Mulheres são agredidas ao tentarem defender cão que era enforcado no RJ

Duas mulheres, mãe e filha, foram agredidas em um bar na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ao tentar defender um cachorro que, segundo uma das vítimas, foi enforcado. O caso aconteceu no domingo (28).

Foto: Reprodução / Jornal Bom Dia Rio

A vítima afirma que havia seis pessoas e dois cachorros em uma mesa em um bar e que, num determinado momento, um dos homens começou a enforcar um dos cachorros com a coleira. Ela pediu para que ele parasse e acabou sendo agredida.

“Ele pulava com o cachorro de lado para lado, e todo mundo começou a comentar”, comentou ao G1.

De acordo com testemunhas que estavam no local, mãe e filha foram agredidas pelo homem e por outras duas mulheres que integravam o grupo.

“Ela foi para cima de mim. Foi quando a minha filha levantou para me defender. Ele empurrou a minha filha e ela pegou no cabelo, me deu um tapa e começou o puxão de cabelo para lá e para cá. Enquanto isso, o cara estava batendo na minha filha e a outra mulher também começou a bater”, afirmou uma das vítimas, que prefere que ela e a filha não sejam identificadas.

Foto: Reprodução/ TV Globo

A filha recebeu socos e pontapés na cabeça e desmaiou. Os agressores pagaram a conta e fugiram. “Ver a minha filha sendo linchada no chão e não poder fazer nada porque as outras duas mulheres estavam me segurando, e ver a mulher dando joelhada na cabeça dela e outro cara mordendo o braço da minha filha, é uma imagem que eu nunca vou esquecer”, desabafou a mãe.

O caso foi registrado na 16ª Delegacia Policial, da Barra da Tijuca. Os proprietários do bar tem depoimento marcado para esta quarta-feira (31). Caso sejam identificados pela polícia, os agressores responderão por lesão corporal.

Foto: Reprodução/ TV Globo


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Cão em situação de rua é espancando por seguranças ao procurar abrigo da chuva em prédio

Foto: Bombay Animal Rights

Foto: Bombay Animal Rights

Um cão em situação de rua foi brutalmente espancado na cidade de Mumbai, no oeste da Índia, quando tentou se abrigar dentro de um complexo de edifícios durante as fortes chuvas que assolam a região.

De acordo com relatos da mídia local, imagens de câmeras de vigilância mostram dois guardas de segurança batendo impiedosamente no animal.

O ataque deixou o cão em estado de coma, no momento o animal esta lutando pela vida depois de receber ferimentos graves na cabeça e no abdômen. O vídeo do incidente se tornou viral nas mídias sociais, forçando as autoridades a apresentar uma queixa formal contra os dois acusados.

Segundo relatos, o incidente ocorreu em 24 de julho, quando um morador do segundo andar do edifício Turf View instruiu o vigia a espancar o cão. Os vigias bateram no cachorro e o deixaram no local ferido e sofrendo dores horríveis.

Foto: Bombay Animal Rights

Foto: Bombay Animal Rights

Uma ONG que atua em defesa dos direitos animais, Bombay Animal Rights, apresentou uma queixa à polícia o que levou os acusados a serem levados em custódia pelas autoridades. No entanto, eles foram liberados em poucos minutos. Ativistas dos direitos animais agora estão exigindo melhores leis e punições adequadas para os agressores.

O cão em situação de rua está atualmente em coma, sob tratamento em uma clínica veterinária local: Crown Vet Hospital em Mahalaxmi.

Imagens fortes:

Várias celebridades de Bollywood (indústria de filmes indianos) condenaram o ato bárbaro, pedindo punição para a crueldade contra os animais.

Para acompanhar a situação de Lucky clique aqui.

Celebridades Indianas se revoltam contra o crime

As imagens aterradoras do cão em situação de rua sendo brutalmente espancado por guardas de segurança de um complexo residencial em Mumbai chocou várias celebridades da Índia, entre elas Sonam Kapoor Ahuja, Malaika Arora e John Abraham, que se uniram para pedir que um fim da crueldade com os animais, descrevendo o ato como “desumano”.

