Cão é salvo após entrar no metrô e caminhar mais de 7 km nos trilhos

Um cachorro entrou no metrô no Rio de Janeiro e caminhou cerca de 7,5 km nos trilhos até ser resgatado. O animal foi da estação de Del Castilho até a de São Cristóvão, ambas na Zona Norte. O caso aconteceu na terça-feira (7).

Foto: Reprodução/MetrôRio

O MetrôRio informou que monitorou o animal durante todo o percurso e que, após resgatá-lo, o encaminhou para uma avaliação no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, na Mangueira, região central da cidade. Depois de ser examinado, o cachorro foi levado para um abrigo na Baixada Fluminense.

O resgate durou cerca de uma hora, segundo Bruno de Almeida, agente da concessionária que retirou o cão dos trilhos. “O animal não tinha nenhum machucado aparente, apenas estava sujo de poeira. Fizemos um carinho nele, para ele se acalmar, demos água e comida”, contou o funcionário ao G1.

Usuários do metrô usaram as redes sociais para relatar que a aparição do cachorro nos trilhos causou atrasos nas estações da Linha 2. Eles comemoram o resgate do animal.

“Por conta desse cachorrinho eu levei 1h30 para chegar em Botafogo”, comentou uma usuária do metrô. “Atrasei 20 minutos por conta dessa criatura. Atraso mais que aceitável! Bom ver o cachorro bem”, contou outro usuário.

Cadela vai a hospital visitar crianças com câncer no Rio de Janeiro

Uma cadelinha da raça golden retriever é a mais nova integrante da ala pediátrica do Inca (Instituto Nacional do Câncer) no Rio. Com apenas 10 meses de idade, Hope (que significa esperança em inglês) tem a tarefa de espalhar alegria, carinho e oferecer mais conforto aos pequenos pacientes que lutam contra diversos tipos de câncer.

Foto: Reprodução / UOL

Hope começou a frequentar o local há quatro semanas. Ainda em adaptação, a cadelinha visita os pequenos pacientes uma vez por semana durante uma hora, todas as sextas-feiras. A ideia é ampliar as visitas para dois dias na semana.

Com o colete que funciona como um jaleco hospitalar, crachá e coleira, a cadelinha e o adestrador André Luiz Moreira passam de quarto em quarto para brincar com os pacientes.

Durante a visita, as crianças fazem carinho, conversam e sorriem para a nova “médica” do hospital. Alguns já ficam ansiosos esperando o próximo dia de visita. Outros, choram quando Hope precisa ir embora.

Nos corredores do hospital, a cadelinha virou uma espécie de celebridade. Famílias e funcionários se revezam para tirar fotos com ela.

A diretora da unidade, localizada na praça da Cruz Vermelha, na região central da cidade, precisou reservar um horário na agenda para conhecer a nova ‘profissional’.

Com a Hope, a gente para de falar de doença, diz médica

Hope integra o primeiro projeto de terapia assistida por animais no INCA e as visitas dela tem como objetivo tornar o ambiente mais leve e aconchegante para os pacientes em tratamento.

O projeto foi idealizado pela médica oncologista Bianca Santana, que não recebe nenhum tipo de apoio do governo para colocá-lo em prática. Segundo ela, em menos de um mês, os resultados já superaram as expectativas.

“O clima ficou muito bom. Ficou mais leve. Quando ela vem a gente para de falar de doença, a gente passa a falar de cachorro”, diz Santana.

“No primeiro dia que ela veio com criança, ela não passou da porta de entrada. As crianças atacaram e ela ficou ali, deitou”, recorda a médica. “Você esquece um pouco que está no hospital. Parece que está mais perto de casa e esse é o objetivo, que as crianças se sintam mais em casa do que no hospital, porque elas passam mais tempo aqui e com a gente do que com as próprias famílias”, completa.

Foto: Reprodução / UOL

Para os funcionários do INCA já é possível observar os benefícios da presença da Hope nos pacientes.

“Em momentos delicados de medicação, de dor, só em falar na Hope já faz com que as crianças se distraiam e fiquem mais animadas. É impressionante”, disse uma enfermeira da pediatria.

