Cachorro morre após ser resgatado de córrego em Taboão da Serra (SP)

Um cachorro morreu após ser resgatado de um córrego na avenida Intercap, em Taboão da Serra (SP), no último domingo (3). O resgate foi feito pelo Corpo de Bombeiros.

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

Pessoas que passavam pelo local perceberam que o animal estava dentro do córrego e acionaram os bombeiros. Há relatos de que o cachorro teria sido jogado dentro do local, numa ação de maus-tratos. As informações são do Jornal na Net.

Após retirar o animal do córrego, os militares entregaram o cão para um rapaz que acompanhava o resgate. O cachorro, porém, não recebeu atendimento veterinário de emergência e morreu na calçada momentos depois.

De acordo com moradores que estavam no local, o animal estava com um ferimento na região da cabeça.

Égua encontrada desfalecida é salva após maus-tratos no interior de SP

Uma égua foi encontrada em estado crítico em Americana, no interior de São Paulo. O animal estava desfalecido em uma área verde no bairro Parque Gramado e foi resgatado pela Guarda Municipal no último sábado (2).

(Foto: Reprodução / O Liberal)

Após a chegada dos guardas e de uma ONG de proteção animal, a égua foi reanimada com a ajuda de populares, que levaram pão e açúcar para dar a ela na tentativa de fazê-la a melhorar. As informações são do portal O Liberal.

De acordo com o guarda Valdomiro Bianch, que participou do resgate, a corporação foi acionada por moradores da região, que denunciaram os maus-tratos. Ao chegar no local, os guardas perceberam que a situação era grave. “Se a gente não fizesse algo, com certeza ela ia morrer lá, o sol estava muito forte, ela nem abria mais o olho”, disse Bianch.

Uma médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município também esteve no local e, após examinar a égua, constatou maus-tratos.

Além de alimentar o animal, as pessoas envolvidas no resgate carregavam a égua até a sombra e jogaram água nela. “O assunto correu na internet e veio muita gente ajudar. Ainda bem que conseguimos salvá-la”, contou Bianch.

Um casal que passava pelo local no momento do resgate se comoveu com o estado da égua e decidiu adotá-la. A ONG Anjos Peludos prestou auxílio no transporte do animal, que foi removida do local em um caminhão.

O tutor da égua não estava no local no momento do resgate, mas foi identificado e deve ser localizado pela Polícia Civil nos próximos dias para prestar depoimento. O homem responderá pelo crime de maus-tratos a animais.

Cerca de 100 animais são resgatados com vida em Brumadinho

Acervo: Extra

De acordo com informações do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), o número de animais resgatados após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, no dia 25, subiu para 98 até ontem.

Entre os resgatados estão cães, gatos, bois, vacas, cavalos, patos, galinhas, canários, tico-tico, azulão, trinca-ferro e cágado. Segundo o CRMV, a maioria dos animais está se recuperando bem.

O trabalho de resgate continua sendo feito com o suporte de médicos veterinários, biólogos, bombeiros, Defesa Civil, ativistas da causa animal e ONGs ligadas ao bem-estar animal e aos direitos animais.

Cão cai em bueiro de dois metros de profundidade e é salvo em MG

Um cachorro de porte pequeno caiu dentro de um bueiro de dois metros de profundidade às margens da BR-135, em Montes Claros, no estado de Minas Gerais. O acidente aconteceu no último domingo (3) e o animal foi resgatados pelo Corpo de Bombeiros.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Os militares foram acionados por um morador do bairro Vila Sion, que ouviu os latidos do cão. O animal foi retirado do bueiro com ferimentos graves. As informações são do portal G1.

A corporação informou que o bueiro serve para escoar a água das canaletas da rodovia e, no momento do acidente, estava completamente seco.

Uma escada foi utilizada pelos bombeiros, que também fizeram uso de equipamentos de salvamento para içar o cachorro. Os militares não souberam informar quais fraturas o cão pode ter sofrido, nem o que fez com que ele caísse no bueiro.

Como o tutor do cachorro não foi identificado, ele foi encaminhado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Montes Claros para receber os cuidados necessários.

Tutor tenta salvar seu cão mas acaba ficando preso em um lago congelado

O inverno brutal de Chicago quase tirou a vida de um homem e de seu cachorro depois que eles ficaram presos nas paredes de gelo à beira do Lago Michigan, parcialmente congelado.

