Coelhinho que nasceu sem pelos vira sensação nas mídias sociais

Foto: @mrbigglesworthrabbit/Caters News

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Um coelhinho careca destinado à morte por causa de uma desordem genética ultra-rara que o deixou completamente sem pelos se tornou um fenômeno nas mídias sociais.

O coelhinho foi resgatado aos dois meses de idade de um criador que o considerava “não vendável” e por isso pretendia matá-lo, foi chamado sr. Bigglesworth conquistou legiões de seguidores on-line depois de obter uma segunda chance de vida.

Foto: @mrbigglesworthrabbit/Caters News

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A designer gráfica Cassandra Hall, de Wodonga, Victoria, na Austrália, adotou o pequeno há dois anos, seu filho, Josh, e sua filha, Maddy se apaixonaram pelo coelhinho sem pelos no momento em que o viram.

Coelhos com a mesma condição não sobrevivem mais que quatro semanas de vida, então havia preocupações que o sr. Bigglesworth não conseguiria.

Foto: @mrbigglesworthrabbit/Caters News

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Mas, dois anos depois, ele está cada dia melhor, vivendo uma vida feliz com sua família amorosa e cheio de seguidores no Instagram, mais de 70 mil usuários acompanham a página do coelhinho.

Ele até tem uma namorada chamada Miss Cinnamon Bun. Cassandra disse: “Foi uma época preocupante porque eu não tinha certeza se ele viveria ou morreria. Eu pesquisei na internet sobre sua condição, mas não consegui encontrar nada”.

“Eu coloquei fotos dele nas contas de outros coelhos no Istagram para descobrir mais informações, esperando que alguém soubesse algo sobre sua condição genética e como cuidar dele”.

“Logo outros tutores de coelhos do mundo todo me procuraram para compartilhar suas histórias sobre os coelhos que tinham a mesma condição de Bigglesworth”.

Foto: @mrbigglesworthrabbit/Caters News

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“Eventualmente, descobri que os pais de Bigglesworth têm um gene ‘sem pelos’ e, se dois coelhos com o mesmo gene tiverem filhos, nascerá um coelho sem pelos em todas as ninhadas deles.”

Foto: @mrbigglesworthrabbit/Caters News

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“Mesmo que ele seja diferente, ele traz tanta felicidade para sua nova família, simplesmente por ser esse ser pequenino e tão feliz, insolente, saltitante e carinhoso que ele é.

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Cágado tenta sobreviver em meio a rejeito de minério e é salvo em Brumadinho (MG)

O vídeo de cágado tentando sobreviver em meio a rejeito de minério em Brumadinho (MG), na região da Mina do Córrego do Feijão, onde uma barragem se rompeu, foi divulgado cinco meses após o rompimento.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as imagens foram feitas no mês de junho. As informações são do jornal Estado de Minas.

O cágado foi encontrado durante uma operação de limpeza que os bombeiros realizavam para buscar por vítimas. Após ser localizado, o animal silvestre foi resgatado e encaminhado para receber atendimento veterinário.

As buscas por vítimas em Brumadinho continuam. Na quinta-feira (18), a operação chegou em seu 175º dia. Corpos de 22 pessoas são procurados. A operação conta com 145 bombeiros militares.

Lamentavelmente, a exploração animal permanece e um cachorro foi envolvido nas buscas mesmo após casos dramáticos com animais provarem o quão errado é forçá-los a buscar por vítimas – como o caso do cão Barney, explorado em Brumadinho que, depois, morreu afogado em outra operação de resgate e de Zeca, o cachorro que desenvolveu uma doença dermatológica após entrar em contato com os metais e resíduos da barragem de Brumadinho. Nestas operações, os cachorros são obrigados a aprender comandos anti-naturais, que eles não executariam por conta própria. E mesmo não tendo nascido para servir aos seres humanos, são submetidos a risco e tratados como objetos a serviço da humanidade, sem direito a viver suas vidas em paz.


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Cachorro é resgatado após ser encontrado com orelha decepada no RS

Um cachorro foi encontrado com a orelha esquerda decepada e ferimentos pelo corpo em Araricá (RS). O animal foi resgatado por uma ONG de proteção animal na última sexta-feira (12), mas o casos só foi denunciado à polícia três dias depois.

Foto: Reprodução / Jornal Repercussão

O tutor do animal pediu que o cachorro fosse devolvido, mas a ONG se negou a entregar o animal devido ao histórico de maus-tratos.

