Gato é resgatado após prender a cabeça em buraco de mesa em Goiás

Um gato prendeu a cabeça em um buraco de uma mesa em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Como o animal não conseguia sair sozinho do local, os tutores acionaram o Corpo de Bombeiros para resgatá-lo.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Uma equipe dos bombeiros esteve no local e retirou o gato do buraco que o prendia. Apesar de estar bastante assustado, o animal não apresentava ferimentos.

Imagens feitas pelos militares mostram que o gato estava com a cabeça dentro do buraco, virada para baixo. As informações são do portal G1.

Para conseguir salvar o animal, a corporação precisou usar uma serra para cortar a madeira da mesa e abrir espaço suficiente para retirá-lo.

Após ser resgatado, o gato foi entregue aos tutores. Como ele estava saudável e sem ferimentos pelo corpo, a família decidiu que não seria necessário levá-lo ao veterinário.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Rata obesa fica entalada em bueiro e é salva por bombeiros na Alemanha

Uma rata ficou entalada na tampa de um bueiro de esgoto em Bensheim, na Alemanha. O caso comoveu uma garota que encontrou o animal em apuros. Uma equipe de resgate foi acionada e, com a ajuda dos bombeiros, salvou a rata.

Foto: BERUFSTIERRETTUNG RHEIN NECKAR

“Ela tinha engordado no inverno e ficado presa pelo quadril, não tinha como sair ou voltar”, disse à imprensa local Michael Sehr, especialista em salvamento de animais, que participou do resgate. As informações são da BBC.

Após algumas pessoas questionarem os esforços feitos para salvar a rata, Sehr respondeu que “mesmo os animais que são odiados por muitos merecem respeito”.

Quando os bombeiros chegaram ao local, Sehr já estava lá, mas não conseguia libertar a rata. Os bombeiros, então, levantaram a tampa do bueiro e o voluntário soltou o animal, que foi libertado diretamente no esgoto de onde havia vindo.

Foto: BERUFSTIERRETTUNG RHEIN NECKAR

O caso foi divulgado no Facebook e comoveu internautas, que parabenizaram a ação dos bombeiros e dos voluntários de resgate.

A garota que encontrou a rata presa ao bueiro fez um desenho do animal cercado por corações e entregou para Sehr.

Animais são encontrados em situação precária em “fazenda dos horrores”

Reprodução

No final de 2018, a ONG espanhola Equalia denunciou a situação degradante em que animais estavam sendo mantidos em uma propriedade rural em Múrcia, na Espanha. Cães, cordeiros, ovelhas e outras espécies viviam em meio a fezes, urina e sem alimento. Na última sexta-feira (22), uma operação conjunta entre a ONG Equalia e a Asociación Abrazo Animal resgatou os animais.

Uma representante da ONG Equalia afirmou que o mau cheiro que exalava da fazendo devido ao acúmulo de lixo era esmagador. Os animais viviam em uma área repleta de lixo e sujeira em meio a excrementos e lama. No local também havia alimentos apodrecidos e outros animais em decomposição.

Os animais estavam muito magros e debilitados. Cordeiros e ovelhas apresentam má formação óssea e doenças. Foram resgatados gatos, cães, coelhos, galinhas, tartarugas e pombos em péssimas condições. Eles receberam cuidados veterinários e serão abrigados por diferentes protetores, segundo informações do portal ABC.

Cão é salvo por bombeiros após cair em buraco em Mirassol (SP)

Um cachorro caiu dentro de um buraco no meio de uma rua no bairro Vila Moreira, em Mirassol, no interior de São Paulo. O Corpo de Bombeiros foi acionado e esteve no local para realizar o resgate.

Foto: Arquivo Pessoal

O acidente aconteceu na manhã de segunda-feira (25) na rua Elias Mafuz. O animal foi encontrado preso dentro do buraco por moradores da região, que, preocupados, decidiram acionar os bombeiros.

