Égua grávida é resgatada após cair em buraco de três metros de profundidade

Uma égua grávida de oito meses caiu em um buraco de três metros de profundidade na madrugada de segunda-feira (24) em Montes Claros, no estado de Minas Gerais. O Corpo de Bombeiros foi acionado por um proprietário de um fazenda da comunidade de Campos Elísios.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O homem chamou os bombeiros após perceber que o animal desapareceu. Encontrada dentro de uma fossa seca, que estava desativada há meses, a égua foi resgatada. As informações são do G1.

Um sistema de redução de força para o resgate, por meio de um tripé e de polias, foi utilizado pelo Corpo de Bombeiros para retirar o animal do buraco.

De acordo com a corporação, o trabalho de resgate durou cerca de 40 minutos. O tutor da égua não sabe informar como ela foi parar no local, mas suspeita que ela tenha passado pela varanda da casa da propriedade onde vive e caído no buraco, que fica aos fundos do imóvel.

Ao final do resgate, a égua foi devolvida ao tutor sem ferimentos.


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Burro é encontrado sem comida e água em ilha desabitada no Mar Adriático

Foto: CEN

Foto: CEN

Um burro do sexo feminino abandonado em uma ilha desabitada foi resgatado depois de ser visto na costa da Croácia no mar adriático.

A jumentinha foi vista na pequena ilha de Ravan, perto de Kaprije, no arquipélago de Sibenik, na Croácia, totalmente sozinha, sem comida ou água.

Foto: CEN

Foto: CEN

Quando ela foi trazida de volta à praia em um barco e o animal morto de sede teria tomado cerca de 10 litros de água, afirmam relatos dos locais.

O homem que viu o burro, que não foi identificado, estava em um barco e partiu em direção à ilha para ajudar o animal assim que o viu o viu.

Ele disse aos repórteres: “Quando desembarcamos na praia, ela se aproximou de nós e lhe demos algo para beber.

“Ela bebeu mais de 10 litros de água e, devido a isso, concluímos que ninguém a havia visitado há tempo”.

Foto: CEN

Foto: CEN

“A ilha de Ravan é uma ilha muito pequena e desabitada, sem água e com pouca vegetação”.

Bernard Roca Kunjka, dono de uma taverna na ilha de Kaprije, decidiu dar abrigo ao burro.

Ele organizou o transporte e se dirigiu para a ilha de Ravan com um barco.

Kunjka disse: ‘Quando chegamos para ela, ela ficou aterrorizada. Ela bebeu e comeu tudo o que lhe demos – água, feno, cenoura.

Foto: CEN

Foto: CEN

Ele deu a ela o nome Mija, porque seu amigo Mijo ajudou com o esforço requerido na operação de resgate da burrinha.

O dono da taverna acrescentou: “Ela passará o verão inteiro conosco, nós cuidaremos dela enquanto estivermos em Kaprije e, no outono, a associação ‘Tribunjski tovar’ vai assumir o caso.”

Foto: CEN

Foto: CEN

O vídeo mostra o burro resgatado já no barco antes de ser levado para terra firme.

Não foi esclarecido se uma investigação foi aberta para identificar os responsáveis pelo abandono do animal, segundo informações do Daily Mail.

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Gata recém-nascida resgatada após abandono é adotada por cadela

Um filhote de gato recém-nascido foi resgatado e levado para o Serviço Regional de Proteção Animal do Condado de Spokane (SCRAPS) em Spokane, Washington, nos Estados Unidos, após ser abandonado na rua. Levado para um lar temporário, ele foi inicialmente adotado por uma gata que tinha dado à luz há pouco tempo.

Foto: Jamie Myers

Fêmea, a pequena recebeu o nome de Nala e foi acolhida pela gata. Segundo Jamie Myers, que ofereceu o lar temporário, a gata mamou imediatamente na nova mãe, que a acolheu, lambendo-a e limpando-a.

