Universitários desenvolvem aplicativo para combater caça de animais e são premiados

O trabalho intitulado “Curupira: ferramenta tecnológica de fiscalização participativa sobre ações ilícitas contra a fauna”, de autoria dos discentes Nilton Teixeira Brito Junior, Pablo Oliveira de Araújo Costa e Wellyson Vieira Dias do docente Bruno Pralon, foi contemplado com o Prêmio “Profa. Dra. Laíse de Holanda Cavalcanti Andrade” no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí em 1º lugar dentre os trabalhos apresentados na modalidade oral. O evento foi promovido pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e realizado entre os dias 20 e 22 de junho no Campus Ministro Reis Velloso em Parnaíba/PI.

Foto: Reprodução / UFPI

O trabalho apresentado no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí foi submetido para divulgar o aplicativo Curupira criado pelos discentes da UFPI, Campus Ministro Petrônio Portella em Teresina/PI, com o objetivo de permitir que as pessoas realizem denúncias de crimes contra animais silvestres e domésticos no estado do Piauí. A equipe que desenvolveu o aplicativo é formada pelos discentes Daniele Tertulino dos Santos, Nilton Teixeira Brito Junior, Joanara Aryelly de Sousa Oliveira, Pablo Oliveira de Araujo Costa e Luiza Ester Alves da Cruz do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e Pedro Ivo Soares Barbosa e Wellyson Vieira Dias do curso de Bacharelado em Computação da UFPI.

Segundo os estudantes, a ideia de criar o aplicativo nasceu durante o desenvolvimento de uma atividade da disciplina voltada para educação ambiental ministrada pelo professor Bruno Pralon e, posteriormente, o professor Wedson Medeiros juntou-se a equipe para finalizar o desenvolvimento do aplicativo. O aplicativo é o primeiro do tipo na América Latina e vai facilitar envio de denúncias sobre crime ambiental.

O aplicativo Curupira deve estar disponível para celulares com sistema operacional Android no segundo semestre de 2019 e o usuário poderá denunciar casos de crimes de caça, cativeiro e maus-tratos contra animais silvestres e ainda especificar que tipo de animais estão sendo alvo dos criminosos. O aplicativo terá um link direto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e o denunciante que poderá enviar fotos, informações detalhadas e a localização geográfica através do GPS do Smartphone. Importante destacar que as informações do denunciante serão sigilosas.

Fonte: UFPI


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Cerca de 100 milhões de tubarões são mortos em pescarias anualmente

Foto: linkedin.com

Foto: linkedin.com

Embora o tubarão carregue o falso estereótipo de ser uma espécie selvagem e perigosa, quase tudo o que as pessoas acham que sabem sobre os tubarões, na maioria das vezes, é falso, e a humanidade corre o risco de perder a presença desses belos animais completamente dos oceanos, antes mesmo de conhecê-los de verdade.

Esses animais incríveis existem no planeta há mais de 400 milhões de anos, muito antes dos seres humanos, e até mesmo antes das árvores evoluírem. No entanto, hoje, esses reis dos mares estão sendo discretamente aniquilados pelos oceanos, com cerca de 100 milhões deles sendo mortos em pescarias todos os anos.

Esse é um número enorme, grande demais para se crer nele o que requer uma contextualização. Ao longo de décadas e séculos, as pessoas capturaram e mataram tubarões, o que levou a declínios maciços em algumas espécies e levou muitos à extinção. Hoje, um quarto das espécies de tubarões e raias é considerado ameaçado de extinção e em oceano aberto essa taxa sobe para uma em cada três espécies.

Algumas populações foram tão gravemente afetadas que foram reduzidas em 99%.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Parte disto é porque os tubarões são alvos de pesca para alimentação, ou apenas por suas barbatanas, mas uma grande quantidade é chamada de “captura acessória”, quando as espécies são acidentalmente capturadas e mortas em pescarias que tinham como alvo outra espécie.

As capturas acessórias (quando a espécie-alvo é outra) simplesmente não deveriam acontecer, mas as frotas implacáveis de barcos de pesca rondando indiscriminadamente o oceano, forma-se uma ameaça fenomenal à vida marinha, incluindo aves marinhas, tartarugas, tubarões, golfinhos e baleias.