Já a Chefe do Serviço de Oncologia Pediátrica, Sima Ferman, diz acreditar no sucesso do projeto.

“Nossa linha toda de trabalho aqui é atenção integral à criança, então uma preocupação que nós temos ao longo dos anos não é só oferecer o tratamento oncológico, mas cuidar da criança no ponto emocional e social. Então várias atividades são feitas para melhorar a estadia da criança aqui, e fazer com que o tempo dela no hospital seja mais ameno. Hoje temos vários projetos neste sentido e a Hope veio coroar”, afirma.

Rotina inclui atenção especial com higiene

Nos dias de visita ao Inca, Hope toma banho e corta as unhas. Ela chega de carro ao hospital. Na unidade, passa por um processo de higienização das patinhas e escova os dentes.

Vacinas e medicações especiais fazem parte da vida de Hope com frequência. O custo é de cerca R$ 1.400 mensais que saem do bolso da própria médica, que conta ainda com a parceira do adestrador.

Apesar de tanta responsabilidade, Hope também tem momentos de lazer. Ela costuma brincar no parque da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na zona norte do Rio, na companhia de Moreira.

Para ele, o contato entre a cadelinha e os pacientes tem sido mais que positivo.

“Tem situações que você fica maravilhado, tem criança que olha e abre aquele sorrisão, fica completamente apaixonada. Os pais também ficam na aquela euforia, querem tirar foto com a cachorra e com o filho. Ela [a Hope] vem para tentar tirar um pouquinho de sofrimento. Todo mundo quer saber que dia ela vai voltar.”

Moreira recorda também com orgulho do primeiro dia de Hope no Inca.

“Ela deitou entre sete e oito crianças juntas mexendo nela, fazendo carinho. A gente faz um exercício que geralmente as pessoas falam ‘morto e vivo’, no caso dela é relaxa! Aí, ela dá aquela deitadinha de lado para receber o carinho.”

Lei garante animais em hospitais

Foi aprovada neste ano pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), em março deste ano, uma lei que permite a presença de animais domésticos em hospitais públicos e privados do Rio.

A lei é de autoria do vereador Luiz Carlos Ramos Filho (Podemos), também presidente da Comissão de Defesa dos Animais. De acordo com a ela, os animais podem permanecer nas unidades de saúde por período pré-determinado e sob condições prévias respeitando os critérios definidos pelos hospitais.

Fonte: UOL

Aquário vai explorar animais em mergulhos com visitantes no RJ

O Aquário Marinho do Rio de Janeiro, conhecido como AquaRio, passará a explorar tubarões e outros animais em atividades de mergulho no tanque oceânico do estabelecimento. O objetivo do aquário é obter lucro às custas dos animais, já que o mergulho custará, inicialmente, em um preço promocional, R$ 250, e depois passará a ser comercializado a R$ 350.

O tanque oceânico no qual os mergulhos serão realizados abriga 2 mil animais em um espaço com sete metros de profundidade e 2,5 milhões de litros d’água. No local, há cardumes de peixes, raias, tubarões e outros animais, que poderão sofrer com estresse devido à presença humana dentro do aquário.

Foto: Marcos Serra Lima/ G1

O mergulho terá duração de 1h30, sendo 30 minutos para flutuação, e será realizado de terça a domingo, segundo informações do G1. Grupos de até quatro pessoas poderão participar em cada horário reservado. O longo período de duração e a frequência de mergulhos, que ocorrerão das 7h30 até às 13h45, quase todos os dias da semana, é preocupante. Isso porque os animais, que já são forçados a suportar a vida em cativeiro, privados da liberdade, terão que aguentar também o incômodo causado pelos visitantes.

A idade mínima para participar do mergulho é de 12 anos, o que demonstra que crianças serão ensinadas a desrespeitar os animais e a tratá-los como objetos de entretenimento humano. Elas precisarão, no entanto, de autorização de um responsável para a prática da atividade.

Exploração animal

Aquários são estabelecimentos que se sustentam com base na exploração animal. Manter animais aprisionados em ambientes com espaços reduzidos, especialmente se comparados ao habitat, é uma prática cruel e antiética.

