Elefanta pisoteia homem que apedrejava seu filhote recém-nascido

Foto: Epoch Times

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Sabia é a natureza, que deu aos animais formas de se defenderem das mais variadas, desde a coloração da pele, alcance das asas, instintos aguçados, garras afiadas, velocidade, mandíbulas poderosas, inteligência ímpar e tamanho avassalador.

No caso dessa mãe elefanta, a última característica foi fundamental ao agir em defesa de seu bebê contra a ameaça humana em forma de residentes de um vilarejo que tentavam atingir seu filho indefeso com pedras para afugentá-los.

Espremidos em ambientes menores e tendo seus habitats destruídos pela população humana ou para utilização em pecuária, os elefantes vão se dizimando pouco a pouco enquanto os conflitos com os humanos geralmente não terminam sem danos para a espécie como este último.

Pacíficos por natureza, esses animais só atacam se ameaçados, ou aos seus. Muito unidos, inteligentes e com enorme senso de família, os elefantes se unem quando uma ameaça coloca sua família ou seu bando em perigo. É a natureza desses animais prodigiosos e belos.

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

A elefanta mostrada no vídeo nada mais fazia do que tentar proteger seu frágil recém-nascido ao pisotear um homem até a morte depois de ser atingida por pedras jogadas de forma vil e covarde, por ele e seus comparsas.

Imagens fortes e pungentes mostraram a mãe lutando para fazer o bebê elefante ficar de pé e se afastar das pessoas, mas o bebê não consegue se manter firme. O vídeo foi gravado por moradores locais em Ajnashuli, Bengala Ocidental, na Índia, informa a VN Express.

Ela é vista levantando poeira com os pés, e passando pata dianteira no chão como um sinal de aviso para que ninguém se aproximasse, a elefanta adota uma postura protetiva ficando bem em frente a seu bebê, que ela tenta afastar e proteger dos espectadores.

A mãe também usa seus pés para marcar a área protegida – um aviso claro para ficar longe, demarcando limites.

A elefanta estava tentando levar seu filho para a floresta próxima depois de dar à luz perto de um lago seco próximo ao vilarejo palco do ocorrido.

Mas o animal ficou estressado com o ajuntamento da população e atacou a multidão quando os aldeões atiraram pedras com o intuito de espantá-la, segundo os relatos locais.

Ela matou Shailen Mahato, de 27 anos, durante sua atitude defensiva

Logo após o ataque, 10 outros elefantes apareceram na área, causando pânico entre os moradores aterrorizados. Os elefantes vieram em socorro da mãe que desesperada e sem poder mover seu filho de volta à floresta gritava acuada.

Imagens mostraram os locais sendo perseguidos em uma floresta por elefantes furiosos.

A elefanta ainda está vagando pela área, pois seu bebê ainda não está forte o suficiente para se mover para a floresta.

Guardas florestais cercaram a região e proibiram a entrada do público.

Autoridades do departamento florestal disseram que estão monitorando de perto a elefanta e não poderão devolvê-la ao seu habitat natural até que ela se acalme.

As mães elefantes são consideradas uma das melhores mães do reino animal. Elas têm o mais longo período de gestação entre os mamíferos – 22 meses e são muito protetoras em relação aos seus filhotes.

Foto: Mirror.uk

Foto: Mirror.uk

“Os elefantes são intensamente sociais e protetores, e as mães e tias se esforçam para proteger e nutrir seus filhotes”, disse Jan Vertefeuille, diretor sênior de Defesa e Conservação da Vida Selvagem do World Wildlife Fund, de acordo com a Geek.com.

Os elefantes dão à luz apenas uma vez em cada três ou quatro anos, e como eles geralmente dão à luz a um bebê apenas, é um grande investimento pré-natal em um elefantinho. Eles são ótimas mães porque os bebês vivem com suas mães por toda a vida, enquanto os machos deixam o rebanho na adolescência.

“As fêmeas jovens desempenham um papel importante como ‘tias’ para ajudar a criar os membros mais jovens do rebanho, desta forma elas adquirem bastante prática para quando tiveram seus próprios filhos”, disse Vertefeuille.

Os elefantes são os maiores vegetarianos do mundo e O’Connell-Rodwell disse que eles não atacam nenhum outro animal por comida, embora a comida seja o contexto da maioria de seus conflitos com o homem.

Gorila beija filhote recém-nascido e ato de carinho emociona internautas

Uma gorila foi filmada em um momento de afeto com seu filhote recém-nascido. Logo após dar à luz, Calaya, como é chamada, pegou o pequeno Moke nos braços e deu um beijo nele.

Foto: BBC

Calaya vive no Smithsonian National Zoo, em Washington, nos Estados Unidos. O ato de carinho dela com o filhote emocionou não só os tratadores, responsáveis pelos cuidados dos animais no zoológico, mas também internautas, após o vídeo ter sido divulgado na internet. As informações são da BBC.

Moke, que significa “júnior” ou “pequeno” em língua africana, é o primeiro gorila a nascer no zoológico em um período de nove anos. O animal, lamentavelmente, nasceu em cativeiro, condenado a viver aprisionado, sendo privado do direito à liberdade.

Esses animais pertencem à espécie gorila das planícies acidentais e estão criticamente ameaçados de extinção. Há, atualmente, apenas 100 mil deles vivos.

Confira o vídeo:

Nota da Redação: apesar da imagem de carinho entre a gorila e o filhote ser de singular beleza, é necessário lembrar que não há nada de bonito em aprisionar animais selvagens, que deveriam viver em liberdade, na natureza, em contato com o habitat e com outros animais da espécie. A sensibilidade da gorila com o filhote, inclusive, só torna ainda mais grave o ato de manter animais como ela em cativeiro. É cruel e desumano prender animais tão sensíveis e tratá-los como objetos em exposição para entretenimento humano.

Boto recém-nascido é encontrado morto em Laguna (SC)

Um boto recém-nascido apareceu morto na praia do Seis, na região da Ponta da Barra, em Laguna, ao sul de Santa Catarina, no domingo (13). Ainda não se sabe o que causou a morte do filhote, que estaria desaparecido há uma semana, mas as marcas indicam que ele poderia ter ficado preso em redes de pesca. Apesar disso, o corpo do boto passará por necropsia para determinar a causa da morte.

Foto: Sea Sheperd

Este seria o segundo caso de morte de boto pescador em Santa Catarina neste ano. O biólogo e professor da Udesc Pedro Volkmer de Castilho, que coordena o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), explica que o outro caso, registrado em Arroio Silva, não foi o projeto que atendeu e, por isso, não há como confirmar se ele era da população de botos de Laguna.

Fonte: NSC Total