No entanto, os filhotes da gata eram maiores que Nala e logo ficaram prontos para serem doados, enquanto ela ainda era muito dependente. “Ela fez tudo mais tarde do que o resto do grupo”, disse Myers ao portal The Dodo. “Quando todos abriram os olhos, ela ainda estava com os olhos fechados. E quando começaram a andar, ela ainda se agarrava à mamãe”, completou.

Foto: Jamie Myers

A solução, no entanto, veio de onde se menos esperava: da cadela Izzy, que também vive na casa e tinha dado à luz recentemente. Apesar de ter sua própria ninhada de cães pra cuidar, Izzy estava determinada em adotar Nala.

“A cadela continuou tentando pegar Nala, buscá-la e colocá-la com o resto de seus bebês”, disse Myers. “Ela só pensou que um dos bebês estava fora e desapareceu – ela continuou tentando colocá-lo de volta e colocá-lo de volta”, acrescentou.

“O gatinho não podia andar pelo chão sem que Izzy se levantasse para amamentá-la. Ela estava tentando nos dizer: ‘Essa pequena criatura pertence à minha família’”, disse.

Foto: Jamie Myers

Myers decidiu, então, colocar Nala na cama de Izzy e supervisionar a dupla. “Assim que colocamos Nala com os bebês da cadela, ela se estabeleceu e estava feliz e tudo estava certo em seu mundo novamente”, disse Myers. “E Nala, de repente, tinha todos esses pequenos corpos quentes para aconchegar e amar. E uma nova mamãe peluda para cuidar dela, e ela só se encaixava com sua segunda família adotiva”, completou.

“Ela entrava e saía da caminha sozinha. Então, quando ela terminou de se aconchegar, ela saía e ia comer sua comida de gatinho e brincar um pouco, e então ela voltava direto”, disse Myers.

Com os cuidados que recebeu, Nala cresceu e foi adotada. Para aquecer o coração de Izzy e continuar ajudando animais necessitados, Myers ofereceu, logo em seguida, lar temporário para outros dois filhotes de gato. “Agora Izzy tem mais dois gatinhos que ela está amando”, concluiu.

Foto: Jamie Myers

Foto: Jamie Myers


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Carteiro cumpre o último desejo de sua amiga Gretchen, uma cachorra resgatada

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Gretchen, uma cachorra da raça pastor alemão, faleceu recentemente – mas ela encontrou a pessoa perfeita para garantir que seu legado amoroso continuasse vivo.

Quando a família Cimino, do Texas (EUA), adotou Gretchen em 2013 após ela ter sido resgatada de uma situação de sofrimento, ficou evidente que ela havia recebido muito pouco amor em sua vida até aquele momento.

“Ela era bastante desconfiada de todas as pessoas”, disse Chris Cimino ao The Dodo. “Eu não conheci todo o seu passado, mas a julgar pelas suas reações iniciais, não foi uma boa história”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Mas logo Gretchen veio passou a adorar sua nova família – embora ela ainda fosse muito cautelosa com todos os estranhos.

Isto é, até que conheceu o carteiro Fernando Barboza.

Barboza é um amante de cães e faz questão de demonstrar isso. Desde que começou em seu trabalho há cinco anos, ele passou a conhecer todos os cães em sua rota de entrega de cartas pelo nome.

“Eu tenho um saco de guloseimas no meu caminhão de correio”, disse Barboza ao The Dodo.

“Quando eu trago uma encomenda ou uma correspondência para a porta de alguém, e lá tem um cachorro, eu dou a eles um presente. Já que estou trazendo algo para o tutor, eu também posso trazer algo para os cães também, eles são parte da família”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

Foi assim que Barboza conheceu Gretchen – e foi a primeira pessoa fora da família Cimino a conquistá-la.

“Quando a conheci, fiquei meio preocupado”, disse Barboza. “Ela ficou um pouco distante no começo, mas depois eu comecei a falar com ela, acariciá-la e trazer os petiscos para ela”.

Gretchen foi conquistada.

Com isso, uma doce e fiel tradição começou a se formar, na qual Gretchen aguardava ansiosamente na porta da frente, antecipando a chegada do carteiro.

