Cão jogado para fora do carro pelo dono está à procura de um novo lar em SP

freitasj9@gmail.com
Joana Freitas

Este é o Zeus, foi atirado do carro e abandonado covardemente pelo seu dono em frente a escola onde a protetora Olga trabalha. Ela o resgatou, castrou, vacinou e vermifugou, hoje ele está para adoção. É muito dócil e brincalhão, tem porte médio e idade entre 2 a 3 anos.

Por favor, ajudem a divulgar para o Zeus arrumar um lar cheio de amor, carinho e atenção.

Interessados podem entrar com contato com a Joana pelos telefones 11 – 2962 9650 ou 11- 97174 6360 ou com a Olga 11 – 2751 2494 ou 11 99660 1601

Caça de animais silvestres preocupa em Bragança Paulista

Caçadores se aproveitam da permissão para abater javalis para promover uma prática ilegal ao caçarem animais silvestres que correm risco de extinção em Bragança Paulista (SP).

Onça-pintada. Foto: Pixabay

Os javalis costumam destruir as plantações e, por se reproduzirem com muita rapidez, o Ibama autoriza a caça da espécie como forma de impedir uma superpopulação do animal. O problema é que caçadores estão aproveitando dessa autorização para matar vários outros bichos.

Valcírio Hasckel é produtor rural e tem uma plantação de milho há mais de 30 anos em Bragança Paulista. A área que a plantação ocupa equivale há 560 campos de futebol e há anos ele sofre com os estragos que os javalis fazem na sua lavoura.

“O milho é uma cultura que eles gostam de atacar bastante. Por ano, os javalis destroem cerca de cinco hectares da minha plantação e o prejuízo chega a R$ 20 mil”, afirma.

Desde 2013, o abate legal de javalis é regulamentado pelo Ibama, mas o que era para ser uma solução passou a ser também uma preocupação por causa da caça a outros animais.

Os ambientalistas defendem o abate de javalis, mas dizem que ele tem que ser feito de maneira planejada.

“A caça não é só o abate daquele animal, toda uma prole, uma linhagem genética, a biodiversidade, acabam sendo prejudicadas por causa da caça. Existem associações que podem receber esses javalis ou tem que ser feito um controle, mas de forma humanitária”, afirma a ambientalista Cristina Harumi.

Um exemplo de animal silvestre que foi vítima da ação de caçadores é a onça-pintada Cheetos. Ele teve a mãe morta por caçadores, conseguiu escapar e foi trazido para a Associação Mata Ciliar, de Jundiaí. Segundo a ambientalista, ele nunca mais poderá voltar para a natureza.

“O Cheetos é um animal que viveria em 100 km² e agora vai viver para sempre em 400 m². Infelizmente ele não poderá voltar para a natureza”, disse.

A caça de animais não regulamentada pelo Ibama é crime. A pena para quem mata, persegue ou maltrata animais varia de um a quatro anos de detenção, além de multa.

Fonte: G1

Prefeitura de SP revoga a ordem que proibia funcionários de cemitérios de alimentar animais

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), revogou nesta quarta-feira (16) a ordem interna que proibia servidores dos cemitérios municipais de alimentar e dar abrigo a animais abandonados.

Cachorro abandonado no Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

A determinação tinha sido publicada na última terça-feira (15) no Diário Oficial do Município.

A ordem interna do Departamento Técnico de Cemitérios também bania objetos como caixas de papelão ou madeira que serviriam como toca a cães e gatos.

Com a revogação, os funcionários e visitantes dos cemitérios poderão alimentar e providenciar abrigo aos animais, sem risco de punições.

Covas determinou, ainda, aos responsáveis pelos cemitérios para que entrem em contato com ONGs para procurar um lugar melhor para eles.

Fonte: G1

Cadelas precisam de resgate urgente em São Paulo

Carlos Eduardo
carloseduardoxx225@gmail.com

Um moradora de rua acorrentou várias cadelas nas grades do metrô, no Largo Santa Cecília.

As correntes são muito pequenas, elas mal conseguem comer. Cães e gatos já foram queimados com cigarros neste local.

Autoridades foram alertadas mas até agora nada foi feito.