Isso acontece porque redes enormes e linhas de anzóis com muitos quilômetros de comprimento cruzam o oceano para pegar peixes. Os tubarões, possivelmente procurando por comida, são pegos e arrastados a bordo com as redes e acabam morrendo.

Foto: Antony Dinckinson/AFP

Foto: Antony Dinckinson/AFP

Relatórios também descobriram que algumas pescarias atacam tubarões diretamente e, para piorar, muitas dessas espécies estão em extinção. O tubarão mako de barbatana curta (Isurus oxyrinchus), provavelmente o tubarão mais veloz do oceano, está sendo pescado até a extinção.

Um novo relatório do Greenpeace mostra que cerca de 25 mil desses animais foram mortos em 2017, um número incrivelmente alto, apesar de um claro alerta dos cientistas recomendando que nenhum tubarão da espécie seja pego ou morto sob nenhuma circunstância. Esses números são alarmantes e provam que tanto os oceanos quanto os tubarões estão sob séria ameaça.

No oceano os tubarões são os principais predadores, mas o verdadeiro predador do topo da cadeia que eles devem temer são os seres humanos. A pesca tem destruído repetidamente a vida selvagem em todo o mundo, levando algumas das mais icônicas criaturas oceânicas à beira do abismo – incluindo atum-azul, tartarugas marinhas, albatrozes e muitas, inúmeras espécies de tubarões também.

Foto: Mark Conlin/VW PICS/UIG

Foto: Mark Conlin/VW PICS/UIG

Quando se trata de leis de proteção ao oceano, o déficit é claro. Isso é ainda mais óbvio quando se trata de alto mar, as áreas fora da jurisdição dos países – que são basicamente o oeste selvagem, lugar sem lei para a vida selvagem.

Os cientistas calculam que pelo menos 30% dos oceanos devem ser protegidos como santuários seguros para a vida selvagem. Isso não é essencial apenas para uma vida marinha saudável e próspera, é também de grande importância para a sustentação de populações de peixes em todo o mundo e para permitir que os oceanos lidem com os impactos da mudança climática.

Este ano, os países estão discutindo um novo Tratado de Oceanos Globais nas Nações Unidas. Esse tratado pode, e deve, ser o primeiro grande passo para proteger os oceanos e toda a vida marinha. Mas questão também abrange a proteção da humanidade – porque dependemos dos mares para metade do oxigênio que respiramos, e para nos ajudar a lidar com o crise climática.

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Empresa anuncia possibilidade de paralisar operação de balsa para passagem de baleias

A Dersa, responsável pelo serviço de travessias litorâneas, anunciou que é possível que sejam feitas paralisações na operação da balsa entre São Sebastião e Ilhabela, no litoral de São Paulo, devido à quantidade de baleias-jubarte que tem passado pelo canal.

No último final de semana, pelo menos 16 animais foram vistos na região. O projeto Baleia à Vista avistou sete baleias no local no sábado (22) e emitiu um alerta via rádio para o comandante da balsa, que teria feito um desvio no percurso da embarcação para proteger as baleias, impedindo que elas fossem atingidas. As informações são do portal Nova Imprensa.

“Vamos precisar de um sistema de alertas e de intervenção rápida nesses casos, mas o mais importante é uma campanha de educação, treinamento e conscientização para que todos os navegantes respeitem sempre as regras de aproximação a baleias e golfinhos, que aliás são baseados em Leis e Portarias Federais”, alertou o projeto.

O artigo 24 da Estrutura Regimental do Ibama, que segue a Lei nº 7643, de 18 de dezembro de 1987, define regras para prevenir e coibir o molestamento intencional de cetáceos em águas jurisdicionais brasileiras. A lei proíbe que embarcações com o motor engrenado fiquem a menos de 100 metros de distância dos animais; que a embarcação persiga, com o motor ligado, qualquer baleia por mais de 30 minutos, ainda que respeitadas as distâncias; que o curso de deslocamento do cetáceo seja interrompido; que se entre intencionalmente em grupos de cetáceos de qualquer espécie, dividindo-o ou dispersando-o; que se produza ruídos excessivos, tais como música, percussão de qualquer tipo, ou outros, além daqueles gerados pela operação normal da embarcação, a menos de 300 metros; que qualquer tipo de detrito, substância ou material seja despejado a menos de 500 metros do animal.