Sonam levou seu pleito para o Instagram e postou vídeos em que o cachorro, que foi deixado sofrendo no chão, pode ser visto tremendo de dor. Sonam legendou os vídeos pedido ajuda de seus seguidores, que ligassem para a polícia e pedissem justiça, ressaltando que oa vídeos e as provas já estavam nas mãos das autoridades e a queixa havi sido prestada ppela ONG Bombay Animal Rights em 27/7/19.

Sonam Kapoor Ahuja e Malaika Arora | Foto: Bombay Animal Rights

Sonam Kapoor Ahuja e Malaika Arora | Foto: Bombay Animal Rights

Colocando mais informações sobre o cão, Sonam escreveu na rede social que o incidente aconteceu no dia 24 de julho, quando um dos moradores do Turf View Building instruiu os vigias a espancar o cachorro, depois que ele entrou na varanda do prédio do apartamento buscando abrigo contra a chuva.

O post de Sonam recebeu muita atenção. Anushka Sharma achou o incidente “inacreditável”.

“A desumanidade deste ato é simplesmente inacreditável. Este é o momento para a nossa comunidade se posicionar e encontrar uma maneira de ajudar a levar a justiça a uma alma que não pode se defender. Se houver alguma maneira, você pode fazer algo para ajudar, esta é a hora “, escreveu ela no Instagram.

Jacqueline Fernandez marcou a ONG People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) em seu post, pedindo à entidade que faça justiça ao cão.

John Abraham, que é um amante dos animais, também escreveu sobre o ato cruel.

“Peço desculpas por twittar algo tão perturbador, mas a necessidade da hora é proteger esses lindos animais. Para pessoas que não gostam de animais, pelo menos não os machuque”, twittou John.

“Absolutamente odioso e desprezível. Que tipo de pessoa faria uma coisa dessas”, escreveu Malaika no Instagram.

Lucky  permanece em coma.

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Aprenda a transformar uma blusa velha em uma roupinha para cachorro

Aí chega o frio e você percebe que seu cachorro anda tremendo e procurando abrigo em lugares quentes. Os animais também sentem frio e precisam ser agasalhados!

Antes de partir para uma pet shop para comprar a roupinha animal da moda, dê uma olhada no seu guarda-roupa. Talvez haja ali alguma blusa velha que ninguém usa mais. Essa peça pode ser usada para a confecção de uma roupa para cachorro – especialmente os de pequeno porte. Olha só:

01. Encontre a blusa ideal. A roupa será feita com a manga, então cuide para que seu cão caiba dentro dela.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

02. Corte a ponta da blusa tendo em mente o tamanho do seu cachorro.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

03. Separe a manga do restante da peça. Se o seu cão for um pouco maior, desfaça a costura e refaça-a acrescentando uma tira de tecido.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

04. Costure um acabamento nas duas extremidades da roupinha.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

05. Abra buracos para as patas do cão.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

06. Depois de testar o tamanho das aberturas no seu cachorro, costure um acabamento. Se necessário, aumente os furos antes dessa etapa.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

07. Está aí o cachorrinho agasalhado, protegido do frio e usando uma roupa feita por você mesmo!

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

Fonte: Somente Coisas Legais


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Fogos e barulhos em geral podem causar desmaios e levar animais à morte

O estampido dos fogos de artifício e ruídos provocados de outras maneiras, como música em volume alto, podem levar animais à morte, especialmente os recém-nascidos e os idosos.

Cães, gatos, coelhos, hamsters, aves e animais de outras espécies correm sério risco. O estresse causado pelos barulhos os deixam nervosos, podendo levar a desmaios e à morte. Amarrá-los, durante a execução desses ruídos, é ainda pior, já que eles podem ficar ainda mais nervosos por estarem presos, além do risco de enforcamento.

