Vereadores aprovam projeto que proíbe carroças em vias de Lajeado (RS)

Um projeto de lei (PL) que proíbe a circulação de carroças, charretes e similares em algumas das principais vias de Lajeado (RS) foi aprovado pela Câmara de Vereadores. A proposta determina ainda a redução gradual do uso desses veículos. O PL segue agora para análise do prefeito, que decidirá pela sanção ou pelo veto.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

De autoria dos vereadores Antônio Marcos Schefer (MDB), Carlos Eduardo Ranzi (MDB), Eder Spohr (MDB), Neca Dalmoro (PDT) e Waldir Blau (MDB), a medida proíbe o tráfego de veículos de tração animal nas seguintes vias: Avenida Senador Alberto Pasqualini, Avenida Benjamin Constant, Avenida Avelino Tallini, Avenida Alberto Müller, Avenida Amazonas, Rua Bento Gonçalves, Rua Julio de Castilhos, Rua João Abott e Rua 17 de Dezembro.

“Vimos este projeto entrando na câmara e nos interessamos no sentido de dar apoio, pois outros municípios gaúchos vêm tratando este tema”, disse a médica veterinária Fernanda Bonaldo Fett, que assistiu a votação, assim como a presidente da ONG Apama, Ana Rita Silva Azambuja, que contou que “é muito triste e muito cruel para os animais que vivem sob esforços absurdos, muitas vezes sem vacina, sem alimentos e sem água”. As informações são do Grupo Independente.

Ranzi, um dos autores do projeto, solicitou ainda que a prefeitura disponibilize local para receber animais de porte grande. “Temos que aguardar um movimento da prefeitura na criação de um espaço para daí sim conseguirmos avançar no recolhimento desses animais”, disse o parlamentar. Atualmente, as ONGs resgatam esses animais.

Fernanda sugeriu que os veículos de tração animal sejam substituídos por uma espécie de bicicleta acoplada ao veículo e que a prefeitura incentive outras formas de renda para as pessoas que dependem de carroças e similares para sobreviver. “É uma ideia para o carroceiro, para facilitar a vida dele, pois não terá mais de alimentar e cuidar do animal”, explicou Fernanda.

Vereadores elogiaram o projeto. Um deles, Adi Cerutti (PSD), aproveitou a situação para fazer uma crítica aos parlamentares que votaram contra uma proposta, de autoria de Cerutti, que proibia o uso de fogos de artifício que provocam ruído. O PL tinha o intuito de proteger os animais, que sofrem com o barulho dos explosivos, inclusive havendo casos de óbito causados por parada cardíaca. “Tantos que hoje assinam este votaram contra o meu. Poderíamos ter sido exemplo”, criticou.


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Homem mata gato e fere cães com rojão no interior do Rio Grande do Sul

Um gato foi morto e cachorros ficaram feridos após serem vítimas de maus-tratos no município de Portão, no Rio Grande do Sul. O caso aconteceu no bairro Jardim Riva e os animais foram atingidos por um rojão.

Foto: Pixabay

A situação foi descoberta após vizinhos fazerem denúncias recorrentes que indicavam que um homem utilizava fogos de artifício, de maneira rotineira, para intimidar animais dos vizinhos. Ele arremessava aleatoriamente rojões em direção aos quintais da vizinhança para assustar cães e gatos. As informações são do Jornal VS.

“Ocorre que durante a instrução do feito, uma mera contravenção penal de perturbação da tranquilidade acabou evoluindo para crime de maus-tratos a animais, pois em uma de suas investidas, o investigado acabou matando um gato e ferindo cães de um determinado vizinho. Ele foi morto após a explosão de um rojão”, explicou o delegado Martins Júnior.

“O crime foi inclusive filmado, tendo o investigado alegado que se incomodava com os ruídos dos animais e que os fogos de artifício utilizados seriam uma represália”, completou Martins Júnior. Após a conclusão, o inquérito foi encaminhado para ao poder Judiciário, para análise do Ministério Público.


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Tucanos são encontrados mortos e suspeita é de eletrocussão em rede elétrica

Dois tucanos foram encontrados mortos na quarta-feira (31) em Lajeado, no Rio Grande do Sul. Os animais silvestres foram localizados por um homem que limpava o muro de uma casa no bairro Americano, onde o caso aconteceu.

Foto: Reprodução/Grupo Independente.

“Ouvi um estrondo e depois as aves caindo no chão”, disse o homem  ao Grupo Independente.