A Polícia de Chicago foi chamada até Foster Beach, no lado norte da cidade, depois de receber uma ligação de emergência sobre um homem e seu animal doméstico presos no lago.

No último domingo (27), o homem pulou no lago para salvar seu cachorro de nove meses que estava brincando no gelo do lago e acabou caindo na água gelada.

Imagens das câmeras dos oficiais de resgate mostram os momentos terríveis que o homem passou.

Segundo o Daily Mail, o tutor conseguiu resgatar seu cachorro mas não conseguiu sair da água fria devido a grandes paredes de gelo que se formavam ao longo da borda do lago.

Policiais jogaram uma corda para o homem na água que enrolou em torno de seu braço e foi puxado para a fora.

O homem é visto gritando de dor quando é retirado de uma fenda apertada nas paredes de gelo por dois policiais.

“Muito obrigado”, ele diz, ofegante, depois de ser resgatado.

Ele foi colocado em uma viatura, junto do cão, que deitou em seu colo.

“Eles salvaram a minha vida. Eu serei eternamente grato”, disse o homem.

Tanto o homem quanto seu cachorro estão bem após o incidente.

Sobe para 73 o número de animais resgatados em Brumadinho

A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de que 18 mil bovinos viviam na área rural de Brumadinho até o dia 25 (Foto: Estadão)

De acordo com informações do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), que tem contabilizado o número de sobreviventes não humanos, pelo menos 73 animais já foram resgatados da lama tóxica da barragem da Vale em Brumadinho (MG) desde o último dia 25. Entre os resgatados estão cães, gatos, bovinos, aves e um cágado, que serão encaminhados para a adoção. A maior parte dos animais passa bem.

No local, há médicos veterinários, biólogos, bombeiros, Defesa Civil, ativistas da causa animal e ONGs ajudando nos resgates e nos planos de ação voluntária. Segundo a organização Proteção Animal Mundial, o rompimento da barragem de Brumadinho já afetou milhares de espécimes da fauna regional, o que é muito preocupante porque a região tem uma fauna bastante diversificada de aves, mamíferos e répteis.

A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de que 18 mil bovinos e 10 mil suínos viviam na área rural de Brumadinho até o dia 25. No entanto, ainda não é possível afirmar quantos desses animais foram afetados pelo rompimento da barragem.

Primeiro boi resgatado em Brumadinho (MG) ganha o nome de ‘Resistência’

Resistência é o nome do primeiro boi resgatado na lama de rejeitos da barragem da Vale que se rompeu em Brumadinho (MG). Batizado com esse apelido pelos bombeiros que o salvaram, o animal é um dos mais de 60 resgatados até a última quinta-feira (31). Eles foram encaminhados para uma fazenda na zona rural da cidade.

(Foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

Os bovinos presos na lama da Vale geraram comoção por causa das primeiras imagens do desastre. Mas também foram encontrados ilhados, por causa do desalojamento das pessoas, cães, gatos, patos, porcos e até um cágado. Diferente das imagens em que aparecia atolado, Resistência agora está tranquilo e descansando em um curral, junto a algumas galinhas da fazenda. Não se importou muito com a imprensa que não parou de fotografá-lo depois que se tornou personagem da tragédia.

A fazenda fica entre Córrego do Feijão e a UPA da cidade e tem grupos especialistas em todas as espécies. Há espaços separados para os cachorros e as aves. Também está sendo construído um viveiro para os pássaros. Estagiárias da UFMG faziam a avaliação de uma gatinha com filhotes que estava ilhada. Também há um caminhão para receber e transportar os animais mortos.

A médica Mirella Lauria D’Elia, contratada pela Vale para atuar na fazenda, que funciona como Hospital de Campanha, informou que há médicos veterinários de plantão realizando os atendimentos. “Os animais resgatados por civis ou pelas nossas equipes são triados e medicados, se houver algum quadro crítico temos ônibus móvel que pode fazer cirurgias emergenciais”, disse.

Segundo a veterinária, uma cadela que chegou em estado mais crítico precisou passar por uma transfusão à noite mas já está estabilizada. Ela estava com um processo infeccioso. “Existem animais que perderam tutores e alguns que estão em estado geral bom mas atordoados. Eles tomam banho, antiparasitários e passam por atendimentos”, disse.