Quem puder resgatar os animais podem entram em contato com a Sandra pelo telefone: 11- 97126-0575

 

Tartarugas-verdes reabilitadas são devolvidas ao mar

Tartarugas minutos antes de serem soltas no mar na tarde de terça-feira (15). — Foto: Divulgação/Gremar

Duas tartarugas-verdes (Chelonia mydas) resgatadas em praias da região foram devolvidas ao mar nesta terça-feira (15), em Guarujá, no litoral de São Paulo. Reabilitadas pelo Instituto Gremar em ações do Projeto de Monitoramento Praias (PMP), conduzido pelo Ibama, elas foram soltas na Praia da Enseada.

Os animais foram resgatados no dia 4 de dezembro de 2018, em praias da cidade de Bertioga (SP). O Instituto, responsável pela reabilitação e resgate de seres marinhos na região, informou que uma das tartarugas havia sido encontrada na Praia da Enseada e a outra na Praia de Riviera.

De acordo com os biólogos que cuidaram dos animais, ao serem resgatados, eles estavam com fraturas e debilitados. Após receberem cuidados diários na base de reabilitação e passarem por exames, foi comprovada a recuperação e elas foram devolvidas ao mar.

O projeto é responsável por avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos. Além disso, também realiza a necropsia dos animais encontrados mortos.

O Instituto Gremar funciona 24h e os banhistas podem acionar as equipes pelo telefone 0800-642-3341 ao localizarem animais encalhados nas praias da região.

Fonte: G1

Cadela é vítima de abuso sexual em centro psiquiátrico em SP

Amarela foi vítima de um crime cruel e hediondo | Foto: Arquivo pessoal

A cadelinha Amarela tem cerca de 10 anos. Sua triste história começou há muito tempo, quando ela apareceu no Centro Pioneiro em Atenção Psicossocial (AJJE) da cidade de Franco da Rocha, Região Metropolitana de São Paulo.

Diversos cães e gatos também foram abandonados e viviam no local. À própria sorte, esses animais sobreviveram graças a ajuda das protetoras Leia Moreira e Vanusa Louro. Incansáveis, ela custearam através da realização de bazares, importâncias que custearam a alimentação e castração de cerca de 300 animais.

Felizmente, muitos animais tiveram a sorte de ser adotados e descobriram o que é um lar de verdade. No entanto, outros permaneceram no local esperando a mesma oportunidade. Entre eles, estava Amarela, uma cadelinha idosa e sem raça definida que foi vítima de um dos crimes mais bárbaros e cruéis que o ser humano pode cometer.

A cadelinha foi covardemente vítima de sucessivos estupros dentro das dependências do AJJE. Em um primeiro momento, ela foi encontrada por Leia, que realizava uma visita de rotina e acompanhamento, amarrada e com sangramento anal e vaginal. Próximo a cadela foi encontrado indícios de uma ejaculação. As protetoras cobraram um posicionamento da diretoria da instituição que se limitou a informar que poderia ter sido um paciente do local.

Sem provas, as protetoras sabiam que seria difícil fazer justiça para Amarela, mas o acaso deu uma contribuição. Em uma das visitas de rotina para verificar se os animais estavam com ração, a protetora Leia flagrou um funcionário do local que aparentava estar alcoilizado tentado atrair a cachorrinha com ração para um quartinho que fica nas dependências do AJJE. Ao ver Leia, Amarela se desvencilhou do criminoso e correu em direção à protetora como se pedisse ajuda. A presença de evidências deu fôlego a uma investigação. As protetoras registraram um boletim de ocorrência eletrônico e a Corregedoria da Saúde abriu um pedido de sindicância para a apuração do episódio.

Até o momento, a algoz de Amarela não teve a identidade revelada, mas a repercussão do caso trouxe um impacto positivo para a vida da cadelinha. Ela foi adotada por uma protetora que se comoveu com o caso e temeu pela vida da cachorra. Amarela finalmente terá um lar de verdade. “Será o fim definitivo do sofrimento. Lá ela receberá carinho, amor, e tudo mais que uma família pode proporcionar”, disse Vanusa Louro.