Para retirar o cachorro do buraco, os militares precisaram utilizar um cabo e uma corda. Eles laçaram o cão e o içaram. As informações são do portal G1.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, apesar do acidente, o cachorro não apresentava ferimentos. Os militares acreditam que o animal não deve ter passado muito tempo dentro do buraco.

Após ser resgatado, o cachorro foi devolvido em segurança para o tutor.

Cão que foi atraído e espancado por um homem é resgatado e passa bem

 

No dia 13 de fevereiro, dois homens foram flagrados por uma câmera de CCTV em uma rua de Mackay, norte de Queensland, Austrália, quando um deles se abaixou e atraiu o cachorrinho. Conforme noticiado pela ANDA, ele derrubou o animal e começou a socá-lo brutalmente por mais de 20 segundos.  Atordoado e machucado, o cachorro consegue fugir.

O cruel ataque, levou a RSPCA a divulgar as imagens do CCTV no Facebook, para identificar o homem.

Agora, a inspetora da RSPCA em Queensland, Rebecca Neilsen, disse que o cãozinho “Jaboo” está sendo cuidado por seus funcionários.

“Ele está comigo … no meu escritório. Ele almoçou e está comendo bem. Ele está muito relaxado no meu ar-condicionado e está muito feliz, disse ela ao Courier-Mail .

“Jaboo está com o verme do coração, mas nenhuma outra complicação é aparente neste momento”, a organização postou no Facebook na última quinta-feira (21).

“O infrator foi identificado e um mandado foi executado em uma propriedade e o cão foi recolhido. Ele está agora sob cuidados da RSPCA e está fazendo exames veterinários”.

Depois que o caso foi relatado, inspetores de rua compareceram ao local e exigiram que os proprietários de casas na rua fornecessem imagens de CCTV para auxiliar na investigação.

A RSPCA não confirmou se o homem que atacou Jaboo era seu dono.

Depois que a foto de Jaboo foi postada no Facebook, pessoas indignadas pediram que penas severas fossem dadas ao agressor do cachorro e que o nomeassem publicamente.

“Ótimo saber que eles o pegaram. Alguém o açoite”, disse outro.

“Dedos cruzados. Os magistrados farão a coisa certa e darão uma sentença adequada dessa vez. Parabéns, RSPCA Queensland por ajudar este pobre cão a ter uma chance de finalmente conhecer o amor, o conforto e a segurança”, disse outra pessoa.

A pena máxima para a crueldade contra animais sob o Animal Care and Protection Act é de três anos de prisão ou multa de até 220 mil dólares, cerca de 820 mil reais.

 

 

 

 

 

 

 

Tartaruga-cabeçuda é resgatada debilitada na Praia de Piedade (PE)

Foto: Divulgação

Uma tartaruga do tipo cabeçuda foi resgatada bastante debilitada, na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, na última sexta-feira (22). O resgate foi feito nas proximidades da igrejinha de Piedade, por volta das 14h.

O animal que é um macho adulto de 65kg e quase um metro encalhou duas vezes antes de ser resgatado. “Não é comum o macho estar em terra. Tentamos colocar ele de volta no mar, mas não conseguia nadar, estava muito mal”, contou Adriano Artoni, chefe de Núcleo de Monitoramento de Animais Silvestres da Secretária de Meio Ambiente e Gestão Urbana do Jaboatão dos Guararapes.

Foto: Divulgação

De acordo com o ambientalista, a tartaruga tinha engolido muita água e não estava respirando direito. O animal foi encaminhado para a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), onde está em observação e sendo medicado pelo núcleo veterinário da instituição.

Fonte: OP9

Boto raro chora ao ser vendido em mercado chinês

A ANDA já noticiou diversas vezes sobre o comércio na China de peixes, como o totoaba, e outros animais marinhos ameaçados de extinção.

A espécie do boto resgatado, é encontrada principalmente no leste da Ásia, e é listada como ameaçada pela Lista Vermelha da IUCN. A negociação dos animais é estritamente controlada por convenção internacional e proibida na China.

