Cachorro acorda família para avisar que gatinho pede ajuda do lado de fora

Courtesy photo | The Dodo

Courtesy photo | The Dodo

O desfecho feliz dessa história poderia ter um final tragicamente diferentes se não fosse por esse cachorrinho alerta e solidário chamado Max.

Nas primeiras horas da última sexta-feira de manhã, enquanto sua família já estava deitada provavelmente dormindo em suas camas, Max foi acordado por um som que não pôde ignorar. Saindo de dentro da quietude da noite do lado de fora da porta da frente da casa da família, vinham os gritos de um gato aflito.

E para Max, isso exigia extrema ação.

“Ele começou a latir sem parar”, disse Laylany, tutor de Max, ao The Dodo. “Ele continuou arranhando a porta incansavelmente.”

Percebendo que algo deveria estar errado, a família do cachorro se levantou para checar.

Eles abriram a porta da frente e descobriram um gatinho perdido cuja cabeça estava presa em uma sacola de comida.

Ela por procurou ajuda e encontrou no Max.

“A pobre gatinha estava sufocando, mas de alguma forma conseguiu encontrar o caminho para a nossa porta”, disse Laylany. “Meu pai se aproximou e tirou a sacola da cabeça dela.”

O momento foi registrado no vídeo abaixo:

Depois, a gatinha correu para a noite – graças, em grande parte, à insistência de Max de que sua família acordasse para ajudá-la.

“Ele é um herói”, disse Laylany, “porque se não fosse por ele latir, nunca saberíamos que o gato estava precisando de ajuda.”

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Tutora salva vida de cachorrinha usando técnicas de ressuscitação cardiopulmonar

Foto: Samantha Hamilton Stent

Foto: Samantha Hamilton Stent

Imagens de uma câmera de segurança filmaram uma tutora usando técnicas de ressuscitação cardiopulmonar em sua cachorra para salvá-la, após o cão ficar com a cabeça presa em um saco plástico enquanto procurava comida.

Samantha Hamilton Stent, de Reigate, Surrey (Inglaterra), deixou sua cachorrinha da raça wippet, Carla, sair pra dar uma volta por volta das 5 da tarde de 7 de junho. Embora tenha tudo o que deseja em casa, a cachorrinha tem o hábito de cheirar, abrir e remexer as lixeiras atrás de comida.

Carla, de nove anos, pegou alguns sacos plásticos de tempero grandes que sua tutora Samantha, acupunturista de 49 anos, usou para marinar as costeletas de porco e colocou a cabeça dentro das embalagens para lamber o conteúdo delas, ficando presa e começando a sufocar.

As imagens do circuito interno de câmeras do quintal de Samanta mostram a cachorrinha lutando desesperadamente para remover a sacola plástica de sua cabeça antes de desmaiar.

Por puro acaso, Samantha viu o animal caído e correu para fora, usando seu conhecimento de técnicas de ressuscitação cardiopulmonar aprendidas em seu treinamento de acupunturista para salvar a cachorrinha.

Embora inicialmente a tutora tivesse achado que Carla estava morta quando seus olhos ficaram vidrados e sua língua ficou roxa, Samantha continuou soprando ar em sua boca e começou uma massagem cardíaca vigorosa.

Ela disse ao Daily Mail: “Todo o tempo o que passava pela minha cabeça era: ‘eu não posso perdê-la assim’”.

Foto: Samantha Hamilton Stent

Foto: Samantha Hamilton Stent

“Todo mundo que me conhece sabe o quanto eu amo Carla e quão incrivelmente devastada eu ficaria se ela tivesse morrido, particularmente de uma forma tão horrível como esta e praticamente bem debaixo de nossos narizes. Eu não ia desistir dela”.

O vídeo também mostra a filha de Samantha, Betty, nove anos, oferecendo seu apoio, antes que sua irmã mais nova, Olive, de seis anos, se juntasse a ela.

Agora Samantha corta os invólucros de plásticos antes de guardá-los para garantir que a cachorra não sofra outro acidente.

Foto: Samantha Hamilton Stent

Foto: Samantha Hamilton Stent

Ela acrescentou: “Quando você está no momento da aflição você esta tão concentrado que se mantém focado no trabalho a ser feito, mas depois eu fiquei muito abalada”.

“Mas Carla está viva e bem e absolutamente nada de mal aconteceu a ela, sem sequelas. Estou incrivelmente aliviada e agradecida”.

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Cientistas alertam que haverá mais plástico que peixes nos oceanos em 2050

Foto: Getty

Foto: Getty

Não há como negar que a poluição plástica é uma das maiores ameaças aos oceanos do planeta – os cientistas agora advertem que, a menos que sejam realizadas mudanças urgentes, haverá mais plástico do que peixes nos mares até 2050.

