Tribunal julga tutor que espancou cachorra até a morte

A cachorrinha de 11 meses, Lexi | Foto: BNPS

A cachorrinha de 11 meses, Lexi | Foto: BNPS

O tutor de um animal doméstico espancou e chutou seu filhote da raça pastor alemão de apenas 11 meses até a morte no que ele chamou de “ataque de raiva”, depois do crime o agressor ainda tentou esconder o corpo do animal na floresta, segundo um tribunal da cidade de Dorset, na Inglaterra.

Jon-Luc McLoughlin, de 26 anos, espancou tão severamente sua cachorra, chamada de Lexi, que ela morreu quase que instantaneamente.

Quando a cachorra morreu ele então carregou o corpo com a intenção de jogá-lo em uma área de árvores perto de sua casa em Poole, Dorset.

Mas o animal doméstico morto foi descoberto por algumas crianças moradoras da região que ficaram “traumatizadas” com o que encontraram.

McLoughin tinha adquirido a cachorra de um criador e convivia com ele há apenas um mês depois de comprá-lo com seu parceiro.

Na quinta-feira, ele apareceu na Corte de Magistrados de Poole, onde se confessou culpado de “causar sofrimento desnecessário a um animal protegido”.

O tribunal ouviu que um exame post mortem realizado no corpo de Lexi descobriu que ela tinha sofrido “trauma de força contundente”, incluindo uma laceração no fígado, sangue no abdômen e uma ruptura no estômago.

Durante uma entrevista policial, McLoughlin inicialmente tentou colocar a culpa pelas lesões em uma colisão no trânsito, mas depois confessou a morte, dizendo aos policiais que “ficou com muita raiva e não sabe o que aconteceu com ele”.

A morte foi relatada à RSPCA que levou a acusação contra McLoughlin ao tribunal.

Matthew Knight, o promotor do caso, disse: “Ele socou ou chutou o cachorro até a morte e jogou o corpo em algumas árvores perto de sua casa para camuflar o crime”.

Foto: Jon-Luc McLoughlin | Foto: BNPS

Foto: Jon-Luc McLoughlin | Foto: BNPS

“O corpo de Lexi foi encontrado por moradores locais e a cena perturbou as crianças que o viram”, disse Knight antes de acrescentar que, devido à gravidade dos ferimentos infligidos, “é provável que o cão não tenha sobrevivido por muito tempo”.

A equipe de defesa de McLoughlin argumentou que ele estava sob significativo estresse no momento devido a ser um “cuidador de seu pai doente”.

Como se houvesse alguma justificativa para a prática de um ato covarde e cruel como o assassinato a um ser indefeso que ele próprio trouxe para morar em sua casa.

Defendendo, James Moore disse: “Este episódio de raiva cega é onde o estresse levou a melhor sobre ele e tomou conta de seus atos”.

“Este não é apenas um bandido violento que acha que não há problema em tratar mal o seu próprio animal doméstico.”

Um assassino frio e calculista que matou um ser indefeso que só queria lhe dar amor, e ainda tentou esconder o corpo para sair impune com a atitude.

Durante a audiência, o magistrado Martin Arthur disse que as opções de condenação eram “completamente abertas” e que uma sentença de prisão não estava “fora da mesa”.

O caso foi adiado até o dia 5 de setembro.

As ações de McLoughlin foram criticadas pelo grupo de defesa dos direitos animais PETA, que pediu a prisão do assassino.

Elisa Allen, diretora da PETA, disse: “A dor e o medo que este filhote deve ter sofrido são quase inimagináveis”.

“Imploramos ao Tribunal de Magistrados de Poole que dê ao Sr. McLoughlin a sentença máxima, incluindo tempo de prisão, aconselhamento e uma proibição vitalícia de manter animais.”

“Como as ofensas repetidas são a regra e não a exceção entre os agressores de animais – que muitas vezes prejudicam também os seres humanos – esses atos devem ser tratados com a máxima seriedade”.

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Galinha ferida e abandonada para morrer é acolhida, faz cirurgia e se recupera

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

Quando um casal voltava para casa em uma noite após o trabalho, eles não tinham ideia de que haveria uma pequena surpresa esperando por eles quando chegassem.