Período de reprodução

De espécie migratória, a baleia-jubarte procura, todos os anos, águas tropicais mais quentes, onde faz o acasalamento e tem filhotes. Para que esses animais cheguem ao destino, o litoral norte é rota quase certa.

Após o período de reprodução, quando chega o verão, as baleias retornam às águas polares para buscar alimento.


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Gatinha que vivia em caixa de papelão descobre o que é ter um lar

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Quando a família de Marcy foi despejada no verão passado, eles se mudaram e deixaram a gatinha para trás, abandonando-a no mundo para se defender sozinha e do lado de fora da antiga residência da família.

Ela encontrou abrigo em uma velha caixa de papelão no quintal de um vizinho e morou lá por vários meses, até que finalmente, alguém decidiu que não poderia mais deixá-la viver assim.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Rebecca McGinn estava visitando seu irmão para o aniversário de sua sobrinha quando ele contou a ela sobre um gato abandonado que morava em seu quintal. Ela saiu para ver se Marcy iria deixá-la chegar perto dela – e instantaneamente se apaixonou por ela.

Assim que viu Marcy, doente e sem lar, McGinn soube que ela a levaria para casa.

“Eu decidi adotá-la como ela estava, dentro de uma caixa de papelão encharcada, tremendo e tinha os olhos tão tristes”, McGinn disse ao The Dodo. “Assim que ela me viu, ela veio até mim em busca de carinho e foi tão doce e carinhosa.”

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy estava em péssimas condições quando McGinn a viu pela primeira vez, e depois de ser examinada por um veterinário, foi determinado que ela tinha problemas nos olhos, vermes, pneumonia, uma infecção no pulmão e problemas de pele que estavam fazendo com que seus pelos caíssem em punhados.

Todos sabiam que o caminho para a recuperação de Marcy seria longo, mas McGinn estava ansiosa para levá-la para casa e mostrar a ela como era ter um lugar agradável e acolhedor para se aconchegar com uma família que ama você.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela se instalou imediatamente e se enrolou e dormiu por dias”, disse McGinn.

Depois de tudo o que passou, Marcy ficou tão feliz por finalmente ter lugares macios e fofinhos para se aconchegar, e agora está viciada em coisas aconchegantes.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“A coisa que ela mais ama é estar comigo e com meu parceiro, abraçados”, disse McGinn. “Ela é 100% obcecada com cobertores e pessoas. Ela adora estar escondida e coberta. Ela está em um cobertor macio 99% do tempo!

Sejam travesseiros, cobertores ou um de seus novos humanos, Marcy agora é especialista em encontrar lugares aconchegantes para dormir e não tem planos de parar comesse hábito tão cedo. O tempo na caixa de papelão, na chuva, sol, frio ou calor foi o suficiente para que ela aprendesse a valorizar o que tem agora.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy esta absolutamente obcecada com sua nova vida, e se mostrou extremamente amorosa e confiante, mesmo depois de tudo que passou. Ela pode ter tido um passado difícil, mas agora que encontrou a melhor nova família possível, eles vão se certificar de que ela esteja sempre feliz e confortável pelo resto de seus dias.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela tem a personalidade mais doce e amorosa”, disse McGinn. “Ela é super pegajosa e ama toda a atenção. Ela é tão calorosa e confiante com todo.

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Gato e ratinha descobrem um ao outro e se tornam os melhores amigos

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

MacKenzie Allmon da cidade de North Little Rock, no estado do Arkansas (EUA), é uma verdadeira amante dos animais – ela ama tanto gatos como cães, e como orgulhosa cuidadora de quatro ratinhos domésticos, ela é também uma ardosa amante de ratos.