Isso aconteceu todos os dias durante anos.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Ela conhecia o som do caminhão de correspondência e se animava e se preparava quando o ouvia”, disse Cimino. “[Barboza] apenas usou aquela energia que ele carregava e somou a sua boa natureza e seu amor por ela. E ela também o amava.”

“Ela era minha amiga”, disse Barboza.

Mas esta semana, essa tradição infelizmente acabou.

“Na segunda-feira, vi que a caixa de correio da família de Gretchen estava com a tampa levantada, o que significava que havia correspondência de saída (para levar)”, disse Barboza.

Aquilo não era algo comum, no entanto. Dentro da caixa de correio havia uma sacola de petiscos – e uma mensagem para Barboza contando algumas notícias comoventes:

“Gretchen faleceu ontem. Ela me pediu para lhe perguntar se você dividiria as guloseimas dela que restaram aqui em casa e que ela não teve a chance de comer todos, com os outros cachorros em seu caminho. Ela sempre gostou de ver você vir até a porta e estava sempre feliz em ganhar petiscos seus”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Eu vi a sacola plástica e li a nota”, disse Barboza. “Eu fiquei engasgado de emoção”

Depois, Barboza foi até a porta da família Ciminos para expressar suas condolências – prometendo cumprir o desejo final de Gretchen.

E ele fez exatamente isso.

“Eu tenho distribuído as guloseimas dela aos cachorros em minha rota todos os dias. E quando eu faço isso, eu sempre digo: ‘Isto é um presente da Gretchen'”, disse Barboza.

O belo gesto ajudou tanto a família de Gretchen quanto sua querida amiga Barboza a lidar com sua morte.

“Tem sido feliz e triste ao mesmo tempo”, disse Barboza. “Estou triste quando penso nela, mas fico feliz de ver as caudas dos outros cachorros abanando como loucos quando recebem os petiscos. É uma sensação agridoce”.

Foto: Chris Cimino

Foto: Chris Cimino

“Eu sei que ela teria desejado que seus petiscos favoritos que ela não poderia terminar de comer, fossem para seus amigos”, disse Cimino. “Ela pode não ter gostado de muitas pessoas, mas ela com certeza amava outros cães”.

A família de Gretchen ainda está de luto por sua perda, mas eles estão agradecidos pelos anos de bondade e alegria que Barboza trouxe para ela – e continua a espalhar para outros cães em seu nome.

Barboza admite que, ao passar pela casa dos Ciminos agora, ele precisa lembrar a si mesmo que Gretchen não está mais esperando por ele. No entanto, juntamente com as guloseimas que ele está distribuindo em nome dela, Barboza também carrega o legado de Gretchen em seu coração:

“Eu ainda espero ver minha velha amiga Gretchen, mas é claro que ela não está mais lá”, disse ele, acrescentando que, apesar de sua morte, em alguns aspectos ela sempre estará por perto: “Para mim, os cães se tornam parte de nós.”

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Cadelinha resgatada adora passear com seu mais novo amigo: um cavalo

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando uma mulher abordou Francesca Carsen e Steve Rother sobre um cavalo em miniatura de 2 anos de idade que aparentemente era agressivo tanto com seres humanos quanto com outros animais, eles não tiveram certeza do que fazer.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

A dupla administra um rancho e tem experiência com animais de resgate, e assim que encontraram Spanky pessoalmente, eles souberam na hora que ele voltaria para casa com eles.

“Fomos dar uma olhada e vimos o pequeno cavalinho de apenas 2 anos de idade fazendo com os outros soubessem que ele era o chefe de todos ali”, disse Carsen ao The Dodo. “Então, nós concordamos com ele”.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Quando Spanky chegou pela primeira vez em sua nova casa, ele deixou claro que não iria desistir de seus modos mandões e agressivos sem lutar. O cavalo causou estragos no rancho durante suas primeiras semanas, mas sua nova família de resgate foi persistente e, finalmente, após um ano de paciência, amor e treinamento, Spanky era um cavalo completamente diferente. Ele ainda era um pouco mandão, é claro, e ainda hesitava em se relacionar com os outros – até conhecer Dally.