“Estava escuro lá fora quando a encontramos”, disse Kail Marie ao The Dodo. “Meus faróis de repente refletiram sobre ela assustada em nossa garagem.”

Quando os dois se aproximaram, perceberam que era uma galinha apavorada – e obviamente havia algo de errado com ela.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

Dada a linha de trabalho que Marie desenvolve, encontrar animais necessitados jogados à sua porta infelizmente não é tão incomum. Marie é a fundadora do Tallgrass Parrot Sanctuary, um centro de resgate no Kansas (EUA) para papagaios de estimação descartados.

Então, a boa notícia para a ave foi que ela foi abandonada no lugar certo. A má notícia era que ela precisaria de cuidados intensivos para sobreviver, o que é outra pressão sobre os recursos do santuário – e não há dúvida alguma para Marie de que a galinha receberia a ajuda de que precisava.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

“Acreditamos que todo ser sofre, sente alegria e tristeza, ama e sente o amor que recebe”, disse Marie. “Não damos mais valor à uma vida do que a outra ou menos valor à vida de um ser menor que outro. Se pudermos salvar uma vida ou reduzir o sofrimento dela, nós o faremos.”

Marie nomeou a pequena galinha de Dorothy, em homenagem à heroína do filme O Mágico de Oz. E ela trouxe sua nova amiga pra dentro de casa para começar abusca por ajuda para ela.

Havia obviamente algo de errado com a coxa de Dorothy – Marie a colocara em uma pequena placa rosa para protegê-la. E no consultório do veterinário, o Mariposa Veterinary Wellness Center em Lenexa, no Kansas, um raio X revelou que a perna havia sido quebrada.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

Para Dorothy ter alguma esperança de sobrevivência e uma vida normal, ela precisaria de uma cirurgia para consertar a perna quebrada – algo que muitas pessoas concordariam em fazer em um cachorro, mas não com uma galinha. Felizmente, Marie vê pouca diferença nisso.

O veterinário, Dr. J.C. Burcham, e sua equipe também viram que a vida de Dorothy certamente valia a pena qualquer esforço.

A galinha machucada e abandonada que ninguém queria se viu em uma mesa de operações, cercada por pessoas que queriam que ela melhorasse. Enquanto isso, Marie esperava em casa notícias – e, felizmente, era uma boa notícia que finalmente chegou.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

“Ela passou pela cirurgia com coragem e sucesso”, disse Marie.

Dorothy teve seus ossos imobilizados para que pudessem começar a se curar. Em várias semanas, ela fará um check-up para ver como sua perna está se recuperando.

Enquanto isso, Dorothy está relaxando e se acostumando com seu novo lar amoroso.
“Ela tem um cantinho montado só pra ela na casa”, disse Marie. “E ela está indo muito bem.”

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

E Marie descobriu que Dorothy é uma espécie de galinha de colo. “Descobri que ela gosta de ser abraçada e acariciada”, disse Marie. “A galinha mais doce do mundo.”

Marie planeja comprar uma pequena cadeira de rodas para Dorothy assim que ela estiver pronta e for necessário.

Foto: Kail Marie

Foto: Kail Marie

À medida que a temperatura cai e os dias começam a ficar mais curtos, Dorothy – também conhecida como O Frango de Mil Dólares – tem sorte que sua vida foi salva por pessoas que só querem se aninhar com ela e ajudá-la a ficar mais forte.

“Nós nos sentamos e assistimos TV juntos ontem à noite”, disse Marie. “Esta passando a série ‘The Walking Dead’ (Os Mortos que Andam, na tradução livre). Há uma piada em algum lugar, na medida em que Doroty estava à beira da morte, mas ela hoje em dia caminha muito bem, obrigada”.

Foto: Kail Marie

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Gangue de criminosos mata 40 cães envenenados em uma única noite

Foto: James Pyatt/News LTD

Foto: James Pyatt/News LTD

Criminosos matam mil cães por semana na África do Sul, para que possam invadir casas e roubar os donos das residências sem serem atacados por seus leais animais domésticos.

Cerca de 40 cães foram envenenados em uma cidade durante uma única noite na semana passada.

Imagens chocantes foram divulgadas mostrando como cães fiéis estão sendo massacrados por gangues nos jardins da frente e dos fundos de suas próprias casas.

