Raros leões brancos nascem em santuário e recebem os nomes Nala e Simba

Dois raros leões brancos nasceram no final de julho, em um santuário de proteção animal francês chamado “Caresse de tigre”. Os dois foram batizados de Nala e Simba, em homenagem aos personagens de Rei Leão.

Dois filhotes de leões brancos deitados

Foto: Lou Benoist/AFP

O leão branco em nada se diferencia do leão de pelos amarelados, com exceção da sua cor. A cor diferente é causada por uma mutação genética chamada leucismo.

Os leões brancos se tornaram extintos na natureza por doze anos, mas foram reintroduzidos em 2004 à vida selvagem. Mesmo assim, a maior parte desses animais vivem em cativeiro e, na natureza, há menos de treze indivíduos, segundo a entidade de Proteção Global do Leão Branco. Infelizmente, eles são muito cobiçados por caçadores.

O santuário, no nordeste da França, ocupa 300 hectares de uma área florestal e atualmente é o lar de doze tigres e leões. Por enquanto os filhotes estão sendo cuidados pelos proprietários do santuário e se tornaram amigos dos cachorros do casal.


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Ave mutilada é submetida a raro transplante de penas e volta a voar

Um araçari-castanho resgatado pela Polícia Ambiental após ser mutilado para que não pudesse voar foi submetido a um procedimento raro de transplante de penas em Foz do Iguaçu, no Paraná. Penas escolhidas em um banco de penas, compatíveis com a ave, foram implantadas na parte da asa que havia sido cortada, devolvendo ao membro o formato original.

Foto: Parque das Aves/Divulgação

Após o procedimento, a ave foi solta em um dos recintos do Parque das Aves. “Ele está voando bem, talvez tenha ficado pouco tempo cativo”, disse a diretora técnica do parque, Paloma Bosso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A diretora explicou que o implante de penas é importante, inclusive, para garantir isolamento térmico ao animal. “A plumagem faz parte da anatomia da ave. É responsável não só pelo voo e coloração, mas também para o isolamento térmico. O implante ajuda a restabelecer a capacidade de voo dos animais enquanto aguardam a troca de penas, quando as implantadas serão naturalmente substituídas por novas penas inteiras”, afirmou.

De acordo com Paloma, a ave chegou clinicamente comprometida ao parque, no dia 22 de junho. Com a asa mutilada, ela não sobreviveria na natureza, pois se tornaria alvo fácil para predadores. No entanto, mesmo tendo sido submetida ao procedimento de implante, ela não poderá retornar ao habitat. Isso porque o desconhecimento sobre a origem do pássaro, que é adulto, torna a reintrodução no meio ambiente inviável.

Foto: Parque das Aves/Divulgação

A suspeita é de que o pássaro tenha sido vítima do tráfico de animais, prática cruel que o condenou a viver o resto da vida em cativeiro, privado do direito à liberdade.

“Este araçari-castanho, a partir de agora, será um novo cidadão do Parque das Aves, onde poderá interagir com outros da mesma espécie e de outras”, disse. No recinto em que o animal viverá há outros dois pássaros da espécie, quatro tucanos-toco e um tucano-do-bico-verde.

Foto: Parque das Aves/Divulgação

Antes das penas serem implantadas, a ave foi submetida a um período de isolamento e de adaptação a uma dieta adequada. Como as penas não têm terminações nervosas, o procedimento não causa dor à ave. “A técnica é bem artesanal. Usamos palitos de madeira para fixar a nova pena no centro daquela que foi cortada e colamos”, explicou.

Encontrar penas compatíveis no tamanho e formato é a maior dificuldade. “É bom que seja de ave da mesma espécie, por isso mantemos um banco de penas, formado tanto pelas penas de aves que morrem e que se tornam doadoras, como por aquelas recolhidas em viveiros ou na natureza. As aves trocam de penas de duas a quatro vezes por ano. Quando elas caem, a gente recolhe e forma um banco”, contou.


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Raro e ameaçado de extinção, filhote de onça preta é encontrado em MT

Um filhote de onça-pintada melânica foi resgatado, na quinta-feira (13), no município de Paranaíta, a 849 km de Cuiabá (MT). De acordo com a equipe da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), que fez o resgate, o animal de cerca de três meses é macho, estava sem a mãe e muito debilitado.

O animal também é conhecido como onça preta ou pantera negra. A aparição da pantera negra é motivo de celebração para os biólogos de todo o Brasil. Segundo os pesquisadores, a espécie está ameaçada de extinção.

Foto: Sema-MT/Assessoria

A onça tem melanismo, que é uma alteração genética rara. A concentração de pigmento preto na pele ‘esconde’ as pintas comuns nesta espécie.

O animal foi encontrado em uma região de pastagem por um morador da região. Ele chegou a ficar com o filhote por uma semana, mas percebendo que ele estava muito debilitado, decidiu pedir apoio à Sema.

Em razão da desnutrição, o animal foi encaminhado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Foram feitos alguns exames de sangue, clínico e morfobiometria. Os primeiros resultados apresentaram desidratação e desequilíbrio nutricional, além de uma baixa visão.

A ‘cegueira’ seria consequência do quadro nutricional, segundo a professora Elaine Conceição, responsável pelo setor de atendimento de animais silvestres do hospital.

Agora, ela vai receber medicação para reposição de vitaminas e, se melhorar, posteriormente será preparada para voltar à natureza.