Todos que chegam são fotografados e a Vale vai fazer um mural e disponibilizar as imagens para que os tutores possam identificar os animais. Aqueles que não forem “encontrados” serão encaminhados para a adoção.

A coordenadora de resgate de fauna do Conselho Regional de Medicina Veterinária Laiza Bonela Gomes, da brigada veterinária, explicou o motivo da demora do início dos resgates dos animais. Segundo ela, isso ocorreu porque os veterinários tiveram de obedecer às restrições impostas pelos bombeiros e pela defesa civil.

Ativistas em defesa da causa animal criticaram a dificuldade de acesso aos animais, com restrições e barreiras impostas nos locais. De acordo com Laiza, a justificativa das autoridades foi por três motivos: a prioridade para o resgate de vidas humanas, o grande número de corpos a serem buscados e o risco de um novo rompimento de barragem.

A veterinária explicou que o resgate dos animais de grande porte, como os bois e cavalos, é o mais complicado e pode durar de seis a sete horas. É necessário o uso de helicóptero, redes especiais e suporte anestésico. “Esses são os resgates mais complexos em virtude do peso, da condição clínica do animal e da quantidade de profissionais envolvidos. É difícil içar mais de um animal por dia”, disse.

Fonte: Estado de Minas

Tamanduá-mirim é encontrado passeando por calçada em Borborema (SP)

Os moradores de Borborema (SP) foram surpreendidos com a presença de um tamanduá-mirim durante a noite desta sexta-feira (1).

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Segundo o Corpo de Bombeiros, um morador do Bairro Altos do Ouro Verde acionou a equipe após ver o animal passeando pela calçada.

Os bombeiros fizeram o resgate do tamanduá-mirim, que foi solto em uma área de mata fechada na manhã deste sábado (2).

De acordo com a equipe, esse foi o segundo animal da espécie resgatado no mesmo bairro em apenas uma semana.

Fonte: G1

Tucano é resgatado ao ser encontrado sem alimento em gaiola

Tucano foi encontrado em gaiola sem alimento em propriedade na Serra do Mar — Foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental

Um tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus) foi resgatado por policiais militares ambientais em Peruíbe, no litoral de São Paulo, após constatado maus-tratos. A ave foi encontrada em uma gaiola, sem espaço suficiente e sem alimento, em uma propriedade no Parque Estadual da Serra do Mar.

O flagrante ocorreu durante patrulhamento de rotina e resultou em multa de R$ 6 mil ao responsável pela captura e por manter a ave silvestre em cativeiro. Ele também deverá responder criminalmente por maus-tratos, uma vez que o animal estava desidratado em condições precárias em uma pequena gaiola exposta ao sol.

Segundo a Polícia Militar Ambiental, o tucano recebeu os primeiros cuidados dos agentes. Em seguida, a ave foi transportada até o Centro de Pesquisa e Triagem de Animais Selvagens (Ceptas) em Cubatão (SP), onde deverá se recuperar e médicos-veterinários vão avaliar a possibilidade de devolução à natureza.

Fonte: G1

Mulher conclui maratona carregando cachorro que salvou durante corrida

Khemjira Klongsanun participava de uma maratona na semana passada em Bangkok, na Tailândia, quando encontrou um filhote de cachorro abandonado. Sem pensar duas vezes, ela resgatou o animal e completou a corrida carregando-o nos braços.

(Foto: Reprodução / Portal do Animal)

A maratonista encontrou o animal por volta do quilômetro 11 e correu até o final da maratona, de 42 quilômetros, carregando-o. Juntos, eles cruzaram a linha de chegada. As informações são do Portal do Animal.

Depois da corrida, Khemjira decidiu levar o cão para casa e adotá-lo. O filhote, que recebeu o nome de Nong Chom, já passou por avaliação veterinária e foi apresentado aos outros cachorros da família, com os quais se deu bem.

Preocupada com a possibilidade da mãe e irmãos do filhote estarem abandonados no mesmo local onde Nong Chom foi encontrado, Khemjira foi procurá-los, mas não os encontrou. O cachorro, no entanto, passou a viver cercado de amor e conforto na casa da maratonista.