O Dr. Gerhard Verdoon, diretor do Griffon Poison Information Centre, em Port Elizabeth, revelou que os cães estão sendo alimentados com carne contaminada com veneno mortal.

Foto: James Pyatt/News LTD

Foto: James Pyatt/News LTD

O especialista observou que o veneno é tão poderoso que mata um cão pequeno em apenas 5 minutos e um cachorro grande em menos de 15 minutos.

Ele acrescentou que poucos animais domésticos sobrevivem a uma dose do veneno.

“O veneno usado é muito potente – cerca de 97% dos animais envenenados morrem”, disse Verdoon.

“Eles usam o Aldicarb, conhecido como ‘two-step’ (dois passos, na tradução livre), porque você come, dá dois passos e morre.

“Os criminosos geralmente colocam o veneno em cachorros-quentes ou misturam com picadinho e dão para os cães comerem. Depois que os cães morrem, as casas são alvos fáceis de invasão ou roubo.

Foto: James Pyatt/News LTD

Foto: James Pyatt/News LTD

“O veneno é normalmente usado em cães que dormem fora, no quintal, para proteger a família e, nas primeiras horas da manhã, jogam a carne por cima da cerca e observam enquanto o cão come a carne”.

“Eles deixam o veneno agir por uma hora para se certificar de que quando voltarem para realizar um assalto à mão armada ou um roubo, muitas vezes atacando os moradores da residência e roubando dinheiro, valores e carros.

“O número de até 1000 cachorros mortos por semana é extremamente absurdo e cruel e está aumentando”, disse ele.

Verdoon disse que o veneno é proibido na África do Sul, mas é contrabandeado através da fronteira do Zimbábue por sindicatos do crime e vendido ilegalmente a criminosos para matar cães.

Ele continuou: “O que acontece é que o sistema nervoso do animal é desligado e o cão fica paralisado e então ele sufoca até a morte. É uma maneira muito sofrida de um cachorro morrer”.

Foto: James Pyatt/News LTD

Foto: James Pyatt/News LTD

“Isso está afetando todo o país pois o veneno é usado em ataques em fazendas também”, disse ele.

Cora Bailey, diretora do Community Led Animal Welfare, disse que 40 cães foram mortos na Flórida, um subúrbio de Johanesburgo, na última quarta-feira por criminosos que invadiram casas.

“Os criminosos não querem entrar em uma propriedade onde um cachorro pode alertar os moradores”, disse ela.

A África do Sul é classificada como um dos países mais perigosos do mundo para se viver, com quase 20 mil assassinatos por ano, 50 mil estupros e 275 mil roubos e assaltos em casas particulares.

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Cães estão abandonados há um mês em casa vazia e suja no interior de SP

Uma família mudou de endereço e abandonou dois cachorros em uma casa fechada em Araraquara, no interior de São Paulo. Os animais estão sozinhos no local, em meio à sujeira, há pelo menos um mês e só não morreram de fome e sede porque vizinhos, comovidos com a situação, passaram a dar água e comida para eles.

Tutores se mudaram e abandonaram os cachorros em casa vazia (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

A dona de casa Fabiana da Motta Gimenez denunciou o caso à Polícia Militar Ambiental, mas nenhuma providência foi tomada. Ela não mora no bairro, mas vai duas vezes ao dia no local para cuidar dos animais e dar carinho para eles. “Não é ser humano. É um animal, mas é uma vida”, disse Fabiana, em entrevista ao G1.

A Gerência de Zoonoses, da Prefeitura de Araraquara, disse que vistoriou o local na quinta-feira (1º) e que a família dos antigos moradores da casa foi orientada a ficar responsável pelos animais. A Zoonoses vai acompanhar a situação e, se os cães não receberem os cuidados devidos, os parentes serão responsabilizados por maus-tratos.

Ao ser questionada, a Polícia Militar Ambiental informou que foi chamada duas vezes ao local, mas que não possui registro de maus-tratos a animais.

Fabiana da Motta Gimenez cuida dos cachorros (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

A casa onde os cães, um macho e uma fêmea, estão abandonados fica na rua Comendador Pedro Morganti, no bairro São José. Vizinhos relatam que os moradores do local se mudaram e deixaram o portão trancado.