Muitos países pelo mundo proibiram o uso de sacolas plásticas ou passar a desestimular seu uso por meio de cobranças de valores. No Reino Unido por exemplo, um ano após o governo introduzir a legislação forçando grandes varejistas a cobrar por cada sacola plástica, os sete maiores supermercados do bloco de países distribuíram mais de 6 bilhões de sacolas a menos.

Mais iniciativas se juntaram ao movimento do governo, a especialista em alimentos congelados “Iceland” prometeu remover todas as embalagens plásticas de sua linha até 2023, e uma proibição oficial de canudos de plástico – que muitas empresas já abandonaram em favor das de papel – junto com paletes plásticos de mexer café e cotonetes de plástico entrarão em vigor em Abril de 2020, segundo informações do jornal The Mirror.

Todos estes são passos na direção certa, mas ao abordar essa questão urgente, contudo, itens como canudos e sacolas plásticas são apenas a ponta do iceberg. Medidas efetivas para conter a poluição plástica que está tomando conta dos oceanos e matando a vida marinha, envolveriam uma mudança na alimentação banindo bacalhau e atum e demais peixes da dieta alimentar.

Essa afirmação esta baseada no fato comprovado de que a pesca e o lixo que ela gera causam muito mais danos à vida selvagem do que os canudos ou sacolas de plástico. É fácil entender por que itens menores de plástico estão sob fogo – ninguém que tenha visto o vídeo de um canudo sendo puxado para fora da narina de uma tartaruga marinha ou um golfinho enroscado em um sacola plástico jamais conseguirá esquecê-lo.

Mas, de acordo com Adam Minter, autor do livro Junkyard Planet: Travels in the Billion-Dollar Trash Trade (Planeta do Lixo: Viagens pelo comércio de lixo de bilhões de dólares, na tradução livre), “mesmo que todos os lixos de canudos de plásticos deixados nas praias pelo mundo caíssem nos oceanos, elas representariam cerca de 0,03% das 8 milhões de toneladas métricas de plásticos que entram nos oceanos em um determinado ano’.

E apesar da redução no uso de sacolas plásticas no Reino Unido, a quantidade total de poluição marinha por plásticos permaneceu igual, principalmente devido a um aumento nos detritos oriundos da pesca. Tartarugas marinhas e outros animais são muito mais propensos a serem prejudicados por redes de pesca perdidas, abandonadas e descartadas do que por outros resíduos de plástico.

Cientistas afiliados ao The Ocean Cleanup, um grupo que trabalha para reduzir a poluição plástica, determinaram que, em peso, as redes de pesca compõem pelo menos 46% do plástico da Great Pacific Garbage Patch, uma pilha flutuante de lixo que é três vezes maior que a França.

Armadilhas de enguia, cestos, cordas e outros equipamentos de pesca abandonados, também conhecidos como “engrenagem fantasma”, compõem a maioria do resto do lixo. Cerca de 640 mil toneladas de equipamento fantasma entram nos oceanos do mundo a cada ano e podem mutilar e matar animais marinhos ainda por muitos anos depois.

É uma morte horrível. Os animais que se emaranham e se enroscam em armadilhas pesadas de pesca e podem se afogar, morrer exaustos depois de semanas lutando para se libertar, ou morrer de fome lentamente se o lixo plástico estiver alojado em suas bocas ou estômagos e impedi-los de se alimentar. No mês passado, uma foca presa em uma enorme massa de redes de pesca e outros lixos foi avistada na costa da Cornualha.

Após os socorristas não conseguirem localizá-la viva, seu corpo acabou sendo levado para uma praia próxima, embrulhado em 35 quilos de plástico. “Este animal sofreu uma morte prolongada e torturante, não há dúvida disso”, disse um voluntário que inspecionou o animal.

Um destino semelhante recai sobre milhões de outras focas, tartarugas, baleias, golfinhos, tubarões, pássaros e outros animais.

Os seres humanos que consomem peixe também estão em risco, recentemente um estudo descobriu que o consumidor médio de “frutos do mar” inconscientemente come 11 mil pedaços de micro plásticos a cada ano.

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Foca exibe expressão de “tristeza” ao ser encontrada com rede de pesca presa ao pescoço

Foto: Geoff Smith/Caters News

Foto: Geoff Smith/Caters News

Imagens mostram uma rede azul grossa e apertada, enrolada ao redor do pescoço da foca, que segundo especialista pode restringir o crescimento do animal, cortando sua pele e carne que não pode crescer e se desenvolver adequadamente. A longo prazo, pode levá-la a morte.

A foca provavelmente trata-se de um bebê e seu crescimento, com o objeto estranho preso ao pescoço será provavelmente sua sentença de morte caso não seja retirado a tempo.

