Ameaçados de extinção, cachorros-vinagre morrem atropelados em MS

Raros e ameaçados de extinção, dois cachorros-vinagre morreram após serem atropelados por um veículo na BR-262, no trecho entre os municípios de Aquidauana e Miranda, no Mato Grosso do Sul. O acidente aconteceu no sábado (10).

(Foto: Divulgação/Projeto Bandeiras e Rodovias)

Outros dois cachorros-vinagre, um filhote e um adulto, provavelmente da mesma família, foram encontrados próximo ao local do acidente por uma equipe do Projeto Bandeiras e Rodovias, que monitora atropelamentos de tamanduás-bandeira e outras espécies nas rodovias.

Mário Alves, representante do projeto, explica que há fazendas na região, o que ameaça o desenvolvimento dos animais. As informações são do portal G1.

A espécie é encontrada na América do Sul e em praticamente todas as regiões do Brasil, com exceção do Bioma Caatinga. No entanto, a aparição do animal é rara, já que ele está ameaçado de extinção.

Predominante marrom-avermelhada, o cachorro-vinagre pesa cerca de 5 kg e é bom nadador. Ele vive em gupos que podem variar de dois a 12 animais, nos quais apenas o casal dominante reproduz.


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‘Muita crueldade’, diz motorista após adotar cadela abandonada em rodovia

O abandono de uma cadela em uma rodovia do estado de São Paulo emocionou um motorista, que decidiu parar e resgatar o animal. O caso aconteceu em um trevo na Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Matão (SP).

“Eu acho que não tem explicação, ela só precisa de carinho e nada mais”, disse ao G1 Osmar Aparecido Fabre, que, após o resgate, acabou adotando a cadela.

Foto: Osmar Aparecido Fabre/Arquivo pessoal

Fabre encontrou o animal na segunda-feira (29), mas o caso só foi divulgado na quarta (31) quando um amigo dele publicou em rede social o vídeo que o motorista fez no momento do resgate. A publicação repercutiu e alcançou mais de 900 mil visualizações e 29 mil compartilhamentos.

O motorista dirigia em direção ao trabalho quando viu uma casinha na margem da rodovia. Ao parar para verificar do que se tratava, encontrou a cadela. “Era recente, não tinha orvalho na casinha. Então deixaram e eu passei bem na hora”, contou.

Fabre foi para o trabalho e, ao chegar na empresa, comentou com seu encarregado sobre o caso. O funcionário se solidarizou com a situação e emprestou um veículo para que a cadela fosse salva.

“Quando eu cheguei ela estava na grama do lado, me viu e entrou na casinha. Ela tremia bastante e em nenhum momento deixou a casinha”, disse.

Após ser adotada, a cadela ganhou o nome de Nina. Ela tem cerca de um ano e agora faz companhia para Neguinha, de 11 anos, que até então era o único animal tutelado por Fabre, que mora em um sítio no qual é caseiro.

“No começo elas não se deram muito bem, deu uma briguinha, mas logo elas se acostumam. Os animais entendem a necessidade do outro mais que a gente”, afirmou.

Nina está se alimentando bem e já se soltou, deixando no passado a timidez que demonstrou durante o resgate. “Eu nunca fiz esse tipo de boa ação, mas eu vi aquilo e achei demais, muita crueldade. Agora eu sinto alívio, fé e vontade de fazer mais ainda por ela”, contou o caseiro, emocionado.

Abandono é crime

Abandonar animal é crime previsto na lei nº 9.605/98, e tem como pena detenção de 3 meses a um ano e multa. Se o animal morrer, a pena pode ser aumentada de um sexto a um terço.

No ano passado, um projeto que aumenta a pena para o crime para até quatro anos foi aprovado pelo Senado, com possibilidade de ser acrescido um terço em caso de morte do animal. O texto tramita atualmente na Câmara dos Deputados.


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Ameaçado de extinção, lobo-guará morre após atropelamento no RJ

Um lobo-guará foi encontrado morto no domingo (4) às margens da RJ-106, a Rodovia Amaral Peixoto, em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro. Vítima de atropelamento, o animal pertence a uma espécie ameaçada de extinção.

O lobo foi encontrado pela Guarda Ambiental no km 155 da rodovia. Acionado pelos guardas, um biólogo do Parque Natural Municipal Atalaia, com sede em Macaé (RJ), esteve no local para analisar o corpo do animal e encaminhar amostras para o Laboratório de Zoologia do Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Sócio-Ambiental de Macaé (Nupem) da UFRJ.

Foto: Alexandre Bezerra/Parque Natural Municipal Atalaia

O biólogo Alexandre Bezerra, chefe do parque, afirmou que o lobo tinha cerca de um metro e meio de comprimento, contando com a cauda. As informações são do G1.