Allmon diz que seus animais são tudo para ela. Mas ela mal sabia o quanto alguns de seus bichinhos se amariam, entre eles mesmos, até que um dia ela encontrou seu gato Jagger no mais inesperado dos lugares.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Jagger entrou na vida de Allmon um ano atrás, quando ele era apenas um pequenino gatinho. Na verdade, ele nasceu na garagem de Allmon.

“No nosso antigo bairro havia um mercado de pulgas por perto e as pessoas costumavam dar filhotes lá – mas no final do dia, se eles ainda tivessem algum sobrando, eles simplesmente os deixavam por ali mesmo[soltos], o que fazia com que nosso bairro fosse preenchido gatos selvagens “, disse Allmon ao The Dodo.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Um desses gatos em situação de rua era manso – e um pouco arredondado demais ao redor da cintura. “Nós a levamos e a gata, que estava grávida, acabou tendo seus gatinhos em nossa garagem”, disse Allmon.

Allmon e sua família encontraram lares e adotantes para a gata mãe e todos os seus gatinhos – com exceção de um gatinho com quem Allmon sentia uma ligação particularmente forte. “Eu simplesmente não podia desistir dele”, disse ela.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Oito meses depois, Allmon veio buscar alguns ratos domésticos frutos de resgate. Então ela pegou mais um par deles. Ela criou um habitat grande e protegido para seus quatro novos membros peludos da família, Willow, Jasmine, Eevee e Sadie – mas ela não sabia exatamente como Jagger reagiria aos novos moradores da casa.

“Desde que Jagger era pequeno ele ama outros animais, especialmente cachorros”, disse Allmon. “Mas quando eu peguei meus ratos, eu não sabia o que esperar, pois a rivalidade entre gatos e ratos é bem conhecida”.

Foto: MacKenzie Allmon

Foto: MacKenzie Allmon

Então, um dia, Willow conseguiu escapar do habitat dos ratos.

Allmon olhou por toda a casa e descobriu algo adorável.

“Eu encontrei ela e Jagger aconchegando-se em um caixote”, disse Allmon.

E isso não foi um acaso de uma só vez.

“Desde então, eles têm sido inseparáveis”, disse Allmon. “Eles seguem um ao outro pela casa e adoram brincar um com o outro”.

Jasmine, Eevee e Sadie também fizeram amizade com Jagger.

Mas Willow ainda ocupa um lugar especial no coração do gato.

“Eu definitivamente diria que Willow é a sua favorita”, disse Allmon. “Ela é quem começou tudo, o que saiu de sua casinha e começou a trocar carinhos com ele. Eles inegavelmente se amam”, conclui a tutora orgulhosa.

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Gangue de motociclistas se une para salvar animais vítimas de abuso

Foto: Pinterest

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Uma gangue de motoqueiros normalmente é acompanhada de muitos estereótipos negativos. Barulhentos, briguentos ou arruaceiros e chamarizes ambulantes de confusão só para citar alguns deles. No entanto, esse não é sempre o caso.

Como na maioria dos casos envolvendo estereótipos, isso simplesmente não é verdade. Ouvimos histórias sobre gangues de motoqueiros ajudando crianças vítimas de bullying, prestando tributo aos veteranos de guerra e muito mais. No entanto, esta gangue de motoqueiros se destaca por realmente amar os animais.

Apesar de suas tatuagens pelo corpo, motocicletas enormes e vestuário de roqueiro, a Rescue Ink é diferente. Eles são uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de salvar animais vítimas de abuso.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

O grupo varia em idade, sexo e profissão. Alguns são motociclistas em tempo integral, mas outros são levantadores de peso, veteranos, ex-policiais e advogados.

Eles invadem ringues de luta de cães para salvar os animais indefesos, mas não é só isso, a gangue entra em qualquer situação onde eles vêem um animal sendo abusado. E tem mais eles não salvam apenas cães. No passado, a gangue de motoqueiros Rescue Ink resgatou cavalos, porcos, peixes, galinhas e até mesmo uma jiboia.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

Se eles têm evidências suficientes para ter certeza de que um animal está sendo ferido ou maltratado, eles o colocam sob seus cuidados pra receber amor e ser reabilitado. No entanto, às vezes eles vão além da jurisdição da polícia, e alguns têm um problema com isso (quebrar a lei para salvar os animais).

