Projeto instala comedouros para animais abandonados em Mogi das Cruzes (SP)

O projeto “Bom Pra Cachorro” está garantindo alimentação e água para animais abandonados em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, por meio da instalação de comedouros e bebedouros feitos de PVC.

Foto: Reprodução / Notícias de Mogi

A iniciativa é da vereadora Fernanda Moreno (PV), em parceria com a entidade de proteção animal Grupo FERA. As informações são do portal Notícias de Mogi.

O projeto é realizado com o apoio de comerciantes que, ao serem contatados pela parlamentar e pela ONG, aceitam colocar um comedouro e um bebedouro na frente de seus estabelecimentos comerciais.

Os comerciantes não pagam pelos equipamentos feitos de canos de PVC, mas têm que arcar com o custo da ração que será colocada no comedouro para os animais, além de abastecer, limpar a retirar os canos no período da noite para protegê-los da ação de vândalos.

A vereadora decidiu implementar o projeto em Mogi das Cruzes após conhecer uma ação semelhante feita em Praia Grande, no litoral de São Paulo, pelo parlamentar Cadu Barbosa.

Os primeiros comedouro e bebedouro instalados foram colocados em frente a uma casa de ração no distrito de Jundiapeba. O estabelecimento foi um dos primeiros a se interessar em participar do projeto. No total, sete kits de canos de PVC já foram feitos e serão instalados em comércios mapeados da cidade.

Comerciantes interessados em participar do projeto devem preencher um formulário disponibilizado no site oficial e aguardar contato para uma entrevista.


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Cadela abandonada entra em farmácia e mostra pata ferida para pedir ajuda

Uma cadela abandonada entrou em uma farmácia em Istambul, na Turquia, e mostrou uma de suas patas, que estava ferida, para pedir ajuda.

Foto: Reprodução / Instagram

O animal foi recebido no local pela farmacêutica Banu Cengiz. Quando notou a presença da cadela, Banu buscou ração para oferecer para ela. A cadela, no entanto, estendeu sua pata para mostrar o ferimento.

Ao perceber o que estava acontecendo, a farmacêutica cuidou do machucado. “Quando terminei, ela se deitou como se quisesse me agradecer”, afirmou ao portal The Dodo.

Banu adora animais e é tutora de um cachorro adotado. Ela, no entanto, disse não ter condições de ficar com mais um animal, mas reforçou que os ajuda como pode: alimentando-os e buscando lares para eles.

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Gatinha que vivia em caixa de papelão descobre o que é ter um lar

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Quando a família de Marcy foi despejada no verão passado, eles se mudaram e deixaram a gatinha para trás, abandonando-a no mundo para se defender sozinha e do lado de fora da antiga residência da família.

Ela encontrou abrigo em uma velha caixa de papelão no quintal de um vizinho e morou lá por vários meses, até que finalmente, alguém decidiu que não poderia mais deixá-la viver assim.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Rebecca McGinn estava visitando seu irmão para o aniversário de sua sobrinha quando ele contou a ela sobre um gato abandonado que morava em seu quintal. Ela saiu para ver se Marcy iria deixá-la chegar perto dela – e instantaneamente se apaixonou por ela.

Assim que viu Marcy, doente e sem lar, McGinn soube que ela a levaria para casa.

“Eu decidi adotá-la como ela estava, dentro de uma caixa de papelão encharcada, tremendo e tinha os olhos tão tristes”, McGinn disse ao The Dodo. “Assim que ela me viu, ela veio até mim em busca de carinho e foi tão doce e carinhosa.”

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy estava em péssimas condições quando McGinn a viu pela primeira vez, e depois de ser examinada por um veterinário, foi determinado que ela tinha problemas nos olhos, vermes, pneumonia, uma infecção no pulmão e problemas de pele que estavam fazendo com que seus pelos caíssem em punhados.

Todos sabiam que o caminho para a recuperação de Marcy seria longo, mas McGinn estava ansiosa para levá-la para casa e mostrar a ela como era ter um lugar agradável e acolhedor para se aconchegar com uma família que ama você.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela se instalou imediatamente e se enrolou e dormiu por dias”, disse McGinn.

Depois de tudo o que passou, Marcy ficou tão feliz por finalmente ter lugares macios e fofinhos para se aconchegar, e agora está viciada em coisas aconchegantes.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“A coisa que ela mais ama é estar comigo e com meu parceiro, abraçados”, disse McGinn. “Ela é 100% obcecada com cobertores e pessoas. Ela adora estar escondida e coberta. Ela está em um cobertor macio 99% do tempo!