De acordo com o profissional, esta foi a primeira vez que a presença de um lobo-guará foi registrada em Rio das Ostras. A população da espécie, ainda segundo Bezerra, está sendo estudada por especialistas do Nupem.

“É importante que as pessoas saibam que existem esses animais na nossa região pra que tenham atenção também na estrada porque pode causar graves acidentes”, disse o biólogo.

Não há placas de sinalização indicando a presença de animais silvestres no trecho da rodovia em que o atropelamento foi registrado.

De acordo com a prefeitura, a situação é atípica e a instalação da placa de sinalização está sendo providenciada. Ao ser questionada sobre a construção de travessias subterrâneas para que os animais possam transitar em segurança, a administração municipal afirmou que está em contato com o Governo do Estado para que as medidas necessárias sejam avaliadas.


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Jaguaritica é encontrada morta às margens de rodovia em SC

Uma jaguatirica foi encontrada morta às margens da BR-282, em Irani (SC), na terça-feira (3). A suspeita é de que ela tenha sido atropelada.

Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação

De acordo com a Polícia Militar Ambiental, o animal tinha sinais de atropelamento pelo corpo e pesava aproximadamente 14 quilos. As informações são do G1.

O corpo estava em estado avançado de decomposição. Estima-se que a jaguatirica tenha morrido há pelo menos cinco dias.

Atropelamentos envolvendo animais são comuns na região, de acordo com a polícia. Isso se deve à falta de corredores ecológicos e passagens de fauna para proteger esses animais. Falta, também, sinalização que indique a presença de animais.

Ameaçada de extinção, a jaguatirica é pouco vista na região. Animal noturno, como a maior parte dos felinos, ela dorme pela manhã e caça à noite. É possível, no entanto, encontrá-la caçando durante o dia também.

Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação


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Cachorrinha é abandonada acorrentada à beira de rodovia movimentada

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

A cadelinha em situação de rua descrita como mista de pastor alemão estava no acostamento de uma rodovia de quatro pistas repleta de carros. Se ela desse apenas um passo em direção à estrada, seria atingida.

Quando Ashli Garza notou a cachorrinha no acostamento da rodovia ela estava dirigindo rumo a uma reunião de trabalho em Mission, Texas (EUA), na terça-feira – e se viu pisando no freio bruscamente.

“Eu não tinha muita certeza do que iria fazer, porque há muitos cães abandonados por aqui, e nem todos são fáceis de serem encontrados porque estão acostumados a ser enxotados ou mal tratados”, disse Garza, uma protetora independente do Texas (EUA) ao The Dodo.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

“Meu pensamento inicial foi tirar uma foto antes de ela fugir – nós temos uma página no Facebook local para cães perdidos e achados. Então eu parei o carro e abri a porta – mas ela veio até mim, então eu soube que ela era amigável. ”

A cachorra estava coberto de lama e sujeira e Garza viu então, a enorme e pesada corrente enferrujada em volta de seu pescoço.

“A corrente foi enrolada duas vezes no pescoço da pobrezinha”, disse Garza. “Estou surpresa que o único dano que “aquilo” causou a ela foi um pouco de irritação ela fricção na pele. Eu não sei como ela conseguia levantar a cabeça, e eu não estou exagerando”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza ainda tinha seu compromisso de trabalho, e ela também tinha o vestido de casamento de sua melhor amiga em seu carro, que não podia ficar sujo – mas ela sabia que não podia ir embora sem a cachorrinha, que ela assumiu ter sido abandonada por seu ex-tutor.

“Eu pensava comigo mesma: ‘Oh Senhor, este cão está cobero de lama. Eu tenho o vestido de casamento da minha amiga no carro. Isso pode realmente ficar muito ruim bem depressa”, disse Garza.

Mas Garza afastou as preocupações e persuadiu a cachorrinha a entrar no carro. Então ela tentou tirar a corrente dela, que pesava cerca de 20 libras (cerca de 9 kg) – mas era impossível para Garza conseguir isso sozinha.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza seguiu em frente até seu compromisso, verificando a cadelinha toda hora pelo espelho retrovisor.

“Ela apenas se sentou e ficou olhando pela janela”, disse Garza. “Ela se virava e olhava para mim, e então girava ao redor. Ela se deitava e então se sentava de novo. Dava para dizer que ela nunca esteve em um carro antes”.

Após seu compromisso, Garza dirigiu até a casa de sua amiga, Luz Guzman, e eles trabalharam juntos para tirar a corrente do pescoço da cachorra. “Eu estava pensando em usar alicates, mas juntos conseguimos deslizá-la sobre a cabeça da cachorrinha”, disse Garza.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Guzman ofereceu-se para dar lar temporário para a cadelinha, agora chamada de Penelope, até que Garza consiga encontrar um grupo de resgate ou um adotante para cuidar dela – e Penelope tem prosperado cada vez mais.

