Biólogos registram baleia-jubarte ao lado de filhote no litoral de São Paulo

Biólogos do Instituto Viva Baleias e Golfinhos fizeram imagens de uma baleia-jubarte adulta nadando ao lado de um filhote que pode ter sido o primeiro a nascer no litoral norte de São Paulo.

O registro foi feito nas proximidades da costa de Ilhabela (SP), no último final de semana. De acordo com a bióloga do Instituto, Marina Leite Marques, é possível afirmar que os animais avistados são mãe e filho.

Foto: Marcio Motta/Instituto Verde Azul

Os filhotes começam a desmamar com um ano de idade. Antes disso, são completamente dependentes da mãe. As informações são do G1.

“Desde que começamos o monitoramento das baleias aqui em Ilhabela, este foi o primeiro registro de um filhote pequeno, nadando ao lado de um adulto. Isso indica que o litoral paulista pode estar se tornando um berçário de baleias da espécie jubarte”, afirmou a pesquisadora.

No momento do registro, mãe e filho estavam a um quilômetro e quatrocentos metros de distância da Praia Borrifos, na costa sul de Ilhabela. A praia recebeu, em maio, um ponto fixo de observação de baleias-jubarte.

Temporada de baleias

As baleias-jubarte passam o verão na Antártica, em busca de alimento. Após esse período, elas viajam 4 mil km até Abrolhos, no sul da Bahia, para se reproduzirem.

Nos últimos anos, pesquisadores têm ficado animados com aparições de baleias em Ilhabela. Desde o começo da temporada, foram feitos 360 avistamentos de animais da espécie jubarte. Em 2018, foram apenas 48. O número de avistamentos não é proporcional a quantidade de baleias presentes na região.

“As mais jovens estão ocupando um território que já foi delas. Só que nesse território tem a presença humana e um monte de armadilhas. Por isso a gente tem que harmonizar isso”, explica o pesquisador Júlio Cardoso, estudioso das baleias-jubarte há vinte anos.

Em 1986, a caça às baleias foi proibida no Brasil. Antes da proibição, segundo dados do Instituto Baleia Jubarte, existiam menos de 2 mil animais vivendo no Atlântico Sul. O número, atualmente, é de aproximadamente 20 mil baleias.


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Uma das maiores águas-vivas que habitam o oceano é vista na Inglaterra

Uma água-viva gigante, da espécie água-viva-barril (Rhizostoma pulmo), foi encontrada no litoral de Falmouth, em Cornualha, na Inglaterra. Trata-se de uma das maiores espécies de água-viva existentes no oceano.

Imagem: Dan Abbott/Wild Ocean Weekregistr

Do tamanho de uma pessoa adulta, a água-viva foi vista pela bióloga e mergulhadora britânica Lizzie Daly durante a gravação de um programa da BBC para vida selvagem.

O encontro da mergulhadora com o animal marinho foi descrito por ela como “de tirar o fôlego”. Lizzie publicou uma foto, nas redes sociais, na qual aparece ao lado da água-viva. A presença da mergulhadora na imagem faz com que seja mais fácil reconhecer o porte do animal ao compará-lo ao tamanho da bióloga.

“Que experiência inesquecível. Eu sei que a água-viva barril fica muito grande, mas eu nunca vi nada parecido antes”, disse Lizzie, que classificou a experiência como a melhor que ela já teve.

Apesar de ser uma das maiores águas-vivas encontradas no oceano, a água-viva-barril não costuma ultrapassar um metro de extensão, nem pesar mais de 25 quilos.


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Grupo de mais de 500 golfinhos é visto em Copacabana, no Rio de Janeiro

Imagens feitas por pesquisadores do Laboratório de Mamíferos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) na sexta-feira (12) mostram mais de 500 golfinhos pintados do Atlântico nadando na orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução/ TV Globo

De acordo com o professor José Lailson, essa espécie de golfinho é comum no mar da cidade, mas os pesquisadores nunca tinham visto um grupo tão grande nadando junto.

Os animais acompanharam o barco dos pesquisadores e, durante o passeio, ainda encontraram uma baleia Jubarte e brincaram com ela em alto mar.

Ainda segundo o professor, a baleia tem cerca de três anos de idade e mede 11 metros. A espécie costuma passar pelo litoral fluminense nessa época do ano rumo ao Nordeste, onde vai se reproduzir. Apenas na sexta, os pesquisadores encontraram dez baleias.

Foto: Reprodução/ TV Globo

Foto: Reprodução/ TV Globo

Fonte: G1


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Tutor que não garantir bem-estar ao animal será multado em Portugal

O tutor que não garantir o bem-estar do animal que tutela em Portugal estará sujeito ao pagamento de multas que variam de 50 euros (cerca de R$ 218) a 3.740 euros (aproximadamente R$ 16.332). A nova norma foi instituída a partir de um decreto-lei que foi publicado no Diário da República na quinta-feira (27) e entrará em vigor dentro de quatro meses.