Voluntária da ONG SOS Animais, Kelly Emarine, esteve no local para ajudar o cachorro após o caso repercutir na internet. Luck foi encontrado no bairro Canoa.

“Quando encontramos o Luck, ele estava em um terreno baldio, muito sujo, com centenas de carrapatos, muitas bolas de pelo, e uma orelha completamente comida por larvas que já estavam comendo seu ouvido interno e sua cabeça. Além de um cheiro forte de carne podre”, relata Kelly, em entrevista ao Jornal Repercussão.

“O antigo tutor se apresentou e entrou em contato conosco, com uma postura bem agressiva, reivindicando a tutela do animal. Eu pessoalmente me neguei a devolvê-lo, devido à negligência nítida com a qual o animal foi tratado”, completou.

Luck recebeu cuidados veterinários e já apresenta melhora, tendo inclusive voltado a se alimentar.


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Cachorro atropelado por trem agoniza por horas até ser resgatado em SP

Um cachorro foi atropelado na quarta-feira (17) por um trem nas proximidades da estação Grajaú da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em São Paulo. O animal agonizou por pelo menos 4 horas até ser resgatado.

A ativista Luísa Mell denunciou que seguranças da CPTM impediram que o cachorro fosse resgatado. Segundo ela, a Companhia só acionou o Corpo de Bombeiros e permitiu o resgate quando a ativista seguiu para o local e começou a fazer pressão, abordando o caso em rede social.

Foto: Reprodução/Instagram/@luisamell

Imagens divulgadas por Luísa mostram o cachorro debilitado, com o rabo mutilado e sangrando.

A CPTM afirmou que “os funcionários no local orientaram os passageiros a não se aproximarem” do animal porque ele “estava agressivo”. No entanto, um vídeo divulgado pela ativista desmente o argumento da empresa. Na filmagem, que mostra o momento em que os bombeiros iniciam o resgate, o cachorro não demonstra qualquer agressividade. Um dos militares, inclusive, faz carinho na cabeça do animal, que aceita o gesto e se mantém calmo.

De acordo com nota da CPTM, o cachorro foi resgatado “por volta de 17h40 pela ONG Súplica Animal, que levou o animal para o hospital veterinário da Universidade de Santo Amaro (Unisa)”. Segundo Luísa, o animal foi atropelado às 13h30.

Através das redes sociais, a ativista contou que o Instituto Luísa Mell ficou responsável pelo caso do cachorro. Luísa esteve na Unisa e, após conversar com um veterinário do local, informou que o cão estava estável, mas que teria que ser submetido a um cirurgia de emergência que resultaria na amputação de duas de suas pernas.

“Amigos o cachorro atropelado por um trem já está sendo operado e ficará no @institutoluisamell. Para quem ainda não sabe da história…Hj [quarta-feira] um cachorro foi atropelado por um trem 13:30 da tarde. E NÃO recebeu socorro e ainda os funcionários da @cptm_oficial não deixavam ninguém resgatá-lo!!!! E ainda zombaram da situação! Só quando eu fiquei sabendo e estava a caminho (e comecei a causar) é que chamaram os bombeiros e permitiram o resgate. Fui até o local, mas demorei cerca de uma hora para chegar, uma veterinária o resgatou junto com protetores e levou para a Unisa. Fui até lá, ele está sendo operado por grandes profissionais e depois será encaminhado para o @institutoluisamell para ficar internado e receber todo o tratamento!”, escreveu a ativista.


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Gato é resgatado após cair em poço desativado em Limoeiro de Anadia (AL)

Um gato caiu dentro de um poço desativado nesta terça-feira (16). O acidente sofrido pelo animal aconteceu no Povoado Genipapo, localizado na cidade de Limoeiro de Abadia, no agreste de Alagoas.

Foto: GBM/AL

Ao perceber que o gato havia se acidentado, os tutores do animal prontamente acionaram o Corpo de Bombeiros, que esteve no local. As informações são do portal Alagoas 24 Horas.

Cinco militares se deslocaram até o povoado, com a viatura ABS 11 do 7º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), e realizaram o resgate do animal.

Após ser retirado do poço em segurança, o gato foi devolvido aos tutores.


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Filhote de cachorro abandonado para morrer em estrada deserta é salvo por ciclista

O ciclista Damian Macchi encontrou, na última semana, um filhote de cachorro abandonado para morrer. O animal estava abandonado em uma estrada deserta na Argentina, por onde o ciclista passou enquanto colocava em prática sua rotina de treinamento.

Macchi estava andando de bicicleta quando, segundo ele, viu “algo correndo no mato”.