“Obviamente, apenas com base nessa corrente, posso imaginar como ela foi tratada antes”, disse Garza. “Então ela estar tão feliz e ter tanta sorte é bem surpreendente. Aconteceu realmente rápido”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

Garza espera que a história de Penelope incentive as outras pesssoas a pararem quando virem um cachorro perdido precisando de ajuda.

“Muitas pessoas dizem: ‘Não sei como encontrar todos esses cães porque nunca vejo cães abandonados e nunca vejo cães feridos'”, disse Garza. “Mas eles estão lá fora. Nós passamos por eles o tempo todo”.

“Precisamos ter coração e estender a mão a esses animais”, acrescentou Garza. “Compaixão é de graça”.

Foto: Ashli Garza

Foto: Ashli Garza

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Onça-pintada morre ao ser atropelada em rodovia no Tocantins

Uma onça-pintada morreu no domingo (22) após ser atropelada por um carro na TO-269, entre as cidades de Talismã e Jaú do Tocantins.

Foto: Defesa Civil Talismã/Divulgação

O animal, que pertence a uma espécie ameaçada de extinção, foi atropelado por um veículo que transportava cinco pessoas que retornavam da praia. Segundo o G1, o carro ficou bastante danificado, mas nenhum dos ocupantes se feriu.

Outro caso

Em Tocantins, outra onça, desta vez da espécie parda, foi encontrada morta no final de semana. O corpo estava entre Palmas e Porto Nacional.

De acordo com a bióloga Ludymilla Pereira Gomes Viana, as onças costumam sair das matas devido à destruição da região que habitam.

“O desmatamento, queimadas e aumento da população humana. Cada vez mais as áreas que pertencem a esses animais são devastadas e eles acabam perdendo o seu espaço. Ao sair em busca de abrigo e alimento acabam sendo mortos”, explicou.


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Cachorra é amarrada em carro e arrastada até a morte

Uma cachorra da raça buldogue francês foi amarrada na traseira de um veículo e arrastada pela estrada até morrer em um ato terrível de crueldade.

Inspetores da ONG RSPCA estão pedindo informações para rastrear as pessoas envolvidas na morte do animal indefeso.

O corpo do cachorro foi encontrado ainda com um longo pedaço de arame preso ao pescoço em Bootle, Merseyside, por volta das 6:30 da manhã em 17 de junho.

Seus ferimentos sugerem que ela correu ao lado do veículo até que não conseguiu mais se manter em pé, ponto em que ela caiu no chão e foi arrastada pela estrada.

A inspetora da RSPCA, Joanne McDonald, disse que as feridas profundas e horríveis vistas no animal, que recentemente deu origem a uma ninhada de filhotes, eram consistentes com o fato de ela ter sido arrastada pela rua.

Acredita-se que o cão tinha por volta de dois anos.

Joanne disse: “Eu acredito que alguém tenha deliberadamente amarrado a cachorra a um carro e, em seguida, saiu dirigindo levando esse pobre animal a correr até a morte.

“Há pele faltando em seus pés e parece que ela correu para tentar acompanhar o veículo em movimento até que não conseguiu mais, também há feridas no corpo dela que devem ter acontecido quando ela não conseguiu se manter de pé e foi arrastada. A coleira também está presa no alto de sua cabeça, sugerindo que ela foi puxada”.

“Este é um dos atos mais bárbaros e cruéis que já presenciei – esta pobre cadelinha tão jovem ainda, deve ter ficado aterrorizada e sofrido imensamente durante este ato hediondo”.

“Eu realmente quero encontrar que fez isso e estou esperando que o público possa me ajudar com as informações que nos levem aos culpados”.

A cachorra era microchipada, mas os detalhes não estavam atualizados.

A inspetora McDonald espera agora que alguém tenha visto o incidente acontecer e seja capaz de identificar quem realizou o ataque ou pode saber quem era o tutor da cachorra.

Ela disse: “Eu estou apelando para qualquer um que possa ter visto este crime, pois eles podem ter informações vitais que poderiam identificar quem fez isso”.

“Estamos aguardando que alguém, identifique o tutor ou tutora do animal e espero que alguém ao menos reconheça a cachorra e possa nos fornecer essa informação”.

As autoridades estão em busca dos criminosos e pediram que qualquer pessoa com informações sobre o incidente deve entrar em contato com a polícia.

