Supermercado substitui embalagem de plástico por folha de bananeira na Tailândia

Um supermercado em Chiangmai, na Tailândia, substituiu embalagens de plástico por folhas de bananeira. A solução encontrada pelo Rimping Supermarket para combater o uso excessivo de plástico para embalar frutas e legumes já é utilizada em outros locais, como na Índia, China, Tailândia, Vietnã e Malásia. A cultura indígena e caiçara também já fez bastante uso das folhas no Brasil.

Foto: Reprodução / Facebook / Perfect Homes Chiangmai.

Grossas, largas e flexíveis, as folhas de bananeira podem ser enroladas e dobradas facilmente, sem que se quebrem, e também suportam variações de temperaturas, sendo ideais para produtos refrigerados.

Por ser orgânica, ela se decompõe naturalmente, ao contrário do plástico, que demora anos para se decompor e polui ecossistemas, matando inúmeros animais, especialmente nos oceanos. Além disso, a compostagem da folha adiciona nutrientes ao solo e o deixa mais rico, além de ser à prova d’água, já que sua superfície não absorve o líquido quando exposta à umidade. As informações são do portal Ciclo Vivo.

Além de sustentável, a folha de bananeira pode ser produzida em larga escala, especialmente em climas tropicais, é viável do ponto de vista econômica e foi bem aceita pelo público do Rimping Supermarket.

Foto: Reprodução / Facebook / Perfect Homes Chiangmai.


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Nova agência de recrutamento é especializada em empregos para veganos

Foto: Adobe

Foto: Adobe

Uma agência de recrutamento especializada em combinar pessoas e empregos veganos oferecidos por empresas alinhadas com seus valores – tratamento sustentável, vegano e ético para todos – foi lançada recentemente.

A Citizen Kind foi lançada por Emma Osborne, que tem mais de uma década de experiência no recrutamento e é vegana desde 2015.

Foto: Citizen Kind

Foto: Citizen Kind

Despertar

Quando Osborne percebeu que ela estava cansada de defender empresas cujos valores ela não compartilhava, a recrutadora tirou um ano sabático e viajou pelo mundo.

Ela montou seu negócio para que pudesse trabalhar de forma proativa para encontrar para os veganos candidatos o lugar certo dessa forma eles se antecipariam às necessidades do crescente movimento vegano, que conta restaurantes, sites de comércio eletrônico, empresas de investimento e uma instituição de caridade entre os clientes da Citizen Kind.

Desmistificando o veganismo

“Ser vegano ainda é considerado uma escolha extrema e difícil até agora, e por isso eu queria ajudar a normalizar e popularizar este estilo de vida compassivo, abrindo oportunidades em empresas veganas, sustentáveis e éticas para aqueles que conscientemente estão reduzindo seu impacto no planeta”, disse a fundadora da empresa Emma Osborne.

Foto: Citizen Kind

Foto: Citizen Kind

“Ao trazer amor e compaixão uns pelos outros, o planeta e os animais para o local de trabalho, você cria um ambiente onde ideias, colaboração e ação podem crescer”, disse Emma.

“Dessa forma, estou colocando minhas habilidades corporativas em uso para o bem daqueles que não podem falar por si mesmos, e trazendo consciência para a crise em questão. Eu não consigo pensar em um trabalho melhor para mim.”

Você pode descobrir mais sobre Citizen Kind aqui.

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Tenistas de Wimbledon usam linha de roupa vegana feita de plástico reciclado criada por Stella McCartney

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

As principais estrelas de Wimbledon em 2019 terão mais coisas em comum este ano do que apenas sua busca pelo troféu do campeonato – vários dos melhores jogadores de tênis do mundo também usarão roupas de uma nova linha de moda esportiva, vegana e ecológica projetada por Stella McCartney para a Adidas.

A atual campeã feminina Angelique Kerber, Garbine Muguruza, vencedora do 2017, e Caroline Wozniacki, ex-campeã mundial número 1, junto com os jogadores do sexo masculinos Dominic Thiem, Stefanos Tsitsipas e Alexander Zverev, estarão usando suas iniformes brancos de Wimbledon, criadas por McCartney.