Além de Fabiana, a auxiliar de cozinha Silvana Sass de Souza também ajuda a cuidar dos cães. “Eles eram maltratados já com os donos na casa. Se nós não estivéssemos dando água e comida eles já estariam mortos”, lamentou.

A propriedade era alugada e, até o momento, o dono do imóvel não tomou qualquer atitude para resolver a situação. “Eles têm direito de ter um lar, amor”, disse Silvana.

Cães estão vivendo em meio à sujeira (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

O estudante Jhonatans Azevedo, que mora nos fundos, é irmão do homem que vivia na casa e se mudou. Ele afirma que tem pouco contato com o irmão, mas que telefonou para ele e questionou o motivo dos cães ainda estarem na residência.

“Doaram os cachorros, mas foi passado para gente que eles escaparam e voltaram aqui”, afirmou. Os cães teriam passado pelas grades do portão e entrado no quintal quando estavam mais magros.

“Queria entrar limpar, dar uma ajeitada e dar um lar para eles, para não ficarem assim”, disse Fabiana.


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Ursa “rouba” tigela de ração de cachorro para alimentar seus bebês

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Uma mamãe ursa, desafiadora e corajosa, enfrentou uma família cujos gritos assustados espantaram seus três filhotes que correram de volta à floresta ao serem descobertos andando tranquilamente pela varanda da residência que fica na Carolina do Norte, EUA – e então a ursa roubou a tigela do cachorro cheia de comida e levou embora.

O momento em que os ursinhos curiosos passeavam pelo quintal da casa da família Loflin, em Banner Elk, foi filmado em vídeo minutos depois do cachorro começar a latir e implorar para deixarem ele entrar de volta.

Elizabeth Loflin disse que o incidente, em 18 de julho, aconteceu por volta das 3:30 da tarde – e ela não tinha conhecimento dos visitantes inesperados até que eles deixaram o cão sair para o quintal.

“No segundo em que ele saiu, ele começou a latir e implorar para entrar de volta. Achamos aquilo estranhamo, mas nem cinco minutos depois, uma mamãe ursa e três filhotes sobem na nossa varanda e roubam comida de cachorro”, disse Loflin.

No vídeo, a mãe caminha pela varanda dos fundos da casa da família, seguida por seus três filhotes.



A mãe imediatamente fareja alguns alimentos para cães que estão próximos e mergulha diretamente na direção da comida.

De dentro de casa, um homem tenta espantar os ursos gritando e fazendo barulhos altos.
Isso assusta a família de ursos momentaneamente, fazendo com que eles debandem.

Os filhotes, em seguida, seguem em direção a um caminho para a floresta nas proximidades, mas a mãe urso certifica-se de pegar a tigela de comida de cachorro antes de correr atrás de seus bebês.

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Foto: Elizabeth Loflin/Storyful

Rindo, a família assiste enquanto os ursos desaparecem na floresta.

“Não importa!”, o homem diz de dentro da casa referindo-se a tigela.

Thomas Loflin disse à WSOCTV: “Eu achei a cena incrível. As pessoas imaginam que, no lugar onde vivemos, em meio a natureza e os animais selvagens, você os veria o tempo todo, mas isso é muito mais raro do que você pensa”.

A Carolina do Norte Wildlife Commission relata que os ursos são comuns na Carolina do Norte.

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Cão tem a vida transformada após ser agredido e viver acorrentado por anos

Um cachorro que viveu acorrentado no quintal de uma casa nos Estados Unidos por cinco anos e foi agredido diversas vezes por seu tutor teve uma nova chance na vida ao ser resgatado pela PETA, uma organização internacional de proteção animal.

Foto: PETA

Marley não recebia alimentação adequada e tinha apenas uma água suja para beber. Cheio de energia, às vezes ele tentava brincar quando via seu tutor, mas apanhava quando fazia isso.

Desde que o cão era um filhote, a PETA acompanhou o caso dele. Os membros da organização ofereciam comida de qualidade para Marley e iam até sua casa para brincar com ele e lhe dar carinho – o único gesto de afeto que ele recebia. As informações são do portal I Love My Dog So Much.

Com o tempo, a entidade conseguiu convencer o tutor de Marley a doá-lo. Resgatado, ele foi levado para uma clínica veterinária e iniciou um tratamento. Ele ganhou peso, recuperou-se e foi disponibilizado para adoção.