Dally era a menor cachorrinha de uma ninhada nascida de um dos cães de amigos de Carsen, e ninguém parecia querê-la. Carsen ouviu falar da situação de Dally e ofereceu-se para levar a pequena cadelinha e, desde o início, Dally ficou absolutamente obcecada por Spanky.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Com apenas 4 meses de idade, Dally se sentava no banquinho e me observava trabalhar com Spanky”, disse Carsen. “Ele estava severamente acima do peso, então eu tive que exercitá-lo regularmente. Onde quer que ele estivesse, ela queria estar também”.

No começo, Spanky era meio indiferente a Dally. Ele era cuidadoso em torno dela e saia do seu caminho para se certificar de que ele não pisaria nela, naquela época um bebê apenas, mas fora isso, ele não correspondeu igualmente ao seu fascínio por ele. Isto é, até um dia, quando Dally decidiu tentar montar Spanky.

Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

“Após cerca de dois meses, ela pulou do banquinho pras costas de Spanky e daquele dia em diante eles se tornaram inseparáveis”, disse Carsen. “Percebemos no dia seguinte que ela estava mais animada do que nunca. Ela adora andar nas costas do amigo e se sente muito importante. Ela nem precisa mais do banquinho, ela consegue pular nas costas de Spanky do chão.

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Foto: Instagram/dally_and_spanky

Assim que Dally subiu nas costas de Spanky, de repente ele correspondeu ao seu amor com toda a intensidade e, a partir de então, os dois se tornaram os melhores amigos. Eles tiram cochilos do lado de fora e ficam no piquete do Spanky. Sua mãe decidiu escrever um livro sobre suas aventuras, e 20% dos rendimentos vão para a caridade. Dally e Spanky tocaram e inspiraram tantas pessoas – apenas por serem amigos.

Mesmo que Spanky tenha relutado no começo, Dally rapidamente mudou a opinião dele, e agora o par adora passar todos os momentos possíveis juntos. Ambos começaram a vida indesejados e incompreendidos, mas agora eles têm um ao outro. Para sempre.

Porquinha resgatada pede carinhos na barriga da forma mais doce

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Inúmeros vídeo tem mostrado porcos que, com seu temperamento doce, desafiam todos os estereótipos imerecidos que as pessoas tendem a ter sobre eles. Como sujos ou burros. Além de muito inteligentes (cientificamente mais que os cães, inclusive), os porquinhos adoram tomar banho e são muito limpos.

Qualquer um que se desejar levará apenas um momento para aprender de verdade como são os porcos, quando estão em um ambiente seguro e amoroso, verá que animais doces eles podem ser e quão errados são os equívocos divulgados sobre eles.

Basta olhar para a Irmã Mary Frances, a porquinha resgatada do vídeo, para perceber como esses animais são expressivos, carinhosos e dóceis, mas além de tudo isso Mary ganha de muitos animais quando se trata da quantidade de carinhos e “coçadas” que ela quer. E ela não se esquiva de exigir essa atenção tão necessária para sua felicidade. Ela tem muita sorte em ter um cuidador que esteja pronto para lhe dar todas as “coçadinhas” na barriga que ela precisa.

A porquinha simplesmente se joga no chão mostrando sua protuberante barriguinha para receber as “coçadinhas” tão preciosas e necessárias para sua felicidade. Irmã Mary Frances adora explorar pelo santuário e se divertir com seus demais amigos animais.

Esta adorável porquinha barriguda chegou ao Santuário pouco antes do Natal de 2014. Um apoiador de longa data resgatou a Irmã Mary Frances quando seus guardiões perderam a casa e não puderam levá-la consigo quando se mudaram.

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Foto: Catskill Animal Sanctuary

Irmã Mary Frances foi criada como um porco doméstico e viveu sempre dentro de casa. No auge da dificuldade de perder sua família, ela teve que fazer a transição para viver a vida lá fora.

A princípio, a irmã Mary Frances passava muito tempo dentro de casa, escondendo-se na cozinha enquanto a equipe do santuário se movimentava em torno dela. Jasmine, a primeira amiga da porquinha, ajudou-a a sair da sua concha e desfrutar do ar livre.