Sejam travesseiros, cobertores ou um de seus novos humanos, Marcy agora é especialista em encontrar lugares aconchegantes para dormir e não tem planos de parar comesse hábito tão cedo. O tempo na caixa de papelão, na chuva, sol, frio ou calor foi o suficiente para que ela aprendesse a valorizar o que tem agora.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

Marcy esta absolutamente obcecada com sua nova vida, e se mostrou extremamente amorosa e confiante, mesmo depois de tudo que passou. Ela pode ter tido um passado difícil, mas agora que encontrou a melhor nova família possível, eles vão se certificar de que ela esteja sempre feliz e confortável pelo resto de seus dias.

Foto: Rebecca McGinn

Foto: Rebecca McGinn

“Ela tem a personalidade mais doce e amorosa”, disse McGinn. “Ela é super pegajosa e ama toda a atenção. Ela é tão calorosa e confiante com todo.

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Cães abandonados ganham coleiras reflexivas para evitar acidente de trânsito em SC

Os cães abandonados de Xanxerê, no Oeste do estado de Santa Catarina, estão recebendo coleiras que refletem a luz de carros, para evitar que sejam vítimas de acidentes. Por ano, são distribuídas cerca de 300 faixas reflexivas.

Foto: NSC TV/Reprodução

“A gente percebeu que poderia ser bem útil no meio do trânsito. O intuito é de visualização desses cães por parte do motorista, que ele consiga desviar ou parar para evita um acidente”, explica o zootecnista e adestrador de cães, Vagner Pacheco Oliveira.

As coleiras ficam no carro dele e sempre que encontra um animal pela rua, coloca neles. As faixas são confeccionadas pela mãe do zootecnista, que mora em Pelotas (RS) e é costureira. Ela manda para ele pelos Correios. São feitas de duas partes de tecido, que quando unidas, se encaixam e não apertam, podendo ser retiradas facilmente.

“Os lares temporários estão esgotados. Não têm mais onde colocar esses animais. A gente precisa cuidar desses que andam na rua”, defende Vagner.

Fonte: G1


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Cães abandonados ganham roupinhas e casinhas em posto de combustíveis em Campinas (SP)

Três cães em situação de rua foram acolhidos por um posto de combustíveis em Campinas, no interior de São Paulo.

Os animais receberam roupinhas e casinhas para que fiquem protegidos do frio. O caso foi relatado por uma moradora de Americana (SP), que passava por Campinas no último domingo (9) quando se deparou com os cães no posto. As informações são do Portal de Americana.

Fotos: Reprodução/Facebook

O caso aconteceu no bairro Parque São Martinho, na Avenida São José dos Campos e foi flagrado pela terapeuta Cristiane Renata.

“Eu estava na fria madrugada de domingo abastecendo o carro quando pude constatar o amor, respeito e zelo pelos animais que existe por eles neste posto”, conta ela.

“São três cães, todos com roupas de frio e cada um com sua casinha. Parabéns a todos do posto”, publicou a terapeuta no Facebook.


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Gatinha finalmente encontra um lar após passar por eventos trágicos

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

A gatinha preta, batizada de Harriet chegou os cuidados do Centro de Adoção de Bridgend da Cats Protection depois que uma pessoa a encontrou em seu galpão. Ela tinha acabado de dar à luz. Infelizmente, dos três gatinhos que ela trouxe ao mundo, dois haviam morrido.

Quando a verificação de um microchip que ela tinha no corpo se provou mal sucedida, a equipe dp abrigo deu a ela o nome Harriet e levou-a ao veterinário para um check-up geral de suas condições.

O veterinário notou que ela tinha sinais de infecção e assim a internou para tratamento de emergência. Eles suspeitaram que ela poderia ter a pélvis lesionada e decidiram fazer uma radiografia para investigar. No entanto, o raio-x revelou algo muito mais surpreendente.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Harriet tinha uma hérnia diafragmática: um buraco no diafragma entre a cavidade torácica e o abdome. Como resultado, seus órgãos abdominais estavam em sua cavidade torácica.

Enquanto ela estava sob anestesia geral para a realização do raio-x, a gatinha começou a entrar em estado de insuficiência respiratória e o veterinário rapidamente ligou para a ONG responsável por ela para que eles permitissem a realização de uma cirurgia que potencialmente poderia salvá-la.