Após o proprietário do imóvel avisar a prefeitura sobre o caso, os corpos das aves foram retirados do local e levados para a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), que depois os encaminhou ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Diretor do CCZ, Renan Augusto Mallmann acredita que as aves estivessem em fase de acasalamento. A presença de tucanos na região, que fica nas proximidades do Parque Engenho, é frequente.

O local é abastecido pela concessionária de energia elétrica RGE, que informou que está apurando o caso.

Devido às circunstâncias da morte dos animais, o homem que viu as aves caindo ao chão e o secretário de Meio Ambiente, Luis André Benoitt, suspeitam que a causa da morte tenha sido um choque elétrico.


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Cordeiros órfãos são adotados por cadela em Uruguaiana (RS)

Uma cadela adotou quatro cordeiros órfãos em uma fazenda em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Os filhotes foram abandonados pelas mães, mas encontraram carinho e aconchego na cadela.

“Nunca tinha visto isso”, contou ao G1 o capataz Luís Alexandre Abreu Alves, de 42 anos. “Até gravei em vídeo porque me chamou a atenção”, completou.

Foto: Luís Alexandre Abreu Alves/arquivo pessoal

De acordo com Alves, os filhotes foram abandonados porque nasceram gêmeos e os mais fracos costumam ficar para trás. “Eu recolho e acabo ficando com eles”, disse o funcionário da propriedade.

Acostumada a conviver com cordeiros, a cadela Lassie logo se aproximou dos filhotes. “Comecei dar leite, ela começou a se chegar, foi lambendo eles, foi deitando com eles. Um deles começou a procurar ela para mamar, e assim começou”, contou Alves.

Os filhotes fazem movimento de mamar ao procurar a cadela, mas são alimentados através de mamadeiras dadas pelo capataz.

“É um instinto que cães e gatos vêm demonstrando cada vez mais, principalmente cadelas, que adotam essa outra espécie, e acabam, muitas vezes, até produzindo leite, se há estímulo das outras mamadas”, afirma o veterinário João Pereira Júnior, diretor do Sindicato Médico Veterinário do Rio Grande do Sul. Essa alimentação, no entanto, não é adequada, segundo o especialista.

De acordo com o veterinário, o nascimento de gêmeos entre os ovinos é comum e se torna ainda mais frequente por causa das técnicas utilizadas por produtores rurais. O abandono dos filhotes pela mãe também é normal, segundo Júnior.

“Muitas vezes os cordeiros não nascem com peso adequado, se não mamam nas primeiras horas o colostro [leite produzido nos primeiros dias de amamentação], eles ficam mais fracos e ficam pra trás”, comentou.

“Um fica mais esperto e forte, mama o colostro, fica mais forte e a mãe muitas vezes abandona por isso, por sentir que o outro vai morrer, e acaba deixando, para proteger o mais forte”, acrescentou.


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MP pede prazo maior para dar parecer sobre casinhas de cães comunitários em Porto Alegre (RS)

O Ministério Público participou, na terça-feira (23), de uma audiência sobre as casinhas de cachorros comunitários colocadas em uma calçada no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre (RS), e pediu mais 72 horas de prazo para emitir parecer sobre o caso.

Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

Os abrigos foram colocados em frente ao condomínio Tulipa, em 2016, e estão sendo mantidos no local graças a uma liminar que impede a prefeitura de realizar a remoção das casinhas, conforme pretendia, enquanto a Justiça não emitir uma decisão definitiva. As informações são do portal Correio do Povo.

Durante a audiência, a promotora Lucilene Falcetta, da Promotoria Cível e Fazendária, pediu vista dos autos. O MP alega que o processo é eletrônico e ainda não está disponível para o órgão. Na oitiva de testemunhas, foram ouvidas seis pessoas, que representam os interesses de quem defende a retirada das casinhas e de quem é a favor da manutenção delas. A audiência foi realizada na 10ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre.

Ao final da audiência, a Procuradoria-Geral do Município (PGM) emitiu nota por meio da qual afirmou que as casinhas colocadas na calçada não estão respaldadas por nenhuma lei. O advogado Cauê Vieira, representante do Movimento Gaúcho de Defesa Animal (MGDA), argumenta que “há incoerência do município em querer retirar as acomodações sem oferecer abrigo aos animais comunitários”.

A prefeitura havia dado 7 dias para a retirada das casinhas após receber denúncias de moradores incomodados com a presença dos cães. A determinação,  no entanto, foi suspensa por uma decisão judicial.