Foto: PETA

Depois do resgate, o cão que conhecia apenas a palavra “não”, dita frequentemente por seu antigo tutor, aprendeu muitas coisas novas e fez várias descobertas: como entender que podia correr livremente e que havia pessoas dispostas a tratá-lo com amor.

A mudança em sua vida, no entanto, não se restringiu às ações da entidade. Isso porque, após ser colocado para adoção, o cachorro encontrou um novo lar. Atualmente, ele mora em uma casa com um quintal grande, onde corre e brinca com Kyah, o outro cão da família.

O passado de violência e sofrimento foi superado e deu lugar a uma vida feliz, com direito a uma cama confortável, brinquedos e petiscos.

Foto: PETA


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Cães se encantam um pelo outro ao se conhecerem através de uma cerca

Lola e Loki | Foto: Amber Marie Monte

Lola e Loki | Foto: Amber Marie Monte

Ninguém espera se apaixonar pelo garoto da casa ao lado, mas quando uma tímida cadelinha da raça golden retriever chamada Lola encontrou seu vizinho Loki, as faíscas imediatamente começaram a voar.

Em março, Lola e sua tutora, Amber Monte, se mudaram para sua nova casa nos arredores de Surrey, na Inglaterra. Loki, um cachorro da raça terrier de staffordshire, foi um dos primeiros a saudar os recém-chegados. Seu trecho de quintal foi separado da propriedade de Monte por uma cerca de madeira, mas, apesar da barreira, os dois cães se conheceram.

“Nós nunca vivemos perto de outros cães antes, e Lola estava tão animada por poder ver outro cachorro com tanta frequência!”, Disse Monte ao The Dodo. “Quando Loki estava em seu jardim, ele sempre pulava na cerca e procurava por Lola, pois ele já sabia que ela geralmente estava lá.”

Lola | Foto: Instagram/goldenpuplola

Lola | Foto: Instagram/goldenpuplola

Lola retribuiu os avanços de Loki, mas seus guardiães não achavam que fosse mais do que uma amizade florescente. “Lola sempre pulava e lhe dava um olá com algumas lambidas”, disse Monte. “Nós só pensamos que eles estavam se conhecendo e isso seria só isso”.

Monte nunca se preocupou com o fato de Lola formar uma ligação real com Loki. Afinal, ele simplesmente não parecia o tipo dela. “Ela geralmente é muito tímida e retraída”, disse Monte. “Ela fica bastante assustada com outros cães grandes quando estamos passeando, e é por isso que achamos tão estranho quando ela se deu tão bem com Loki.”

Mas há cerca de um mês, Monte percebeu uma mudança no comportamento de Lola. A cachorra agora preferia passar seus dias perto da porta dos fundos, choramingando para sair, como se ansiando por Loki.

Lola e Loki se olhando à distancia | Foto: Amber Marie Monte

Lola e Loki se olhando à distancia | Foto: Amber Marie Monte

“Quando a deixamos sair, a primeira coisa que ela faz é pular na cerca para ver se Loki está fora também”, disse Monte. “Se Loki não estiver fora, ela vai se sentar e esperar por ele na cerca.”

Loki correspondeu ao carinho de Lola na mesma medida, e até mesmo descobriu uma maneira de estar mais perto dela. Loki aprendeu a passar pela cerca que separa os dois cães.

“Algumas vezes no mês passado, na verdade, saímos e encontramos Loki em nosso jardim e os dois brincando juntos”, disse Monte. “Agora, geralmente de manhã, quando vamos deixar Lola sair, Loki já está sentado em nosso jardim esperando por ela!”.

Loki esperando Lola | Foto: Amber Marie Monte

Loki esperando Lola | Foto: Amber Marie Monte

Os dois cães se divertem muito e não querem nada além do que aqueles momentos preciosos que passam juntos.

E, felizmente, os pais de Lola são compreensivos sobre as visitas frequentes de Loki.

“Eles estão muito animados para ver um ao outro quando brincam – há muitos pulos, corridas, muitos beijos!”, Disse Monte. “Eles são inseparáveis quando estão juntos.”

Se Loki e Lola provar alguma coisa, é que o amor não pode ser limitado “por uma cerca”.