O consultor de TI, Geoff Smith, 54, tirou a fotografia comovente após de alertar uma instituição especializada em focas que atua em defesa dos animais em Norfolk (Inglaterra).

Infelizmente, os voluntários da ONG Friends of Horsey Seals não conseguiram pegar a foca para ajudá-la e o animal desapareceu no mar ainda preso na rede.

Foto: Geoff Smith/Caters News

Foto: Geoff Smith/Caters News

Se não fosse pela rede presa a seu pescoço, provavelmente essa jovem foca teria uma vida normal e plena pela frente, a intervenção humana e seu lixo corrosivo e irresponsável faz mais uma vítima indefesa.

Geoff, de Ipswich, disse: “Você pode ver que o pescoço da foca já tinha sido ferido e cortado e que ela já cresceu desde que se emaranhou na rede.

“É uma tragédia que o lixo seja uma praga de impacto tão terrível na vida selvagem causada exclusivamente por nosso descuido e preguiça, ambos que podeiam ser evitados através da conscientização e educação das pessoas e da indústria sobre as reais consequências e impactos de suas ações”.

David Vyse, da ONG Friends of Horsey Seals, disse: “As focas machucadas tendem a ficar perto do mar, pois estão com os movimentos limitados ou ficam dentro de sua colônia por segurança.

Foto: Geoff Smith/Caters News

Foto: Geoff Smith/Caters News

“Quando um ser humano se aproxima, ela rapidamente entra no mar ou se move com a colônia para ‘segurança e proteção’”.

“Nós vimos esta foca algumas vezes desde que a foto foi tirada em fevereiro, e parece estar comendo bem.

“Vamos tentar o nosso melhor para pegá-la e remover a rede plástico quando as condições estiverem corretas, causando o mínimo de invasão ou desequilíbrio na colônia de focas”.

A poluição plástica nos oceanos

Poluição plástica é uma catástrofe que está devastando a superfície do planeta. Agora, ela já atinge o fundo dos oceanos.

Na parte mais profunda do oceano é encontrada na Fossa das Marianas, localizada no oeste do Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas. Estende-se a quase 11.000 metros abaixo da superfície.

Um saco plástico foi encontrado a 10.858 metros abaixo da superfície nesta região, a parte mais profunda conhecida de poluição humana no mundo. Este pedaço de plástico descartável foi encontrado mais profundo do que 33 torres Eiffel, colocadas ponta a ponta, alcançaria.

Enquanto a poluição plástica está afundando rapidamente, ela também está se espalhando para o meio dos oceanos. Um pedaço de plástico foi encontrado a mais de 620 milhas (mil milhas) da costa mais próxima – mais do que a extensão da França.

O Centro de Dados Oceanográficos Globais (Godac) da Agência do Japão para Ciência e Tecnologia da Terra Marinha (Jamstec) foi lançado para uso público em março de 2017.
Nesta base de dados, existem os registros de 5.010 mergulhos diferentes. De todos esses diferentes mergulhos, 3.425 itens de detritos feitos pelo homem foram contados.

Mais de 33% dos detritos eram de plástico, seguidos de metais (26%), borracha (1,8%), utensílios de pesca (1,7%), vidro (1,4%), tecido / papel / madeira (1,3%) e “outros” itens antropogênicos (35%).

Também foi descoberto que, de todos os resíduos encontrados, 89% eram descartáveis. Isso é definido como sacos plásticos, garrafas e pacotes. Quanto mais aprofundado o estudo, maior a quantidade de plástico que eles encontraram.

De todos os itens produzidos pelo homem encontrados abaixo de 20.000 pés (6.000 metros), os índices aumentaram para 52% para o plástico macro e 92% para o plástico descartável.

O dano direto que isto causou ao ecossistema e ao meio ambiente é evidente, já que os organismos do fundo do mar foram observados em 17% das imagens de detritos plásticos registradas pelo estudo.

Mais focas vítimas de lixo no mar

Além do lixo plástico que chega ao oceano contaminar as águas e muitas vezes espalhar resíduos tóxicos, esses materiais nocivos causam os exaustivamente noticiados estrangulamento a animais como focas e leões marinhos e podem ser ingeridos por peixes.

Uma imagem comovente flagrada em janeiro deste ano mostra uma foca com um saco de plástico enrolado em volta da cabeça. O animal indefeso lutou por cerca de quinze minutos para se libertar, enquanto os moradores ansiosos assistiam a cena consternados.

Martyn Cannan, um fotógrafo amador, observava a foca brincando na água quando ela se enrolou com a sacola descartável, em Brixham, Devon (Inglaterra).

