Pit bull vive sozinho isolado em quintal em SP

Vilma Henrique
vilma.henre@gmail.com

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O pit bull da imagem vive em completa solidão em SP. Ele vive isolado em um quintal e seu tutor, que não quer mais, vai vê-loe alimentá-lo apenas uma vez por semana. Ele está disponível para adoção responsável. Tem cerca de um ano de idade e está castrado. É dócil. Interessados em dar uma chance para ele entrem em contato com a Dani através do telefone: 11 96674-9130.

Casal de cães da raça pinscher busca um lar amoroso em SP

Miriam Lima
a.m.corretora@terra.com.br

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O cãezinhos Negra Li e Toby são da raça pinscher e estão disponíveis para adoção responsável em SP. Eles foram resgatados após terem sido vítimas de maus-tratos. Estão castrados, vacinados e prontos para encontrarem novos tutores.

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A adoção conjunta é preferencial. São amorosos, brincalhões e têm apenas oito meses de vida. Interessados em dar uma chance para eles entrem em contato a Miriam através do telefone (WhatsApp): 11 – 95328-0040.

Cadela vítima de maus-tratos é resgatada em Guarujá (SP)

Foto: Divulgação/PMG

Uma cadela pit bull foi resgatada no Jardim Conceiçãozinha após a fiscalização constatar maus-tratos. A apuração apresentou que o animal vivia em condições precárias há muito tempo, colocando em risco sua saúde e bem-estar. Foi necessário encaminhá-la imediatamente para o atendimento médico veterinário.

Exames foram realizados e o tratamento para a recuperação da cachorra teve início. No mesmo local, foram resgatados pássaros silvestres que, após o atendimento necessário, serão devolvidos para a natureza. A tutora do animal responderá criminalmente por maus-tratos.

Ação foi realizada na última terça-feira (22), pela Secretaria de Saúde de Guarujá, por meio da diretoria de Proteção e Bem Estar Animal de Guarujá, com apoio da Força Tarefa, Polícia Ambiental e Polícia Militar. A ação ocorreu devido à denúncia feita por munícipes de maneira anônima.

A vistoria também esteve nos bairros Jardim Balneário Guarujá e no Jardim Monteiro da Cruz. Foram aplicadas notificações e multas devido irregularidades no meio de convivência animal. A diretoria de Proteção e Bem Estar Animal alerta que a população deve denunciar em casos de maus tratos diretamente no Canil Municipal e garante que será assegurado o sigilo da fonte.

Fonte: Diário do Litoral

Chow chow que não coube na mudança dos tutores busca um novo lar em SP

Miriam Acras
miriamdesign@uol.com.br

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O cãozinho Zak está em busca de adotantes responsáveis em SP. Ele é da raça chow chow e foi deixado em uma clínica veterinária para ser sacrificado porque seus tutores se mudarão ara um apartamento e não poderão levá-lo. Ele possui as características comportamentais da raça e precisa de tutores pacientes e amorosos. Interessados em dar um novo lar para o Zak entrem em contato com a Carolina através do telefone (WhatsApp): 11 – 97584-3432.

Tartaruga doente é resgatada próxima à Ilha Anchieta em Ubatuba (SP)

Tartaruga verde é resgatada em Ubatuba — Foto: Divulgação/ Polícia Ambiental

Uma tartaruga doente foi resgatada após ser encontrada por banhistas com dificuldade de respirar próximo da área costeira da Ilha Anchieta em Ubatuba, litoral norte de São Paulo.

O animal, que é da espécie conhecida como tartaruga verde, foi resgatado no sábado (19) por uma equipe da Companhia de Policiamento Ambiental Marítimo (Ciamar), da Polícia Ambiental, que levou a tartaruga até o instituto Tamar.

De acordo com o biólogo e coordenador do projeto, José Henrique Becker, a tartaruga está doente e recebe tratamento nesta segunda-feira (21). Não há previsão de alta. A suspeita é que o animal estivesse se afogando quando foi encontrado por banhistas.

“As tartarugas têm que subir na superfície para respirar e, quando ela não consegue subir, ela se afoga. Normalmente quando não conseguem subir, é porque ficaram presas em algo”, disse.