Oferecer serviço de mergulho torna a situação ainda pior. Colocando em risco o bem-estar dos animais, os proprietários do aquário pensam apenas no lucro ao liberar a presença de visitantes dentro dos tanques.

Foto: Marcos Serra Lima/ G1

Peixes, tubarões e qualquer outro animal marinho devem viver em liberdade, na companhia de outros animais da espécie, para desfrutar da vida no habitat, sem que sejam explorados e aprisionados para entretenimento humano.

Vancouver vai libertar animais de aquário

Ao contrário do Brasil, que sequer cogita deixar de aprisionar animais, o Aquário de Vancouver, no Canadá, deixará de manter golfinhos e baleias em cativeiro, atendendo a um pedido de ativistas e da sociedade em geral.

Parques aquáticos que mantêm animais em cativeiro são considerados cruéis por muitos clientes, e, por isto, os lucros estão diminuindo rapidamente. E foi exatamente isso o que aconteceu em Vancouver.

“Nós certamente acreditamos no valor das baleias e golfinhos para o envolvimento das pessoas. Mas precisamos ser realistas, e chegou ao ponto em que o debate com a comunidade, com os advogados e com os políticos está debilitando a nossa missão,” afirmou o diretor-executivo do aquário, John Nightingale.

Em 2017, o Conselho Municipal de Vancouver votou pela proibição do aquário de manter em cativeiro novas baleias e golfinhos devido à questão ética. No início, Nightingale prometeu lutar contra a medida, mas cedeu meses depois.

Desde a vitória dos direitos animais na votação do conselho, dois dos mamíferos marinhos do aquário morreram, dentre eles um golfinho.

Mesmo tendo encerrado o programa de mamíferos marinhos em cativeiro, o parque afirmou que continuará resgatando baleias e golfinhos feridos e encalhados.

Mais de 6 cavalos foram baleados e outros 5 morreram em Valença (RJ)

Mais de seis cavalos foram baleados e outros cinco foram mortos nos primeiros meses deste ano em Valença, no Rio de Janeiro. A série de atentados contra cavalos, promovida por um atirador ainda desconhecido, demonstra um aumento nos casos de maus-tratos a animais no município.

Foto: Reprodução / RJTV

Uma égua foi a única a conseguir sobreviver após sofrer com violência na cidade. Resgatada, ela foi socorrida pela Faculdade de Veterinária após ser baleada e teve que passar por cirurgia para retirada da bala, que estava alojada em uma das pernas.

Os casos dos cincos cavalos assassinados a tiros ocorreram em menos de uma semana. “A pessoa que está atirando, com certeza sabe atirar, porque está visando cavidades fundamentais para a vida do animal, torácica, abdominal, são órgãos vitais e que uma vez perfurados, não tem como salvar o animal”, explicou ao G1 o veterinário Junio Marcos.

Testemunhas relatam que os tiros são disparados por pessoas que passam em automóveis tarde da noite ou durante a madrugada. O alvo do agressor são cavalos que, apesar de terem tutores, são mantidos soltos e, em alguns casos, até andam por avenidas movimentadas.

Maria de Francia, que perdeu em abril o irmão de 25 anos, que morreu após desviar de um cavalo enquanto dirigia uma moto, condena a atitude do atirador e afirma que há outras soluções para evitar acidentes com animais. “A questão é você querer ter responsabilidade enquanto tutor e que as autoridades e o município tome uma atitude em relação a isso, porque realmente a minha perda é irreparável mas eu espero sim de fato, que seja tomada uma atitude”, disse Maria.

A Prefeitura de Valença afirmou, através de nota, que a Guarda Municipal é acionada após a denúncia ser feita para que medidas sejam tomadas. Casos de maus-tratos a animais devem ser denunciados no município pelo telefone 2452-8650. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pela RJ-145, onde alguns dos crimes foram registrados, não se pronunciou sobre os casos.

Disque Denúncia registra 854 denúncias de maus-tratos a animais no 1º trimestre no RJ

O Programa Linha Verde do Disque Denúncia, do Rio de Janeiro, registrou 854 denúncias de maus-tratos a animais, sendo 125 de abandono, no primeiro trimestre de 2019. Houve um aumento de 30% em relação aos casos de violência contra animais no município. Em 2018, foram 4.020 denúncias, contra 3.104 em 2017.