Fonte: G1


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Burrinhos gêmeos nascem em santuário na Inglaterra

Ronnie e Reg | Foto: Daily Mail/Reprodução

Ronnie e Reg | Foto: Daily Mail/Reprodução

Em um evento raro e pouco registrado na literatura veterinária, um burro do sexo feminino deu à luz os únicos burrinhos gêmeos vivos conhecidos da Grã-Bretanha, os irmãos foram nomeados em homenagem aos famosos gangsteres gêmeos: os Kray.

John Stephenson, 77 anos, ficou chocado quando a burrinha Violet inesperadamente entrou em trabalho de parto e trouxe ao mundo dois potros saudáveis em sua fazenda, em Stanley, County Durham (Inglaterra), no último fim de semana.

Ele não tinha ideia de que ela estava esperando gêmeos, uma ocorrência incrivelmente rara e pouco documentada em burros e os nomeou de Ronnie e Reg, em homenagem aos Kray, dupla de irmãos famosos em Londres durante as décadas de 1950 e 1960.



O sr. Stephenson conta: ‘Eu estava sentado tomando meu chá e recebi um telefonema avisando que Violet estava entrando em trabalho de parto. Larguei o chá imediatamente e fui direto para baixo, no alojamento dos animais.

“Eu mal pude acreditar quando percebi que ela estava tendo gêmeos e ambos estavam vivos – é algo único e muito difícil de acontecer”.

“Normalmente, quando os burros ou jumentos têm gêmeos, um deles morre ou é muito fraco. Eu sabia que ela estava grávida, mas não fazia ideia de que eram gêmeos. Eles são inacreditáveis”.

“Isso é realmente muito, muito incomum. Tenho 77 anos e nunca vi isso na minha vida. Eu tenho um santuário de burros desde que eu tinha sete anos – por 70 anos – mas nunca vi nada assim antes”.

“Até onde sei, eles são os únicos burros gêmeos do país. Estou surpreso e ao mesmo tempo muito orgulhoso de poder fazer essa afirmação”.

“Devo admitir que estou simplesmente encantado por esses dois bebês, eles são animais especiais. Me sinto abençoado”.

Ele acrescentou: “Eu tive um par de cavalos por um longo tempo chamados de Ronnie e Reg também, foi apenas uma ideia que veio à minha cabeça”.

“Se eu deixasse que as crianças escolhessem os nomes deles, elas escolheriam nomes ´fofos´. Eu não queria nomes assim, queria algo marcante.”

“Achei que eram dois meninos no começo, mas depois que já havíamos escolhido os nomes Ronnie e Reg é que descobrimos que um deles era uma garota: Ronnie.”

“Violet é uma mãe muito protetora e carinhosa, eles realmente estão cercados de amor e atenção por todo lado”.

A família agora tem sete burros na fazenda, incluindo Ronnie e Reg.

Ele disse: “Vamos mantê-los dentro de casa por algumas semanas, só para deixá-los fortes, então poderemos deixá-los sair para correr por aí”

“Pessoas de todo os lugares querem vir visitá-los, mas por enquanto eles não estão recebendo visitas, pois são muito jovens”.

Um porta-voz do The Donkey Sanctuary disse: ‘É muito raro um jumento dar à luz gêmeos.

Em 2003, dois burros gêmeos, Bill e Ben, foram entregues aos cuidados do The Donkey Sanctuary.

“Ben, agora na casa dos 20 anos, ainda está vivendo uma vida muito feliz em nossa sede internacional em Sidmouth, infelizmente seu irmão faleceu, Bill , faleceu há alguns anos”.

Raro, cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas é visto na Amazônia

Por David Arioch

Cientistas suspeitam que o número de indivíduos está caindo como resultado do desmatamento e da diminuição de presas (Foto: Reprodução)

Um animal raro, o cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas foi visto há alguns meses na Amazônia. Sua aparição foi registrada por uma câmera instalada por pesquisadores que estudam o comportamento animal e a realidade de espécies em extinção.

Quase do tamanho de uma raposa, o cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas é um animal sobre o qual se tem poucas informações, segundo vídeo publicado pela National Geographic.

“Por ser tão raro, pouco se sabe sobre ele. O comportamento, a população e a distribuição da espécie até hoje são um mistério. Cientistas suspeitam que o número de indivíduos está caindo como resultado do desmatamento e da diminuição de presas”, informa.

Leopardo considerado extinto é visto pela primeira vez em 36 anos

Uma espécie de leopardo, chamada Neofelis nebulosa brachyura, que era considerada extinta, foi encontrada em Taiwan. O animal, conhecido popularmente como leopardo nebuloso de formosa, não era visto desde 1983 e foi considerado extinto em 2013, apesar de pesquisadores terem ficado relutantes em relação à extinção, devido a relatos ocasionais de testemunhas que afirmavam ter visto o leopardo.

(Wikimedia Commons/JOSEPH WOLF/Reprodução)

A extinção foi declarada após 16 mil imagens de animais carnívoros de Taiwan terem sido analisadas entre 1990 e 1993, sem que o leopardo estivesse presente nelas, e um estudo de 12 anos, finalizado em 2013, ser concluído sem registros da espécie. As informações são do portal Exame.

O leopardo foi visto numa área chamada Li’uljaw, que tem sido vigiada por patrulheiros desde o último verão, na tentativa de encontrar o animal. De acordo com o jornal Taiwan News, um grupo de pessoas afirma ter visto o leopardo caçando cabras, enquanto outro diz ter encontrado o animal momentos antes de ele subir em uma árvore.

Para o professor Liu Chiung-hsi, do departamento de vida e ciência da Universidade Nacional de Taitung, o leopardo ainda existe. Ele acredita que o leopardo ficou tanto tempo ser ser avistado porque é um animal vigilante e não pode ser facilmente capturado por humanos.