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Secretaria pede explicações a clínicas após cães serem encontrados mortos em MT

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Alta Floresta (MT) notificou as clínicas veterinárias da cidade para solicitar que elas prestem depoimentos sobre o descarte de corpos de animais. O pedido foi realizado após ossadas de animais e mais de 20 cachorros mortos terem sido encontrados por moradores às margens da MT-208 e dentro de um rio.

Corpos de cães foram encontrados dentro de rio (Foto: Daiane Carvalho/ Arquivo pessoal)

De acordo com duas denúncias recebidas pela secretária de Meio Ambiente, Célia Castro, os corpos dos animais foram descartados, de maneira irregular, por clínicas veterinárias.

“Após as denúncias, notificamos as clínicas para que elas expliquem o que fazem com os animais que morrem nos estabelecimentos deles”, disse ao G1.

Uma vistoria da Sema concluiu que os animais encontrados não foram enterrados e que alguns estão a aproximadamente 20 metros do rio.

“Entramos em contato com o Indea (Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso), que também visitará o local. Um boletim de ocorrência também será registrado para que a polícia entre no caso”, ressaltou a secretária.

Conforme explicou a Associação Amamos Animais, moradores que têm propriedades nas proximidades do rio estão reclamando do mau cheiro e se preocupam com a qualidade da água.

“Eles disseram que há um mau cheiro há dias na estrada e resolveram entrar na mata para ver o que estava acontecendo, foi quando encontraram os animais”, informou a entidade.

A concessionária Águas Alta Floresta, responsável pelos serviços de água e esgoto da cidade, divulgou nota por meio da qual afirmou que a captação de água utilizada no abastecimento da zona urbana é feita em uma bacia diferente do local onde as ossadas foram encontrados, não existindo, portanto, risco de contaminação. Disse ainda que fará a remoção dos corpos do rio assim que a perícia policial for finalizada.

Mortes por envenenamento

Aproximadamente 30 animais, sendo um gato e 29 cães, foram encontrados mortos com sinais de envenenamento em janeiro deste ano em Alta Floresta.

A Associação Amamos Animais defende, no entanto, que a quantidade de animais mortos pode ter chegado a 40.

Não se sabe se os corpos e ossadas de animais encontrados na estrada e no rio tem alguma relação com os cães e o gato mortos em janeiro.

“Pedimos à população que se tiver alguma informação entre em contato com a Sema, o anonimato da pessoa será garantido”, ressaltou Célia.


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Caminhão que transportava bois tomba e 35 animais morrem em MG

Um caminhão que transportava bois se acidentou na LMG-788, em Minas Gerais. A carreta tombou e levou 35 animais à morte. O acidente aconteceu na noite de quarta-feira (12) no trecho da rodovia localizado entre os municípios de Tarumirim e Alvarenga.

Foto: Priscila Neves/ Arquivo pessoal

A Polícia Militar Rodoviária afirmou que o motorista perdeu o controle da direção e bateu em um barranco às margens da rodovia, tombando o veículo. Em estado grave, ele foi socorrido por uma ambulância da cidade de Alvarenga e levado para o hospital em Governador Valadares. As informações são do G1.

Segundo a polícia, um funcionário do proprietário da carga esteve no local do acidente e permitiu que pessoas que presenciaram o fato levassem os corpos dos animais mortos, provavelmente para consumo humano.

Os bois sobreviventes foram levados para uma fazenda próxima ao local do acidente. A PM não divulgou o número de animais que eram transportados no caminhão.


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Papagaios são flagrados por câmera de concessionária de rodovia

Dois papagaios foram flagrados por uma câmera de monitoramento da concessionária CCR AutoBAn. As imagens foram divulgadas no Facebook, pela TVTEC Jundiaí.

Foto: Reprodução / Facebook / TVTEC Jundiaí / CCR AutoBAn / ARTESP

Nas imagens, é possível ver um dos papagaios aparecendo e, em seguida, o outro. O segundo se aproxima e uma cena curiosa acontece: com uma das patas, ele empurra a primeira ave, como se quisesse tirá-lo do local. O vídeo chamou a atenção dos internautas e já ultrapassou as 120 mil visualizações.

“Sai daí coleguinha, agora é minha vez de aparecer nas câmeras de monitoramento da CCR AutoBAn”, escreveu a TVTEC ao publicar o vídeo.

As imagens comprovam algo que já é de conhecimento de muitas pessoas: a presença de animais silvestres no entorno de rodovias é comum. Os papagaios, por serem aves, estão mais seguros. No entanto, animais como onças, bichos-preguiça, capivaras, e outros, frequentemente são atropelados.

Feridos ou mortos, eles sofrem as consequências da expansão urbana. Por isso, as autoridades e os ambientalistas fazem alertas frequentes sobre a necessidade de dirigir com cautela em áreas próximas a matas e nascentes de rios – locais onde vivem animais silvestres.