Os cachorros, gatos e cavalos são as principais vítimas. Dentre as denúncias, há casos de abandono, falta de alimentação, agressão, animais acorrentados, entre outros. As informações são do G1.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

“Infelizmente a lei para maus tratos em geral, e o abandono está incluído entre os maus-tratos, é apenas de três meses a um ano. Com isso, você tem a chamada cesta básica e não resolve nada. Estamos lutando muito em Brasília para que essa pena passe de dois anos, seja retirada dos juizados especiais e vá para as varas criminais, onde você consegue uma condenação melhor”, contou Reynaldo Velloso, presidente da Comissão de Proteção aos Animais da OAB-RJ.

Um dos casos mais recentes registrados foi do abandono de um cão na Ilha do Governador. O animal foi deixado amarrado a um portão. Ele foi resgatado por uma ONG na última quinta-feira (25).

“Não é ursinho de pelúcia. Ele é um animal que vai precisar de uma ração de qualidade, precisar de acompanhamento veterinário, de exames”, destacou Renata Brito, protetora de animais.

As denúncias podem ser feitas diretamente na Prefeitura do Rio de Janeiro, pelo número 1746. Também pelo Linha Verde, de forma anônima, através dos telefones 2253-1177 e 0300-253-1177 (interior, ao custo de uma ligação local) ou pelo aplicativo Disque Denúncia.

Comissão de defesa animal da assembleia do RJ passa a ser permanente

A Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que foi instalada na tarde da última quinta-feira (25), passou a ter caráter permanente.

Foto: Pixabay

O deputado Renato Zaca (PSL) foi escolhido para ser o presidente da Comissão, que tem o objetivo e combater crimes contra animais. As informações são do G1.

Ficou definido que os primeiros atos da Comissão serão conhecer o Batalhão de Ações com Cães da Secretaria de Estado de Polícia Militar e checar as condições em que vivem os animais mantidos em cativeiro pelo Zoológico do Rio de Janeiro.

“Vamos trabalhar por aqueles que não podem falar e estão sofrendo violência. Estudos mostram que quem tem capacidade de fazer mal a um animal está a um passo de fazer contra humanos”, afirmou o parlamentar.

Para vice-presidência foi escolhida a deputada Alana Passos (PSL). Segundo ela, um grupo permanente para defender os animais é uma quadra de paradigmas na Alerj e um “ato de emoção”.

Nota da Redação: a ANDA é veementemente contra a existência de zoológicos, por entender que animais não devem viver aprisionados para entreter seres humanos, e repudia a exploração de cachorros pela polícia militar, já que defende que cães não devem ser envolvidos em operações policiais, que representam risco de morte para eles, e tampouco devem ser submetidos a treinamentos anti-naturais para servir aos seres humanos.

Policial militar mata cachorro a tiro durante abordagem no Rio de Janeiro

Um policial militar matou um cachorro durante uma ação contra o tráfico de drogas em Volta Redonda (RJ), na noite de terça-feira (23). O caso aconteceu no Jardim Belmonte.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Moradores afirmam que os agentes abordavam suspeitos quando cachorros começaram a latir dentro de uma casa. Irritados, eles teriam invadido o imóvel e matado o animal. As informações são do G1.

A Sociedade Protetora dos Animais disse que irá enviar um ofício ao comando do 28º Batalhão para solicitar explicações sobre o ocorrido. Afirmou também que está recebendo muitas mensagens de pessoas indignadas com o caso.

A polícia afirma que abordava um jovem de 23 anos, nas proximidades da residência do animal. Ainda segundo a PM, o rapaz tentou fugir, alegando ser morador, e entrou na casa. Neste momento, um dos cães teria tentado morder um policial que, em seguida, baleou o cachorro. O homem foi autuado por resistência e desacato e levado à delegacia.

Confira abaixo a nota da PM sobre o caso.