O animal foi vendido ao preço de 20 yuans por quilo (aproximadamente R$12) na última segunda-feira (18), segundo os dois amantes de animais que o resgataram.

Ele foi encontrado em um mercado marítimo no condado de Xuwen, na província de Guangdong, sul da China, de acordo com a publicação estatal chinesa People’s Daily citando a fonte de notícias local Beijing Headlines.

Cheng Mingyue e Cheng Jianzhuang disseram que o animal media cerca de 1,7 metro de comprimento e pesava mais de 50 quilos.

As imagens divulgadas pelo People’s Daily mostram o animal sendo colocado na parte de trás de um triciclo e uma multidão se reunindo para olhá-lo.

Mingyue disse: “Nós vimos uma pessoa trazendo-a ao mercado e muitas pessoas vieram olhar. Estava chorando durante todo o processo”.

Os dois jovens pagaram ao fornecedor 1.500 yuans (aproximadamente R$850) e compraram o boto inteiro.

“O vendedor de peixe nos emprestou um carrinho que ele usa para transportar mercadorias”, disse Mingyue ao jornal Beijing Youth Daily.

“Por volta das 16h, levamos o” golfinho “para a praia e o libertamos”.

Mingyue disse que quando eles soltaram o animal pela primeira vez, ele não sabia nadar – possivelmente devido ao fato de sua cauda estar ferida.

“Nós o levamos para águas mais profundas e esperamos por duas horas até que não pudemos mais vê-lo.”

Depois de ver as imagens fornecidas por Mingyue e Jianzhuang, especialistas locais em pescaria identificaram o animal como um boto-branco, que é uma espécie animal protegida de segunda classe na China.

Diferentemente dos golfinhos, os botos têm focinhos mais curtos, bocas menores, nadadeiras dorsais menos curvas e corpos mais curtos e robustos.

Os botos são caracterizados pela falta de barbatanas dorsais; em vez disso, eles têm “ranhuras” dorsais mais largas. Eles podem ser encontrados ao longo da costa leste e sul da China, bem como no rio Yangtze.

Cerca de 200 botos vivem na Região do Rio das Pérolas, onde ocorreu o incidente, de acordo com a Ocean Park Conservation Foundation de Hong Kong.

O boto é um tipo de toninha de água doce, é considerado “criticamente ameaçado” pela WWF e é ainda mais raro do que o panda gigante.

Todos os botos são submetidos a controles comerciais pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES).

A caça, a matança e o comércio destes botos são proibidos pela Lei de Conservação de Animais Silvestres. A autoridade pesqueira de Xuwen iniciou uma investigação sobre o incidente. Os oficiais entraram em contato com os dois salvadores e com o vendedor de peixe para coletar informações sobre o pescador que capturou o animal. As informações são do Daily Mail.

A autoridade promete punir pessoas relevantes sobre os resultados da investigação.

 

 

 

Resgate de fauna é serviço obrigatório pouco divulgado em universidades

Os animais resgatados podem ser reabilitados e soltos novamente na natureza — Foto: Acervo Biotropica

Construções de grandes estradas, hidrelétricas, ferrovias e linhas de transmissão de energia são importantes para o desenvolvimento das cidades e para o dia a dia da população. No entanto, a área ocupada por esses grandes empreendimentos sofre com o impacto ambiental. Por isso, leis como a do resgate de fauna são indispensáveis na preservação das espécies locais.

Regulamentado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), a norma prevê ações voltadas aos animais provenientes, direta ou indiretamente, de uma área impactada.

Captura, coleta, transporte e destinação dos indivíduos resgatados para refúgios naturais são algumas das etapas que garantem a sobrevivência da fauna. “Os programas de salvamento também têm a função de minimizar os impactos dos empreendimentos sobre as comunidades biológicas locais e garantir as interações ecológicas e o equilíbrio dos ecossistemas naturais”, explica o biólogo Renato Gaiga.

