez que ela chegava em uma casa. Eles pensaram que talvez ela estivesse um pouco nervosa ou insegura – mas Nala rapidamente provou que eles estavam errados e agiu como se a casa fosse sua. E realmente era.

“O rabinho de Nala fica muito agitado quando ela está feliz”, disse Charley Walton, a nova guardiã de Nala, ao The Dodo. “É a primeira impressão. Ela estava tão animada, não parecia nervosa ou triste. Literalmente pura felicidade”.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

No antigo quintal imundo em que ela vivia, Nala não tinha realmente nada macio onde dormir e descansar, e por isso era importante para sua nova família que ela tivesse a cama mais aconchegante que existisse. Ela foi presenteada com uma cama confortável e vários cobertores quentinhos, sua família pode então perceber o quanto ela estava emocionada por ter um lugar tão especial para descansar.

“Podíamos ver o olhar em seu rosto, era evidente o quão confortável e feliz ela estava por ter sua própria cama”, disse Walton. “Logo ela se esticou nela”.

Mais tarde naquela noite, Nala pulou para a cama de seus novos pais – e percebeu que amava ainda mais esse cantinho. Agora, ela dorme abraçada com seus pais na cama deles todas as noites, para que ela possa sempre estar confortável e próxima das pessoas que tanto ama.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

“Ela está mimada agora, de tanto amor que recebeu”, disse Walton.

Nala está com sua nova família há vários meses e pode ser encontrada aconchegada em algum lugar macio a cada chance que tem. Ela também adora ganhar carinho de sua família, brincar com sua irmãzinha, correr e se meter em problemas com seu irmão cachorro, e fica claro ao observá-la, que ela definitivamente não trocaria sua nova vida por nada no mundo.

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Número de rinocerontes aumenta na Tanzânia após repressão à caça

Por Rafaela Damasceno

A Tanzânia foi descrita em 2015 como o “ponto zero” da crise da caça, com apenas 15 rinocerontes presentes em todo o seu território. Ao assumir o poder, o presidente John Magufuli adotou uma linha dura no combate do crime da caça, estimulando as autoridades a prender todos os envolvidos no tráfico de animais. Nos últimos quatro anos, a população de rinocerontes no país cresceu já em 1.000%.

Um rinoceronte andando ao lado de seu filhote

Foto: Wild for Life

Os elefantes, que costumam ser assassinados para alimentar o comércio do marfim, também se reproduziram consideravelmente. A população aumentou quase metade em cinco anos, fato que o governo da Tanzânia também atribuiu ao combate da caça.

Em 2015 havia apenas 15 rinocerontes em todo o país. Atualmente são 167. Entre 2009 e 2014, o número de elefantes despencou 60% (de 110.000 para 43.000), mas hoje há mais de 60.000, segundo as autoridades.

Desde que o combate teve início, diversas pessoas foram presas. Alguns meses após o presidente assumir o poder, quatro chineses foram condenados a 20 anos de prisão após serem detidos na fronteira da Tanzânia com o Mauí, contrabandeando chifres de rinoceronte. Em fevereiro deste ano, uma empresa chinesa (apelidada de “Rainha do Marfim”), recebeu a sentença de 15 anos de prisão na Tanzânia por contrabandear mais de 350 presas de elefantes para a Ásia.

As autoridades afirmam que o número de animais cresceu devido a uma força-tarefa especial, criada em 2016 apenas para combater a caça de animais selvagens. Mark Jones, diretor de política e caridade da vida selvagem da Born Free Foundation, discorda. “Devemos ver esses números com cautela até que haja uma verificação independente. Não é possível que isso tenha acontecido por meio de proteção e reprodução apenas”, afirmou, em entrevista ao Independent.

Mark diz que rinocerontes e elefantes se reproduzem muito devagar, portanto, acredita que eles foram importados para o país. Mesmo assim, enxerga o crescimento da população dos animais como algo positivo.

O comércio de marfim é um problema que muitas pessoas desconhecem com totalidade. Pesquisas apontam que até mesmo alguns compradores acreditavam que as presas e chifres, de onde o marfim vem, cresciam de volta nos animais.

O preço do marfim diminuiu quando a China, a principal compradora, tornou o comércio ilegal. Mas o negócio ainda é lucrativo no Japão, Hong Kong, União Europeia e outros lugares do mundo.

Apesar de tudo, o combate à caça e o reforço de segurança em áreas protegidas, que deveriam ser seguras para os animais, é a melhor solução para proteger as vidas selvagens antes que elas cheguem à extinção.


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Estudo revela que baleias sussurram para alertar seus filhotes sobre predadores

Foto: Fox News/Reprodução

Foto: Fox News/Reprodução

Junto com os golfinhos, as baleias são amplamente consideradas os mamíferos mais inteligentes do mar, tendo desenvolvido cérebros e comportamentos que sugerem inteligência e sofisticação raramente vistas na natureza.

Mas um novo estudo teoriza que algumas espécies de baleias levaram esse intelecto a um novo nível – “sussurrando”.

A pesquisa, publicada no Journal of Experimental Biology, sugere que as baleias francas do sexo feminino “sussurram” aos filhotes para evitar serem ouvidas por baleias orcas.

