Cachorrinha leva seu brinquedo favorito para a mãe toda vez que ela fica doente

Foto: Valuable Stories

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Quando Dobby se juntou a sua família ela era apenas um filhote, isso foi há três anos atrás, e seus pais e irmãos estavam muito animados e felizes em tê-la ao lado deles.

A cachorrinha foi recebida com extrema alegria em sua família e eles imediatamente se apaixonaram por ela. Mas apenas dois dias depois de chegar em sua nova casa, Dobby ficou muito doente.

Depois de levá-la ao veterinário, a nova família de Dobby ficou totalmente arrasada ao descobrir que ela tinha parvovírus (responsável pela parvovirose). O parvovírus é um vírus muito contagioso e muito agressivo que afeta os filhotes. E é comum em cães que vêm de “fábricas” de filhotes de lojas de animais. Na maioria das vezes os animais contaminados acabam morrendo.

Foto: Valuable Stories

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A família de Dobby já a amava muito, mesmo em pouco tempo de convivência – foram apenas alguns dias conhecendo-a. E eles se recusaram a desistir da pequena cadelinha doente.

“Foi realmente assustador ver como ela era pequena, apenas 6 libras”, disse Shannon Coppa, mãe de Dobby. “O veterinário disse que tinha uma pequena chance dela sobreviver e isso apenas se ela ficasse internada no hospital veterinário e, honestamente, ele a avisou que seria melhor se a levássemos para casa e passássemos o tempo que nos restava juntos. Então ela realmente teria uma chance maior de ter amor em casa do que em um canil isolado no veterinário”.

Foto: Valuable Stories

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Durante cinco dias, o casal sentou-se no quarto com Dobby, fazendo tudo o que podiam para deixar a cachorrinha o mais feliz e confortável possível em sua casa.

Enquanto lutava contra o vírus, seus pais decidiram comprar um brinquedo especial para ela manter em sua companhia em sua sala de quarentena: um coelhinho rosa de pelúcia.

A partir do momento em que pôs os olhos no coelho, Dobby o adorou do fundo do seu coração.

Os dias se passaram e a cachorrinha se recuperou totalmente e estava bem e saudável.

Foto: Valuable Stories

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Um dia, a tutora de Dobby sofreu uma terrível enxaqueca e ficou em casa para se recuperar. Percebendo que sua mãe não estava bem, Dobby pegou o coelhinho de pelúcia rosa e se deitou ao lado de sua mãe no sofá, quietinha.

Ela imaginou que seu coelho rosa poderia ajudar sua mãe a se recuperar assim como aconteceu com ela mesma.

Agora, sempre que alguém da sua família está doente, Dobby leva seu coelho especial para perto da pessoa. É muito amor.

É puro amor, na verdade. Assim são os animais. Seres sencientes, capazes de amar, sofrer, e entender o mundo ao seu redor. Essas criaturas especiais aguardam por lares em ONGs e abrigos pelo mundo todo.

Adote um cão e descubra a alegria incomparável de conhecer o amor incondicional.

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Gatinhas filhotes se gostam tanto que não largam a patinha uma da outra

Já é difícil o suficiente para milhões de gatos sem um lar que vivem em abrigos americanos encontrarem os lares amorosos e quando duas gatas em situação de rua são inseparáveis, a busca por um lar e uma família pode ser ainda mais difícil.

Mas as duas gatas que estão em um lar temporário da Flórida (EUA) deixaram uma coisa perfeitamente clara para todos: eles não vão se separar.

Elas até seguram as patas uma da outra.

Foto: Andrea Christian

Foto: Andrea Christian

Desde o início, parecia que Lily, a gata mista de siamês, e Rosa, a elegante gatinha preta, estavam destinadas uma à outra.

“Rosa chegou até mim muito abaixo do peso e terrivelmente triste”, disse Andrea Christian, a responsável pelos lares temporários do St. Francis Society Animal Rescue, ao The Dodo.

“Alguns dias depois, recebi uma ligação para levar outro gatinho muito doente que estava na UTI há cerca de uma semana”, disse Christian.

“Lily [tinha sido] encontrada ao lado da estrada em Tampa, ela parecia um esqueleto de tão magra”.