O lançamento é a primeira linha desenhada para o Grand Slam (torneio de tênis) da designer tanto para homens como para mulheres. Esta é outra colaboração entre McCartney e a gigante de roupas esportivas Adidas.

A designer e a marca trabalharam em várias linhas de esportes e calçados recentemente, incluindo o primeiro Stan Smith (modelo de tênis) feito de couro vegano.

Os modelos foram originalmente criados para a lenda do tênis o atleta Stan Smith. Tanto McCartney quanto a Adidas se tornaram cada vez mais ecologicamente corretas em suas coleções.

Foto: Livekindly

Foto: Livekindly

A Adidas prometeu recentemente reduzir seu uso de plástico e focar em materiais reciclados. Seu lançamento mais recente, o sapato Futurecraft.LOOP, pode ser 100% reciclado.

A nova linha desenhada para Wimbledon é feita a partir de resíduos de plástico recolhidos nas praias e fibras sintéticas retiradas de roupas velhas e garrafas de plástico. A coleção também usa “Dope Dye Technology”, que usa menos água no processo de secagem.

Protegendo o meio ambiente

“Eu definitivamente acho que é muito importante proteger o meio ambiente e o planeta – o impacto está presente em todos os aspectos de nossas vidas, incluindo o esporte”, disse Wozniacki.

“As questões ambientais são um problema enorme em nosso tempo”, disse Thiem, “e é muito importante que atletas e grandes empresas tomem medidas para cuidar melhor do planeta pelas as futuras gerações”.

A estrela alemã Zverev aponta para a conexão entre o esporte e o ambiente natural. “Nós treinamos ao ar livre, fazemos tudo ao ar livre, por isso é importante proteger esses espaços para as gerações futuras”.

A linha de roupas não é a única estrela ecológica em Wimbledon este ano. De acordo com o Evening Standard, a gigante de água de garrafa, Evian, está lançando sua primeira garrafa de água 100% reciclada e reciclável.

Wimbledon também removerá todos os sacos de plástico da operação de retirada e troca de raquetes do jogador. O popular evento de tênis diz que contratou mais funcionários para ajudar na reciclagem dos lixo dos espectadores também.

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Casa sustentável de papelão é construída em um dia e dura 100 anos

O estúdio de design holandês Fiction Factory criou uma casa sustentável, feita de papelão, que é construída em apenas um dia, pode ser transportada para qualquer lugar e dura 100 anos.

Reprodução/Blog da Arquitetura

Atualmente, existem 12 unidades da casa fabricadas, todas na Europa. Os criadores do projeto, no entanto, querem popularizá-lo em todo o mundo. As informações são do Blog da Arquitetura.

A casa tem garantia de 50 anos, é três vezes mais sustentável que os imóveis de alvenaria e tem baixo custo – cerca de 25 mil euros, o correspondente a 91 mil reais. Móvel e montada em blocos, ela tem tamanho variável e pode ser desmontada.

O que faz com que ela dure 100 anos e resista a ventos e chuvas, segundo os desenvolvedores, é a supercola que une as diversas camadas do papelão, que depois é coberto com madeiras ou outra opção mais resistente à escolha do proprietário.

Reprodução/Blog da Arquitetura


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Nova versão do Ford Bronco chega ao mercado com motor elétrico e design interno vegano

Foto: VegNews/Reprodução

Foto: VegNews/Reprodução

O tradicional modelo da Ford, Bronco, está recebendo uma reforma completa e vegan friendly (amigável a veganos) graças ao estúdio de design Zero Labs, de Los Angeles (EUA). O novo Bronco é totalmente elétrico e apresenta elementos de design atualizados, como um corpo de fibra de carbono, painéis de nogueira ou de bambu e uma opção de interior de couro vegano.

Nossos veículos elétricos clássicos da linha premium são artesanais exatamente para mostrar a qualidade do carro perfeitamente acionada por um sistema de acionamento totalmente elétrico,” a Zero Labs descreveu o novo Bronco em seu site.