Foto: Reprodução / The Dodo

Apesar de ter percebido que algo se mexia em meio ao mato, o ciclista continuou seu percurso, mas logo começou a se sentir preocupado e decidiu olhar para trás. Foi quando ele viu que o que ele havia avistado era um cachorro.

Ao perceber que o ciclista estava se aproximando, o animal, que é uma fêmea, começou a chorar e a abanar o rabo. A pequena cadela parecia entender que seria salva. As informações são do portal The Dodo.

Comovido com a situação do filhote, que morreria se continuasse sozinho na estrada, Macchi o resgatou, levando-o em seus braços na viagem de bicicleta que fez de volta para sua casa.

Foto: Reprodução / The Dodo

Além de ser apaixonado pelo ciclismo, Macchi também é defensor dos animais e já esteve envolvido em diversos resgates. Após salvar a cadela, ele a levou para uma clínica veterinária e divulgou o caso dela na internet, o que possibilitou que ela encontrasse um lar.

“O cachorro foi adotado”, disse Macchi. “Eles a chamaram de Juanita”, completou, referindo-se ao nome escolhido pelos novos tutores da cadela.

Foto: Reprodução / The Dodo

Segundo o ciclista, a cadela precisou de tratamento porque estava com carrapatos, mas está bem. Macchi espera que, divulgando a história de Juanita, as pessoas se encorajem a ajudar animais abandonados a encontrar novos lares ao invés de abandoná-los à própria sorte.

“Ela está feliz com sua nova família”, disse Macchi. “Quero conscientizar as pessoas de que elas não devem abandonar”, concluiu.


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Cachorro é enterrado vivo em área de mata em Catalão (GO)

Um cachorro foi enterrado vivo em uma área de mata em Catalão, no estado de Goiás. O animal foi encontrado na última semana por três pessoas que, comovidas com a situação, decidiram ajuda-lo.

Foto: Arquivo pessoal

O eletricista Hugo Galdino Vieira, de 26 anos, contou que encontrou o animal, junto com um primo e uma tia, e que o cão chorava e estava apenas com a cabeça para fora da cova. Socorrido com vários ferimentos pelo corpo, ele foi levado para um hospital veterinário.

A tia de Hugo ouviu, na manhã de quarta-feira, o cachorro chorando. Saiu de casa para averiguar a situação, mas não encontrou nada. No entanto, quando entrou novamente na residência, ouviu o choro de novo e iniciou novas buscas, foi quando encontrou o cão.

Resgatado por Hugo, o cachorro recebeu o nome de Vitório. “Ela viu duas pessoas na mata perto da casa dela. Então ela e meu primo foram lá e ajudaram a desenterrá-lo. Ele estava quase morto, piscando os olhos bem fracos. Então ela me chamou, pegamos ele e levamos para a clínica”, disse ao G1.

 O eletricista, que decidiu acolher o animal, não consegue entender como alguém foi capaz de enterrar Vitório vivo.  “É muito revoltante as pessoas fazerem isso, não tem coração. Um animal indefeso. Deveriam ter ajudado ele”, desabafou.

De acordo com Hugo, o cachorro sofreu fraturas, está internado e terá que passar por cirurgia. Para arcar com os custos do tratamento, de aproximadamente R$ 3 mil, o eletricista pede doações.

Foto: Arquivo pessoal

“Ele precisa ser operado, colocar pinos. Além disso, tem os custos com exames, medicamentos e as diárias de internação. Não temos condições de arcar com tudo”, afirmou.

Desde que o caso se tornou público, Hugo arrecadou pouco mais de R$ 700, doados por empresas e pessoas físicas. Outros contatos do eletricista também prometeram ajudar. O montante arrecadado, no entanto, ainda não é suficiente e, por isso, Vitório segue precisando de mais ajuda financeira.

O caso configura crime de maus-tratos a animais e, segundo o titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), o delegado Luziano de Carvalho, a situação deve ser investigada pela polícia de Catalão.


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Meghan Markle quer que seu filho cresça na companhia de um cachorro

Foto: PA

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A duquesa de Sussex está planejando adotar um cão resgatado para que seu filho Archie tenha a oportunidade de crescer na companhia de um animal.

Meghan estaria procurando em centros de resgate para encontrar um animal doméstico para seu filho de dois meses.

A ex-atriz de 37 anos é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, e falou anteriormente sobre a “mudança de vida” que a adoção de um animal doméstico pode trazer.

Foto: PA

Foto: PA

O duque e a duquesa de Sussex já têm dois cachorros em Frogmore Cottage, em Windsor, na Inglaterra, incluindo o beagle resgatado de Meghan: Guy.

