Pescador é detido após ser flagrado com 19 tartarugas debilitadas

Um pescador foi flagrado com 19 tartarugas debilitadas na quarta-feira (14) no Parque Estadual do Cantão, em Caseara, no Tocantins.

O homem foi detido e as tartarugas foram resgatadas e devolvidas à natureza. As informações são do portal G1.

Foto: Divulgação/PM Ambiental

A abordagem que levou ao resgate das tartarugas faz parte da operação Cantão, da Polícia Militar Ambiental e do Instituto de Natureza do Tocantins (Naturatins).

O pescador é do Pará, segundo os policiais, e foi notificado. Ele deve comparecer à delegacia em um prazo de sete dias.

Adailton Glória, gestor do Parque Estadual do Cantão, explicou que a pesca é frequente. “Há muitas famílias que moram dentro do parque e que residem na cidade de Barreira do Campo, no Pará, que é vizinha de Caseara. Muitas pessoas praticam a pesca de quelônios porque é tradição por lá. É muito difícil irmos para esta região e não pegarmos alguém cometendo este tipo de crime ambiental”, informou.

As tartarugas foram soltas em uma área segura do rio Araguaia.


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Mais de 30 cutias mantidas em cativeiro são resgatadas em Arapiraca (AL)

A equipe Fauna da Fiscalização Preventiva Integrada da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (FPI do São Francisco) resgatou 38 cutias nesta quinta-feira (8) nos fundos de um hotel no bairro Planalto, em Arapiraca (AL). Um dos animais estava morto.

FOTO: JONATHAN LINS

De acordo com o coordenador da equipe Fauna, Epitácio Correia, as cutias estavam em um recinto coletivo e a maior parte delas demonstrava muito estresse. Elas foram devolvidas à natureza no mesmo dia do resgate em uma região de Mata Atlântica.

O animal morto estava em estado adiantado de putrefação e, segundo especialistas, havia morrido entre três a cinco dias. As informações são da Gazeta Web.

O hotel foi autuado por manter animais silvestres em cativeiro e por falta de licença ambiental. Um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) foi feito na Delegacia Regional de Arapiraca.

A 10ª etapa da FPI do São Francisco resgatou cerca de 360 animais, sendo que 120 já foram devolvidos à natureza.

Antes de serem soltos, os animais são submetidos à avaliação. Caso não estejam saudáveis, eles recebem tratamento, incluindo avaliação física e comportamental, além de cuidados veterinários.


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Peixe-boi Paty se prepara para retornar à natureza

Por David Arioch

A fêmea com quatro anos e nove meses foi levada, entre os dias 29 e 30 de julho, para o cativeiro de aclimatação em Porto de Pedras, em Alagoas (Foto: Michelly Gadelha)

De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o peixe-boi Paty está se preparando para voltar para casa. A fêmea com quatro anos e nove meses foi levada, entre os dias 29 e 30 de julho, para o cativeiro de aclimatação em Porto de Pedras, em Alagoas, na Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais.

Lá, ela será preparada para a soltura, devendo se adaptar às variações das marés, interagir com outros animais do manguezal e receber alimentação natural. Paty é o primeiro encalhe de filhote vivo de peixe-boi em Alagoas, ocorrido em outubro de 2014, na praia de Pratagy em Maceió. Durante os anos de permanência no cativeiro, o animal se desenvolveu bem e hoje tem 2,48 metros de comprimento, pesando 317 quilos.

Na época, o peixe-boi foi resgatado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) e pelo Instituto Biota de Conservação, e foi transportado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS/ICMBio em Itamaracá (PE). As equipes ainda tentaram encontrar a mãe do filhote recém-nascido, mas ela não foi localizada.

Segundo a coordenadora-substituta do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (Cepene) e responsável pelas ações de conservação do peixe-boi marinho, Iara Sommer, é uma fêmea com comportamento bastante sociável com as outras fêmeas, contudo, mantém uma postura arisca quando se sente ameaçada, demonstrando que, apesar do tempo em cativeiro, apresenta características positivas para um animal que em breve será reintroduzido.

O transporte do peixe-boi Paty da base avançada do Cepene até o cativeiro natural em Porto de Pedras, na APA Costa dos Corais, foi realizado por via terrestre utilizando um caminhão munck, em uma piscina forrada com colchões umedecidos. A ação teve início na segunda às 23h30, com a retirada do animal do recinto, estabilização na piscina e formação do comboio com seis veículos, incluindo dois batedores e o caminhão.

O trajeto durou mais de cinco horas e durante todo o período o animal teve sua temperatura, frequência cardíaca e comportamento monitorados por uma equipe composta pela veterinária Michelly Gadelha, biólogos e tratadores.


