Supermercado substitui embalagem de plástico por folha de bananeira na Tailândia

Um supermercado em Chiangmai, na Tailândia, substituiu embalagens de plástico por folhas de bananeira. A solução encontrada pelo Rimping Supermarket para combater o uso excessivo de plástico para embalar frutas e legumes já é utilizada em outros locais, como na Índia, China, Tailândia, Vietnã e Malásia. A cultura indígena e caiçara também já fez bastante uso das folhas no Brasil.

Foto: Reprodução / Facebook / Perfect Homes Chiangmai.

Grossas, largas e flexíveis, as folhas de bananeira podem ser enroladas e dobradas facilmente, sem que se quebrem, e também suportam variações de temperaturas, sendo ideais para produtos refrigerados.

Por ser orgânica, ela se decompõe naturalmente, ao contrário do plástico, que demora anos para se decompor e polui ecossistemas, matando inúmeros animais, especialmente nos oceanos. Além disso, a compostagem da folha adiciona nutrientes ao solo e o deixa mais rico, além de ser à prova d’água, já que sua superfície não absorve o líquido quando exposta à umidade. As informações são do portal Ciclo Vivo.

Além de sustentável, a folha de bananeira pode ser produzida em larga escala, especialmente em climas tropicais, é viável do ponto de vista econômica e foi bem aceita pelo público do Rimping Supermarket.

Foto: Reprodução / Facebook / Perfect Homes Chiangmai.


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Casa sustentável de papelão é construída em um dia e dura 100 anos

O estúdio de design holandês Fiction Factory criou uma casa sustentável, feita de papelão, que é construída em apenas um dia, pode ser transportada para qualquer lugar e dura 100 anos.

Reprodução/Blog da Arquitetura

Atualmente, existem 12 unidades da casa fabricadas, todas na Europa. Os criadores do projeto, no entanto, querem popularizá-lo em todo o mundo. As informações são do Blog da Arquitetura.

A casa tem garantia de 50 anos, é três vezes mais sustentável que os imóveis de alvenaria e tem baixo custo – cerca de 25 mil euros, o correspondente a 91 mil reais. Móvel e montada em blocos, ela tem tamanho variável e pode ser desmontada.

O que faz com que ela dure 100 anos e resista a ventos e chuvas, segundo os desenvolvedores, é a supercola que une as diversas camadas do papelão, que depois é coberto com madeiras ou outra opção mais resistente à escolha do proprietário.

Reprodução/Blog da Arquitetura


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Estudo revela que veganos podem ter sistema imunológico mais resistente

Foto: HealthLine

Foto: HealthLine

Um relatório publicado no Journal of Nutrition mostra resultados de um estudo realizado pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Loma Linda, que apontam que os veganos têm mais biomarcadores de combate a doenças do que os não-veganos. Biomarcadores no sangue, urina, tecido adiposo e outros bio-espécimes podem servir como preditores de saúde e doença.

Os biomarcadores podem ter efeitos ruins e bons para a saúde, promovendo ou prevenindo câncer, doenças cardiovasculares e relacionadas à idade e outras condições crônicas. Os veganos obtiveram os mais altos teores de fitoquímicos (compostos em vegetais), incluindo carotenoides, isoflavonas e enterolactona.

O grupo de pessoas que se alimentava estritamente de vegetais também apresentou os níveis mais altos de ômega-3 total, atribuível a maiores quantidades de ácido alfa-linolênico e menores níveis de ácidos graxos saturados.

O estudo examinou dados de 840 participantes, entre cinco categorias: veganos, ovo-lacto-vegetarianos, pesco-vegetarianos, semivegetarianos e não-vegetarianos. Depois da pole position dos veganos, o ovo-lacto e os pesco-vegetarianos, os semivegetarianos se saíram apenas um pouco melhor do que os não-vegetarianos, que sem surpresa ficaram em último lugar.

Fayth Miles, PhD, professora assistente na escola e principal autora do estudo, disse sobre as descobertas: “A conscientização de que um perfil de biomarcador mais saudável é obtido com uma dieta baseada em vegetais deve motivar as pessoas a serem pró-ativas sobre hábitos alimentares que promovem boa saúde e previnem doenças”.

Cágado ganha prótese feita com peças de brinquedo e volta a andar

Um cágado chamado Michelangelo ganhou uma prótese feita de peças de brinquedo e pôde voltar a andar. O caso aconteceu em Uberaba, no estado de Minas Gerais, e só foi possível graças a criatividade de um médico veterinário.

Foto: Reprodução / Revista Cláudia

Resgatado pela Polícia Militar Ambiental, o cágado foi levado para o Hospital Veterinário de Uberaba (HVU). O veterinário Cláudio Yudi acredita que o animal já nasceu sem as patas traseiras. As informações são da revista Cláudia.

Para conseguir que Michelangelo voltasse a andar, o veterinário e alunos do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Uberaba (Uniube) decidiram usar peças de brinquedos resistentes para fazer uma prótese.

“Adaptamos oito peças, que foram coladas na carapaça dele. Foi um sucesso. Hoje, o animal anda muito bem e consegue se movimentar com as rodinhas”, explica Cláudio. “As peças não substituiriam as patas, mas serviriam de apoio”, completa.

Para que as próteses aderissem ao corpo do animal, uma resina especial foi utilizada. “É uma cola que se adapta a materiais orgânicos e tecidos vivos”, pontua o especialista. O material costuma ser usado por dentistas.

Apesar da adaptação de Michelangelo à prótese ter sido um sucesso, ele não poderá retornar à natureza e permanecerá no hospital. “As tartarugas, em especial, conseguem se adaptar muito bem a próteses. Mas ela não vai poder voltar à natureza, porque a falta das patas pode dificultar na hora de nadar e nas mudanças de ambiente”, diz Cláudio.