Ela agora é livre para correr por onde quiser, vive como quiser durante o dia e se aconchega sob cobertores no celeiro à noite.

A Irmã Mary Frances mora no santuário Catskill Animal Sanctuary – uma organização sediada em Nova York que resgata animais de fazenda e se esforça para inspirar a mudança social. Nem todo porco é tão sortudo quanto ela. Em todo o mundo, há numerosos animais de fazenda vivendo em condições terríveis e sofrendo abusos intermináveis.

Oito fatos curiosos sobre os porcos

Segundo a ONG de proteção animal, World Animal Protection, os porcos são vítimas de preconceito estereótipos equivocados e injustos, seguem os oitos fatos que desacredita essas ideias falsas:

1. Porcos são nossos parceiros de longa data

Os porcos são umas das espécies mais antigas de animais de fazenda. Eles foram domesticados pelo homem antes mesmo das vacas, há cerca de seis mil anos. Atualmente, existe um bilhão de porcos no mundo (aproximadamente) e eles podem ser encontrados em todos os continentes.

Embora a maior parte dos suínos esteja concentrada no campo, eles conquistam o coração de muita gente nas cidades, onde são criados como animais domésticos. Max, o porco de estimação do galã George Clooney, viveu por 18 anos com o ator em sua mansão em Hollywood.

2. Porcos são muito sociáveis

Eles são capazes de formar laços com pessoas e outros animais e de demonstram afeto. Gostam de viver em grupo e de dormir juntos, às vezes aninhando-se nariz com nariz.

Aliás, encostar um nariz no outro é seu jeito preferido de cumprimento!

3. Porcos são bons de garfo

Sua fama de comilão não é à toa. Por serem animais onívoros, os porcos comem praticamente qualquer coisa – até pequenos répteis! Mas isso não quer dizer que não saibam apreciar um bom prato. Eles comem devagar e saboreiam a comida. Seus alimentos preferidos são grama, raízes, frutas e sementes, mas podem se adaptar à dieta de acordo com a disponibilidade de alimento.

Descansar também é sua praia. Eles dormem 5 horas por dia, mas podem passar até 19 horas deitados.

4. Porcos são bastante eloquentes

Eles se comunicam entre si o tempo todo, e não é só para dizer “óinc”. São mais de 20 tipos de sons, usados em diferentes situações – um simples “olá, amigo” ou um “estou com fome”.

E eles sabem se fazer ouvir: o grunhido de um porco adulto pode chegar a 115 decibéis – quase tão alto como uma buzina de carro!

Os leitões podem reconhecer a voz de suas mães os chamando para o jantar, e, enquanto os amamenta, elas cantam para acalmar seus bebês.

5. Porcos são – sim! – muito limpinhos

Eles nunca utilizam o local em que comem e dormem como banheiro. Isso só acontece quando não há espaço suficiente. Os porcos também adoram tomar banho em água:

E por que ficam na lama, então? Os suínos usam a terra molhada por outra razão: como não conseguem transpirar, a lama os ajuda a se refrescar nos dias mais quentes e funciona como um protetor solar para suas peles delicadas. Quando ouvir a expressão “suando como um porco”, saiba que isso é impossível.

(Aliás, existe uma teoria de que a expressão ‘suando como um porco” não se refira ao animal, mas a um instrumento utilizado para fundição de ferro que também recebe esse nome).

6. Porcos são muito inteligentes

Eles são curiosos e perspicazes, e têm uma excelente memória. Estão em 4º lugar entre as espécies mais inteligentes do planeta, à frente até mesmo dos cães.

Seu nível de inteligência cognitiva (semelhante à de uma criança de três anos) permite que eles reconheçam seus nomes, obedeçam a comandos, sonhem e usem espelhos para localizar comida.

Estudos mostraram que os porcos são capazes de lembrar direções e encontrar o caminho de casa mesmo a longas distâncias, além de se recordar de pessoas e outros porcos.