Foi uma operação arriscada, mas Harriet venceu as probabilidades e foi além. Ela então teve que passar 48 horas em uma tenda de oxigênio se recuperando.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Durante esse tempo de tensão, o minúsculo gatinho, filhote de Harriet, que se chamava Harry, estava sendo amamentado pelas enfermeiras veterinárias que se asseguraram de que ele estava recebendo todos os nutrientes importantes de que precisava.

Felizmente, depois de alguns dias ele pode se reunir a sua mãe e ela se dedicou totalmente a cuidar dele, apesar de ainda estar se recuperando da cirurgia.

A equipe da Bridgend então começou a procurar para ver se Harriet tinha um tutor, mas quando ninguém a reivindicou, eles iniciaram uma campanha levantar fundos para cobrir os custos de seus elevados gastos veterinários.

Foto: Mirror/Reprodução

Foto: Mirror/Reprodução

Graças a alguns apoiadores muito generosos, eles conseguiram arrecadar incríveis £ 500 e Harriet teve uma recuperação completa.

Quando Harry chegou a oito semanas de idade, ele e sua mãe estavam prontos para encontrar uma família. Felizmente, não demorou muito para que os novos tutores se apresentassem.

Mas nem todos os gatos em situação de rua tem a mesma sorte de Harriet. Muitos morrem nas ruas, de fome, frio ou violência, sem conhecer jamais as alegrias de um lar amoroso.

Não compre, ADOTE

A Cats Protection ajuda cerca de 200 mil gatos por meio da sua rede de abrigos e centros e, para a maioria dos animais, não demora muito a encontrar uma nova casa. A instituição reavalia cerca de 40 mil gatos e gatinhas a cada ano – e nunca coloca um gato saudável “para dormir”.

Funcionando há mais de 30 anos, A ONG expandiu-se para mais de 250 filiais administradas por voluntários e 36 centros médicos em todo o país.

Muitos gatos aguardam por um lar e há muito abrigos e ONGs que promovem feiras de adoção de animais. Animais não são bens para serem comprados, adote um amigo e conheça um tipo de amor único e especial: o incondicional.

Você não vai se arrepender.

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Gatinho em situação de rua invade diariamente casa durante a noite até que é pego em flagrante

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

Na primeira noite em que Johanna King percebeu que havia um intruso invadindo a casa dela em Long Island, Nova York (EUA), ninguém o viu. O marido ouviu um barulho na cozinha no meio da madrugada uma noite dessas e foi verificar o que era, mas quando chegou lá, o intruso já estava escapando pela porta do cachorro (abertura móvel na porta pela qual só passa um animal). O marido de Johanna achou que poderia ser uma raposa, por mais estranho que isso parecesse, e voltou para a cama.

Mas Johana não acreditou na história de seu marido de início – mas depois ela se lembrou de que tinha comprado muito mais comida de gato do que o habitual ultimamente, o que era estranho porque seu único gato não comeu tanto assim para causar esse déficit.

Ela começou a se perguntar se realmente poderia haver alguma verdade na história de intruso contada por seu marido, e decidiu montar uma câmera na cozinha para que os dois pudessem acompanhar o que estava acontecendo no andar de baixo enquanto dormiam, só por precaução.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

E foi assim que o casal descobriu que havia um gato invadindo sorrateiramente sua casa a cada noite, todas as noites.

Johana ficou absolutamente perplexa com essa descoberta. Ela achava que seus cães e gatos teriam uma reação mais forte e dariam algum alarme se um animal estranho passeasse pela casa deles, mas, além de uma briga inicial que não durou muito, os animais residentes acabaram parecendo aceitar que o gato intruso morava lá agora também. O gato também parecia quase idêntico ao gato que vivia com a família, então, na verdade, ele se misturou ao pessoal da casa.

“Meus cães foram inúteis neste processo”, disse Johana ao The Dodo. “Não tenho certeza se é porque esse gato se parece com meu gato, ou porque esse gato já entrou na casa como se fosse o dono do lugar. É possível dizer isso desde a primeira vez que o peguei na câmera, ele estava confiante e conhecia o layout inteiro da casa. Ele andava como se fosse dono do lugar!”.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

Johana começou a assistir o gato intruso na câmera todas as noites, e ficou francamente impressionada com o quão corajoso ele era. O gatinho não parecia se importar com o fato de que aquela não era sua casa – ele se sentia bastante confortável a cada vez que passava por ali, apreciando completamente cada uma de suas estadias.

