Cão carinhoso de porte médio busca novo lar em São Paulo

Amigão é um cão sem raça definida que procura um novo lar em São Paulo. Muito dócil e carinhoso, ele está à espera de um tutor responsável que o ame e nunca o abandone. Com apenas 1 ano e meio de idade, ele é de porte médio. Interessados em adotá-los devem entrar em contato com as responsáveis por ele através do e-mail contido na imagem abaixo.

Pit bull abandonado ferido precisa ser resgatado em São Paulo

Um pit bull que foi abandonado em uma comunidade em São Paulo precisa de resgate e tratamento veterinário. Ele está sendo alimentado por uma pessoa bastante humilde, que o acolheu e prendeu para que ele ficasse em segurança até que fosse resgatado. O animal está no distrito de Cidade Tiradentes, na cidade de São Paulo. Contato com Cristiane Munhão pelo telefone 11 97804-6393.

 

Filhote de gato está para adoção responsável em São Paulo

Tampinha – carinhosamente chamado assim por causa de seu tamanho mini – foi castrado e está pronto para ser adotado em São Paulo. Dócil, ele aguarda por um lar bem carinhoso e responsável! É macho e tem aproximadamente 70 dias de idade.

Será doado apenas para casas e apartamentos telados, sem rotas de fuga. Criação exclusivamente indoor. A adoção será feita mediante assinatura de termo de responsabilidade.

Contato para adoção com Amanda através do Facebook.

Confira regras para transportar animais no ônibus, trem e metrô em SP

Uma lei, de autoria do deputado Celino Cardoso (PSDB), que permite o transporte de animais domésticos em ônibus, trens e metrôs de São Paulo, foi sancionada em janeiro deste ano. No entanto, para que os tutores desfrutem do serviço, é preciso obedecer a regras.

(Foto: Getty Images

No ônibus, apenas dois animais poderão ser transportados a cada viagem. No metrô e no trem não há um número especificado. É necessário estar com a carteirinha de vacinação do animal na hora do transporte. O serviço fica proibido nos horários de pico em dias úteis – das 6h às 10h e das 16h às 19h – com exceção de animal com procedimento cirúrgico agendado, sendo necessário apresentar documento assinado em duas vias por médico veterinário indicando horário, local e justificativa da intervenção médica e o registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMVSP) – uma das vias deve ser entregue ao motorista do ônibus ou a agentes de segurança dos trens e metrôs. Se necessário, o tutor deverá pagar uma passagem extra da linha de ônibus.

De acordo com a médica veterinária Juliana Didiano, se o animal estiver com alguma doença infectocontagiosa ou zoonose, o indicado é evitar o transporte público. Além de estar saudável, a profissional lembra que o animal deve estar sem pulgas e carrapatos. As informações são do Globo Rural.

O transporte do animal deve ser feito dentro de caixas adequadas, que são comercializadas em pet shops por valores que vão de R$ 40 a R$ 100. Após a sanção a lei, Vladson Rocha, gerente de uma rede nacional de lojas para animais, afirma que houve um aumento de 16% nas vendas das caixas, em comparação com o mesmo período de 2018.

Para o deputado Celino Cardoso, autor da lei, o projeto é importante, especialmente “porque evita o transporte ilegal, de forma que possa maltratar o animal”. A criação da legislação veio da necessidade de beneficiar pessoas de baixa renda que não têm condições de custear transporte particular para levar os animais ao veterinário e a passeios. A lei deve beneficiar ainda tutores que têm veículo próprio, mas que, por algum motivo, precisam usar o transporte público com o animal.

Tutora da cadela Julieta, de três anos, a jornalista Solange Santos comemorou a permissão de levar o animal, adotado aos seis meses, no transporte público. “Como não tenho carro, e uso metrô, ônibus e eventualmente o trem, vou poder levar a Julieta em consultas veterinárias ou a restaurantes que permitam animais. Além da economia que farei deixando de usar motoristas particulares quando preciso levá-la para algum lugar”, disse Solange.