7. Porcos adoram se divertir

Como as crianças, os porcos também amam brincar de jogar bola, pega-pega, corrida e outros jogos. Eles transformam em brinquedos caixas de pape

8. Porcos são heróis

Existem muitas histórias de porcos que salvaram a vida de pessoas. Eles já salvaram humanos e outros animais de incêndios, afogamentos e até assaltos.

Eles também têm um grande coração. Quando veem um outro animal ou uma pessoa em sofrimento, demonstram desconforto e tentam fazer com que se sintam melhor.

Por que você deve saber mais sobre porcos?

Atualmente, muitos porcos são criados em locais nos quais não podem expressar seus comportamentos naturais, como brincar, manter-se limpo ou socializar com outros animais. Conhecer as características de uma espécie nos ajuda a compreender suas necessidades físicas e mentais, e a proporcionar a ela melhores condições de vida.

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Tartaruga marinha debilitada é resgatada por guarda-vidas no RJ

Uma tartaruga marinha foi resgatada por guarda-vidas após ser encontrada debilitada, por volta das 10 horas da segunda-feira (3), no Costão da Niemeyer, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução

Os guarda-vidas que resgatam a tartaruga afirmaram que ela estava machucada e tinha marcas de cortes pelo corpo, provavelmente provocados por lanchas. As informações são do jornal Extra.

A tartaruga foi levada para o quartel dos Guarda-Vidas de Copacabana, também na Zona Sul do município. Depois, ela foi encaminhada para biólogos do Projeto de Monitoramento de Praias da Baía de Santos, segundo o Corpo de Bombeiros.


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Cadelinha dá à luz no banco de trás do carro logo após ser resgatada

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Rebecca Lynch estava de férias com o marido em Savannah, na Geórgia (EUA), quando ela decidiu fazer uma parada não planejada antes de voltar para casa. Enquanto a maioria das pessoas armazenava lembranças da viagem, Lynch decidiu levar para casa algo mais significativo.

“Eu sei que a Geórgia tem muitos abrigos rurais com altos índices de morte por indução e eu sabia, naquela altura, que queria salvar o cão mais necessitado de um abrigo, que u conseguisse, antes de voltar para casa”, disse Lynch ao The Dodo. “Eu tinha espaço no meu carro e queria ajudar.”

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Infelizmente, em alguns abrigos americanos, conforme o estado, a lei permite que cães que não sejam adotados até determinado tempo sejam mortos por indução.

Lynch tinha ouvido falar de Lizzy, uma jovem cadelinha da raça terrier, que estava em situação de rua, e corria o risco de ser morta, por meio de um amigo que morava na área. Alguém havia deixado Lizzy grávida em um abrigo, de acordo com Lynch.

Lynch sabia que não poderia deixar o cadelinha jovem, que também tinha uma perna quebrada, sofrer mais.

A fim de fazer com que a viagem de uma hora até a Flórida, casa de Lynch, fosse confortável para a cadelinha desabrigada, o casal colocou uma cama e um cobertor no banco de trás. Lynch também sentou ao lado de Lizzy, acariciando-a suavemente, para confortá-la e protegê-la, enquanto seu marido dirigia.

“Eu sabia que ela estava nervosa e com medo e eu só queria consolá-la durante a viagem”, disse Lynch.

Mas o casal pode ter feito um trabalho excepcionalmente bom em fazer Lizzy se sentir segura.

“Cerca de uma hora depois, ela finalmente relaxou e esfregou a cabecinha na minha mão enquanto eu acariciava ela”, disse Lynch. “Uma vez que ela se sentiu segura e confortável, a cadelinha decidiu que estava na hora. Ela começou a ofegar e ficou inquieta; Eu disse ao meu marido: “Acho que ela está em trabalho de parto!”

Levou apenas 20 minutos para Lizzy dar à luz seu primeiro filhote na parte de trás do carro. Lynch atuou como parteira, ajudando a manter a nova mãe calma e garantindo que todos os bebês estivessem seguros ao nascer.