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de terça-feira (23/04), policiais militares do 28ºBPM (Volta Redonda) estavam em patrulhamento pelo bairro Jardim Belmonte, no município de Volta Redonda, quando se depararam com um homem em atitude suspeita. Ao perceber a aproximação policial, o suspeito tentou entrar em uma residência e, como os portões ficaram entreabertos, três cachorros vieram na direção dos policiais. Um dos animais tentou morder um policial e foi necessário fazer um disparo como meio de se proteger. Após resistir à abordagem, o homem foi detido e conduzido para a 93ª DP.

Mulher procura cão desaparecido após desabamento de prédios no RJ

A tutora do cachorro Bernardo, desaparecido desde o desabamento de prédios na última sexta-feira (12), na comunidade da Muzema, no Rio de Janeiro, está angustiada e procura pelo animal, que ela trata como um filho. Ela morava em um dos prédios que desabaram.

“Eu perdi tudo, mas agora só interessa o meu cachorro. O resto a gente vai reconstruindo, mas o meu cachorro é como um filho pra gente”, disse Raquel Freire ao G1.

Foto: Arquivo pessoal

Raquel e a família não estavam em casa no dia do desabamento. “A gente morava no prédio branco que desabou. No dia da chuva, a gente veio dormir no prédio do meu tio que também é aqui. [No dia do desabamento] meu pai já tinha voltado e levou meu cachorro pra casa. Eu sou asmática e não voltei porque ainda estava com muito cheiro de mofo”, contou a moradora.

“A gente acordou com o barulho [do desabamento], meu pai tinha saído pra trabalhar, mas do meu cachorro a gente não tem notícia”, completou Raquel.

Desde sexta-feira, ela e a família vão ao local para buscar informações sobre o cachorro. Raquel acredita que ele pode ter fugido e sobrevivido.

“Eu acredito que ele possa ter saído, que esteja em algum lugar. Tem pessoas que dizem ter visto ele. Ele é preto e tem uma mancha branca no peito. É bastante dócil e atende pelo nome de Bernardo”, contou a moradora. Bernardo foi adotado na Suipa há cinco anos, quando ainda era um filhote.

Labradora é levada pela enxurrada

Outro caso que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro foi o desaparecimento da cadela Gaia. A labradora foi levada por uma enxurrada que atingiu a cidade, no último dia 8 de abril, após uma tromba d’água derrubar o muro da casa onde ela morava, no Jardim Botânico, na Zona Sul.

O desaparecimento de Gaia mobilizou as redes sociais e uma campanha de busca foi iniciada. Três dias depois, a cadela foi encontrada na trilha dos Primatas, perto da casa dos tutores. A labradora tem 14 anos e está quase surda, o que aumentou a preocupação da família.

Cavalo é encontrado morto com corda amarrada ao pescoço

Um cavalo foi encontrado morto com uma corda amarrada ao pescoço neste domingo (14) em um terreno do bairro Cônego, de Nova Friburgo, Região Serrana do Rio de Janeiro.

O pedreiro José Marcelo Amaral Rocha, que passava de bicicleta pelo local, foi quem encontrou o corpo do animal.

Foto: Divulgação/José Marcelo Rocha

“É um terreno íngreme, totalmente inapropriado para deixar um cavalo amarrado”, lamenta José Marcelo. As informações são do portal G1.

José conta que se aproximou do animal na esperança de ele ainda estar vivo, para poder cortar a corda e salvá-lo. O cavalo, no entanto, já havia morrido.

Com o corpo retorcido, o cavalo foi recolhido do local por uma equipe da Prefeitura de Nova Friburgo. O caso foi divulgado na internet por José Marcelo e gerou indignação entre os internautas.

A prefeitura afirmou, por meio de nota, que está em busca de informações que levem à identificação do tutor do cavalo, para que ele seja levado à delegacia para registro de ocorrência.

O corpo foi removido rapidamente do terreno, segundo a administração municipal. Ainda segundo a prefeitura, em casos em que o animal é retirado com vida de vias públicas, a liberação passa por um processo rígido.

“Animais resgatados com sinais de maus-tratos não são devolvidos [aos tutores]”, pontua a nota.

Em 10 de fevereiro, outros dois animais foram encontrados mortos nas mesmas condições em um bairro vizinho.