“Eles são projetados para precisarem de pouca manutenção, ecologicamente corretos, com luxo e refinamento superiores. Nosso objetivo é oferecer mais de tudo que você ama,e menos tudo o que você odeia. Para ser apreciado agora e no futuro”.

A data de produção e o preço do Ford Bronco atualizado ainda não foram divulgados e apenas 150 dos novos modelos estão atualmente disponíveis para reserva.

O novo conceito da Ford se alinha a uma nova geração de veículos veganos que chegam ao mercado, incluindo o e-tron GT da Audi, o Polestar 2 da Volvo e o ID Roomzz da Volkswagen – um veículo esportivo elétrico equipado com couro vegano feito de maçãs.

Nova grife de roupas vegana anuncia revolução na indústria da moda

Foto: Legends and Vibes

Foto: Legends and Vibes

A proprietária da butique de moda vegana com sede em Los Angeles, Vegan Scenerecently, lançou uma grife de moda totalmente vegana, de origem sustentável, dirigida por mulheres, gerida de forma também de forma sustentável.

A Legends & Vibes nasceu do desejo de criar alternativas veganas ao vestuário derivado de animais produzido em massa. “Como proprietária de uma boutique vegana, eu me esforcei para encontrar marcas de roupas veganas que não apenas cumprissem nosso alto padrão de qualidade, estilo e modelo de conduta ética, mas que pudessem oferecer um preço que nossos clientes pudessem pagar”

A proprietária da marca Vegan Scene, Amy Rebecca Wilde, disse ao VegNews. “Se os consumidores não conseguem encontrar ou comprar moda vegana e sustentável, qual é o objetivo disso tudo? Foi aí que ficou claro que tínhamos que lançar nossa própria linha de moda”. A etiqueta oferece estilos que combinam uma moda sofisticada e um glamour feminino com uma suave vibração do sul da Califórnia.

As peças incluem o macacão, Oakwood Romper, com um recorte de gola em v, longas mangas de ombro solto e bolsos; o vestido, Valencia Dress, possui um ajuste fluído e relaxado e um decote redondo; e a jaqueta, Eastwood Jacket, é feita de veludo cotelê com uma gola destacável de pele de ovelha falsa. Os designs de Wilde foram inspirados em matéria-prima veganas – de excesso de tecido de fábricas, confecções de roupas e marcas maiores que sempre compram mais do que precisam.

“Em vez de criar mais desperdício, transformamos esses retalhos de tecido em coleções limitadas”, disse Wilde. “Usar tecidos em estado morto significa que, às vezes, as tiragens da produção serão muito pequenas, mas em um mundo de fast fashion e vestuário produzido em massa, há algo realmente especial em saber que poucas mulheres conseguirão ter essa peça de roupa”.

Após dois anos de preparação, a campanha de lançamento da Legends & Vibes Kickstarter é o primeiro passo no plano de Wilde para começar a produzir em escala e aumentar a produção de forma sustentável e para disponibilizar seu produto em uma mistura de pequenas butiques locais e grandes varejistas em todo o país. Wilde não é tímida sobre suas intenções: ela quer criar uma moda totalmente sustentável e vegana no futuro.

“Nosso objetivo é revolucionar a indústria da moda, de cima para baixo, criando uma mudança sistêmica ao fazer escolhas conscientes e éticas que começam com os materiais que escolhemos usar, como os identificamos, onde os transformamos em vestimentas e como os trabalhadores são tratados”. Disse Wilde. A primeira coleção da Legends and Vibes estará disponível para pré-encomenda até 20 de abril.

Agricultura orgânica é chave para alimentar o mundo, dizem os cientistas

Foto: Fernando Dias/ Divulgação

Foto: Fernando Dias/ Divulgação

Pesquisadores da Universidade Estadual de Washington concluíram que alimentar a população global, em constantemente crescendo, com metas de sustentabilidade em mente é possível.

A equipe de estudiosos realizou uma revisão de centenas de estudos publicados que fornece evidências de que a agricultura orgânica pode produzir rendimentos suficientes, ser lucrativa para os agricultores, proteger e melhorar o meio ambiente e ser mais segura para os trabalhadores agrícolas.