Cannan, de 57 anos, disse que tirou a foto porque a multidão estava discutindo sobre o que fazer para ajudar a foca.

Ele compartilhou a imagem na página do Tor Bay Harbour Authority no Facebook, dizendo que a imagem destacava os problemas enfrentados pela vida selvagem marinha.
“Se a minha foto desperta a consciência das pessoas e impede uma pessoa de jogar uma sacola plástica no mar, então faz ela o seu trabalho”, disse ele.

Moradores de Devon ficaram revoltados com a imagem da foca presa na sacola plástica e responderam com indignação e pedidos de uma proibição de sacos plásticos.

Sally Hoult escreveu: “Pobre foca. Os seres humanos estão causando muito estresse e danos à nossa vida selvagem. Quando vamos aprender?”

Os resíduos de plástico jogados no mar pelo homem ameaçam os oceanos e a vida de milhões de animais marinhos.

Sarah Greenslide, médica de mamíferos marinhos da British Marine Rescue, publica regularmente imagens da área com cerca de 20 focas nas águas em torno de Brixham.
Segundo o Daily Mail, ela disse: “Criamos este problema. Hoje você só precisa andar ao redor do porto e da marina para ver os escombros.

“Temos muita sorte de ter uma comunidade do focas tão próspera … precisamos cuidar delas”.

Focas, baleias, golfinhos, aves marinhas, peixes e muitos outros animais estão morrendo ou sendo feridos por esse flagelo ambiental.

Inúmeras imagens de animais que se emaranharam no lixo plástico e de criaturas mortas encontradas com pilhas de plástico dentro de seus corpos estão sendo mostradas todos os dias.

A mesma sorte não teve a foca marinha que foi avistada em fevereiro com uma rede de pesca enrolada em seu pescoço, como mostra o início dessa matéria, até hoje o animal está preso ao lixo embora já tenha crescido mais.

Filhote de cachorro é abandonado dentro de sacola para morrer asfixiado

Um filhote de cachorro foi abandonado dentro de uma sacola fechada para morrer asfixiado em Santa Cruz do Sul (RS), na segunda-feira (22). O animal foi encontrado no pátio de uma casa no bairro Santa Vitória e foi resgatado.

Foto: Bruna Molz

Bruna Molz, vereadora e ativista da causa animal, foi quem recebeu a denúncia. Ela acionou a Brigada Militar e foi até a casa. Os moradores não estavam no local. Vizinhos relataram ter ouvido o choro do cão desde a madrugada.

“Posso dizer que foi um dos resgates mais tristes que eu já fiz. Houve outro caso de gatinhos que foram abandonados num mato, mas quando cheguei lá eles já estavam mortos. Quando me mandaram essa foto, pensei vamos correndo porque qualquer segundo a menos é a chance do bichinho estar morto”, disse Bruna. As informações são do GAZ.

O cachorro ficou dentro da sacola durante a madrugada toda e o período da tarde. Ele recebeu o nome de Dimmy e foi encontrado em estado grave, gelado e convulsionando.

Foto: Bruna Molz

Encaminhado para uma clínica veterinária, ele está internado e recebendo soro. A veterinária Manuela Oliveira Hammes o diagnosticou com cinomose, uma doença grave que pode ser fatal.

De acordo com a denúncia anônima recebida pela vereadora, não é a primeira vez que os moradores da casa abandonam e maltratam animais.

Um termo circunstanciado de ocorrência será redigido pela Brigada Militar para que os autores do crime sejam indiciados e processados.

Uma vaquinha online foi feita por protetoras de animais para custear as despesas de intenção e tratamento do cachorro. Para ajudar, doando qualquer quantia, basta clicar aqui.

Foto: Bruna Molz

Homem abandona filhotes de cachorro em saco de lixo e é preso nos EUA

Robert Wild, de 56 anos, foi preso após colocar oito filhotes de cachorro dentro de uma sacola plástica e abandoná-los no lixo. O caso aconteceu nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução / Marshfield Police Department

A prisão aconteceu após moradores da cidade de Marshfield, no estado americano do Wisconsin, ouvirem choro de animais. A princípio, eles acreditaram que o barulho fosse de gatos e acionaram as autoridades. As informações são do jornal Extra.

Ao chegar no local, a polícia descobriu que, na verdade, o choro vinha de oito cachorros recém-nascidos abandonados dentro de uma sacola no lixo.

Após ser questionado pelos agentes, Wild confessou ter abandonado os cães. Ele foi preso e será indiciado pelo crime de maus-tratos e abandono de animais.

Os filhotes foram resgatados e encaminhados para uma ONG de proteção animal da cidade. De acordo com a entidade, eles passam bem e serão disponibilizados para adoção futuramente, assim que estiverem maiores.