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Prefeitura de Vilhena (RO) resgata corujas raramente encontradas na região

Seis filhotes de coruja da espécie suindara, conhecida popularmente como coruja-das-torres ou coruja-de-igreja, foram encontrados dentro de uma caixa d’água na área rural da cidade de Vilhena, em Rondônia. A espécie é considerada rara na região.

Foto: Reprodução/Rede Amazônica

As aves estão sob os cuidados do veterinário Luiz Gustavo, da Secretaria de Meio Ambiente. Elas foram encontradas após a caixa d’água ser levada para a cidade para manutenção. Quando o objeto foi aberto, os responsáveis pela limpeza se depararam com as duas ninhadas de corujas.

A suindara, quando adulta, é conhecida por ter um disco facial em forma de coração. De beleza exuberante, as corujas chamam atenção por onde passam. Os filhotes resgatados devem crescer até 35 centímetros. As informações são do portal G1.

De acordo com o biólogo Thiago Baldine, quando estiverem preparadas para a soltura, as corujas serão devolvidas à natureza.

Animais silvestres só devem ser resgatados se estiverem em situação de risco e o resgate só deve ser feito por equipe especializada. Ao encontrar animais precisando de ajuda, deve-se acionar o Corpo de Bombeiros ou a Polícia Militar Ambiental.


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Tartarugas são encontradas presas em linhas de pesca em Arraial do Cabo (RJ)

Duas tartarugas foram encontradas com linhas de pesca presas aos seus corpos na orla da Praia do Pontal, na cidade de Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro.

Foto: Renatinho Vianna / Arquivo Pessoal

O prefeito do município, Renatinho Vianna, passava pelo local na companhia do coordenador de esportes da cidade, Luciano Ralf, quando encontrou os animais. O caso aconteceu na manhã de sexta-feira (26).

Com a ajuda de Ralf, o prefeito usou uma faca e pedaços de caco de vidro encontrados no local para retirar as linhas que prendiam as tartarugas. Após o resgate, os animais foram soltos na praia.

Em um vídeo divulgado por Renatinho, ele alega ter ficado feliz com o resgate, mas triste por saber que as tartarugas poderiam ter morrido se não tivessem recebido ajuda.

“Foi um momento de tristeza e alegria ao mesmo tempo. Tristeza por encontrar as tartarugas ali abandonadas a própria sorte e a alegria de termos encontrado esses animais a tempo de poder salva-los, então ficamos com a sensação de alívio e dever cumprido”, disse ao G1.

Renatinho afirmou que é crucial que a população tenha consciência sobre a importância da vida marinha e de sua preservação. O prefeito disse ainda que as pessoas precisam ter responsabilidade pelos seus atos.

O caso está sendo investigado pela Secretaria do Meio Ambiente de Arraial do Cabo.


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Onça reabilitada após ficar 22 dias presa em caverna é devolvida à natureza

Uma onça-pintada resgatada após ficar 22 dias presa em uma caverna na região de Sento Sé (BA) foi devolvida à natureza no final de junho, depois de passar pouco mais de um mês em recuperação.

Foto: Programa Amigos da Onça/ Divulgação

Com aproximadamente 10 anos de idade, a onça foi resgatada pelo Programa Amigos da Onça. Membros do grupo soltaram-a no Parque Nacional do Boqueirão da Onça. Segundo a bióloga Claudia Campos, coordenadora do Programa Amigos da Onça, uma longa viagem foi feita até o local da soltura.

Ao ser solta, Luísa, como foi batizada, aparentou estar assustada, mas logo percebeu que estava em liberdade para desfrutar de seu habitat e, então, deu um rugido e entrou na mata.

“Ela dá um rugido para espantar qualquer coisa que poderia machucá-la. Assim ela se sentiu segura e foi embora”, explicou Claudia, em entrevista ao portal G1.

Luísa, que tem 58 centímetros de altura e um metro de comprimento, estava bastante debilitada quando foi retirada da caverna. Desidratada e desnutrida, ela pesava apenas 35 kg. Foi devolvida à natureza pesando 46 kg e recebeu um colar de monitoramento para ser acompanhada, via satélite, pelo projeto.

Foto: Programa Amigos da Onça/ Divulgação

Presa na caverna

A onça-pintada foi presa por um grupo de pessoas em uma caverna no Parque Boqueirão da Onça. Luísa havia capturado uma ovelha e levado-a para o local. Moradores seguiram o rastro de sangue do animal morto pela onça e entraram na caverna.

Em seguida, a onça caiu em uma dolina – isso é, uma abertura que se forma no solo quando o teto de uma caverna desaba. Foi então que o grupo colocou pedras sobre a abertura, impedindo a passagem do animal, que ficou preso.

Foto: Programa Amigos da Onça/ Divulgação

Ao saber da situação da onça, a equipe do projeto iniciou os trabalhos para resgatá-la. O resgate durou três dias e foi preciso, inclusive, fazer uso de técnicas de rapel. Bombeiros, veterinários, ajudantes de campo, biólogos e um espeleólogo (especialista em cavernas) participaram da ação.