Foto: Pixabay

Além desses riscos, alguns barulhos – até mesmo os mais sutis, como batidas de portas e janelas – podem agravar doenças pré-existentes. As informações são do portal IG.

De acordo com a médica veterinária e fundadora do grupo Vet Popular, Caroline Mouco Moretti, os sustos causados pelos barulhos podem ter efeitos graves sobre os animais

“Muito embora a evolução da espécie e a domesticação venham contribuindo com a adaptação, ainda é muito frequente casos de sincopes (desmaios), ou em casos mais raros a morte súbita de animais quando se assustam”, conta.

“Animais mais idosos, que podem ter doenças cardíacas, respiratórias ou neurológicas estão dentre os mais propensos às consequências graves de barulhos altos”, diz. “Em meio a uma situação de susto, agitação ou medo, o animal pode facilmente entrar uma crise, e se não for rapidamente socorrido, poderá ter seu óbito”, explica Caroline.

Apesar de correrem menos riscos que os animais idosos, os filhotes também podem sofrer as consequências dos ruídos altos. “Animais que não estão acostumados nem adaptados a esses episódios de barulho intenso podem sofrer com a situação. Essa mistura de animal não condicionado com tutores inexperientes pode agravar a situação”, diz a veterinária.

Para proteger o animal é importante mantê-lo fora de áreas de risco. “Lugares altos, onde o animal pode tentar fugir e facilmente se joga (sem calcular risco) ou então tutores que deixam o acesso à rua desprotegido, e na tentativa de fuga o animal pode ser atropelado. Outro caso comum é quando o tutor prende o animal de maneira inapropriada, acreditando ser a melhor opção, e na tentativa de escapar, eles pulam e contorcem a coleira tendo o risco grande de serem enforcados”, alerta Caroline.

A veterinária reforçou ainda que não são apenas cães e gatos que correm riscos, mas também animais como hamster, coelhos e chinchilas. Segundo Caroline, essas espécies podem morrer facilmente, inclusive se foram manuseadas de maneira errada pelo tutor. “Mexer no animal sem condicionamento adequado causa um tipo de estresse crônico, que pode ser fatal para esses animais extremamente sensíveis”, finaliza.


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Aplicativo incentiva crianças a preservar as espécies ameaçadas de extinção

Foto: Sky News

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O aplicativo Seek ajuda os usuários a identificar uma espécie da vida selvagem, ao filmá-la em um smartphone.

Espera-se que a tecnologia incentive os jovens a se envolverem mais com a natureza e descobrirem mais sobre os insetos, plantas e animais que vivem ao seu redor.

As informações coletadas no aplicativo podem ser enviadas para um banco de dados global para ajudar os cientistas a mapear espécies diferentes em todo o mundo.

Imogen, de 9 anos, encontrou bichos-de-conta, bicha-tesoura e aranhas em seu playground da escola usando o aplicativo.

Foto: Sky News

Foto: Sky News

Ela disse: “É realmente emocionante porque se você tirar uma foto de uma flor, o app diz que tipo de flor é aquela.

“Você aprende o que as espécies são, passa a saber mais sobre elas, para que você possa tentar protegê-las caso elas sejam raras ou ameaçadas de extinção.”

Mais de um milhão de espécies de animais e plantas estão em risco de extinção, segundo um importante relatório da ONU divulgado recentemente.

A pesquisa, publicada no mês passado, descobriu que a natureza está em um declínio contínuo a uma velocidade nunca antes vista.

O professor Alexandre Antonelli, diretor de ciência da Kew Gardens, diz que envolver crianças “será essencial para proteger nosso planeta”.

Foto: Sky News

Foto: Sky News

Ele acrescenta: “A biodiversidade é essencial para medicamentos, a comida que comemos, os materiais que usamos.

“É muito importante expor as crianças à natureza desde a mais tenra idade, porque se os pais e educadores fizerem isso, elas também entenderão não apenas a natureza como um todo, mas também as diferentes espécies.