Foto: Pixabay

Além de casos de maus-tratos, a nova lei vai punir também tutores que não atualizarem o registro do animal em casos, por exemplo, de mudança de endereço. As informações são do portal “Público”.

Além disso, com o Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC), os gatos e furões serão obrigados a usar microchip de identificação. Outros animais, como coelhos, também podem ser microchipados. As informações registradas no SIAC serão colocadas em uma espécie de documento de identidade, que o tutor deverá ter em mãos toda vez que fizer qualquer deslocamento com o animal.

Os microchips só poderão ser implantados nos animais por veterinários. Os profissionais que não usarem aparelhos registrados no SIAC ou administrarem vacina contra raiva sem que o animal esteja previamente identificado, também poderão ser multados. Os chips custam, em média, 30 euros (R$ 131), valor que deve ser pago pelos tutores, que também precisarão arcar com o valor, ainda não definido, de uma taxa para que seja feito o registro no SIAC.

Os animais devem ser identificados até 120 dias após nascerem. Caso não se saiba a data de nascimento, a identificação e registo deverão ser feitos “até à perda dos dentes incisivos de leite”. Para aqueles que nasceram antes da data de vigor da legislação, os prazos variam entre um e três anos. No caso de cães bravos, trazidos de outros países, o registro precisa ser feito em um prazo de 10 dias, contado a partir da entrada no território nacional.

O governo afirmou que as medidas foram tomada com o objetivo de combater o abandono de animais.


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Leopardo nebuloso é visto em Taiwan após ser considerado extinto por 30 anos

Um leopardo nebuloso, espécie que há 30 anos era considerada extinta, foi visto por guardas florestais em Taiwan. Dois avistamentos foram registrados e, depois disso, uma reunião foi marcada pelos integrantes da aldeia Alangyi para discutir o caso, conforme explicou Kao Cheng-chi, líder da tribo Paiwan.

Reprodução / Portal Curiosidades da Terra

O encontro resultou na decisão de proibir estrangeiros de caçar na área. Além disso, anciões de Alangyi passaram a exigir que o Escritório Florestal do Distrito de Taitung pare de cortar árvores e de realizar outras ações destrutivas na região da aldeia. As informações são do portal Curiosidades da Terra.

O animal era considerado extinto porque desde 1983 nenhum leopardo havia sido visto. Entre 2001 e 2013, uma equipe de zoologistas de Taiwan e dos Estados Unidos promoveu estudos na área e não documentou nenhum leopardo nebuloso.


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Abelhas dormem abraçadas em uma flor e o registro encanta o mundo

A lente da câmera do fotógrafo de vida selvagem Joe Nelly foi responsável por registrar uma cena que atinge os mais altos níveis de fofura. A fotografia, que é capaz de fazer suspirar até o mais insensível dos seres humanos, retrata duas simpáticas abelhas dormindo abraçadinhas no centro de uma flor.

Foto: Joe Nelly

A história por trás do registro teve início quando Joe e sua noiva Niccole foram procurar flores de papoula em um campo florido. No caminho de volta para casa eles passaram por um aglomerado de flores rosas, perto da rodovia. E, no meio de todas as flores rosas, havia uma florzinha laranja, que chamou atenção de Niccole. Ela ouviu o barulho de abelhas voando por perto, e então notou que algumas flores tinham abelhas imóveis em seus centros.

“Eu cheguei perto e observei por um tempo, e mais abelhas apareceram. Logo, todas as flores vazias estavam ocupadas, e uma abelha acabou sobrando. Ela se enfiou em uma flor aberta e ficou com outra abelha. Enquanto eu olhava, ela cambaleava quase como se estivesse bêbada, e se aconchegou”, conta Joe.

Foto: Joe Nelly

De acordo com o serviço florestal do Departamento de Agricultura dos EUA, as abelhas da espécie Diadasia diminuta fazem ninhos em solo parcialmente compactado nas margens de estradas de terra na região noroeste dos Estados Unidos. Como as abelhas não têm pálpebras, é difícil saber com certeza se elas estão dormindo, mas pesquisadores observaram que é possível saber que elas estão tirando uma soneca quando elas param de mover suas antenas. Em algumas situações elas também se deitam de lado. Bom, ao menos nesse aspecto, o sono das abelhas se parece com o nosso.

Para fazer a fotografia que vem derretendo corações ao redor do mundo, Joe Nelly usou uma Nikon d750 e uma lente macro 150mm com um flash macro Nikon R1C1.

Fontes: Bored Panda, BBC, Hypescience

Fotógrafo registra luto de gorilas após morte de membros da família

Um fotógrafo registrou um momento de luto vivenciado por gorilas após a morte de membros da família no Parque Nacional dos Vulcões, em Ruanda, na África. As imagens mostram a dor do grupo após uma fêmea e um macho do grupo morrerem.

Foto: Reprodução / Hypeness

Os gorilas cheiraram, manipularam, lamberam e se sentaram ao lado dos corpos, como numa espécie de ritual de despedida. Os animais morreram em decorrência de uma doença. As informações são do portal Hypeness.