O estudo de revisão, intitulado “Agricultura Orgânica no Século 21”, é apresentado como matéria de capa da edição de fevereiro da revista Nature Plants e é de autoria de John Reganold, professor de ciência do solo e agroecologista e do doutorando Jonathan Wachter, segundo informações do Science Daily.

É o primeiro estudo desse tipo a analisar 40 anos de ciência comparando a agricultura orgânica e a convencional entre os quatro objetivos de sustentabilidade identificados pela Academia Nacional de Ciências: produtividade, economia, meio ambiente e bem-estar comunitário.

“Centenas de estudos científicos mostram agora que a agricultura orgânica deve desempenhar um papel na alimentação do mundo”, disse Reganold, principal autor do estudo. “Trinta anos atrás, havia apenas alguns poucos estudos comparando a agricultura orgânica com a convencional. Nos últimos 15 anos, esse tipo de estudo disparou”.

A produção orgânica atualmente representa apenas um por cento de todas as terras usadas para agricultura no mundo, apesar do rápido crescimento nas últimas duas décadas.

Foto: Nossa Causa/ Divulgação

Foto: Nossa Causa/ Divulgação

Os críticos argumentam há muito tempo que a agricultura orgânica é ineficiente, exigindo mais terras para produzir a mesma quantidade de alimentos. O artigo de revisão descreve casos em que os resultados do cultivo orgânico podem ser superiores aos métodos convencionais de cultivo.

“Em condições severas de seca, que devem aumentar com a mudança climática, as fazendas orgânicas têm o potencial de produzir excelentes colheitas por causa da maior capacidade de retenção de água dos solos organicamente cultivados”, disse Reganold.

No entanto, mesmo quando os rendimentos forem menores, a agricultura orgânica ainda é mais lucrativa para os agricultores pois os consumidores estão dispostos a pagar mais. Preços mais altos podem ser justificados como forma de compensar os agricultores por fornecer serviços ecossistêmicos e evitar danos ambientais ou custos externos.

Numerosos estudos na revisão também comprovam os benefícios ambientais da produção orgânica. No geral, fazendas orgânicas tendem a armazenar mais carbono do solo, têm melhor qualidade do solo e reduzem a erosão do solo.

A agricultura orgânica também cria menos poluição no solo e na água e reduz as emissões de gases de efeito estufa. Além de ser mais eficiente em termos energéticos porque não depende de fertilizantes sintéticos ou pesticidas.

Foto: Organicsnet/Reprodução

Foto: Organicsnet/Reprodução

O modo de produção também está associado à maior biodiversidade de plantas, animais, insetos e micróbios, bem como à diversidade genética. A biodiversidade aumenta os serviços que a natureza oferece, como a polinização, e melhora a capacidade dos sistemas agrícolas de se adaptarem às mudanças de condições.

Reganold disse que alimentar o mundo não é apenas uma questão de produção elevada, mas também requer o exame do desperdício de alimentos e a distribuição da comida.

“Se você analisar a produção de calorias per capita, estamos produzindo comida mais do que suficiente para 7 bilhões de pessoas agora, mas desperdiçamos de 30% a 40% disso”, disse Reganold. “Não é apenas uma questão de produzir o suficiente, mas tornar a agricultura ambientalmente correta e garantir que a comida chegue àqueles que precisam dela”.

Reganold e Wachter sugerem que nenhum tipo de agricultura pode alimentar o mundo. Em vez disso, o que é necessário é um equilíbrio de sistemas, “uma mistura de orgânicos e outros sistemas agrícolas inovadores, incluindo sistemas agroflorestais, agricultura integrada, agricultura de conservação, culturas mistas e sistemas ainda a serem descobertos”.

Reganold e Wachter recomendam mudanças nas políticas para lidar com as barreiras que impedem a expansão da agricultura orgânica. Tais obstáculos incluem os custos da transição para a certificação orgânica, falta de acesso a mão-de-obra e mercados, e falta de infraestrutura apropriada para armazenar e transportar alimentos. Ferramentas legais e financeiras são necessárias para incentivar a adoção de práticas agrícolas inovadoras e sustentáveis.