“Ao fazer isso, as crianças também se envolvem mais na biodiversidade e com a natureza e também trabalharão para proteger o fauna e a flora, porque eles serão os tomadores de decisão no futuro.”

Colin Buttfield, da WWF, diz que a tecnologia será fundamental para envolver os jovens nas questões que afetam o planeta.

Foto: Sky News

Foto: Sky News

“Somos a primeira geração de pessoas a saber o impacto do que estamos criando no planeta e a última que tem a chance de fazer algo a respeito”, disse ele.

“Os jovens estão exigindo cada vez mais que nossos líderes tomem medidas para proteger a Terra”.

“Recursos como o aplicativo Seek são vitais para ajudá-los a aprender mais sobre as maravilhas do nosso mundo natural e fazer parte dos esforços científicos para entender o impacto e a responsabilidade que teos em relação ao meio ambiente”.

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Menino alimenta e acolhe veado bebê cego antes de ir para a escola

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Com tantas notícias trazendo informações negativas divulgadas pela mídia, pode parecer difícil encontrar atos verdadeiros de caridade e amor em mundo tão severamente assolado pela maldade. Mas de tempos em tempos há eventos que fazem com que seja possível recuperar (ao menos um pouco) a fé na humanidade.

Esta é a história real de um garotinho diferente dos demais que preferia desistir de seus jogos eletrônicos, brincadeiras e, até mesmo de seu tempo de descanso, para fazer a diferença no mundo. E ele realmente fez isso com prazer, sem esperar ou desejar nada em troca do animal. E realizava essa tarefa com muita paciência e amor logo antes de ir para a escola.

Foto: Valuable Stories

Foto: Valuable Stories

Um usuário do Reddit (rede social americana), sob o nome de Bluecollarclassicist, compartilhou esta incrível história com o mundo. Recentemente, apareceu um cervo cego vivendo em um bairro do estado americano de Illinois, onde vive o usuário do reddit.

Na natureza, um animal como este não conseguiria sobreviver, mas devido aos esforços desta criança, o cervo tem agora uma chance de sobrevivência.

O que o garoto fez tocou o coração dos usuários da rede social e os encheu de ternura. Veados cegos não vivem por muito tempo, eles geralmente morrem de fome ou acabam sendo atropelados por veículos nas rodovias.

As estradas são lugares extremamente perigosos para esses animais, especialmente se forem cegos.

No entanto, este não foi o caso deste veadinho, que felizmente visitou este bairro por acaso, onde todos os dias um menino o ajudava a encontrar um lugar para descansar e comer, guiando-o cuidadosamente, de uma calçada para outra para que não seja atropelado.

Felizmente, as notícias sobre esta história maravilhosa voaram e chegaram aos ouvidos de uma organização local de resgate, que agora está cuidando do cervo e o levou a um lugar especial e apropriado, onde ele pode viver com segurança e felicidade.

O bairro não era o lugar mais ideal para o animal viver e todos se uniram para ajudá-lo.

O trabalho que o menino de apenas 10 anos de idade fez com o cervo causou admiração nos vizinhos. Ele nunca tentou adotar o animal selvagem como animal doméstico. Ele nem sequer o nomeou.

A criança apenas procurava o veado silenciosamente todos os dias. E ele também o ajudava a andar em segurança pelas ruas e à procurar alimentos.

O grupo de resgate e reabilitação da vida selvagem levou o veado em um trailer de cavalo, eles são a única entidade legalmente habilitada para tratar e abrigar este animal selvagem no estado.

No momento do resgate, metade do bairro saiu para ver o que estava acontecendo, incluindo o menino e sua mãe.

Felizmente, o veado esta seguro agora e pode ter uma vida pacífica com outros animais.

A criança é o exemplo mais singelo de alguém que ajuda e compreende a importância do ato de cuidar.

O usuário do Reddit que divulgou a história e sua esposa esperam recompensar o ato de gentileza da criança e levá-lo para visitar o cervo na reserva natural do estado onde o animal vive atualmente.