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Cachorrinha que vivia no meio do lixo dorme em uma cama pela primeira vez

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Nala foi resgatada de um quintal sujo e cheio de lixo em Detroit, nos Estados Unidos onde ela passava todo o seu tempo. Ela nunca foi autorizada a entrar em casa, e desde que ela tinha apenas 5 meses de idade quando foi resgatada, é possível que ela tenha passado a vida toda vivendo do lado de fora.

Apesar da maneira como ela foi tratada, Nala só queria amor, e quando sua nova família a adotou, eles estavam determinados a dar tudo de si.

Quando Nala foi resgatada, a pequenina foi imediatamente levada para um veterinário nas proximidades, a cachorrinha estava incrivelmente magra e suja, e foi diagnosticada com vermes também.

Estava claro que a cachorrinha havia sido definitivamente vítima de maus-tratos, e ainda assim sua natureza doce nunca deixou de existir. Conforme ela foi limpa e tratada, Nala demonstrou toda a sua gratidão por alguém finalmente estar cuidando dela.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

Frequentemente, os cães que vêm de situações de maus-tratos e abandono têm medo de pessoas, mas Nala parecia absolutamente feliz em conhecer todos que vinham em sua direção – e quando chegou a hora de sua nova família levá-la para casa, eles estavam tão animados e esperançosos, tudo que seus novos guardiães queriam era ver como ela se ajustaria à sua nova vida.

A nova família de Nala não tinha certeza de como ela reagiria quando a levassem para casa, já que era a primeira vez que ela chegava em uma casa. Eles pensaram que talvez ela estivesse um pouco nervosa ou insegura – mas Nala rapidamente provou que eles estavam errados e agiu como se a casa fosse sua. E realmente era.

“O rabinho de Nala fica muito agitado quando ela está feliz”, disse Charley Walton, a nova guardiã de Nala, ao The Dodo. “É a primeira impressão. Ela estava tão animada, não parecia nervosa ou triste. Literalmente pura felicidade”.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

No antigo quintal imundo em que ela vivia, Nala não tinha realmente nada macio onde dormir e descansar, e por isso era importante para sua nova família que ela tivesse a cama mais aconchegante que existisse. Ela foi presenteada com uma cama confortável e vários cobertores quentinhos, sua família pode então perceber o quanto ela estava emocionada por ter um lugar tão especial para descansar.

“Podíamos ver o olhar em seu rosto, era evidente o quão confortável e feliz ela estava por ter sua própria cama”, disse Walton. “Logo ela se esticou nela”.

Mais tarde naquela noite, Nala pulou para a cama de seus novos pais – e percebeu que amava ainda mais esse cantinho. Agora, ela dorme abraçada com seus pais na cama deles todas as noites, para que ela possa sempre estar confortável e próxima das pessoas que tanto ama.

Foto: Charley Walton

Foto: Charley Walton

“Ela está mimada agora, de tanto amor que recebeu”, disse Walton.

Nala está com sua nova família há vários meses e pode ser encontrada aconchegada em algum lugar macio a cada chance que tem. Ela também adora ganhar carinho de sua família, brincar com sua irmãzinha, correr e se meter em problemas com seu irmão cachorro, e fica claro ao observá-la, que ela definitivamente não trocaria sua nova vida por nada no mundo.

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Cachorra perdida reencontra tutores após oito anos de separação

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Laila filhote | Foto: Sophia Hanson

Sophia Hanson tinha o hábito de deixar seus dois cães da raça pit bull, Laila e seu irmão Blake, saírem para brincar no quintal.

Quando ela foi ver como eles estavam pouco tempo depois, os cachorros haviam desaparecido. “Ainda não temos certeza se eles foram roubados porque não havia porta aberta – não havia nada”, Hanson disse ao The Dodo. “Os dois apenas sumiram”.

Depois de um ano de busca, Hanson e seu marido encontraram um post em um site na internet, o Craigslist. Alguém que morava não muito longe de seu bairro em San Antonio, Texas (EUA), estava vendendo um pit bull por 500 dólares que parecia de uma forma muito suspeita com Blake.