“Quando o vi pela primeira vez na câmera, ele dormiu na minha mesa de jantar por cerca de 20 minutos”, disse King. “Meu gato andou bem debaixo dele e nem percebeu! Ele entrava pela porta do cachorro, passeava um pouco e ia até a lavanderia, onde fica a comida de gato. Então terminava seu tour com uma soneca em cima da mesa! Eu também o peguei brincando na minha pia, derrubando louça e andando por todo o meu sofá!”.

Com o passar do tempo, o gato intruso só ficou mais descarado, e até começou a passar na casa enquanto o casal ainda estava acordado.

Câmeras de segurança pegam o "gatinho intruso" em ação | Foto: Johanna King

Câmeras de segurança pegam o “gatinho intruso” em ação | Foto: Johanna King

“Algumas vezes, eu estava sentada no sofá com as luzes apagadas (e meus cães aos meus pés) e via dois enormes olhos brilhantes olhando para mim da cozinha”, disse a dona da casa.

“Então ele se virava e voltava para fora. Eu também assisti a câmera on-line enquanto estava no trabalho ou fora de casa. Era tão difícil dizer se eu estava assistindo o Gato Assaltante (como meu marido o chamava) ou meu gato!”.

Johana e seu marido finalmente decidiram que era hora de começar a pegar o gato intruso no ato. Eles montaram uma armadilha dentro da casa – e então assistiram na câmera enquanto o gato apenas caminhava direto em volta dela. Eles então tentaram montar a armadilha do lado de fora, mas parecia que o gato era esperto demais para cair em qualquer um dos seus truques. O casal finalmente se resignou ao fato de que eles nunca iriam pegar o gato, e que ele morava em sua casa agora também.

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

“Eu até coloquei uma toalha na mesa da minha sala de jantar, onde ele gostava de tirar uma soneca”, disse King. “Eu imaginei que se ele mesmo fosse invadir, poderia muito bem se divertir enquanto fazia isso”.

O casal manteve a armadilha montada do lado de fora, no entanto, apenas por deixar – e de alguma forma, uma noite, eles finalmente pegaram seu pequeno invasor.

“Eu deixei meus cachorros do lado de fora da casa… Meu cachorro estava obcecado com a armadilha do gato, latindo sem parar”, disse King. “Eu estranhei pois se a armadilha está lá há quase uma semana, por que de repente, só agora? Então, fui até lá e notei que o alçapão estava fechado. Estava escuro como breu, voltei para dentro e peguei uma lanterna. Eu levantei a armadilha e vi um gato!”

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

No início, Johana estava convencida de que o casal havia pegado seu próprio gato na armadilha, mas depois de encontrar o gato deles dormindo dentro de casa, eles perceberam que o gato intruso havia finalmente sido ‘pego em flagrante’.

Johana já tinha um grande caixote de cachorro guardado em casa, caso eles conseguissem pegar o gato, e ela o colocou dentro dele para que o gatinho não fugisse. Ela conta que ele estava perplexo e provavelmente um pouco chocado por ter sido realmente pego, mas depois de algum tempo ele começou a se apaixonar por seu novo amigo, e o gatinho até deixou que ela o acariciasse.

Ao longo de toda a aventura, King estava postando sobre o gato intruso no Facebook, e todos estavam amando suas histórias. Ela esperava que entre as diversas curtidas de todas as postagens e atualizações, alguém eventualmente se apresentasse como a família do gato, e ela poderia levá-lo de volta para eles e parar com esse hábito de invadir as casas de outras pessoas.

Foto: Johanna King

Foto: Johanna King

“Minha intenção inicial era encontrar o tutor desse gato e torná-lo ciente de que seu animal doméstico era um criminoso”, disse King.

Mas depois de interagir com ele e ver a condição em que ele estava, King tinha uma suspeita de que o gato intruso era um animal em situação de rua ou tinha sido abandonado, e estava invadindo sua casa para encontrar um pouco de conforto e amor. Ela decidiu nomeá-lo como Hunter, e esperava que ela pudesse ajudá-lo a encontrar o lar amoroso que ele merecia.

Enquanto ela inicialmente pensava em adotá-lo, depois de levá-lo ao veterinário, eles descobriram que Hunter tem FIV (feline immunodeficiency vírus) vírus da imunodeficiência felina, e portanto, não pode viver com o atual gato da família.