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Macacos usam linguagem especialmente desenvolvida para avisar uns aos outros da presença de drones

Macacos-verdes da África Ocidental | Foto: Daily Mail/Reprodução

Macacos-verdes da África Ocidental | Foto: Daily Mail/Reprodução

Cientistas descobriram que os macacos tenham desenvolvido uma linguagem em seus cérebros para criar um alerta para drones artificiais.

Na natureza, os macacos-verdes da África Ocidental têm duas chamadas de aviso próprias, para cobras e leopardos.

Quando eles ouvem a chamada de advertência da cobra, eles ficam imóveis, parados sobre suas pernas para evitar serem mordidos, enquanto que a chamada de alerta do leopardo os faz escalar uma árvore para que eles não sejam pegos.

No entanto, os macacos têm espontaneamente uma terceira chamada, para os drones, apesar de nunca os terem visto antes.



Os macacos-verdes não têm um chamado específico para alertar sobre os predadores aéreos porque não se pensa que as aves de rapina os ataquem.

Mas o chamado que eles criaram para os drones é surpreendentemente parecido com o som de alerta usado pelos macacos-vervet, quando eles estão sob ameaça de ataque de águias.

Os cientistas dizem que isso mostra que a linguagem primitiva é “hard-wired” (especialmente desenvolvida) em cérebros de macacos, disponível para ser usada assim que eles precisarem.

A professora Julia Fischer, autora sênior do estudo do Centro Alemão de Primatas, disse: “Os animais rapidamente aprenderam o que significam os sons antes desconhecidos e lembravam essas informações, fazendo conexões”.

“Isso mostra sua capacidade de aprendizagem auditiva”. Pesquisadores soltaram drones voadores para observar macacos-verdes da África Ocidental que vivem no Senegal, a uma altura de 60 metros, ou quase 200 pés.

Enquanto os drones circulavam acima deles, os animais produziam sons de alerta, escaneando o céu e correndo para se proteger, assim como macacos-vervet quando as águias estão no alto.

Incrivelmente, depois de ouvir um drone no céu apenas uma a três vezes, os macacos lembraram-se da ameaça quase três semanas depois.

Quando os pesquisadores colocaram o som gravado do zumbido de um drone, próximo a cinco macacos-verdes, 19 dias depois em média, quatro olharam para o céu para tentar encontrar o drone. Três dos cinco fugiram com medo.

Macacos-verdes da África Ocidental | Foto: Daily Mail/Reprodução

Macacos-verdes da África Ocidental | Foto: Daily Mail/Reprodução

O mesmo resultado não foi visto para sons semelhantes tocados próximos dos macacos, incluindo abelhas zumbindo, cigarras de alta frequência e geradores.

Isso pode explicar por que os macacos que nascem em zoos, e não crescem com outros de sua espécie, ainda podem produzir os sons típicos de suas espécies.

Os macacos, vistos com drones, têm uma capacidade inerente de produzir sons que nunca ouviram antes em situações em que eles são necessárias.

O estudo, publicado na revista Nature Ecology & Evolution, comparou as advertências dos macacos-verdes da África Ocidental com os macacos-vervet da África Oriental, geralmente encontrados no Quênia, Botswana e África do Sul.

Os pesquisadores descobriram que os alarmes dos drones feitos pelos macacos podiam ser facilmente reconhecidos, soando totalmente diferentes dos sons que os macacos-verdes faziam quando confrontados com predadores no chão, como leopardos e leões, ou pitons e outras cobras venenosas.

A chamada do “predador aéreo” foi corretamente identificada pelos cientistas até 95% do tempo.

O estudo conclui: “Em resposta ao drone, os animais produziram sons e avisos claramente discerníveis e um número de macacos correu para se esconder e se proteger.

“Além disso, percebemos que os animais detectaram rapidamente o som do drone e começaram a dar uma olhada antes mesmo de o drone se tornar visível”.