Para idealizar a lei, o deputado contou com o apoio da dona de casa Simone Gatto, que é tutora de quatro gatos tetraplégicos que realizam tratamentos veterinários. Ela foi a primeira pessoa a acionar a Justiça para garantir o direito de levar animais no transporte público e lutou por oito anos até conseguir o benefício. A dona de casa uniu forças com o empresário e ativista Rogério Nagai, em uma petição feita por ele que colaborou para que o projeto de lei fosse assinado. “Agora posso tratar meus animais com o respeito que eles merecem”, afirmou Simone. A petição, que pedia acesso dos animais ao metrô, alcançou mais de 30 mil assinaturas por dia.

Simone criticou, porém, as restrições de horário. Ela conta que os tratamentos gratuitos que os gatos realizam não oferecem escolha de horário e as receitas assinadas pelo veterinário ficam retiradas na ida e, na volta, ela não consegue embarcar com o animal, o que a impossibilita de socorrê-lo em qualquer horário. Antes da lei entrar em vigor, Simone tentou embarcar no metrô com um dos gatos e foi expulsa. Na época, ela afirmou que o animal quase morreu por falta de socorro.

O objetivo de Nagai, agora, é conseguir que seja liberado o transporte de animais de qualquer tamanho e peso no ônibus, metrô e trem.

Realidade de outros países

Em Buenos Aires, na Argentina, foi aprovada, em 2016, uma lei que permite o embarque de animais no metrô. A legislação tem as mesmas regras que a sancionada em São Paulo. No mesmo ano, Madri, na Espanha, o transporte de animais no metrô também foi aprovado. Lá, no entanto, eles podem ser transportados fora das caixas, mas sempre nos últimos vagões, em horários específicos e com a regra de estarem sempre com coleiras, focinheiras e microchip. Em Victoria, na Austrália, as regras são as mesmas, com a única diferença de que cada passageiro pode embarcar com uma caixa de transporte.

Em Portugal, os animais também têm acesso ao transporte público. As regras são semelhantes a de capitais de outros países e frisam que os animais podem ocupar os bancos. Em Nova York, nos Estados Unidos, o transporte de animais no metrô é proibido, a menos que eles estejam abrigados em algum recipiente – que não é especificado pela lei, assim como o tamanho. Com as opções em aberto, os tutores levam animais, de todos os portes, dentro de bolsas.

Censo animal

A Pesquisa Nacional da Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério da Saúde, em 2013, e divulgada em 2015, concluiu que 44,3% dos lares brasileiros têm ao menos um cachorro e 17,7% abrigam gatos.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2015, as casas têm mais animais do que crianças. Na época do estudo, os lares tinham 44,870 milhões de crianças de 0 a 14 anos.

Uma nova pesquisa deve ser divulgada no segundo semestre de 2019.

Gato que frequenta universidade some e é encontrado a 10 km de casa

Um gato que frequenta a Fatec Rubens Lara, em Santos, no litoral de São Paulo, foi encontrado a 10 quilômetros de distância de casa após desaparecer. Branco, que havia sumido no dia 8 de fevereiro, estava em um condomínio na Zona Noroeste da cidade, no bairro Aparecida.

Foto: Arquivo Pessoal

A aposentada Cassia Elizabeth Asenjo encontrou o gato enquanto participava de uma confraternização. “Caiu um temporal e ele veio se refugiar embaixo da mesa. Todo molhado, assustado, tadinho. Miava muito e veio perto de mim”, contou ao G1.

A moradora do condomínio não sabia que uma mobilização estava sendo feita para localizar Branco, que só conseguiu voltar para casa devido à plaquinha de identificação que carrega na coleira.

De acordo com a empresária Fabiana Pimentel Rios Figueira, tutora do gato, ele está bem. “A gente acredita que ele foi no motor de um carro. Estou procurando um rastreador de GPS para colocar nele”, disse.