O animal tem 23 quilos, o que indica se tratar de um animal jovem, já que as adultas costumam ter mais de 100 quilos e viver cerca de 80 a 100 anos, segundo o Tamar.

Fonte: G1

Cavalos raquíticos comem lixo para sobreviver em ruas de SP

Moradores denunciam que cavalos foram largados na rua e estão passando fome e sede na Zona Noroeste, em Santos.

Animais reviram lixo e correm risco de atropelamento ao andarem sozinhos em Santos. — Foto: G1 Santos

Dois cavalos extremamente magros estão deixando moradores de Santos, no litoral de São Paulo, bastante preocupados. Segundo moradores ouvidos pelo G1, os animais estão passando fome e sede, o que faz com que se alimentem de restos encontrados no lixo. Além disso, a dupla circula por avenidas e ruas com tráfego intenso de veículos, colocando a vida deles mesmos e dos motoristas em risco.

“É desumana a situação em que estão esses animais”, relata a professora, Sandra Aguiar, de 43 anos. Sandra trabalha próximo ao local que os cavalos ficam e, de acordo com ela, os animais são vistos nessa situação desde dezembro. “Cheguei a ligar para Codevida pedindo o resgate. A atendente se sensibilizou com e ficou de mandar verificarem, mas acho que não resolveram”.

Márcia Nagahiro, de 54 anos, sempre visita a irmã que mora no bairro Rádio Clube e conta que também vê os animais revirando o lixo com frequência. “Quando vi o cavalo comendo lixo, corri para fechar a tampa da lixeira com medo que eles comessem sacolas plásticas. Da dó de ver a situação, não sei se eles tem dono ou não, mas vejo que sofrem bastante”, relata.

Animais comem mato das laterais da ciclovia da cidade. — Foto: G1 Santos

A veterinária Renata Souza, de 29 anos, destaca a gravidade da situação, principalmente pelos animais estarem fora do habitat natural. “A saúde fica bastante debilitada, além de passarem fome, eles estão expostos à doenças. Percebe-se que eles estão extremamente magros. O filhote, que para crescer de forma saudável precisa de alimentação mais regrada, está sendo amamentado com o leite da mãe que consome lixo, então não tem os nutrientes necessários”, relata.

Renata também explica que o risco de atropelamento não é só para o cavalo, mas também para a pessoa que esteja no veículo que pode atingir o animal. “O impacto para quem atropela um cavalo, pelo tamanho e peso do bicho, é fatal em aproximadamente 70% dos casos. O cavalo dificilmente morre na hora, ele fica agonizando. Pode sofrer uma fratura e terá que ser eutanasiado”, afirma.

Em nota, a Prefeitura destacou que é proibido criar animais de grande porte na cidade, sobre pena de multa entre R$ 1.000 e R$ 50.000. Segundo informações, em dezembro, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMAM) demoliu 6 baias para cavalos na Zona Noroeste.

Ainda de acordo com a Prefeitura, a Semam abriu licitação e já escolheu uma empresa para prestação de serviço de apreensão, transporte, estadia, alimentação e destinação de animais de grande porte. Mas, o contrato está em fase de assinatura.

A Semam, de acordo com a prefeitura, já foi ao local em que a população relatou que os cavalos estavam circulando, mas não encontrou os animais lá. Caso retornem, o recolhimento já está autorizado e o local de destino não será divulgado por questões de segurança.

Fonte: G1

Vídeo de cadela buscando pão ‘sozinha’ na padaria faz sucesso na internet

O vídeo de uma cadela da raça golden retriever buscando pão “sozinha” em uma padaria de Sorocaba (SP) acabou repercutindo na internet. O vídeo mais de mais de 800 mil visualizações.

Nas imagens é possível ver o momento que a cadela sai da padaria com uma sacola na boca e segue o percurso de volta para casa. Depois, ela para em frente ao portão da residência, que abre e ela entra para entregar a sacola com pão para a sua tutora.

Diante da repercussão do vídeo, o G1 conversou com um dos tutores da cadela – que se chama Mel e tem 4 anos. O empresário Reinaldo Rodrigues, de 65 anos, contou à reportagem que está surpreso com essa fama repentina da sua companheira.