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

No momento em que chegaram a um veterinário, Lizzy ja tinha trazido três filhotes para o mundo. “Ela era uma profissional!”, Disse Lynch. “Fomos direto ao veterinário e eles disseram que tudo parecia bom”.

Mas não parou por aí, Lynch observou: “Lizzy teve mais um filhote no veterinário, depois mais dois no carro para casa. Foi uma experiência inacreditável e Lizzy foi uma mamãe tão incrível”.

Depois de uma viagem cheia de emoções, a pequena família está indo muito bem. Lizzy e seus seis filhotes passarão mais alguns dias no veterinário antes de voltar para a casa de Lynch, onde serão mantidos até que todos estejam prontos para encontrar suas famílias.

Foto: Rebecca Lynch

Foto: Rebecca Lynch

Lizzy sabe o quão sortuda ela é e faz questão de mostrar aos seus salvadores que ela é grata pela segunda chance que recebeu.

“Lizzy é uma princesa. Se coração esta aberto para nós, mesmo com tudo o que ela passou em sua curta vida, ela é tão amorosa e confiante ”, disse Lynch. “Ela é uma alma gentil e amorosa. Um ser notável e único, que mudou nossas vidas para sempre”.

Vaca apavorada chora ao ser resgatada pensando que vai para o matadouro

Foto: Denis Vila

Foto: Denis Vila

Apesar de serem tratadas como produtos, exploradas por seu leite e por sua carne, viverem cativas a maior parte de suas vidas, e diferente do que muitos acreditam, as vacas (e os bois) são animais extremamente inteligentes e emocionais.

Como os humanos, vacas e bois desenvolvem fortes laços com seus filhos e têm até melhores amigos. Esses animais inteligentes e complexos tem chamados (mugidos) especiais para aqueles que eles amam – da mesma forma que os seres humanos fazem com amigos e familiares.

Infelizmente como esses animais são tipicamente considerados “alimentos” e tratados como comodities em vez de indivíduos, a maioria nunca tem a oportunidade de experimentar esses laços profundos e necessários ao seu desenvolvimento saudável. Em vez disso, são sujeitos a uma vida cheia de medo, estresse e tristeza.

Emma, a vaca mostrada neste vídeo, é um exemplo perfeito das habilidades emotivas desses animais. Ela não sabe para onde está indo, mas tendo visto outros animais como ela antes de serem levados para o matadouro, o medo e o desespero são evidentes em seus olhos.

Para a maioria das vacas, o final que Emma antecipa no olhar é inevitável, no entanto, graças a equipe do santuário de animais da fazenda Kuhrettung em Rhein-Burg, na Alemanha, sua história tem um final feliz.

Muitos dos animais que chegam ao santuário estão muito assustados no início, tendo apenas conhecido abuso e crueldade dos seres humanos em suas vidas, mas através do amor e da bondade, esses seres puros aprendem a confiar novamente.

Foto: Denis Vila

Foto: Denis Vila

Essas vacas e bois que habitam o santuário são a nova família de Emma e ela aprenderá todas as maravilhas de ser um animal que vive em liberdade.

Uma vez tendo sido uma fazenda familiar de laticínios, os fundadores do santuário adquiriram a propriedade do dono original, juntamente com as 25 vacas que estavam morando lá na época, oferecendo-lhes um lugar para viver e descansar pelo resto de suas vidas.

Vaquinha resgatada conhece o amor após ser adotada por família

Carly Henry

Foto: Carly Henry

A vaquinha de apenas duas semanas estava doente e faminto quando foi resgatada. Confiscada durante uma investigação de negligência e maus-tratos contra animais, ela precisava de um novo lar.

Quando Carly Henry ouviu falar dela, ela achou que a vaquinha era perfeita. “Eu estava pronta para adotá-la”, Henry disse ao The Dodo. “Eu realmente queria a companhia de uma vaca! Eu ouvi pessoas dizerem que o amor de uma vaca é a melhor coisa que podemos experimentar”.