De acordo com os cientistas da Dian Fossey Gorilla Fund, instituição que protege gorilas e seus habitas, esses animais constroem laços afetivos e sociais reconhecíveis diante da morte. Segundo eles, quanto mais forte o laço com os animais mortos, mais intensa e duradoura é a interação com os cadáveres. É possível, inclusive, que a despedida dure mais de um dia.

No caso dos animais do Parque Nacional dos Vulcões, o filho da gorila fêmea tentou mover a cabeça dela e até mesmo mamar, apesar de já ter passado do período do desmame há bastante tempo.

Foto: Reprodução / Hypeness

Não é a primeira vez que gorilas realizam um ritual de luto junto de familiares mortos. É comum, inclusive, que eles gritem e batam no próprio peito enquanto assimilam a morte de um integrante do bando.

A preocupação dos cientistas, no entanto, é que, em caso de morte por doenças, como aconteceu com os gorilas do parque em Ruanda, os animais vivos acabem se contaminando e adoecendo após entrar em contato com os corpos para se despedir dos companheiros.

Leopardo considerado extinto é visto pela primeira vez em 36 anos

Uma espécie de leopardo, chamada Neofelis nebulosa brachyura, que era considerada extinta, foi encontrada em Taiwan. O animal, conhecido popularmente como leopardo nebuloso de formosa, não era visto desde 1983 e foi considerado extinto em 2013, apesar de pesquisadores terem ficado relutantes em relação à extinção, devido a relatos ocasionais de testemunhas que afirmavam ter visto o leopardo.

(Wikimedia Commons/JOSEPH WOLF/Reprodução)

A extinção foi declarada após 16 mil imagens de animais carnívoros de Taiwan terem sido analisadas entre 1990 e 1993, sem que o leopardo estivesse presente nelas, e um estudo de 12 anos, finalizado em 2013, ser concluído sem registros da espécie. As informações são do portal Exame.

O leopardo foi visto numa área chamada Li’uljaw, que tem sido vigiada por patrulheiros desde o último verão, na tentativa de encontrar o animal. De acordo com o jornal Taiwan News, um grupo de pessoas afirma ter visto o leopardo caçando cabras, enquanto outro diz ter encontrado o animal momentos antes de ele subir em uma árvore.

Para o professor Liu Chiung-hsi, do departamento de vida e ciência da Universidade Nacional de Taitung, o leopardo ainda existe. Ele acredita que o leopardo ficou tanto tempo ser ser avistado porque é um animal vigilante e não pode ser facilmente capturado por humanos.

Mergulhadores flagram tubarão-baleia em Arraial do Cabo (RJ)

Mergulhadores que estavam nas águas cristalinas de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, flagraram um tubarão-baleia na quarta-feira (20). A região é conhecida como “Caribe brasileiro”. O encontro dos profissionais de mergulho com o animal marinho aconteceu na Ponta Leste da Ilha do Farol.

O instrutor de mergulho Jorge Schueler, de 28 anos, registrou o encontro com o tubarão que, segundo ele, vai ficar guardado para sempre na memória.

Tubarão-baleia (Foto: Pixabay / Ilustrativa)

“Estava nadando e do nada surgiu um ‘ônibus’ na minha frente. Me enrolei com a câmera, mas consegui filmar. Se eu pudesse congelar um momento na vida vida, com toda certeza seria esse, para eu ficar reparando em todos os detalhes”, afirmou ao G1.

O outro mergulhador que avistou o tubarão é Rodrigo Bragança, de 27 anos. “Para a gente que mergulha é uma sensação que não dá nem para descrever. Trabalho nesse ramo há sete anos, mas ontem foi a primeira vez que tive o privilégio de mergulhar junto com um tubarão-baleia. Já fiz cerca de oito mil mergulhos, mas o de ontem foi um dos melhores de toda a minha vida”, contou.

Rodrigo disse que estava com mais três amigos, além de Jorge, e que foi à Ponta Leste da Ilha do Farol para apreciar a beleza das arraias. Quando voltavam à superfície, o tubarão apareceu. O animal tinha cerca de 10 metros de comprimento.

A espécie não é agressiva e, por isso, os mergulhadores puderam permanecer no local observando o tubarão. “A gente bateu muito a perna para acompanhar o tubarão, porque ele nada muito rápido. Estávamos nos ‘matando’ para nadar junto com ele, mas foi incrível. Tivemos essa oportunidade de ver essa cena magnífica no quintal de casa”, disse Rodrigo.

O biólogo Eduardo Pimenta avaliou o vídeo feito por Jorge e afirmou que não é possível identificar as pintas brancas que caracterizam a espécie, mas disse que, pelo tamanho do animal, trata-se de um tubarão-baleia. Ainda segundo o profissional, o animal, que é comum nas regiões de Arraial do Cabo e Armação dos Búzios, pode chegar a até 10 metros de comprimento.