Após o resgate, a onça recebeu o nome de Luísa, em homenagem à filha de uma integrante do programa. Quando foi retirado da caverna, o animal foi encaminhado para o Centro de Manejo e Fauna da Caatinga (Cemafauna) da Universidade Federal do Vale de São Francisco (Univasf), onde foi reabilitada até estar pronta para voltar para o habitat.

Programa Amigos da Onça

O Programa Amigos da Onça trabalha em prol da preservação das onças e da caatinga e realiza pesquisas com onças-pardas e pintadas em um território que abrange a zona rural de Sento Sé, onde está localizado parte do Boqueirão da Onça, que abrange também as cidades de Juazeiro, Sobradinho, Campo Formoso, Umburanas e Morro do Chapéu. O local tem 850 mil hectares, nos quais estão um parque nacional e uma área de proteção ambiental.

Cerca de 200 onças-pardas e 30 onças-pintadas vivem no Boqueirão. Há dez anos, eram 50 onças-pintadas. Maior felino das Américas, a espécie corre sério risco de extinção e é vítima da caça, do desmatamento e das queimadas.

Para preservar esses animais, a equipe do projeto usam uma armadilha, semelhante a um laço, que é colocada no chão e prende a onça assim que ela pisa no objeto. Sem machucá-la, os pesquisadores a analisam e inserem em um sistema de monitoramento.

Foto: Programa Amigos da Onça/ Divulgação

Após serem registradas no projeto, as onças passam a ser acompanhadas através da rádio-frequência e de satélites, graças a um equipamento colocado na coleira delas. Através de computadores, os pesquisadores conseguem saber, em tempo real, onde e como estão esses animais.

Utilizando os dados coletados a partir desse monitoramento, os pesquisadores estão desenvolvendo um estudo pioneiro para descobrir qual é o impacto da ação humana sobre as onças que vivem na caatinga, a exemplo da instalação de parques eólicos em Sento Sé e região. O objetivo da pesquisa é encontrar meios de equilibrar o desenvolvimento dos municípios com a preservação ambiental. Para isso, a conscientização da sociedade é fundamental.

“O conjunto vai permitir, por exemplo, saber se ela [onça] passou por locais que tenham água, onde ela ficou mais, se ela se aproximou das comunidades, onde moram as pessoas, ou, por exemplo, de alguns locais onde existem animais domésticos”, finalizou a bióloga Claudia Campos, coordenadora do Amigos da Onça.


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Onça resgatada em pet shop se recupera e deve ser solta na natureza na Argentina

Uma onça-pintada que foi resgatada em agosto de 2019 em uma pet shop em Sorriso (MT), quando ainda era filhote, recuperou-se após passar por um período de reabilitação. O animal deve ser levado para a Argentina para ser devolvido à natureza.

Foto: Rauzito Coimbra

Os funcionários da pet shop chamaram o Corpo de Bombeiros após um morador da cidade levar o filhote, que tinha entre 2 e 3 meses, até o estabelecimento. Na época, os militares cogitaram a possibilidade da mãe da onça ter sido morta por um caçador. As informações são do G1.

Em junho deste ano, após 10 meses de cuidados no hospital veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a onça foi levada para um centro de reabilitação de animais em Goiás (GO). A transferência foi realizada, segundo a médica veterinária do hospital Elaine Dione, porque o animal já havia crescido o suficiente para retornar à natureza. No período em que a onça que esteve em Mato Grosso, uma parceria foi firmada entre a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e uma clínica para garantir os cuidados ao animal, que foi monitorado por vídeo e câmeras noturnas.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

A onça-pintada foi levada para Goiás para receber um tratamento de aprendizagem para que a reintrodução ao habitat possa ser feita. A operação de transferência contou com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Atualmente, o animal está sendo mantido em cativeiro, mas deve ser transferido em breve para uma floresta na Argentina.

De acordo com Elaine, a onça tem cerca de um ano de vida e integra um programa do ICMBio que reabilita animais para reintegrá-los à natureza, contribuindo para o desenvolvimento da espécie, que que está ameaçada de extinção.

Foto: Arquivo pessoal


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Tartaruga-verde é encontrada morta no litoral do Paraná

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta no Paraná. O corpo foi localizado no Balneário Flórida, em Matinhos, no sábado (13).

Foto: Lourival Marques Filho/Arquivo pessoal

Trata-se de um animal jovem, segundo a bióloga Camila Domit, coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). De acordo com ela, a mortalidade de tartarugas na região aumenta no inverno.

“Em nosso litoral ha uma agregação de vários animais que migram nesta época do ano, até por conta do frio nas regiões mais ao sul, por exemplo, no Uruguai e na Argentina (…) o fato de termos mais tartarugas na região e também o fato de ser um período que há muita pescaria”, disse a bióloga ao G1.

