Fragata ferida se debate no mar e é resgatada em Cabo Frio (RJ)

Uma fragata ferida que se debatia no mar foi resgatada por agentes da Guarda Marítima e Ambiental na terça-feira (5) em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Cabo Frio

Encontrado na Ilha do Japonês, o animal estava com um corte profundo em uma das asas, provavelmente provocado por uma linha de pesca, segundo a administração municipal. As informações são do portal G1.

Resgatada, a ave foi levada para o Centro de Tratamento de Animais Marinhos (CTA), responsável pelo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Campos.

A Prefeitura de Cabo Frio informou que a fragata recebeu os primeiros cuidados e está em recuperação. Após o tratamento veterinário, ela será devolvida à natureza.

As fragatas são aves de grande porte que têm asas compridas e estreitas. Com cerca de um metro de comprimento e dois de envergadura, elas têm uma cauda longa e bifurcada. A plumagem da espécie geralmente é preta ou preta e branca.

Esses animais não conseguem andar em terra, nada ou levantar vôo de uma superfície plana. Eles pousam apenas em penhascos durante a época de reprodução e são extremamente rápidos em vôo picado sobre o mar ou outras aves.

Câmeras flagram homem abandonando gata com filhotes em Maricá (RJ)

Um homem foi flagrado por câmeras de videomonitoramento do Shopping Céu Aberto abandonando uma gata com filhotes recém-nascidos no município de Maricá, no Rio de Janeiro. O ato foi feito durante a madrugada.

(Foto: Maricá Total)

Nas imagens, é possível ver o homem chegando ao local, na região central da cidade, segurando uma sacola branca com os gatos dentro. Ele deixa a sacola no local e vai embora, colocando a vida dos animais em risco.

Não há informações sobre o estado de saúde dos animais, tampouco sobre eles terem sido resgatados ou não.

Abandonar animais é crime previsto no Código Penal, que prevê detenção de 15 dias a seis meses ou multa, e na Lei de Crimes Ambientais, com penalidade de detenção de três meses a um ano, além de multa.

Não cabe nestes casos, no entanto, prisão, já que trata-se de um crime considerado de menor potencial ofensivo.

TSE confirma plebiscito que decidiu pelo fim das charretes em Petrópolis (RJ)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) homologou na terça-feira (26), por unanimidade, o resultado do plebiscito que decidiu pelo fim das charretes de tração animal na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro. O processo no TSE teve como relator o ministro Luís Roberto Barroso.

Foto: Bruno Avellar

O próximo passo agora é comunicar a Câmara Municipal para que seja dado prosseguimento ao processo para definir a data em que serão finalizados oficialmente os passeios com os veículos puxados por cavalos. Para isso, a Câmara terá que notificar a Prefeitura de Petrópolis, que, por sua vez, irá criar regulamentação proibindo a tração animal nas charretes. As informações são da Tribuna de Petrópolis.

Barroso afirmou, durante leitura do processo, que este é o fim de uma era. Segundo ele, a medida coloca fim à exploração degradante dos animais para fins de entretenimento. “É uma tendência progressiva mundial o fim da exploração animal”, disse.

O plebiscito, realizado em 7 de outubro de 2018, registrou mais de 117 mil votos contrários às charretes, o que representou 63,42% dos votos totais. Outras 53 mil pessoas foram favoráveis à exploração animal, somando 29,07% dos votos. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), 184.668 eleitores compareceram às urnas. Desses, 8.155 votaram em branco e 5.732 anularam o voto. Outros 58.810 se abstiveram.

Em outubro do ano passado, um grupo foi formado por representantes da Prefeitura de Petrópolis e membros da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal para ajudar na criação de diretrizes que seriam seguidas após o resultado do plebiscito.

Apesar da homologação do TSE, ainda não há definição sobre qual transporte irá substituir as charretes, tampouco sobre a empregabilidade dos charreteiros. Os animais, no entanto, poderão ser resgatados pelo Fórum Nacional, que se dispôs a ficar com eles caso os tutores concordem em entregá-los.

Vereador e fundador de ONG conduz primeira reunião em defesa dos animais no Rio

Foto: Pixabay

No encontro, realizado na última quarta-feira (20), Marcos Paulo, que tomou posse na Câmara Municipal no início de fevereiro, ressaltou a importância da força de mobilização dos militantes das causas de proteção animal para o avanço das políticas públicas em defesa dos animais no Rio de Janeiro.

“Com meu mandato político, ganhamos mais força e representatividade para lutar por avanços e melhorias em defesa dos animais aqui no Rio. Mas precisamos seguir unidos, somando cada vez mais esforços em um mandato participativo”, destacou Dr. Marcos Paulo durante a reunião, que contou com a presença de protetores e militantes das causas em defesa dos animais.