Mesmo que eles estejam fazendo isso pelas razões certas, para salvar os animais, a justiça legal é o curso correto de ação, dizem os policiais.

“A Rescue Ink faz o que for necessário dentro dos limites da lei – é o que nossos advogados nos dizem para dizer – para combater o abuso e a negligência de todos os tipos”, diz a declaração de sua missão.

Foto: Pinterest

Foto: Pinterest

“Algumas pessoas gostam de pensar em nós como super-heróis”, dizem eles. “A verdade é que somos super amantes de animais (e protetores). Ao longo dos anos, e através de muitos casos, obstáculos e desafios complicados, continuamos fortes e dedicados à nossa missão”.

E o trabalho deles fez maravilhas. Eles invadiram ringues de luta de cães, impediram que um gato em situação de rua fosse morto e muito mais. Eles até ajudam aves em situação de perigo e entraram no esgoto para salvar os patinhos. A gangue de motoqueiros recebe cerca de 250 chamadas por dia para ajudar animais maltratados.

Eles podem parecer intimidantes, mas estão amando e se importando com o anos mais que muitos membros da sociedade tidos como “normais” e sua dedicação tem salvado muitas vidas.

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Considerados sagrados, veados de Nara no Japão são vítimas do lixo deixado pelos turistas

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

O famoso veado ou cervo selvagem do Japão, que atraiu mais de dois milhões de visitantes para a cidade de Nara no Japão, no ano passado, está morrendo por causa dos turistas.

Seis dos cervos em Nara Park morreram desde março devido à ingestão de plástico deixado para trás pelos turistas.

Uma autópsia mostrou que um cervo tinha 4,3 kg de plástico no estômago, relata o The Telegraph.

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

Mais 29 cervos foram mortos em acidentes de trânsito em 2018, como os animais muitas vezes vagam na estrada movimentada para ser alimentado pelos visitantes.

O parque, que abrange 5 mil metros quadrados, é o lar de cerca de 1.200 cervos sika. Eles são considerados sagrados e carregam o status de “tesouro nacional”.

Para os turistas, a principal atração é ver o “arco dos cervos”, um movimento em grupo que os animais foram ensinados a fazer em troca de comida. Uma clara exploração dos veados.

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

Barracas que vendem salgadinhos senbei (bolachas de arroz japonesas) para alimentar os animais usam embalagens ecologicamente corretas, desenvolvidas pela Associação de Bem-Estar dos Cervos de Nara.

No entanto, muitos turistas trazem seus próprios resíduos de plástico e não são tão cuidadosos quanto deveriam ao descartá-los. Sacos de plástico, anéis, copos e garrafas foram vistos em Nara Park.

Justin Francis, CEO da Responsible Travel, disse: “Os cervos de Nara tornaram-se as últimas vítimas da indústria do turismo, desde o tráfico desses animais até o problema, agora crescente, da poluição plástica – seu status de protegido está em questão nas mãos do turismo irresponsável.

“Esses animais sagrados estão sendo tratados como uma mercadoria, usada por turistas para tirar a foto perfeita para o Instagram, e não está sendo feito o suficiente para garantir seu bem-estar. O Japão está perdendo apenas para os EUA em lixo plástico per capita, uma acusação chocante de inação que atinge o mundo desenvolvido, enquanto a poluição excessiva de plástico é um problema que vai além dos limites do parque de Nara.

Foto: Joshua Mellin

Foto: Joshua Mellin

“Como em qualquer encontro com animais selvagens, os animais devem ser sempre colocados em primeiro lugar, não os turistas. Está claro que isso não está acontecendo em Nara; os responsáveis devem se perguntar: se esses cervos são designados como “tesouros nacionais”, não é hora de serem tratados dessa maneira?”.

“É sempre aconselhável não encorajar os cervos a se tornarem dependentes de humanos para alimentação, mas em locais como Nara, onde é permitido, recomendamos que apenas alimentos naturais aprovados pelas autoridades locais sejam dados, e que alimentos processados e embalagens de plástico sejam evitados”, disse Charles Smith-Jones, consultor técnico da British Deer Society (Sociedade Britânica dos Veados), ao The Independent.