A secretária estadual do Trabalho e Assistência Social, Regina Becker, que é ex-primeira-dama e ex-secretária dos Direitos Animais em Porto Alegre, disse na época que as casinhas foram reduzidas a uma questão pontual e que a defesa da causa é muito mais ampla. Regina lembrou ainda que patinetes, bicicletas, bancas de chaveiro e balcões de fruteiras, por exemplo, também são encontrados nas calçadas, embora na visão do prefeito Nelson Marchezan apenas os abrigos dos cachorros sejam considerados um problema.

“Ele atribuiu o incômodo à questão de os cães transmitirem doenças, não serem castrados, vacinados, o que é uma visão distorcida e equivocada. A realidade ele desconhece totalmente. Estranho o fato de as equipes não terem instruído ele de como as coisas funcionam”, disse Regina.


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Cachorro é resgatado após ser encontrado com orelha decepada no RS

Um cachorro foi encontrado com a orelha esquerda decepada e ferimentos pelo corpo em Araricá (RS). O animal foi resgatado por uma ONG de proteção animal na última sexta-feira (12), mas o casos só foi denunciado à polícia três dias depois.

Foto: Reprodução / Jornal Repercussão

O tutor do animal pediu que o cachorro fosse devolvido, mas a ONG se negou a entregar o animal devido ao histórico de maus-tratos.

Voluntária da ONG SOS Animais, Kelly Emarine, esteve no local para ajudar o cachorro após o caso repercutir na internet. Luck foi encontrado no bairro Canoa.

“Quando encontramos o Luck, ele estava em um terreno baldio, muito sujo, com centenas de carrapatos, muitas bolas de pelo, e uma orelha completamente comida por larvas que já estavam comendo seu ouvido interno e sua cabeça. Além de um cheiro forte de carne podre”, relata Kelly, em entrevista ao Jornal Repercussão.

“O antigo tutor se apresentou e entrou em contato conosco, com uma postura bem agressiva, reivindicando a tutela do animal. Eu pessoalmente me neguei a devolvê-lo, devido à negligência nítida com a qual o animal foi tratado”, completou.

Luck recebeu cuidados veterinários e já apresenta melhora, tendo inclusive voltado a se alimentar.


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ONG pede ajuda para cadela que sofreu mutilações ao ser brutalmente agredida

A Associação Protetora dos Animais de Teutônia (Apante), com sede em Teutônia (RS), resgatou a cadela Nina, de cerca de 3 anos, precisa de ajuda para que a entidade consiga arcar com os gastos do tratamento veterinário dela. A cadela foi brutalmente agredida e teve uma das patas e parte do rabo mutilados.

Foto: Reprodução / Jornal A Hora

O animal foi espancado por criminosos durante um furto a uma residência no bairro Canabarro. As informações são do Jornal A Hora.

A ONG afirmou que Nina tem se recuperado bem, recebe carinho no lar temporário e demonstra ter vontade de viver. “Ela retirou os pontos da perna na segunda-feira, restando apenas os do rabo”, comenta a voluntária Aline Taís Wiebusch.

A cadela ainda está tomando remédios e o tratamento dela já ultrapassou os R$ 3 mil. Inicialmente, os gastos chegaram a R$ 2,8 mil. No entanto, os voluntários já desembolsaram mais R$ 865 para pagar uma transfusão sanguínea, medicamentos e curativos.

Os criminosos agrediram Nina de forma brutal quando entraram numa casa, no dia 28 de junho, para furtar um forno elétrico e um micro-ondas. Apenas no dia seguinte, quando os tutores da cadela voltaram para casa, a agressão foi descoberta, o que fez com que Nina tenha sofrido por horas até ser socorrida.


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Retirada de casinhas de cães comunitários é suspensa pela Justiça em Porto Alegre (RS)

A retirada de três casinhas de cães comunitários, determinada pela Prefeitura de Porto Alegre (RS), foi suspensa pela Justiça na última quarta-feira (10). Os abrigos para os animais foram colocados por moradores em uma calçada na rua Ângelo Crivelaro, no bairro Jardim do Salso.

Foto: Reprodução/RBS TV

A prefeitura havia determinado, na sexta-feira (5), um prazo de sete dias corridos para o condomínio Tulipa retirar as casinhas da calçada. No entanto, o juiz Eugênio Couto Terra atendeu a um pedido do Movimento Gaúcho de Defesa Animal, que defende a permanência das casinhas para animais em situação de rua, e suspendeu a retirada dos abrigos.