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

Blake filhote | Foto: Sophia Hanson

“Então resolvemos nos aproximar do vendedor fingindo um falso interesse: ‘Oh, vamos comprar apenas um cachorro’. Nosso dinheiro estava pronto”, disse Hanson. “Quando fomos nos encontrar e confirmamos que era ele, vimos que eles o colocaram na maior corrente que eu já vi.”

“Ele ficou muito confuso por um tempo”, Hanson acrescentou. “Toda essa reabilitação foi um processo, mas agora ele é o maior ursinho de pelúcia”.

Vendo o estado em que Blake estava, os Hanson temiam que coisa pior tivesse acontecido com a doce e desajeitada Laila. Ainda assim, durante anos, Hanson continuou a procurar nos abrigos locais, e na internet, na esperança de ver o rosto de sua filhinha de quatro patas novamente.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

O que Hanson não sabia era que Laila tinha um anjo da guarda cuidando dela.

Quando Janice Rackley viu Laila pela primeira vez em 2018, a cachorrinha estava sozinha em um campo, sofrida e desnutrida ela era apenas pele e osso. Ficou claro que ela estava sozinha há algum tempo já, provavelmente se amor ou cuidados.

Rackley sabia que tinha que fazer alguma coisa.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Ela só precisava de ajuda e ninguém iria ajudá-la”, disse Rackley ao The Dodo. “Eu apenas sinto que eu estava ali e a encontrei por um motivo e a razão disso era que eu tinha que ajudá-la. Ela dependia de mim naquele momento.

Todos os dias, Rackley saía para o campo, carregando pesados jarros de água e comida.

A princípio, a cachorra ficou tão aterrorizada que correu na direção oposta assim que viu Rackley se aproximando – mas, eventualmente, Rackley ganhou sua confiança.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

“Eu acho que demorou cerca de seis meses, quando ela finalmente começou a se aproximar e chegar mais perto, então ela finalmente me deixou acariciá-la”, disse Rackley. “Naquele momento eu pensei: ‘Talvez eu consiga pegar uma coleira, já que ela está me deixando acariciá-la, e posso ficar com a coleira enquanto a alimento’. Mas sempre que ela via essa coleira, a cachorrinha saía correndo”.

Quando a véspera de Ano Novo se aproximou e o tempo ficou frio, Rackley sentiu que poderia ser sua última chance de resgatar a cachorra – então ela decidiu fazer algo imprudente.

“Acabei de pegá-la, joguei-a por cima do meu ombro e caminhei por ela por 40 pés nesse campo para levá-la até o meu carro”, disse Rackley. “Ela estava realmente muito calma quando eu peguei ela, ela era tão doce como eu jamais imaginei que seria”.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Durante um mês, Laila recusou-se a deixar a casa de Rackley. Quando a personalidade da cachorrinha começou despontar, Rackley percebeu que o passado do cachorro perdido tinha mais segredos do que ela pensara anteriormente.

“Levou um tempo para ela voltar ao normal, mas uma vez que ela conseguiu, Laila se mostrou o cão mais doce do mundo”, disse Rackley. “Ela sabia sentar, sabia dar a pata, sabia como se deitar. Eu estava tipo, ‘nossa, alguém realmente ensinou tudo isso a ela.

Alguém deve sentir falta dela.

Foto: Janice Rackley

Foto: Janice Rackley

Rackley levou Laila para ser examinada pelo controle de animais e, descobriu que ela tinha um microchip.

A apenas 40 milhas de distância, era apenas mais uma noite normal para Hanson e seu marido. “Meu marido e eu estávamos andando pela casa, desligando as luzes e nos certificando de que os filhotes estavam na cama”, disse Hanson. “Pouco antes de desligarmos a luz, recebemos uma ligação. Meu marido ficou tipo: “O que ?! Você pode repetir isso? “E ele colocou no viva-voz e nós ficamos tipo,”Isso é verdade mesmo?!”.

Oito anos ja haviam se passado, mas Hanson não podia esperar nem mais um minuto para ver Laila novamente, então ela pulou com tudo no carro. Quando Rackley trouxe Laila para fora, e ela pôs os olhos em sua mãe, todos os presentes ficaram comovidos pela reunião emocionante das duas.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

“Ela apenas respondeu imediatamente, como se dissesse, ‘é você mesmo?’ “, Disse Hanson. “E então todos cmeçaram a chorar e doi um momento muito delicado”.