O tutor da Mel é que grava e edita os vídeos da cadela e, depois, compartilha somente com amigos na internet — Foto: Reinaldo Rodrigues/Arquivo Pessoal

“Eu não esperava essa repercussão. Quem grava os vídeos da Mel sou eu, depois elaboro um trabalho simples de edição, através de um aplicativo para celular. Mas eu só compartilho os vídeos entre poucos amigos, da escola. Eles devem ter repassado para outras pessoas”, conta.

Segundo Reinaldo, o post com o vídeo da Mel na padaria que bombou na internet – e acumula mais de 800 mil visualizações até a manhã deste sábado – não é dele. “Uma outra pessoa recebeu o vídeo por um aplicativo e resolveu compartilhar.

Reinaldo garante que Mel nunca sai sozinha de casa e que todas as coisas fofas que faz é sob seu comando — Foto: Reinaldo Mendes/Arquivo Pessoal

O G1 também conversou com a responsável pela publicação no Facebook, a nutricionista Regina Miguel. Ela conta que recebeu o vídeo com a descrição pelo WhatsApp e achou interessante compartilhar com os seus seguidores.

“Publiquei pelo fato de um animal fazer parte do planejamento da família. Nem imaginava que iria bombar”, garante.

Cadela não sai de casa sozinha
Em entrevista ao G1, o tutor da Mel esclareceu um fato importante sobre o vídeo, que deixou muitos internautas intrigados: “Mel não sai de casa sozinha”. Quando vai diariamente até a padaria, ela está sempre acompanhada por Reinaldo, que é quem, inclusive, coloca a sacola em sua boca.

“Eu jamais deixaria ela ir sozinha na padaria, com os perigos de atropelamentos e também de sequestro. Mas as pessoas estão impressionadas, pois acreditam que a Mel faz tudo isso sozinha. A Mel faz várias coisas fofas, mas sempre com o meu comando”, esclarece o tutor.

Fonte: G1

Pica-paus que vivem em São Paulo correm risco de extinção

Primeiro foram as ararinhas-azuis. Agora são os pica-paus que estão ameaçados de extinção no Brasil, sobretudo na cidade de São Paulo, uma selva de pedra que destina cada vez menos espaço para essas aves.

Foto: Rudimar Narciso

Elas têm como habitat as frondosas árvores, com troncos circundados por grossas camadas de cascas, como os jacarandás, que estão desaparecendo da cena urbana.

O ornitólogo Dalgas Frisch, com 88 anos, 81 deles dedicados aos pássaros brasileiros, está empenhado em salvar os pica-paus desse lento e gradual processo de desaparecimento em São Paulo. Como Dalgas mora ao lado da Reserva Ecológica do Morumbi, uma mata com 24 hectares no coração de São Paulo, ao lado do Palácio dos Bandeirantes, ele percebeu que os pica-paus, antes abundantes na região, estão rareando. Por isso, há dois anos começou a estudar o fenômeno, acompanhando o dia a dia desses pássaros, com fotografias e filmagens. Afinal, no México os pica-paus já estão praticamente extintos, tanto em função do desmatamento como pelo fato de que os moradores acreditavam que suas penas tinham propriedades medicinais (a fumaça com a queima das plumagens ajudava mulheres a suportar as dores do parto).

Mas, em São Paulo, a ameaça maior vem da Prefeitura, segundo ele. Os funcionários de parques e jardins vêm dedetizando com inseticidas as árvores para matar cupins e esse veneno é letal para esse tipo de pássaro, que têm por hábito perfurar as árvores com o bico para encontrar insetos que os alimentam ou até mesmo a fazer seus ninhos nos buracos “cavados” por eles nos troncos. Além disso, a Prefeitura vem substituindo os Jacarandás por plantas de textura lisa, onde os pássaros não conseguem se “segurar” para poder furar as árvores. Ele garante que vai procurar o prefeito Bruno Covas para expor o problema.

Dalgas acabou descobrindo uma coisa também importante para a sobrevida dos pica-paus. “Como esses pássaros fixam as patinhas nas árvores para fazer os furos com os potentes bicos, eles usam as asas e caudas, chamadas tecnicamente de remiges e retrizes, para se apoiar nas árvores. Mas as asas e caudas acabam ficando grudadas pela resina absorvida das plantas. Se elas não se livram das resinas, não conseguem apoio para a fixação às plantas em novas operações, e podem morrer”, diz o ornitólogo. Dalgas percebeu que esses pássaros necessitam banhar-se para retirar a resina das asas com bastante frequência. Recomenda que moradores em áreas habitadas pelos pica-paus implantem recipientes com água para permitir o acesso dos pássaros ao banho diário, hábito que já adota em sua casa no Morumbi.