Meghan ficou muito chateada quando foi forçada a deixar seu outro cão resgatado (já idoso) em Bogart, em Toronto, no Canadá quando se mudou para o Reino Unido para viver com o príncipe Harry.

Agora, a duquesa “realmente quer um cachorro com quem Archie possa associar sua infância”, disse uma fonte ao The Sun.

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Em janeiro, Meghan visitou o The Mayhew Animal Home e foi especialmente cativada por uma cachorrinha de um ano da raça jack russell, chamada Minnie, que ia para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse aos espectadores na época: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão lotadas!”

Meghan pediu aos seus seguidores que apoiassem a ONG de bem-estar animal da maneira que pudessem – seja adotando um animal, como voluntario, doando ou conscientizando as pessoas sobre os animais necessitados.

A duquesa não é a única amante de cães da família real.

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

Rainha Elizabeth IIFoto: PA

A rainha é famosa por seu amor aos cães da raça corgi, que remonta a 1944, quando ela recebeu Susan, seu primeiro cão da raça pembroke corgi dado a ela em seu aniversário de 18 anos por seu pai, o rei George VI.

Ela possuía cerca de 30 corgis naquela época e todos – com exceção de um – são descendentes de Susan, e a rainha tornou-se uma especialista na raça.

Seu último cachorro, Whisper, morreu aos 12 anos no ano passado.

A princesa Anne tornou-se o primeiro membro da Família Real a adquirir um registro criminal quando foi multada em 500 libras depois que sua cachorra da raça bull terrier chamada Dotty mordeu uma criança em Windsor Great Park em 2002.

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O Duque e a Duquesa de Cambridge possuem um cocker spaniel chamado Lupo que foi dado a eles como um presente de casamento em 2011 do irmão de Kate, James.

A Duquesa da Cornualha, Camila, Bowles, adotou os cães terriers da raça jack russell Beth e Bluebell do abrigo Battersea Dogs and Cats Home em 2012.

No final de semana Harry e Meghan compartilharam duas fotos do batizado de Archie com seus quase 9 milhões de seguidores, postando que se sentiam “tão felizes em compartilhar a alegria deste dia com os membros do público” e agradecendo aos apoiadores por sua gentileza.

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Mas seguiu-se uma reação à insistência de que a cerimônia permanecesse privada e que as identidades dos padrinhos de Archie não fossem reveladas.

Na imagem compartilhada, Meghan foi vista olhando nos olhos de Harry enquanto o pai orgulhoso olhava para Archie, e colocava a mão no braço de sua esposa.

Apenas 25 convidados estiveram presentes no batismo, onde Archie Harrison Mountbatten Windsor foi batizado em uma capela privada no Castelo de Windsor.

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Burro explorado desmaia de exaustão na rua e é salvo por ativistas

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Um burro explorado por um carroceiro desmaiou de exaustão nas ruas de Segorbe na Espanha. As pessoas que presenciaram a situação chamaram as autoridades e tiraram fotos da situação precária do animal.

Quando a polícia investigou a situação, descobriu que o explorador também tinha um cachorro. O cão também negligenciado foi imediatamente resgatado do tutor abusivo e levado para uma organização de resgate, mas infelizmente o burro não teve a mesma sorte.

Mas uma das pessoas que acompanhou o caso, sabia que o burro também merecia ser resgatado e ligou para o santuário e equipe de resgate El Refugio del Burrito (RDB).

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

“É frustrante que, embora ambos os animais estejam protegidos sob a mesma lei, e seja muito claro a ação necessária quando a vida de um animal está em risco, percebemos que as autoridades ainda hesitam nesses casos”, disse Veronica Sanchez, gerente nacional da RDB, em um comunicado. “Isto é negligência e omissão do dever.”

O caso havia sido relatado ao departamento local de bem-estar animal, mas acabou retido na burocracia. Ninguém percebeu que uma vida estava em jogo.

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Então, apenas alguns dias depois do colapso do jumento, o RBD enviou um pedido urgente ao tribunal local e à polícia local. Mas ainda nada aconteceu.

Então os ativistas pelos direitos animais da RBD tentaram outra coisa: eles começaram uma campanha no Change.org (site de petições on-line). Em menos de 13 horas, mais de 12 mil pessoas assinaram a petição.

