Cachorro que era levado por enxurrada é resgatado no Tocantins

Chuvas fortes na região norte do Tocantins fizeram com que rios transbordassem nesta sexta-feira (5). Durante a enchente, um morador de Riachinho salvou um cachorro que estava sendo levado pela enxurrada. Um vídeo mostra o momento exato do resgate próximo da zona rural da cidade.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

As imagens foram feitas por moradores depois que a cheia do balneário Cai d’água deixou uma estrada completamente interditada. A gravação mostra o animal tendo dificuldade ao nadar devido à correnteza da água. Dois homens vão na direção do cão, que é retirado e levado para um local seguro.

Moradores de Araguanã também tiveram prejuízos após uma tempestade na região. Pelo menos 12 pessoas foram alojadas em uma casa da Prefeitura da cidade que tem dois cômodos. Eles tiveram que sair de onde moram rapidamente por causa da enchente.

A Defesa Civil emitiu um alerta de alagamento para os moradores da região. Segundo o órgão, o rio Lontra alcançou 8 metros acima do nível normal.

“Meu maior medo é estar dormindo e quando acordar a água já estar tomando conta de tudo”, disse a dona de casa Odilene Sousa, que divide a casa com as famílias atingidas.

Fonte: G1

Cachorro é abandonado às margens de rio com patas amarradas em SC

Um cachorro foi abandonado no último domingo (31) às margens do Rio Tubarão, entre Capivari de Baixo e Tubarão, ao Sul do estado de Santa Catarina.

Foto: Polícia Ambiental/ Divulgação

O animal, da raça boxer, estava com as patas traseiras amarradas com uma corda e corria risco de morte. As informações são do portal G1.

De acordo com a Polícia Militar Ambiental (PMA), o cachorro foi encontrado por voluntários durante uma ação de limpeza do rio. As testemunhas afirmam que ele estava com quase todo o corpo dentro da água.

Após o animal ser localizado, a polícia foi acionada. Chegando ao local, os policiais auxiliariam no resgate do animal, que foi retirado da água e levado em um pequeno barco até o local onde estavam outros participantes da ação de limpeza.

O cachorro foi alimentado e também recebeu água. O abandono comoveu um professor que participava da iniciativa e que, segundo a polícia, decidiu adotar o animal.

Foto: Polícia Ambiental/ Divulgação

Ameaçados de extinção, 12 peixes-bois são devolvidos à natureza no AM

Doze peixes-bois da Amazônia foram devolvidos à natureza na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, nas proximidades do município de Beruri, a 173 quilômetros de Manaus, no Amazonas. A espécie corre o risco de ser extinta.

A soltura desses animais, realizada no último final de semana, foi a maior já realizada na história,segundo o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). O trabalho foi realizado em uma parceria entre o Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia (Ampa) e o Museu na Floresta. As informações são do G1.

Foto: Ive Rylo/G1 AM

Os peixes-bois soltos foram vítimas da caça ou da captura acidental, por meio de redes de pesca, de acordo com o biólogo responsável pelo Programa de Reintrodução de Peixes-bois, Diogo de Souza. Eles têm idades entre três e 16 anos, pesam aproximadamente 120 kg e medem, em média, dois metros de comprimento. São sete fêmeas e cinco machos.

“Os filhotes resgatados são reabilitados no Inpa em tanques de fibra. Geralmente, eles perdem a mãe para a caça ou são pegos em redes de pesca”, disse o biólogo.

A pesquisadora Vera da Silva, coordenadora do projeto, lembrou que o Programa de Reintrodução é essencial para a conservação da espécie, que está ameaçada.

“Eles são animais dóceis e com movimentos lentos, por isso acabam sendo alvos para a caça. Para restabelecer a população dessa espécie, que é muito importante para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos, a Ampa e o Inpa realizam o Programa de Reintrodução de Peixes-Bois há dez anos”, explicou.

O Inpa já reintroduziu aos rios da Amazônia 23 peixes-bois. Desde 2016, as solturas são feitas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, no baixo rio Purus, no qual as comunidades são parceiras do programa. A última soltura foi realizada em abril de 2018 e dez animais, sendo cinco machos e cinco fêmeas, foram reintroduzidos à natureza.

Foto: Divulgação/AMPA

“Nossa ideia é levar de maneira recorde 12 animais de uma só vez. O sucesso das solturas passadas com os animais se readaptando muito bem à natureza nos permitiu acelerar o processo”, ressaltou o responsável pelo programa.

O Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia é patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental e executado pela Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa). Tem ainda como parceiro o Projeto Museu na Floresta – uma cooperação com a Universidade de Kyoto, no Japão, e o apoio do Aquário de São Paulo.

Reabilitação e readaptação

Após o processo de reabilitação ser finalizado, os peixes-bois iniciam a readaptação, na etapa de semicativeiro em uma fazenda de piscicultura em Manacapuru. Essa segunda fase tem duração de um ano. Ao fim dela, os animais são soltos.

Souza explica que na área de soltura, a várzea da Reserva Piagaçu-Purus, os peixes-bois se alimentam sozinhos. “Eles comem por dia o equivalente a cerca de 10% do seu peso e no cativeiro, em Manaus, são alimentados prioritariamente com vegetais cultivados e capim membeca. Na Reserva, estes animais terão uma diversidade na dieta de mais de 60 espécies de plantas aquáticas”, disse.

“Os animais estão em boas condições de saúde, com peso e tamanho adequados”, afirmou Diogo Souza. “E destes doze animais, cinco receberão os cintos transmissores para monitoramento pós-soltura”, acrescentou o biólogo ao explicar que os outros sete animais serão soltos diretamente na natureza e não terão monitoramento devido ao sucesso na adaptação de outros peixes-bois que já foram reintroduzidos.

Cães buscam abrigo em loja refrigerada para fugir do calor

Foto: Quezia Narciso/ Arquivo Pessoal

A foto de dois cãezinhos deitados tranquilamente dentro de uma loja de calçados viralizou nas redes sociais e revelou uma linda história de compaixão e solidariedade. A loja fica localizada no Centro de Cabo Frio, na Região dos Lagos do RJ e um dos principais destinos turísticos do estado.

A imagem foi registrada na última quinta-feira (13), quando os termômetros da cidade marcavam 31º. A moradora Quezia Narciso flagrou a cena inusitada e a compartilhou em seu perfil no Facebook. A foto já alcançou cerca de 1,5 mil reações positivas e quase 900 compartilhamentos.

A postagem já reúne cerca de 500 comentários elogiando a atitude compassiva da loja. “Parabéns a quem deixou que os cachorrinhos ficassem ali se refrescando no ar condicionados! Deus abençoe a todos dessa loja”, disse uma internauta.

Segundo um funcionário da loja, a presença dos animais não é um incômodo para os clientes, que na maioria das vezes elogia e agradece à loja pelo gesto solidário. “É um ato de amor, seja com os bichinhos ou com os seres humano também. É o que falta no mundo”, disse.

Quezia decidiu compartilhar a imagem porque acredita que gestos assim são capazes de trazer alento e esperança. “Foi uma atitude ousada e, ao mesmo tempo, de amor aos animais. Para eles (funcionários da loja), não havia problema algum eles estarem ali, mesmo sendo de rua. Gestos assim nos mostram que nem está tudo perdido. Ainda existem pessoas de bem na nossa sociedade”, afirmou.

O sucesso da loja refrigerada foi tanto que um terceiro cãozinho decidiu visitar o local para aproveitar o ar refrigerado. “Veio um diferente, acho que eles avisaram que aqui era fresquinho”, descontraiu o funcionário da loja.

Cavalo morto aparece boiando no Rio São Francisco em Sergipe

Um cavalo foi encontrado morto em Ilha das Flores, município de Sergipe, na segunda-feira (18). O corpo do animal foi visto boiando sobre as águas do Rio São Francisco. Imagens feitas por um morador da região registraram a situação do cavalo.

(Foto: Reprodução / YouTube)

O secretário de Administração do município, Rodrigo Ataíde, afirmou que o corpo do cavalo foi carregado pela maré do rio e acabou encalhando na orla de Ilha das Flores. Não se sabe qual é a origem do animal.

“Eu considero essa questão como algo da natureza. O cavalo não é de Ilha das Flores. Nós não sabemos sua origem”, explicou. As informações são do portal Infonet.

Rodrigo explicou ainda que a Secretaria de Obras de Ilha das Flores foi alertada sobre o caso. “É importante também saber que há uma logística para a retirada do corpo do animal. O pessoal da Secretaria de Obras terá que esperar a maré baixar para fazer a remoção do animal”, disse.