Um estudo completo sobre essa constatação está sendo preparado para publicação na revista Nature, no Reino Unido. “Ainda podemos salvar o pica-pau paulistano da extinção”, resume Dalgas. A dedicação a esse estudo foi tamanha que Dalgas caiu, em junho último, de uma enorme escada que ele instalou para fotografar de perto os pica-paus que observa no Morumbi. Resultado: fraturou o crânio e ficou dois meses internado no Hospital Albert Einstein, entre a vida e a morte.

Sobre Dalgas Frisch

Dalgas é uma referência mundial para a ornitologia brasileira. Nascido em São Paulo, embora filho de dinamarquês, ele acaba de receber o título de cidadão da Dinamarca pelos relevantes serviços em prol da preservação da fauna e flora, inclusive da Amazônia, principalmente por ter contribuído para a demarcação do Parque do Tumucumaque, com 10 milhões de hectares, encravado entre as florestas amazônicas do Brasil, Suriname e Guiana Francesa, uma área maior do que o território de Portugal (9,2 milhões de hectares).

Foi nessas florestas, inclusive, no Acre, que o ornitólogo fotografou e gravou o som dos sete cantos do Uirapuru, um pássaro que só vive na Amazônia (ver box em anexo). Só ele, em todo o mundo, conseguiu essa façanha. Mas quem acha que o velho Dalgas aposentou-se e que só vive das glórias do passado, não imagina do que ele é capaz para manter o sangue de pássaros correndo em suas veias. Ele é praticamente um homem pássaro.

Fonte: IstoÉ

Ativistas filmam a realidade dos porcos antes de serem mortos na Grande SP

Na madrugada deste sábado, dezenas de ativistas pelos direitos animais se reuniram em frente ao Frigorífico Rajá, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, para filmarem a realidade dos porcos pouco antes de serem abatidos. No vídeo registrado pela ativista Beatriz Silva é possível ver os animais amontoados, assustados e sedentos dentro dos caminhões que chegavam ao matadouro.

Incomodados com a situação, os ativistas deram um pouco de água aos animais. Imagens: Beatriz Silva

Os porcos estavam em jejum, inclusive de água, prática que visa evitar que evacuem durante o processo de abate, que consiste em choque seguido de degola. Basicamente é a mesma realidade partilhada por dezenas de milhões de suínos que são mortos todos os anos no Brasil. Incomodados com a situação, os ativistas deram um pouco de água aos animais.

Também questionaram como isso pode ser aceitável e criticaram o fato de que os interesses que pesam no destino dos porcos são apenas os dos criadores, dos frigoríficos e dos consumidores – já os interesses dos animais são ignorados porque são classificados apenas como produtos.

O objetivo da filmagem foi mostrar que por trás da carne que as pessoas compram confortavelmente nos açougues, há uma trajetória que inclui privação, sofrimento e morte precoce – já que os porcos têm expectativa de vida de 15 anos, mas são abatidos com seis meses.

A agitação e o estresse dos animais registrados no interior dos caminhões são apontados como uma reação natural de estranhamento diante da realidade, assim como os gritos e gemidos durante o processo de abate. “Não existem abatedouros felizes, mágicos ou éticos. Matar sempre será cruel. Matar um ser que não deseja morrer é assassinato”, destacaram em um banner exibido durante a vigília.

Onça-parda é flagrada em árvore em sítio de Itaju

Uma onça-parda chamou a atenção dos moradores de um sítio na área rural de Itaju (SP), próximo ao Rio Tietê, nesta sexta-feira (18).

Onça estava encima de árvore em Itaju — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Um vídeo feito pelos bombeiros, mostra o animal encima de uma árvore.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para capturar a onça, mas quando tentaram capturá-la, o animal pulou da árvore em direção ao rio e não foi mais avistada no meio da vegetação. As pessoas que ali estavam foram orientadas a respeito.

Fonte: G1