Pesquisadores observaram por meio de etiquetas multisensores nove baleias em lactação por aproximadamente 63 horas em uma área usada pelos cetáceos para reprodução na Austrália Ocidental, usando o SoundTrap para estimar o ruído de fundo acústico e ficaram surpresos com o que ouviram – ou mal ouviram.

“Foi difícil diferenciar as comunicações e vocalizações do filhote ou da mãe, porque elas são muito próximas uma da outra”, disse a principal autora do estudo, Mia Nielsen, em um comunicado. Embora os filhotes da baleia-franca-austral (Eubalaena australis) tenham entre 5 e 8 metros de comprimento, eles são vulneráveis a ataques, por isso é importante que eles se mantenham discretos quando os predadores estão próximos.

Normalmente, as comunicações das baleias são audíveis por quilômetros, mas os sons e grunhidos das fêmeas das baleias francas austrais eram quase inaudíveis sobre as ondas agitadas, frequentemente em níveis muito baixos de decibéis e menos frequentes do que o habitual.

Nielsen, que disse que um dos desafios iniciais do estudo era entender as baleias na área, observou que esses mamíferos são “muito físicos uns com os outros”, incluindo ações como o filhote esfregando-se contra a mãe. Isso dificultou que as tags (etiquetas) permanecessem presas aos pequenos por mais de 40 minutos.

“Concluímos que essa criptografia acústica em baleias francas austrais e outras baleias reduz o risco de morte ao alertar sobre a presença de potenciais predadores e, portanto, requer um investimento energético substancial da mãe”, afirma o resumo do estudo.

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Nova área de proteção ambiental aumenta preservação costeira na Paraíba

Uma nova Área de Proteção Ambiental (APA) aumentou para 10,7% a área de preservação costeira na Paraíba. Apenas 0,5% do local era protegido antes da criação da APA, que recebeu o nome de Naufrágio Queimado.

Foto: Braulio Santos

Maior área de proteção do estado, a APA se estende pelo litoral de João Pessoa e de Cabedelo, abrangendo uma área de cerca de 420 km², que protege desovas de tartarugas, recifes, peixes, crustáceos e outros animais, incluindo espécies ameaçadas de extinção, como tubarão-lixa, toninha e peixe-boi-marinho.

No local, há três embarcações naufragadas, conhecidas como Alice, Alvarenga e Queimado. Os navios são atualmente habitados por corais e outras espécies marinhas. As informações são da Agência Brasil.

“O projeto começou com bases científicas, monitoramento das espécies e do ambiente para identificar o diagnóstico de preservação e propor medidas que favoreçam a conservação da natureza”, disse Robson Capretz, coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

O projeto de criação da APA é de responsabilidade de professores e alunos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com financiamento da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.


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Crianças reaproveitam caixas de suco para construir casinhas para animais abandonados

Um grupo de crianças se uniu para construir casinhas para cachorros e gatos abandonados no Chile. Entre elas está a idealizadora do projeto, Constanza Osorio Zaldivia.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Constanza decidiu reaproveitar caixas de suco jogadas no lixo por seus vizinhos para fabricar casinhas. A ideia tem beneficiado não só os animais, mas também o meio ambiente, e surgiu após a garota se informar sobre o efeito devastador do lixo na natureza. As informações são do portal Razoes Para Acreditar.

Dezenas de crianças fazem parte do projeto. Elas juntam as caixas vazias, lavam, recortam e constroem as casinhas. Depois, as colocam em praças e calçadas, além de doar algumas para abrigos de animais.

Para fazer com que as casinhas fiquem impermeáveis à água, as crianças as forram com fita adesiva. Além disso, graças à tecnologia Tetra Pak, as pequenas casas para animais são bastante resistentes.

O projeto teve início há dois meses e, de acordo com Constanza, “está apenas começando”.


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Restam apenas 250 mil chimpanzés no continente africano

Restam apenas 250 mil chimpanzés na África. O número, quando comparado ao que foi registrado há 10 anos, quando cerca de 2 milhões desses animais viviam em 25 países do continente africano, expõe uma grave queda na população da espécie.

Foto: Pixabay

A diretora adjunta do Instituto Jane Goodall, Laia Dotras, afirmou à agência EFE o declive populacional drástico que os chimpanzés vivenciam é provocado “sobretudo pela perda do habitat” devido à “exploração de madeira e recursos minerais”. A espécie é vítima também da caça.

Segundo Dotras, essa é “uma das maiores crises de biodiversidade” atuais e se não forem tomadas medidas urgentes, os chimpanzés “não tardarão a desaparecer”. As informações são do portal Público.

A diretora afirma que é “essencial educar e fazer entender os problemas socioambientais locais” para evitar a extinção da espécie. Para “assegurar a sustentabilidade a longo prazo”, Dotras sugere que seja incentivado o desenvolvimento sustentável em diferentes regiões africanas.

“A pobreza e o desconhecimento induzem muitos africanos a usar os recursos do seu meio ambiente de forma insustentável”, asseverou Dotras, que citou como exemplo o desmatamento, que faz com que áreas fiquem “quase desertas e a terra já não se pode aproveitar para cultivar”.


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