Foto: Andrea Christian

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Christian, um voluntário experiente que fornece lar temporário para gatinhos necessitados, começou o trabalho duro de ajudar os novos moradores a se sentirem seguros e em casa.

Depois que Lily terminou uma bateria de antibióticos, Christian decidiu apresentá-la a Rosa.

“Foi amor à primeira vista!” Christian disse.

A pequena gatinha preta trouxe muito boa sorte para Lily, que ainda estava bastante fraca e com dificuldade para andar.

“Ela estava sofrendo de toxoplasmose”, explicou Christian.

Foto: Andrea Christian

Foto: Andrea Christian

Mas Rosa – junto com um tratamento a base de hidroterapia – pareceu ajudar Lily a ganhar força.

Nas últimas semanas, o par se tornou inseparável. Quando uma das duas começa a explorar seu lar temporário, a outra está logo atrás.

Foto: Andrea Christian

Foto: Andrea Christian

Quando uma se deita para tirar um cochilo, a outra também. Quando uma vai para a tigela de comida, a outra vai para a mesma tigela de comida – ocasionalmente usurpando a refeição.

“Elas ainda são tímidas”, disse Christian, mas ela observou que as melhores amigas ajudando uma a outra estão aprendendo a ser corajosas.

Foto: Andrea Christian

Foto: Andrea Christian

“Eles estão saindo para a população em geral com os outros gatos durante o dia, o que é uma imensa conquista”.

Agora o par está enfrentando um novo desafio: encontrar um lar definitivo, onde elas possam continuar juntas.

Esperamos que o amor que sentem uma pelo outra inspire uma família amorosa a adotá-las.

Animais explorados em rodeio são pintados de rosa e atitude gera críticas

Animais explorados por um rodeio foram pintados de rosa para uma prova de laço envolvendo mulheres em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. O caso aconteceu durante a Campereada Internacional de Santana do Livramento e gerou inúmeras críticas.

Foto: Jaderson Alves

A decisão de pintar os animais de rosa teve relação com o fato da prova ter sido feminina. No Facebook, na página Repórter Farroupilha, muitos dos mais de mil comentários criticam a atitude dos organizadores do evento.

Segundo o diretor do Sindicato dos Médicos Veterinários do estado (Simvet), João Júnior, é necessário avaliar qual produto foi usado para pintar os animais. “Sabemos que existe tingimento específico para cães, onde diminui a possibilidade de reações alérgicas. Se foi utilizada tinta comum, essa não deverá ser uma prática realizada pois pode causar diversas reações aos animais”, diz Júnior ao G1.

A médica veterinária e secretária da Agricultura de Livramento, Caroline Menezes, que organizou a prova do laço feminina, afirmou que foi usado corante de bolo para tingir o pelo dos animais.

Crueldade da prova do laço

Pintar animais não só representa um risco à saúde deles, como também os objetifica e ridiculariza em prol do entretenimento humano. No entanto, independentemente da pintura, a prova do laço por si só é cruel. Nela, uma pessoa montada em um cavalo deve laçar um bezerro pelos dois chifres, fazendo-o cair de forma brusca no chão.

Ferimentos são comuns nesta prova, que causa dor e sofrimento aos animais laçados. Além disso, casos de paraplegia também podem ocorrer, devido à possibilidade de acontecerem lesões na coluna dos animais.

Foto: Jaderson Alves

A prova do laço foi proibida em várias localidades. Em Barretos (SP), ao proibir essa prova e também a vaquejada, o o desembargador Péricles Piza, declarou que “incutir medo, dor, sofrimento e morte a outros seres não é algo que queremos perpetuado em nossa cultura, não sendo este o objetivo do nosso constituinte originário ao vedar a crueldade a animais e proteger o meio ambiente, algo até então inédito na história das constituições pátrias.”

Andradina, no interior de São Paulo, também teve a prova do laço proibida pela Justiça. Para decidir pela proibição, o juiz ouviu o parecer de uma médico veterinário que concluiu que a prática é considerada maus-tratos a animais. “A prova do laço em dupla é prática eivada de crueldade, consistentes em derrubadas reiteradas e violentas de bovinos ou equinos ao solo, que, sem dúvida, proporcionam dor e sofrimento. A tração na região cervical e cauda de bovinos e equinos podem causar danos irreparáveis”, disse o magistrado.