A especialista explicou que a pesca de arrastão captura os animais e os leva ainda vivos para a praia.

De volta ao habitat

Em Santos (SP), duas tartarugas-verdes foram devolvidas ao mar no sábado (13) após receberem tratamento veterinário.

Foto: Isabela Carrari/Prefeitura de Santos

As tartarugas pesam cerca de 20 kg cada e a carapaça delas mede em torno de 60 centímetros. Elas foram submetidas a tratamento por aproximadamente um ano para monitoramento da saúde e também passaram por cirurgias a laser para retirada de tumores.


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Polícia resgata 9 tartarugas e 149 ovos em Costa Marques (RO)

Nove tartarugas foram salvas pela Polícia Civil da delegacia do município Costa Marques, em Rondônia. A ação contou com a ajuda da Polícia Militar e, além das tartarugas, foram encontrados 149 ovos que seriam destinados à venda ou ao consumo humano.

Foto: Reprodução / O Nortão

O delegado Reinaldo Reis esteve no local denunciado e foi abordado por uma criança, que perguntou se ele gostaria de comprar uma tartaruga. Levado para ver os animais, Reis se deparou com três tartarugas em um cômodo, numa espécie de galinheiro, e vários cascos, alguns com indícios de que os animais tinham sido mortos recentemente. Ovos de tartaruga foram encontrados na geladeira da casa. Os resgates foram feitos na quarta-feira (10) devido a uma denúncia anônima.

Outras seis tartarugas foram localizadas na casa vizinha. Uma delas estava em uma caixa d’água e as outras cinco dentro de sacos de estopa, no quintal. As informações são do portal O Nortão.

Duas pessoas foram detidas e encaminhadas à delegacia de Polícia Civil para que fossem interrogadas.

As tartarugas serão soltas na Praia do Curralinho, no rio Guaporé. A soltura será acompanhada por servidores públicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), além das polícias Civil e Militar.

O delegado pediu que a população continue efetuando denúncias a respeito de crimes contra os animais e o meio ambiente. Os casos podem ser denunciados anonimamente pelo telefone 197.


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Presidente da ONG Pata Voluntária consegue habeas corpus e sai da prisão

A presidente da ONG Pata Voluntária, Amropali Pedrosa Mondal, conseguiu um habeas corpus e saiu da prisão na quinta-feira (11). A decisão de soltar a fundadora da entidade foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), pela Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) e pelo advogado de defesa, Paulo Faria de Almeida Neto.

Publicação no perfil da ONG no Instagram pedia ajuda após suposto assalto (Foto: Reprodução/Instagram)

Amropali foi presa em flagrante na última sexta-feira (5) com mais duas dirigentes do abrigo, Maria Gisele e Nayane Petrúcia. A prisão foi motivada por uma suspeita de fraude. Elas respondem pelos crimes de associação criminosa, comunicação falsa de crime, estelionato e guarda doméstica de espécie silvestre. Na casa da presidente do Pata Voluntária, foram encontradas uma jibóia, uma corn snake – conhecida como cobra do milho – e um cassaco.

De acordo com a Seris, apenas a presidente da entidade foi solta. O desembargador João Luiz Azevedo Lessa determinou que a prisão preventiva fosse substituída por medidas cautelares, como o comparecimento mensal ao Juízo de primeiro grau, a proibição de se ausentar da Comarca sem autorização judicial prévia, a obrigatoriedade de comunicar previamente o Juízo sobre eventual mudança de endereço e o comparecimento a todos os atos do processo.

As prisões preventivas das três mulheres foram decretadas em audiência de custódia realizada no sábado (6). As informações são do portal G1.

Amropali, Maria e Nayane divulgaram no perfil da entidade em rede social que teriam sido vítimas de um assalto na sede do abrigo, no bairro Jaraguá, e que os assaltantes teriam roubado mantimentos dos animais, segundo a polícia. Na publicação, as mulheres pediram doações financeiras para custear as despesas com os animais.

Após suspeitar que o assalto não teria ocorrido e que teria sido um ato de estelionato orquestrado pelas mulheres para obter recursos, a polícia decidiu prender as integrantes da ONG.

As presas foram transferidas para o Sistema Prisional no sábado (6) e Nayane Petrúcia confessou que o assalto foi forjado e disse que a fraude foi criada para possibilitar a construção de um hospital veterinário.

Apesar das mulheres terem sido presas por suspeita de fraude, os animais da ONG realmente existem. A existência deles foi confirmada pela Comissão do Bem Estar Animal da OAB-AL, que vistoriou a sede do abrigo, no bairro Trapiche, em Maceió, onde foram encontrados cerca de 200 cães e gatos que estão sendo cuidados por voluntários.


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