Hunter | Foto: Johanna King

Hunter | Foto: Johanna King

Johana está agora trabalhando com o grupo resgate em que ela é voluntária e para o qual as vezes oferece lar temporário, For Our Friends, para ajudá-lo a encontrar o lar perfeito – para que, com sorte, ele não sinta mais a necessidade de invadir a casa de ninguém.

“Acho que ele invadiu a casa certa”, disse King. “Talvez outra pessoa não estivesse tão disposta a ajudá-lo! Eu não posso mudar o mundo, mas espero ter ajudado a tornar o mundo dele um pouco melhor”, concluiu ela.

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Cachorra abandonada que corria de medo de tudo e de todos finalmente aprende a confiar

Foto: Jillian

Foto: Jillian

Jillian estava deixando o lixo em frente a sua casa, na rua em que mora, uma noite durante a semana, como sempre faz, quando notou alguém se escondendo na escuridão.

Dois olhos brilhantes na escuridão corresponderam ao seu olhar, e ela podia apenas ver o contorno de um cachorro agachado no jardim da frente. Ela sabia que aproximar-se do animal perdido muito rapidamente poderia assustar o cão tímido de vez, então Jillian tomou o maior cuidado com seus movimentos.

“Ela fugiu quando me ouviu chegando perto”, disse Jillian, que pediu para não incluir seu sobrenome, contou ao The Dodo, “mas quando eu falei com ela, ela parou e ouviu”.

Foto: Jillian

Foto: Jillian

No dia seguinte, o cachorro (que na verdade era uma menina) voltou, ainda que cautelosamente e mantendo distância. Quando Jillian voltou sua atenção para a cachorrinha, mais uma vez ela correu – mas não foi tão longe como da primeira vez.

Foi quando Jillian percebeu que a cachorra assustada queria alguma coisa; ela simplesmente não sabia como perguntar o que era.

“Quando me virei para voltar para dentro, percebi que ela estava me seguindo a distância”, disse Jillian. “Foi quando eu percebi que poderia fazê-la confiar em mim. Peguei uma tigela com água e comida para cachorro e deixei no canto do meu quintal antes de caminhar até uma distância segura para ela”.

Foto: Jillian

Foto: Jillian

O animal faminto comeu com gratidão a comida e continuou a seguir Jillian, ainda se certificando de manter uma boa distância.

Quando Jillian viu a cachorrinha em sua vizinhança novamente no dia seguinte, ela bolou um plano com a ajuda do marido.

“Conseguimos mais comida para cães e deixamos um rastro para ela seguir de volta ao nosso quintal, onde a alimentei novamente”, disse ela. “Desta vez, sentei-me perto da comida. Eu esperava que ela fugisse depois que ela comeu, mas em vez disso ela ficou ao meu lado e até começou a me cheirar”, conta Jillian emocionada.

“Quando me levantei, ela me seguiu até o meu quintal e sentou-se ao meu lado”, acrescentou Jillian. “Eu nunca tive um cachorro em situação de rua se aproximando de mim assim. Ela estava apenas esperando que alguém lhe desse uma chance”.

Jillian soube então que a cachorrinha deveria ser parte de sua família, e ela a chamou de Luna.

“Nós decidimos mantê-la porque não poderíamos nos afastar dela mais”, disse ela. “Eu também sempre amei mistura de pit bull que deixou ela linda, então me apaixonei por Luna imediatamente e para sempre”.

Faz apenas uma semana que ela esta conosco, mas Luna se adaptou perfeitamente bem a sua nova vida de cão doméstico e está ansiosamente mostrando à mãe que está pronta para aprender muitas coisas.

“Luna parece ser muito inteligente”, disse Jillian. “Ela aprendeu seu nome em um dia e já está respondendo a alguns comandos básicos, embora estivesse claro que ninguém lhes havia ensinado antes”.

Luna ainda tem um pequeno caminho a percorrer antes de se acomodar completamente, mas sua nova mãe está feliz em levar as coisas devagar.

“Ela ainda está um pouco assustada, especialmente com barulhos altos, como portas fechando, mas ela é a mais doce das criaturas”, disse Jillian. “Ela gosta de correr com a gente no quintal e se aconchegar conosco na cama e nos dar beijos quando nos sentamos”.

“Ela só quer mostrar o quanto esta grata, mal sabe ela que quem mais ganhou eu”, conclui emocionada a mais nova tutora.