Branco, que frequente a universidade há nove anos, ficou conhecido como o gato estudante. Ele fugiu após brigar com um cachorro. Após a briga, ele se escondeu embaixo de um carro no estacionamento da Fatec e, em seguida, desapareceu.

Foto: Arquivo Pessoal

“A última pessoa a vê-lo foi o nosso vigilante. Ele disse que alguém passou com um cachorro por dentro do campus, para cortar caminho até a praia, e o cachorro viu o Branco e, instintivamente, foi para cima. O vigilante disse que o cachorro se soltou da coleira e ele e o Branco brigaram. Depois da confusão, a tutora pegou o cachorro dela e levou pra casa. O Branco ficou lá machucado”, relatou Andressa Serpa, que trabalha na secretaria da universidade.

De acordo com a tutora de Branco, ele vai continuar indo à Fatec. Fabiana conta que o gato circula livremente pelos corredores e salas de aula do local durante o dia e vai para casa descansar à noite.

“Lá ele fica dentro da secretaria, das salas de aula. Todo mundo o conhece, trata bem”, concluiu.

Nota da Redação: a ANDA recomenda que tutores de animais não deixem que eles tenham acesso à rua sozinhos. No caso dos gatos, é necessário que telas sejam colocadas em janelas ou no quintal para impedir que eles saiam de casa. Passeios devem ser feitos apenas na companhia dos tutores. Isso porque, na rua, esses animais correm o risco de desaparecer e, assim, passar fome, sede e frio, de se machucar – tanto em brigas com outros animais, quanto ao serem agredidos por humanos -, e também podem ser atropelados, envenenados, contrair doenças – algumas graves e até fatais -, e procriar, caso não sejam castrados, colaborando para o aumento do abandono com a possibilidade de nascimento de mais filhotes na rua. 

Bela Gil levará falafel e hambúrguer de feijão a escolas de SP

Falafel a base de grão de bico, hambúrgueres de feijão preto, bolinho de ervilha e molho à lentilhesa (a tradicional bolonhesa, mas que em vez de carne leva lentilhas).

(Foto: Na Lata)

Essas são algumas das receitas propostas pela chef de cozinha brasileira Bela Gil e que entrarão no cardápio das escolas da rede pública municipal de São Paulo em 2019.

Os pratos serão incorporados ao programa da Secretaria Municipal de Educação que tem como objetivo diversificar a oferta de proteínas aos alunos da cidade.

Desde 2011, a Prefeitura de São Paulo começou a incorporar à merenda da sua rede cardápios sem carne, às segundas. A ação atende a um movimento internacional de redução de consumo de proteína animal neste dia. Outros chefs-celebridade também fazem campanha por refeições mais saudáveis em escolas, como o britânico Jamie Oliver.

A prefeitura diz que todo o cardápio escolar é balanceado para que não haja perda de nutrientes para as crianças.

Segundo Mônica Buava, da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), há uma diminuição do consumo de feijões pelos brasileiros nos últimos anos.

Por isso, a entidade buscou uma parceria com a gestão Bruno Covas (PSDB) com a proposta de incluir nas refeições dos alunos novos ingredientes como feijão preto, grão de bico e ervilha. A parceria não gera custos à prefeitura.

Foi assim que a SVB sugeriu à secretaria de educação uma série de receitas preparadas pela chef e apresentadora Bela Gil, famosa por pratos saudáveis.

As receitas originais de Bela tiveram que ser adaptadas para se enquadrar à realidade das escolas e dos contratos de fornecimento de alimentos já licitados. Elas tiveram ainda que passar pelo crivo de nutricionistas da prefeitura.

“Depois, foi feita a degustação por uma equipe da prefeitura e as receitas foram aprovadas”, conta ela.

Nas 3.200 escolas municipais são servidas por dia 2,2 milhões de refeições para aproximadamente um milhão de bebês, crianças e jovens.

Fonte: Folha de S. Paulo

‘Campo de concentração’, diz ativista sobre canil sem alvará com mais de 1,5 mil cães

A Prefeitura de Piedade (SP) informou que o canil Céu Azul, fechado na quarta-feira (13) pela Polícia Militar Ambiental após denúncia de maus-tratos, não tem alvará de funcionamento. No local foram encontrados mais de 1,5 mil cães.