“Em outras ocasiões, é sempre melhor simplesmente observar os cervos à distância. A British Deer Society pede a todos que descartem seus resíduos com responsabilidade e de maneira que não possam ser um perigo para a vida selvagem”.

Ele acrescentou que, mais perto de casa, acredita-se que cerca de cinco dos cervos que vivem em Richmond Park sejam mortos a cada ano por consumir lixo. Sachês de energético em gel descartadas pelos ciclistas têm sido apontados como sendo de particular preocupação.

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Cadela tenta esconder filhote para protegê-lo em abrigo nos EUA

Uma cadela foi flagrada tentando esconder seu único filhote em um abrigo no Texas, nos Estados Unidos. Assustados, os animais tremiam diante de uma voluntária do local, que os fotografava.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

As fotos foram divulgadas na internet na tentativa de encontrar um adotante que aceitasse levar os dois animais juntos para casa. A voluntária sabia que se eles não fossem adotados, poderiam não sobreviver.

O caso comoveu outro abrigo de animais, localizado em Nova York, que decidiu compartilhar o vídeo para impulsionar seu alcance. As informações são do portal Amo Meu Pet.

Foi assim, através das redes sociais, que Dava Hammack soube dos cães. A triste história da dupla comoveu a mulher, que mesmo já tendo outros quatro cachorros adotados em casa, decidiu ficar com a cadela e com seu filhote.

Foto: Reprodução / Portal Amo Meu Pet

Para buscá-los, Dava contou com a companhia de sua filha de 12 anos. Na volta do abrigo, enquanto a mãe dirigia para casa, a criança ficou observando os cães, que logo começaram a ficar mais confiantes e relaxar.

“A mãe colocou a cabeça sobre o bebê e eles dormiram no caminho de volta”, disse Dava.

No entanto, mesmo se sentindo mais segura, o instinto materno falou mais alto e a cadela continuou tentando proteger seu pequeno filhote. Agora, no entanto, tendo um lar amoroso para viver, com uma tutora responsável e disposta a oferecer a eles todos os cuidados, além de quatro irmãos caninos.


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Cachorra adota filhote de gato e cria junto com seus filhos

Foto: Jamie Myers

Foto: Jamie Myers

Nala era apenas um filhote recém-nascido quando foi abandonada sozinha em um beco sujo. Um vizinho ouviu o choro da pequena gata malhada e levou-a para o Serviço Regional de Proteção Animal do Condado de Spokane (SCRAPS) em Spokane, Washington (EUA).

A gatinha nunca tinha conhecido o amor de uma mãe, mas logo, duas mães incomuns se apresentaram para ajudá-la a crescer forte e e confiante.

Encontrada em uma idade ainda tão jovem, Nala teve que ser colocada com uma família em um lar temporário para ter mais chances de sobrevivência. Quando Jamie Myers viu um pedido de ajuda no Facebook, ela aproveitou a chance para pegar a gatinha. Ela estava cuidando (dando lar temporário) a uma gata que havia perdido recentemente alguns de seus bebês e sabia que Nala se encaixaria bem na pequena família.

Nala | Foto: Jamie Myers

Nala | Foto: Jamie Myers

“Ela era cerca de uma semana e meia mais nova que o grupo de gatinhos que eu estava cuidando, então eu disse: ‘Essa mamãe gata é maravilhosa, ela aceitou muito bem o bebê, então vamos ver se ela não pode mamar?”, Myers disse ao The Dodo. “Nala começou a mamar imediatamente e mamãe a aceitou instantaneamente. Ela começou a lambê-la, limpando-a e mostrando sua aceitação e amor”.

No momento em que a mamãe gata e seus bebês já estavam prontos para serem adotados, Nala ainda não era grande o suficiente para encontrar uma família adotiva e uma nova casa.

“Ela fez tudo mais tarde do que o resto do grupo”, disse Myers. “Quando todos abriram os olhos, ela ainda estava com os olhos fechados e, quando começaram a andar, ela ainda se agarrava à mãe para mamar”.