Crítico do desaparelhamento da antiga Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (SEPDA), rebaixada à subsecretaria com redução de orçamento anual na gestão Crivella, o vereador passa a integrar a Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal e promete brigar para resgatar e ampliar os serviços gratuitos de castração, vacinação e controle de zoonoses no município.

”Tivemos um retrocesso enorme nessa área. Quando o prefeito Crivella assumiu, em janeiro de 2017, existiam dez minicentros fixos que faziam castrações gratuitas em toda a cidade. Hoje são apenas 3. O cidadão tem dificuldade para conseguir agendar o serviço e o número de animais abandonados nas ruas aumentou muito. Um animal abandonado ou mal cuidado que fica doente gera impacto negativo também para a saúde da própria população. Minha atuação política nessa comissão será para reverter o quadro atual de abandono e descaso da prefeitura em relação à proteção dos animais na cidade do Rio de Janeiro”, disse Marcos Paulo.

Jacaré é resgatado de dentro de piscina no Rio por patrulha ambiental

A Patrulha Ambiental da Prefeitura do Rio resgatou na noite da última sexta-feira (22) um jacaré que estava na piscina de um clube na Rua Professor Hermes Lima, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

A equipe foi acionada após receber solicitação pela Central 1746. Durante o resgate, segundo o órgão, os agentes atraíram o jacaré até a borda da piscina e conseguiram fazer a captura com sucesso. O animal foi levado para o Parque Marapendi.

Em nota, a Guarda Municipal afirmou que orienta a população a acionar a Patrulha Ambiental ao flagrar animais silvestres em área urbana na cidade do Rio ou em qualquer situação de risco fora do seu habitat para um resgate seguro.

O manuseio não é aconselhável e muito menos tentar afugentá-los, pois pode agravar qualquer lesão que os animais apresentarem. Os agentes podem ser acionados por meio do telefone 1746, da Prefeitura do Rio, que funciona 24h.

Fonte: G1

Gatinha precisa de um padrinho ou madrinha até ser adotada no Rio

Cristina Coelho

psicologa-holistica@hotmail.com

Essa linda gatinha tricolor se chama Pipoca, foi resgatada em abril, castrada e testada para fiv/felv. Ela está em uma ONG no Rio de Janeiro e aguarda adoção.

Pipoca tinha uma madrinha que a ajudava mensalmente, além de ter pago sua castração e exames, mas desde o final do ano passado ela perdeu a ajuda por problemas financeiros.😞

Quem puder apadrinhar ou amadrinhar a Pipoca até que ela seja adotada entre em contato com a Cristina pelo e-mail psicologa-holistica@hotmail.com

Abrigo despejado de imóvel no Rio de Janeiro pede socorro para animais

Despejados, na última sexta-feira, do imóvel onde funcionava a ONG Amor aos Animais das Comunidades, no Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, cerca de 60 animais, entre cães e gatos, estão vivendo, desde segunda-feira, em uma tenda na calçada da Rua Marquês de Abrantes 142. Muitos deles são filhotes. O projeto vive de doações.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

O responsável pela ONG, Joelson Torres, clama por um abrigo para os animais, mas que o local seja pela Zona Sul da cidade, que é onde acontece feira de adoção do abrigo.

“Nós já recebemos proposta de abrigos em outros municípios, mas são longe do Rio, e não temos carro para transportar todos os animais para lá e depois trazer pro Flamengo para ficarem na tenda de adoção. Eles precisam urgente de um local para dormir”, apela Joelson.

O projeto estava desde agosto do ano passado na Rua Farani 14, em Botafogo, na Zona Sul, mas, devido à superlotação de animais, os proprietários entraram na justiça e conseguiram o despejo da ONG na última sexta-feira.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

E a mudança não foi fácil. “Levamos os animais numa carroça. Gaiolas, remédios, colchões. Levar 60 animais para rua não foi fácil, alguns estavam doentes e em tratamentos”, contou a coordenadora do projeto, Anna Buccino.

Desde 2014, o projeto resgata cães e gatos abandonados em favelas como Morro do Alemão, na Zona Norte; Morro Azul, no Flamengo; e Cidade de Deus, na Zona Oeste. Ao todo, 1.507 animais já foram adotados através do projeto.