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Carteiro encontra cão idoso e abandonado passando frio na rua e toma uma decisão

Foto: Tori Fugate

Foto: Tori Fugate

Nate Ohlman saiu para o trabalho como faz todas as manhãs, ele seguia seu caminho, entregando a correspondência em sua rotina de carteiro, quando de repente reparou em um cão idoso que se encolhia em uma vala no final de uma rua sem saída.

Estava absolutamente gelado nas ruas aquele dia, no meio de um inverno rigoroso no Missouri (EUA), e Ohlman podia dizer só de olhar que o pobre cachorro da raça pit bull estava lutando para encontrar uma maneira de se manter aquecido. Vê-lo sozinho no frio quebrou seu coração, e ele soube que tinha que encontrar uma maneira de ajudá-lo.

Ohlman tentou se aproximar do cachorro devagar, não querendo assustá-lo – mas rapidamente percebeu que o cão mais velho não podia ouvir nem ver muito bem.

Foto: Tori Fugate

Foto: Tori Fugate

“Eu me movi um pouco e fiz alguns ruídos, até que ele pudesse me ver e assim que ele me viu, ele se levantou e correu para o meu caminhão de correspondência”, disse Ohlman ao The Dodo. “Ele estava congelado, morrendo de fome e sozinho.”

Assim que o cachorro, mais tarde chamado de Sloan, viu Ohlman, ele de alguma forma sabia que o carteiro estava lá para ajudá-lo. Ohlman subiu em seu caminhão com Sloan no colo e olhou para o cão magro, imaginando como alguém poderia tê-lo decepcionado tanto. Naquele momento algo tocou seu coração.

Sabendo que precisava de ajuda o mais rápido possível, Ohlman correu com Sloan para o hospital de animais mais próximo. Deixou-o aos cuidados da equipe médica, cruzando os dedos para que seu novo amigo estivesse bem, e garantiu que a equipe do hospital tivesse suas informações de contato para que pudessem atualizá-lo sobre como Sloan estava se saindo.

Foto: Tori Fugate

Foto: Tori Fugate

“Eu disse à clínica para anexar o meu número de telefone à ficha dele. Eu queria saber o que aconteceria com esse doce garoto ”, disse Ohlman.

Ohlman voltou a trabalhar depois disso e continuou seu caminho – mas não importava o quanto ele tentasse, ele simplesmente não conseguia tirar Sloan da cabeça.

“Pensei em como e por que alguém faria uma coisa tão terrível com uma criatura indefesa”, disse Ohlman. “Partiu meu coração continuar a pensar que ele não tinha ninguém para amá-lo. Eu tinha que adotá-lo – precisava disso. Não acredito em muitas coisas, mas acredito que era meu destino encontrá-lo.

Foto: Tori Fugate

Foto: Tori Fugate

Nesse ponto, porém, tudo o que Ohlman podia fazer era esperar que, com tudo o que ele tinha sofrido e passado, Sloan conseguisse superar e e melhorar, para que, de alguma forma, encontrassem o caminho de volta um para o outro no final de tudo.

Sloan acabou sendo levado pelo ONG e abrigo KC Pet Project e chegou ao abrigo deles no dia seguinte ao resgate no beco sem saida. Ele estava em péssimas condições, e todo mundo no abrigo de resgate ficou de coração partido com a visão dele tão ferido e doente.

“Ele estava severamente abaixo do peso, tinha feridas em todo o corpo e mal conseguia ficar de pé ou andar sozinho por um longo período de tempo”, disse Tori Fugate, diretor de comunicações da KC Pet Project, ao The Dodo. “Ele alcançou a menor pontuação corporal que nossos veterinários poderiam dar.”

Foto: Tori Fugate

Foto: Tori Fugate

A equipe de resgate de Sloan imediatamente começou a tratá-lo com remédios e fluidos, e mantiveram-se muito atentos a ele por vários dias. Eles estavam preocupados que o pobre cachorro tivesse sido maltradado e esquecido por tempo demais para se recuperar, mas depois de receber os melhores cuidados possíveis, Sloan começou a melhorar e acabou sendo forte o suficiente para se mudar para um lar temporário, onde continuou seu longo caminho para a recuperação.

Estimou-se que Sloan tinha cerca de 12 anos e, apesar de sua idade, ele começou a se curar e se transformar no cão mais doce e pateta que não queria nada além de estar perto de pessoas o tempo todo, recebendo todo o amor e atenção que ele tinha desejado por tanto tempo.