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de gatos | Foto: Jamie Myers

Nala estava sozinha novamente – mas não por muito tempo. Myers tinha levado para casa, para dar lar temporário a uma cachorra chamada Izzy que havia tido filhotes recentemente. Os peitos de Izzy estavam cheios porque ela estava amamentando sua própria ninhada, mas ela ainda estava determinada a adotar a gatinha solitária.

“A mamãe cachorra continuou tentando pegar Nala, buscá-la e colocá-la com o resto de seus bebês”, disse Myers. “Ela parecia pensar que Nala era um dos seus que bebês estava fora, desaparecido e voltou – ela continuava tentando colocá-lo de volta junto com os outros”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Izzy tornou-se cada vez mais insistente no fato de que Nala pertencia realmente a ela, então, eventualmente, Myers decidiu dar uma chance. “A gatinha não podia andar pelo chão sem que Izzy se levantasse para amamentá-la”, disse Myers. “Ela estava tentando nos dizer: ‘Essa pequena criatura pertence à minha família’”.

Para ajudar a mamãe a se acalmar, Myers colocou Nala na cama de Izzy e supervisionou suas interações. Uma mudança notável ocorreu assim que Nala se juntou ao grupo, e Myers sabia que ela tinha feito a coisa certa tanto pelo cachorro quanto pelo gatinho.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

“Assim que colocamos Nala com seus bebês, ela se acalmou e ficou feliz na hora: tudo estava certo em seu mundo novamente”, disse Myers. “E Nala, de repente, tinha todos esses pequenos corpos quentes para se aconchegar e amar, e uma nova mamãe peluda para cuidar dela, e ela tinha acabado de se encaixar com sua segunda família adotiva.”

Nala rapidamente se adaptou muito bem à sua nova rotina com sua família de cães: “Ela entrava e saía do local onde eles estavam instalados sozinha. Então, quando ela terminava de se aconchegar, ela saía e ia comer sua comida de gatinho e brincar um pouco, e então ela voltava direto pra perto da mãe”, disse Myers. “Sempre que ela queria dormir, ela ia pra perto de sua família e ficava lá dormindo com eles”.

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Nala e a família de cães | Foto: Jamie Myers

Com o amor e o cuidado de suas três famílias adotivas – cão, gato e humano – Nala cresceu e finalmente estava pronta para adoção.

Mas para Izzy, Nala finalmente saindo da casa era ruim e bom ao mesmo tempo. Felizmente, Myers sabia exatamente o que fazer para acalmar Izzy novamente.

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Izzy e os novos gatinhos | Foto: Jamie Myers

Ela concordou em abrigar, dando lar temporário a um par de irmãs gatinhas desesperadamente necessitadas de amor e atenção. E Izzy não poderia estar mais feliz, Myers observou: “Agora Izzy tem mais dois gatinhos que ela está amando e criando”.

Izzy é a prova que o amor de uma mãe não tem limites – não importa a espécie.

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Cães abandonados ganham coleiras reflexivas para evitar acidente de trânsito em SC

Os cães abandonados de Xanxerê, no Oeste do estado de Santa Catarina, estão recebendo coleiras que refletem a luz de carros, para evitar que sejam vítimas de acidentes. Por ano, são distribuídas cerca de 300 faixas reflexivas.

Foto: NSC TV/Reprodução

“A gente percebeu que poderia ser bem útil no meio do trânsito. O intuito é de visualização desses cães por parte do motorista, que ele consiga desviar ou parar para evita um acidente”, explica o zootecnista e adestrador de cães, Vagner Pacheco Oliveira.

As coleiras ficam no carro dele e sempre que encontra um animal pela rua, coloca neles. As faixas são confeccionadas pela mãe do zootecnista, que mora em Pelotas (RS) e é costureira. Ela manda para ele pelos Correios. São feitas de duas partes de tecido, que quando unidas, se encaixam e não apertam, podendo ser retiradas facilmente.

“Os lares temporários estão esgotados. Não têm mais onde colocar esses animais. A gente precisa cuidar desses que andam na rua”, defende Vagner.

Fonte: G1


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