Cães eram mantidos em baias pequenas (Foto: Divulgação/PM)

De acordo com a prefeitura, o canil não paga impostos à cidade e também não tem inscrição municipal. Apesar disso, a administração evita falar que o canil é clandestino e afirma que nunca soube da existência daquele espaço.

“A Vigilância Sanitária informa que no período de 2017 até a presente data não tínhamos conhecimento do local e não havíamos recebido denúncia. Não podemos responder quanto aos anos anteriores”, informou, em nota.

Apesar do pedido da reportagem da TV TEM para entrevistar um representante da prefeitura sobre o caso, ninguém quis dar entrevista.

Os mais de 1,5 mil cães que foram encontrados no canil começaram a ser levados por entidades de defesa animal. Até quarta-feira (13), 46 animais tinham sido retirados por uma ONG de Sorocaba (SP).

Já nesta quinta-feira (14) todos os outros animais começaram a ser levados à ONG da protetora de animais Luisa Mell. Segundo a ativista, a ação foi possível depois que ela negociou a doação com a dona do canil, que teria assinado um termo abrindo mão de todos os animais.

Cachorros sofriam maus-tratos (Foto: Divulgação/PM)

Luisa diz que a quantidade de animais resgatados é tão grande que precisou alugar emergencialmente dois galpões em Mairiporã. Ainda segundo Luisa, até sábado (16) deve ser concluída a transferência dos animais.

“Esse é o maior resgate de cães da história do mundo. Fizemos uma pesquisa e vimos que a maior era nos EUA, com cerca de mil”, diz.

A ativista informou que todos os animais passarão por exames, vacinação e castração e serão colocados para doação no futuro. Em um vídeo feito pela ativista no canil é possível ver alguns cães com ferimentos, debilitados e outros cegos. “É um campo de concentração de cachorros”, diz.

Local de incineração

A Polícia Militar Ambiental encontrou um local de incineração de animais. Em entrevista à TV TEM, o tenente da Polícia Ambiental André Manoel afirmou que o canil Céu Azul não tinha autorização para realizar a cremação de animais.

Cães foram encontrados presos em gaiola em ambiente insalubre (Foto: Divulgação/PM)

Ainda segundo o policial, outros danos ambientais foram constatados no canil. “Foi verificado que existe o despejo irregular de esgoto não tratado, que passa ao fundo da propriedade. Não foi apresentada autorização para captação de águas, onde haveria necessidade de uma outorga.”

Ainda segundo a Polícia Ambiental, a dona do canil pode ser multada em R$ 3 mil por cada cachorro que apresentar sinais de maus-tratos.

Entenda o caso

O canil Céu Azul funciona em um sítio na zona rural de Piedade, no bairro Goiabas. A Polícia Militar Ambiental recebeu uma denúncia anônima sobre a situação irregular do estabelecimento e, na quarta-feira (13), enviou uma equipe até o local para fazer a averiguação.

Assim, a Polícia Militar Ambiental conseguiu confirmar a denúncia e entrou com o pedido de fechamento do canil. Foi constatado que o local funcionava clandestinamente, com instalações inadequadas, falta de higiene e organização.

Canil tinha local para incineração (Foto: Luisa Mell/Arquivo Pessoal)

As baias dos animais apresentavam tamanhos improvisados. Além disso, medicamentos vencidos também foram encontrados no local, que não possuía um veterinário responsável.

O canil ainda não atendia o código sanitário vigente e as demais legislações estaduais e municipais. Mais de 1,5 mil cães, de diversas raças, foram encontrados no local e eram explorados para reprodução e comercialização.

Diante da situação, a Prefeitura de Piedade, por meio da Vigilância Sanitária, lavrou auto de infração e de interdição do canil devido as irregularidades constatadas pela Polícia Militar Ambiental.

Fonte: G1