As áreas que recebem os animais são monitoradas por biólogos ao longo do tempo — Foto: Renato Gaiga/Arquivo Pessoal

De acordo com o especialista, a captura dos animais silvestres deve ser feita somente quando o animal encontrado tem dificuldades naturais de locomoção ou está debilitado. “A captura deve ser bem elaborada e planejada para possibilitar a contenção do animal sem que ele se sinta estressado. Além disso, ela só poderá ser feita após requerimento enviado ao Ibama”, alerta Gaiga, que também ressalta os cuidados necessários para o transporte e a destinação dos animais.

O transporte deve ser feito com cuidados para que eles não se estressem. A fauna resgatada precisa receber tratamentos especiais com o acompanhamento de profissionais habilitados
— Renato Gaiga, biólogo

Quando resgatados, os indivíduos podem ser levados para áreas de soltura ou para centros de triagem, onde biólogos irão identificar as espécies e veterinários irão avaliar o estado de saúde dos animais. “Assim eles poderão ser reabilitados e soltos novamente na natureza, em áreas determinadas pelos órgãos ambientais”, explica o biólogo.

O local de triagem deverá estar equipado com recintos, equipamentos hospitalares veterinários e um pequeno laboratório para procedimentos

Após a triagem e a soltura, é necessário ainda monitorar as áreas em questão. “Os biólogos avaliam a região de soltura ao longo do tempo, assim como acompanham os indivíduos ali realocados”, completa Gaiga.

É importante que o biólogo se especialize em um grupo faunístico específico — Foto: Acervo Biotropica

Oferta e demanda

Previsto pela legislação ambiental, a atividade é obrigatória, mas pouco valorizada no âmbito da conservação. “Os empreendedores sabem da necessidade do serviço, mas não encaram como investimento em sustentabilidade e preservação. Na maioria das vezes tratam como ‘gasto’ e empecilho da obra”, lamenta o biólogo, que também problematiza a escassez de informação quanto ao resgate de fauna nas faculdades.

“Você não encontra muitas informações sobre o resgate de fauna. As universidades não detalham o mercado e nem os serviços que podem ser prestados por biólogos e veterinários”, relata.

De modo geral, as faculdades de biologia e veterinária não abordam serviços técnicos de consultoria focados em animais silvestres. Sendo que esse campo é vasto e promissor
— Renato Gaiga, biólogo

Assim, o biólogo incentiva a especialização em espécies silvestres. “No caso dos biólogos, há ainda a necessidade de se especializar em um grupo faunístico específico, como anfíbios e répteis, ou mamíferos, aves e insetos”, explica Renato, que entende o resgate de fauna como iniciativa imprescindível para a preservação das espécies em áreas afetadas, além de oportunidade para os profissionais.

O resgate visa proteger a fauna silvestre em áreas impactadas por atividades humanas — Foto: Acervo Biotropica

Dicas da Gente

Visto a escassez de conteúdo, Gaiga e o colega veterinário, Leonardo Schwab, ministrarão uma aula online sobre o resgate de fauna.

“Foi pensando nessa carência de informações que resolvemos dar essa aula, a fim de orientarmos e inspirarmos estudantes e profissionais que sonham em trabalhar com animais silvestres e ainda não sabem quais os passos necessários para trilhar uma carreira sólida na área”, diz o biólogo.

A aula “Os bastidores do resgate de fauna: o passo a passo para a excelência”, tem duração de duas horas, é gratuita e necessita de inscrição.

“Para se inscrever gratuitamente, basta acessar o link, cadastrar seu e-mail e ficar de olho nas próximas instruções que serão enviadas”, explica Renato, que convida estudantes a participarem da iniciativa.

“Queremos mostrar que a pessoa pode começar a se capacitar ainda na graduação. O inscrito terá acesso a um conteúdo que ajudará a entender o que é de fato o resgate de fauna e como começar a trabalhar na área”, completa.

A aula online será transmitida hoje às 20 horas.

Fonte: G1