Henry dirige Carly’s Critter Camp, um santuário de animais próximo de Austin, Texas (EUA). Ela já salvou todos os tipos de animais que vivem hoje em sua fazenda, mas este bezerro do sexo feminino, sendo tão jovem, exigiria cuidados atenciosos e constantes.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

A bebê vaca precisaria morar na casa de Carly ao lado do santuário, com os cães, gatos e o marido dela.

Então essa parte ia demandar um pouco de trabalho de convencimento. “O que é mais uma criatura de quatro patas em necessidade afinal, certo?”, conjecturou Carly.

“Eu disse ao meu marido: ‘Ei, olha só para esse bebê lind'”, disse Carly. “Mostrei a ele uma foto da vaquinha toda coberta com cobertores no lar temporário. Eu disse: “Eu realmente quero trazê-la para cá e dar mamadeira pra ela!”

Carly disse que o marido pensou sobre isso por um minuto, olhou para ela e respondeu: “Oh meu Deus, você é louca, mas tudo bem, vamos lá!”

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Ela estava muito excitada e ansiosa. A diretora do santuário entrou em contato com o responsável pelo lar temporário que também ajudou no resgate da vaquinha e, em janeiro, fez todos os preparativos para a adoção.

Carly a chamou de Tulipa e, assim que chegou, o marido dela foi conquistado. “Ele a amava”, disse Carly. “Nós estávamos todos apaixonados em menos de 30 segundos. Ela estava nos beijando e amando com todo o seu coração. Logo percebemos que ela adorava que coçássemos e esfregássemos a parte de trás de suas orelhas.

Tulipa se deu bem com todos os outros animais da casa, se encaixando perfeitamente na família de Carly, e ela se sentiu em casa – tirando uma soneca nas camas dos cachorros.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Desde o início, ela veio para dentro de casa, explorar, e ela escolheu dormir direito conosco em nosso quarto”, disse Carly.

Tulipa experimentou cada uma das camas de cachorro da casa, e muitas vezes ficou tão a vontade que se aconchegou no meio dos cães.

O marido de Carly estava bastante entretido com o ajuste instantâneo da vaquinha na vida doméstica da família. Ele gravou um vídeo de Tulipa sendo acariciada enquanto descansa em uma das camas e você pode ouvir o tom divertido em sua voz: “Apenas um bebê no nosso quarto”.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Como Tulipa amava as camas dos cães, Carly comprou para ela sua própria cama de cachorro, só que bem maior que as demais. “Levou um minuto e ela descobriu que era dela, e pendurou as patas da frente do lado da caminha”, disse Henry.

Com o passar dos meses, Carly continuou a dar mamadeira à Tulipa e a oferecer muito amor e carinho para a vaquinha órfã. Quando ela foi resgatada de sua primeira casa, Tulipa estava doente, com pneumonia – mas agora ela estava ficando cada vez mais forte a cada dia que passava. “Ela está crescendo”, disse Carly.

Agora a tutora está tirando a mamadeira dela, mas Tulipa ainda lembra quando é hora de comer. “Ela quer ser alimentada a cada poucas horas. Eu sei porque eu a ouço mugindo. Eu estou na agenda desta vaca“, disse divertidamente Carly.

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

Tulipa tornou-se a estrela social da fazenda. Ela fez amizade com todos os outros animais resgatados.

E Tulipa fica bastante animada quando grupos de crianças visitam o santuário.

“Ela é tão boa com as crianças”, disse Carly. “Eles amam tocá-la, abraçá-la. Algumas crianças até ajudaram a dar mamadeira quando ela era mais jovem, Tulipa é a coisa mais fofa de todas”.

Então, o que Carly pensa agora sobre o que as pessoas lhe disseram antes de adotar o Tulipa – que “o amor de uma vaca é a melhor coisa de todas”?

Foto: Carly Henry

Foto: Carly Henry

“Oh meu Deus, é verdade”, disse ela. Eu também a amo demais. Ela esta maior, ela esta muito mais saudável agora. Eu estava tão preocupado com ela quando ela chegou aqui pela primeira vez. Eu a amo mais do que as palavras podem dizer”.

E amor cura dos dois lados: humanos e animais.