Foto: Tori Fugate

Foto: Tori Fugate

Em pouco tempo, Sloan estava prosperando em seu lar temporário, e quando chegou a hora dele finalmente ir para sua casa definitiva, os amigos de Sloan no KC Pet Project sabiam exatamente para quem ligar.

Ohlman ficou extremamente feliz quando descobriu que ele era oficialmente capaz de adotar Sloan, e a reunião dos dois foi a coisa mais bonita de se assistir.

Sloan imediatamente reconheceu o homem que salvou sua vida e agradeceu-lhe com muitos beijos e carinhos. Sloan se acomodou maravilhosamente bem em sua nova casa e está amando cada minuto de sua nova vida.

“Sloan é um cão idoso que, acredito, pertencia a uma família”, disse Ohlman. “Seu comportamento e ações são a prova. Alguém fez algo muito desumano ao abandoná-lo. Eu só fiz a coisa certa a adotá-lo, nada mais”, conclui o carteiro.

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Cão de abrigo se recusa a ser adotado sem sua tigela de comida

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

Oliver foi encontrado em situação de rua depois que ele se recusou a deixar o quintal de uma família em Memphis, Tennessee (EUA). Oficiais do departamento controle de animais foram buscá-lo, mas toda vez que um deles chegava perto dele, ele saltava por cima da cerca e saía do pátio, como se fosse um jogo.

Eles finalmente tiveram que montar uma armadilha humana para pegá-lo e levaram-no para o abrigo Memphis Animal Services.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

A partir do momento em que Oliver chegou, seus novos amigos do abrigo perceberam que ele provavelmente teve uma casa ou alguém cuidando dele em algum momento. Ele era muito inteligente e absolutamente amava comida e guloseimas de todo tipo, e sabia que se ele escutasse e fosse bem-comportado, ele seria recompensado com eles.

“Eu o conheci logo no primeiro dia em que ele chegou, e ele sentou para mim imediatamente antes mesmo de eu mostrar a ele que eu tinha petiscos”, disse Katie Pemberton, especialista em engajamento comunitário da Memphis Animal Services, ao The Dodo.

“Então, é claro, assim que os petiscos apareceram, ele ficou ainda mais ansioso para se sentar. Quanto mais ele me conhecia, mais ele se pressionava contra as barras do canil para me deixar acariciá-lo”.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

Oliver amava tanto a comida que rapidamente ficou muito apegado à sua tigela de comida – e começou a carregá-la com ele onde quer que fosse.

“Na primeira noite em que ele chegou aqui, nosso supervisor de campo passou por seu canil em nossa sala de captação de animais e notou-o com a tigela na boca”, disse Pemberton.

“O seu truque fofo foi muito eficaz porque ela deu-lhe mais comida! Então, quando ele se mudou para seu canil permanente, ele continuou fazendo isso. Ele tinha a tigela na boca a maior parte do tempo”.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

É possível que alguém do seu passado tenha ensinado Oliver a pegar sua tigela de comida como um truque divertido. Também é possível que ele tenha ficado sem comida em algum momento, e ficou preocupado que caso ele perdesse de vista sua tigela de comida, ele não poderia se alimentar novamente.

Durante toda a sua estada no abrigo, Oliver continuou carregando sua tigela de comida com ele por toda parte, e os funcionários da instituição acharam aquilo extremamente adorável. Eles começaram a tirar fotos de seu hábito peculiar e postá-los nas mídias sociais – e não demorou muito para o resto do mundo se apaixonar por Oliver também.

“Recebemos uma quantidade muito incomum de perguntas sobre Oliver depois que suas fotos se tornaram virais – eu gostaria que cada cão tivesse tantas pessoas interessadas em adotá-las”, disse Pemberton.

A obsessão de Oliver com a tigela fez com que ele fosse notados por muitas pessoas e eventualmente trouxe sua família até ele.

Foto: Memphis Animal Services

Foto: Memphis Animal Services

Oliver foi adotado e voltou para casa com sua nova família em 16 de abril – e ficou absolutamente muito feliz quando percebeu que sua tigela de comida estava vindo com ele. E ficaria sempre cheia.

Graças ao seu hábito meigo e original, Oliver agora tem a melhor família que ele poderia desejar, onde nunca mais terá que se preocupar em ficar com fome de novo.

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