Uma audiência entre as partes foi marcada para o dia 23 de julho. Na data, a prefeitura e a ONG poderão apresentar seus motivos para, respectivamente, defender a retirada e a manutenção das casinhas. A decisão sobre o pedido de liminar deve ser apresentada durante a audiência. Até que a decisão seja proferida, a ordem de remoção dos abrigos está suspensa.

A assessoria da Procuradoria-Geral do Município (PGM) informou que a prefeitura foi citada e intimada pela 10ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre e que irá comparecer à audiência. As informações são do G1.

As casinhas foram colocadas em frente ao condomínio por moradores do bairro. De acordo com a síndica do prédio, esses moradores alimentam os animais, oferecem água e limpam os abrigos. Segundo ela, as casinhas não atrapalham o trânsito de pedestres.

Foto: Reprodução/RBS TV

A ordem de despejo emitida pela prefeitura, no entanto, foi realizada após alguns vizinhos acionarem à administração municipal. O condomínio, porém, recorreu da decisão. O recurso foi analisado e o município manteve a ordem de retirada dos objetos com base em uma legislação municipal que impede a instalação de equipamentos, elementos construtivos e outros em logradouros e passeios públicos para assegurar o direito de livre circulação de pedestres.

Apesar da lei municipal, na esfera estadual foi aprovada, neste ano, uma lei que permite que os moradores coloquem casinhas comunitárias na rua para abrigar animais, desde que elas não atrapalhem os pedestres e os motoristas.

Ao ser notificada sobre a decisão judicial, a Prefeitura de Porto Alegre reafirmou sua insensibilidade diante do sofrimento dos animais desabrigados, reforçando a ideia de retirar as casinhas da calçada, e sugeriu que o melhor para os cães é “viver com uma família”, mas sem tomar qualquer iniciativa para retirar os cachorros da ruas e encaminhá-los à adoção.


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Cães, porcos e bois são encontrados em situação de maus-tratos no RS

Uma vistoria feita pela Associação Riograndense de Proteção aos Animais (ARPA) levou a um flagrante de maus-tratos a animais em Boa Vista do Sul, no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação

Porcos, bois e cachorros foram encontrados em situação de desnutrição em uma propriedade localizada na Linha David Canabarro. As informações são do portal Leouve.

De acordo com Jorge Acco, fiscal da ARPA, os responsáveis pelos animais responderão pela prática de crime ambiental devido aos maus-tratos flagrados.

Os animais receberão tratamento, que será ofertado pela associação, em parceria com a Prefeitura de Boa Vista do Sul. O local seguirá sendo acompanhado de perto para que os maus-tratos não se repitam.

Foto: Divulgação


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Mais de 25 cães e gatos são mortos em uma semana em Campo Novo (RS)

Na última semana, foram encontrados 28 animais, entre cachorros e gatos, mortos na cidade de Campo Novo, no Rio Grande do Sul. Seis deles foram mortos na última quinta-feira (27). O caso, que revoltou a população, está sendo investigado pela Polícia Civil.

Foto: Pixabay

Há um suspeito de ter praticado a matança, segundo o delegado de Polícia Vilmar Schaefer. “Estamos dando prioridade para este caso, pois existe a efetiva possibilidade que tenha sido utilizado o pesticida estricnina, que é altamente tóxico e tem sua venda proibida”, disse ao portal Correio do Povo. “Se for confirmada que a morte é em decorrência do uso de estricnina, nota-se que é um psicopata que está fazendo isso”, completou.

De acordo com Schaefer, se o envenenamento for comprovado, o criminoso seja indiciado pelo crime de maus-tratos a animais, com pena de detenção de até um ano, além de multa. Em caso de morte do animal, a penalidade pode aumentar de um sexto a um terço.

Um laudo pericial sobre a morte de um dos cães está sendo elaborado pelo laboratório da Unijuí, em Ijuí, segundo o secretário do Meio Ambiente de Campo Novo, Leandro Dorneles. “O resultado dos exames deve ser conhecido na próxima semana”, afirmou.

A presidente da ONG Olhos que Falam, de Campo Novo, Tamara Correa Gonzatto, espera que o trabalho da polícia evite novas mortes. Segundo ela, animais em situação de rua e outros, que possuem lares, foram mortos. “É inadmissível que pessoas façam uma coisa dessas”, disse Tamara.


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