Embora Laila tivesse mudado de muitas maneiras, ela deixou claro para seus pais que se lembrava de sua antiga vida e de ambos.

“Nós costumávamos chamá-la de Scooby Doo porque ela fazia os sons mais loucos que você já ouviu”, disse Hanson. “Meu marido fazia brincadeiras imitando o desenho animado: ‘Scooby Doo! Scooby Doo! E ela reconheceu a brincadeira imediatamente”.

Agora em uma casa com três outros cães de resgate todos sênior, incluindo seu irmão Blake, Laila está se acostumando aos poucos à sua “nova vida antiga”.

Foto: Sophia Hanson

Foto: Sophia Hanson

Enquanto ela ainda se sente um pouco cautelosa em torno de seus novos irmãos, ela não poderia estar mais feliz por estar em casa. E os pais dela são tão gratos que a família deles está reunida novamente.

“Ainda não podemos acreditar”, disse Hanson. “Às vezes passamos por ela e temos que dar uma olhada pra nos certificarmos de que é tudo verdade mesmo. É extremamente surreal. Ela está na mesma cadeira, no mesmo lugar, deitada em sua mesma posição doce de cabeça para baixo. E é engraçado vê-la tão à vontade – eu nem consigo imaginar o que ela passou”.

“Mas o que importa é que ela esta de volta: em casa.”

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Cachorro que foi roubado da casa de tutora a reencontra depois de dois anos

Foto: MKP "Schaslivі tvarini"

Foto: MKP “Schaslivі tvarini”

No início deste mês, voluntários de um abrigo de animais na Ucrânia receberam na entidade um cão enorme em situação de rua, com lindos e tristes olhos azuis, magro ao extremo e assustado, olhando para ele via-se claramente que a vida nas ruas não tinha sido gentil com o cachorro.

Seu corpo desequilibrado-se sobre as patas e a pele sarnenta com tufos de pelos faltando, sugeriam algumas das muitas dificuldades que ele possivelmente havia enfrentado até ali.

A equipe de resgate estava determinada a encontrar para aquele cão sofrido um novo lar feliz – sem perceber, é claro, ele já tinha um. E esse alguém estava sentindo muito a falta dele.

Foto: MKP "Schaslivі tvarini"

Foto: MKP “Schaslivі tvarini”

No dia em que o cachorro foi trazido, sua foto foi tirada e postada on-line para procurar por possíveis adotantes.

Dada sua condição de saúde prejudicada e o tempo que seria necessário para tratar e curar o animal, talvez parecesse improvável que o pobre cão atraísse muito interesse – mas a tristeza em seus olhos chamou a atenção.

Em poucas horas, o post foi compartilhado centenas de vezes por pessoas ao redor do mundo.

Essas ações nas mídias sociais fizeram toda a diferença.

Foto: Galina Lekunova

Foto: Galina Lekunova

Apenas dois dias depois, o abrigo foi contatado por uma mulher cujo cachorro havia sido roubado de seu quintal em 2017. Alguém havia enviado o post do abrigo para ela e a mulher havia ficado impressionada com a semelhança entre o cachorro na foto e o seu amado cão desaparecido.

“Ela estava procurando por seu cachorro há dois anos”, disse Galina Lekunova, que trabalha no abrigo, ao The Dodo. Mas aquele cão tão sofrido e judiado poderia ser realmente ele?

No dia seguinte, um encontro foi organizado para confirmar a suspeita – e logo ficou óbvio que era de fato um reencontro. E um post sincero e emocionado resultou do encontro:

“Lágrimas de alegria pela manhã!” o abrigo escreveu sobre aquele momento, chamando a reunião de “milagre”.

O cachorro, cujo nome é Lord, havia esperado tanto tempo por aquele dia. Ele estava finalmente de volta aonde ele realmente pertencia, sua família, e tudo isso graças a ajuda de estranhos que insistiam em espalhar o post sobre ele online.

“Agradecemos a todos que compartilharam nosso post”, escreveu o abrigo. “Graças a vocês que a vida do cachorro foi salva, e a paz voltou para a alma de sua tutora!”.

E os dois permaneceram juntos, abraçados, com a promessa eterna de nunca mais se separarem. Ambos, emocionados.

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