Amarela agora será carinhosamente chamada de Vitória | Foto: Arquivo pessoal

O pior já passou, mas a cadelinha ainda tem uma longa caminhada de recuperação. Além receber cuidados para os abusos físicos, Amarela também precisará transpor obstáculos e traumas psicológicos. Apesar de ser uma cadelinha doce e muito amável, ela não esconde seu medo e desconfiança do ser humano, principalmente com pessoas do sexo masculino.

Para Amarela é um final feliz, mas a luta das protetoras continua. Esforços estão sendo concentrados para salvar os animais que ainda vivem no local. Muito ainda precisa ser feito. Oito cães ainda estão à espera de adoção. Eles serão encaminhados para um abrigo que só aceitou recebê-los com uma condição: seis sacos mensais de ração e exames que comprovem que nenhum dos animais possui cinomose.

Agora, as protetoras tentam impedir que mais animais sejam vítimas de abuso | Foto: Arquivo pessoal

Uma veterinária generosamente realizará os exames a um preço baixo. A estimativa é que os cães sejam realocados até a próxima quarta (23). Para que isso se conclua, as protetoras pedem que voluntários e simpatizantes da causa animal apadrinhem os animais para ajudar a custear os exames e a alimentação. Para saber como ajudar ou adotar os cãezinhos, que já estão vacinados, vermifugados e castrados, basta entrar em contato com a Vanusa através do telefone (WhatsApp): 11 97281-0940.

Veja abaixo os cãezinhos que esperam por uma chance: 

Fotos: Arquivo pessoal

 

Tartaruga morre após ter casco destruído por moto aquática em SP

Tartaruga-verde chegou a ser recolhida do mar, em Santos (SP), mas não resistiu aos ferimentos — Foto: Valdir Gomes/Arquivo Pessoal

Uma tartaruga marinha foi encontrada boiando no mar após ser atropelada por uma moto aquática em Santos, no litoral de São Paulo. O registro, feito por um banhista, chamou a atenção nas redes sociais e acabou viralizando. Segundo o Instituto Gremar, ONG que realiza o resgate e reabilitação de animais marinhos, pelo menos 70% da morte de tartarugas se dá por ações humanas.

O registro foi feito por Valdir Gomes, de 65 anos. Morador da Ponta da Praia, ele tem o costume de praticar stand up paddle diariamente naquela região. O flagrante da tartaruga ocorreu durante um passeio que, para ele, costuma ser comum.

“Estava olhando para a praia quando percebi a moto aquática passando em alta velocidade, na área onde algumas tartarugas costumam ficar. Eu estava a uns 200 metros dela”, conta ele, que não notou que o condutor havia passado por cima do animal. Ele só o encontrou boiando e ferido alguns minutos depois.

“Não imaginava que isso poderia ter acontecido. Vi a tartaruga boiando e a coloquei na minha prancha. Ela estava com dificuldade para respirar e com o casco completamente destruído”, relata.

O fotógrafo também contou que tentou acionar alguém do Aquário de Santos, na intenção de tentar algum resgate ao animal. Porém, sem sucesso, decidiu depositar o corpo do animal de volta ao mar.

De acordo com Gomes, na manhã de domingo (13), pelo menos cinco motos aquáticas andavam no mesmo trecho, também em alta velocidade. Para ele, a maneira como os condutores as utilizam no mar pode acabar resultando em outro acidente.

“Isso não pode acontecer mais, até para evitar que aconteça um acidente com pessoas. Já ouvi relatos de um rapaz que teve a cabeça atingida. Está na hora de ter uma fiscalização”, afirma.

Outros casos

Também na última semana, outras duas tartarugas marinhas foram encontradas mortas por banhistas, desta vez na orla de Praia Grande. Da espécie Chelonia mydas, elas foram achadas nas praias dos bairros Flórida e Boqueirão.

De acordo Rodrigo Valle, coordenador geral do Instituto Biopesca, que faz a remoção e conservação de animais marinhos ameaçados de extinção, por estarem em avançado estado de decomposição, amostras biológicas foram recolhidas das tartarugas para identificar a causa da morte dos animais.

Muitas das tartarugas também chegam neste estado à faixa de areia por serem prejudicadas pelo descarte de lixo nos oceanos. A maioria confunde o plástico com alimento, e outras são capturadas acidentalmente por redes de pesca, entrando na cota dos 70% de animais mortos por ações humanas.