A voluntária do projeto, Carla Zacconi, destaca a importância da ONG. Segundo ela, a Amor aos Animais das Comunidades já ajudou a conseguir um lar não só para filhotes, mas também para animais adultos, deficientes, maltratados, entre outros casos.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

“Já vi um cachorro maltratado deixando a campanha em carro de luxo com motorista particular, rumo à casa com piscina. Vi também um labrador lindíssimo, abandonado na estação do Metrô Flamengo, agonizando com cinomose, ser cuidado pelo Joelson com ajuda de voluntários. E, mesmo com sequela da doença, ele foi adotado por uma dentista”, lembra Carla.

“Finais felizes como esses ajudam os voluntários a renovar sua fé no projeto, ajudando a superar muitos momentos de angústia, como o pequeno número de colaboradores, a falta de remédios e, agora, a falta de um teto para abrigar essa turminha alegre, inocente e carente”, ressalta a voluntária.

Quem quiser ajudar e saber mais sobre o projeto é só acessar a página da ONG no Facebook.

Foto: Fernanda Dias/Agencia O Dia

Fonte: O Dia

Tartaruga é encontrada morta por turistas em praia de Cabo Frio (RJ)

Uma tartaruga foi encontrada morta por turistas na orla da Praia de Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. O animal media cerca de 1 metro de comprimento.

Foto: Pedro Belfort/Arquivo Pessoal

O turista do Rio de Janeiro, Pedro Belfort, foi quem encontrou a tartaruga. Ele afirma que estava na praia com a família quando começaram a sentir um cheiro forte que parecia ser de um animal morto. Foi então que ele avistou a tartaruga na beira da água. Segundo ele, um vendedor de picolé entrou na água e retirou o animal do local com receio de que o corpo atraísse predadores. As informações são do portal G1.

Em seguida, Pedro acionou o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Campos. “Lembramos de uma placa no condomínio vizinho, com um telefone para o caso de encontrar animal morto ou encalhado na praia. Quando ligamos, era de um projeto de monitoramento de praias”, disse.

Poucos minutos depois, uma equipe chegou ao local para remover o corpo da tartaruga e levá-lo para análise em laboratório. “Pessoas que estavam na praia ajudaram na remoção do animal. […] tinham senso de coletividade”, comentou.

Ao encontrar animais mortos ou encalhados em praias da região, a pessoa deve acionar o projeto de monitoramento de praias através do telefone 0800 026 2828.

Protetora morre e mais de 40 animais ficam desamparados no RJ

Uma protetora de animais do Rio de Janeiro morreu. Ela não tem qualquer família e, com isso, os animais que ela tutelava ficaram desamparados. Ela acolhia cerca de 21 cães, sendo 3 filhotes e de 20 a 25 gatos, que estão em situação crítica, pois a casa era alugada e o proprietário quer acesso ao imóvel e está ameaçando “dar um jeito” nos animais.

Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa

Vizinhos estão se unindo para colocar água e comida para os animais, mas é necessário dar um destino a eles. Já entraram em contato com a central 1746, que deu prazo de 21 dias para dar alguma resposta ao pedido.

Infelizmente, sabemos que o abrigo municipal está lotado, mas os animais não podem ficar onde estão. Sabemos que os abrigos e ONGs também estão lotados. O responsável pelo caso é o Alexandre, telefone para contato: (21) 99678-9650.

Os animais precisam de adoção, se você não puder adotar, por favor, divulgue o caso, precisamos pressionar as autoridades para encontrar uma solução.

Moradores denunciam que universidade soterrou animais em demolição

Moradores da Ilha do Fundão, que tiveram imóveis demolidos na última terça-feira (22), denunciaram a UFRJ por soterrar animais. Randel Silva e Chris Neri, do Centro de Reabilitação Pata Amiga, estiveram no local. Eles contam que os moradores não tiveram tempo de pegar os animais.

Foto: Subsecretaria de Bem-Estar Animal

“Corri para o local, mas, quando cheguei, já era tarde, estava tudo no chão”, disse ao G1 o vereador Luiz Carlos Ramos Filho. “Ainda conseguimos resgatar um animal, mas os moradores dizem que havia outros sob os escombros. Foi uma ação muito truculenta”, completou.

A UFRJ afirma que cumpriu ordem judicial para desocupação dos imóveis, localizados na Praia do Mangue, e que retirou os animais antes da demolição. “Foram três cães e dois gatos. Outros estavam soltos”, disse.

Maus-tratos a animais é crime. A Lei 4.731/2008 pune a prática com detenção de três meses a um ano, além de multa no valor de R$ 3.608,24.

No Rio de Janeiro, denúncias podem ser feitas através da Linha Verde, nos telefones 2253-1177 e 0300 253 1177 ou pelo app Disque Denúncia RJ. O programa registrou 4.020 relatos de maus-tratos em 2018 e 3.104 em 2017.

A central 1746 também recebe denúncias e pedidos de resgate de animais.