Essa campanha ajudou a pressionar o tribunal local a tomar medidas e, na manhã de 14 de março, equipes de resgate chegaram para o jumento. O explorador e ex-tutor se recusou a entregar o animal, apesar do burrinho estar obviamente sofrendo. Um exame veterinário posterior confirmaria que o burro precisava de tratamento para desnutrição severa, infecção do casco, múltiplas lesões de pele causadas pelo uso de cinturões inadequados, parasitas internos e externos e outras infecções.

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Desta vez, a lei estava do lado do burro, e as autoridades retiraram o animal para salvá-lo.

Os salvadores chamaram o burro de Vida.

O burro foi imediatamente hidratado por via intravenosa. Ele teve seus cascos aparados e tratados. E Vida já está comendo bem, e já engordou um pouco.

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

“Vida está provisoriamente em um lar temporáro em Castellon, já que ele ainda não está apto para viajar”, disse Rosa Chaparro, gerente de comunicações e arrecadação de fundos para a RBD, ao The Dodo. “Assim que ele puder viajar, ele virá ao nosso santuário em Fuente de Piedra, Málaga.”

Foto: El Refugio del Burrito

Foto: El Refugio del Burrito

Em sua nova casa, ele se encontrará com mais de 300 jumentos abandonados e maltratados que encontraram novas vidas no santuário.

A vida está finalmente melhorando para Vida.

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Cão é ameaçado de morte após se recusar a participar de caçada

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

Uma jovem estava em um evento em Ohio, nos Estados Unidos, quando ouviu um homem conversando com um grupo de pessoas sobre um de seus cães. O caçador estava dizendo que o jovem beagle não caçava – e como ele estava planejando matar o cachorro por causa disso.

Ao saber dos planos do homem e decidida a ajudar o cachorrinho, a jovem imediatamente foi até o caçador e perguntou se ela poderia tentar encontrar uma ONG de resgate para levar o cachorro. O homem concordou, e a jovem rapidamente ligou para sua mãe, que é uma protetora ativa no mundo dos resgates, e fez com que ela fizesse um post no Facebook na esperança de que alguém visse e pudesse ajudar.

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

Schenley Hutson Kirk, fundadora da ONG de resgate e santuário HOUND Rescue and Sanctuary, viu o post no Facebook e imediatamente respondeu, dizendo que se o homem estivesse disposto a entregar o cachorro, mais tarde chamado Jeffrey, então ela e seu grupo resgate o aceitariam.

A jovem então foi em seguida, foi até a casa do homem para pegar Jeffrey e encontrou o filhote de 14 meses de idade vivendo do lado de fora em um barril azul cheio de palha, sofrendo de uma grave alergia a pulgas. O pobre cachorro estava assustado e ainda assim mostrou doçura, e ansiedade para ser ia para o colo de sua salvadora.

Jeffrey foi transferido para as instalações do HOUND Rescue and Sanctuary no dia seguinte. Ele foi examinado por um veterinário e, além de sua alergia a pulgas, foi constatado que ele estava em boa saúde, considerando que ele passou toda a sua vida vivendo do lado de fora de casa.

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

Após ele ter sido examinado e tratado, Kirk levou-o para casa. Apesar de tudo o que ele passou, Jeffrey foi tão doce quanto poderia ser desde o início, e não queria nada além de ser abraçado e amado por todos ao seu redor.

“Sons altos o assustam – ele obviamente nunca tinha estado em uma casa antes – então apenas o som da cafeteira funcionando ou o som de uma torradeira, sons que ele nunca tinha ouvido antes, já provocam medo nele”, Kirk disse ao The Dodo. “Ele está saindo de sua concha – e descobrimos que ele é muito brincalhão. Ele é a coisinha mais fofa que eu já vi”.

Jeffery adora brincar com outros cães, e correr com todos os seus novos amigos em seu lar adotivo. Ele claramente nunca teve muita oportunidade de apenas se divertir e ser um cão antes, e está vivendo intensamente cada momento agora. Kirk garante que ele sempre tenha muitos brinquedos – algo que ele nunca teve antes.

Foto: Schenley Hutson Kirk

Foto: Schenley Hutson Kirk

“Jeffrey adora seu brinquedo de pelúcia e o leva com ele em todos os lugares”, disse Kirk. “É triste pensar que este é o primeiro brinquedo que ele já teve. Ele nem sabia o que era um brinquedo até agora”.

A cada dia, Jeffrey parece um pouco mais corajoso e brincalhão do que antes, e todos ao seu redor estão tão gratos que conseguiram salvar sua vida e dar a ele a chance de finalmente ser apenas um cachorrinho.

Tudo o que ele precisava era um pouco de amor, carinho e compreensão.

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