O Biopesca também recomenda que sejam informados casos de golfinhos, aves ou tartarugas marinhas encontradas vivas ou mortas em praias da região, por meio dos telefones 0800 642 3341, ou (13) 99601-2570, tanto por ligação, quanto por WhatsApp.

Fonte: G1

Cotia (SP) pode sediar parque de diversões com zoo

Foto: Pixabay

A cidade de Cotia, em São Paulo, está prestes a ganhar um complexo de equipamentos destinado ao lazer e à diversão que ocupará uma área de 350.000m². O “Parque de Cotia” contará com atrações tradicionais, como a Caravela e a Vitória Régia do Terra Encantada, o Splash do Playcenter, e a montanha-russa Zyklon, do Parc Magique.

Entretanto, na contramão do que hoje é eticamente correto com relação aos animais, o empreendimento pretende abrigar também o que deverá ser “o maior parque zoológico da América do Sul, tendo animais como golfinhos, ursos, tigres, leões, girafas, etc” (negritos no original).

Os proponentes do mega empreendimento afirmam que “parte desses animais serão recuperados de circos e situações de maus tratos, ou de abandono, assim tendo um tratamento completo no novo parque”; e que “o local deverá ter espaço para a prática de Educação Ambiental”.

Algumas questões se colocam aqui. A primeira se refere ao ultrapassado conceito de “jardim” ou mesmo “parque” zoológico, locais onde os animais vivem encarcerados, solitários, em espaços minúsculos, ou levando vidas pouco ou nada naturais. Além disso, são freqüentemente submetidos a tratamentos cruéis como falta de alimentação adequada, conforto térmico, e mesmo ataques (às vezes mortais) por parte de visitantes. Como se isso não bastasse, são objeto de tráfico e são mortos quando considerados inservíveis como “atração”, ou quando se julga que estão em “excesso”.
A segunda questão, diretamente ligada à primeira, se refere à Educação ambiental que lá se pretende implementar. A educação genuinamente ambiental deve ser uma educação crítica, questionadora do paradigma vigente que tem conduzido o planeta ao atual processo de extinção e degradação da vida em todos os níveis. A educação, portanto, não poderá ser antropocêntrica e especista, se quiser cumprir seu papel transformador primordial. Mas como conciliar uma educação para a formação de novos valores com a presença de um zoológico, local onde os animais são vistos como propriedades dos seres humanos, como objetos de estudo ou de mera contemplação?

A única forma de fazer isso é abdicar da ideia de zoológico e, em vez disso, acolher essas vítimas não-humanas de abusos humanos num santuário. Estima-se que o parque zoológico deva receber cerca de 500 mil pessoas por ano. A manutenção desse santuário poderia ser feita a partir da arrecadação dos recursos provenientes desses visitantes e tais animais poderiam ter – tal qual no filme “Avatar” – seus doublés de corpo virtuais, em tecnologia 7D. Tal tecnologia permitiria ainda recriar seus ambientes naturais e suas interações ecológicas, permitindo que os animais de verdade, seres autoconscientes, capazes de sofrer física e psiquicamente, possam se libertar do medo e do tédio dos cativeiros e experimentar um pouco de paz e alegria em seus sofridos corações. Todas essas inovações verdadeiramente revolucionárias – tecnologia unida à compaixão, conhecimentos sobre ecologia somados à senciência animal – seriam incorporadas nessa nova educação. Um novo mundo sustentável, inclusive no plano ético, nos aguarda. Temos o conhecimento e os recursos necessários. O que estamos esperando?

Cão abandonado no lixo na Zona Sul de São Paulo precisa de resgate

Abigail Andrade
bimendesandrade@gmail.com

Um cachorrinho foi abandonado dentro de uma caixa de papelão, em meio ao lixo, chorando. A cuidadora Yasmin que o encontrou disse que uns meninos queimaram palha de aço perto do animal e ele não se mexeu. Ela levou comida para o filhote, e contou que apareceu outro cachorro cego no local.

Quem estiver interessado em dar um lar para esses cachorrinhos, entre em contato com Yasmin através do número (11) 97589-6088.