Geltor desenvolve colágeno vegano com biocompatibilidade superior ao colágeno convencional

A companhia californiana de biodesign Geltor lançou recentemente o HumaColl21, considerado o primeiro colágeno vegano de uso humano do tipo XXI criado de forma sustentável para ser utilizado na formulação de cosméticos. O produto, que tem biocompatibilidade superior ao colágeno convencional, foi apresentado esta semana na feira global in-cosmetics realizada em Paris, na França.

O produto já faz parte da formulação de um creme facial antienvelhecimento da coreana AHC – o “Ageless Real Eye Cream for Face” (Fotos: Divulgação)

“Existem tantas proteínas naturais com funções incríveis fora do atual ecossistema animal. Nosso objetivo é liderar o uso de proteínas bioativas como o colágeno em novas categorias. O HumaColl21 abre as portas não apenas para melhores resultados, mas para um processo superior que pode ser usado com segurança na indústria da beleza, de alimentos, bebidas e até além”, informou o CEO da Geltor, Alex Lorestani, em comunicado à imprensa.

Dos 28 tipos de colágeno que o corpo humano produz, o tipo XXI é identificado como um precursor dos colágenos tipos I e III, considerados essenciais para a manutenção da elasticidade e da juventude da pele.

Segundo a Geltor, agora é possível estabelecer um paradigma revolucionário de biocompatibilidade de cuidados com a pele. Uma das vantagens do HumaColl21 é que o processo de fermentação sustentável das proteínas de origem não animal requer apenas uma fração da terra, água e tempo necessários para a produção do colágeno de origem animal.

“Atualmente a maior parte do colágeno disponível no mercado é proveniente da pele e dos ossos de porcos, bois e vacas criados em fazendas, sem considerar a biocompatibilidade com a pele humana”, enfatiza.

Entre as promessas do HumaColl21 estão a redução de rugas, firmeza da pele, elasticidade e hidratação. O produto já faz parte da formulação de um creme facial antienvelhecimento da coreana AHC – o “Ageless Real Eye Cream for Face”.

Saiba por que você deve tornar seu negócio vegano

Foto: Impossible Foods

Não mais banido da periferia da sociedade, onde por tanto tempo foi ridicularizado por ser estranho ou extremo, o veganismo está se tornando ‘mainstream’. Finalmente reconhecida por seu impacto positivo na sustentabilidade e no bem-estar animal sem a necessidade de sacrificar o sabor ou o estilo, a vida vegana está começando a se tornar a norma.

A contínua proliferação de histórias e desenvolvimentos de negócios baseados em vegetais e veganos que ocorreram durante o ano passado demonstram que esse movimento está apenas começando a deixar sua marca – e os empresários estão liderando o caminho.

Aqui estão algumas das principais razões pelas quais você deve considerar ‘veganizar’ seu negócio:

Os números falam por si

As vendas de alimentos de origem vegetal nos EUA aumentaram 8,1% durante o ano passado, chegando a 3,1 bilhões de dólares, segundo pesquisa realizada pela Nielsen para a Associação Vegetal Baseada em Alimentos (PBFA) e o Good Food Institute.

Espera-se que as alternativas lácteas à base de vegetais representem 40% do total combinado de bebidas alternativas lácteas e lácteas dentro de três anos , acima dos apenas 25% em 2016, segundo a empresa Packaged Facts. A empresa prevê novos tipos de leites sem laticínios para encontrar audiências mais amplas, incluindo cevada, cânhamo, ervilha, linho e quinoa.

O queijo vegano decolou consideravelmente, com o mercado global estimado 4 bilhões de dólares até 2024, crescendo a uma taxa anual composta de 7,6% de 2016 a 2024, segundo um relatório da empresa de pesquisa Bharat Book.

A humilde ervilha está revolucionando o setor de produção, já que as receitas globais de proteína de ervilha são estimadas em 104 milhões de dólares até 2026, de acordo com a Future Market Insights.

Enquanto as vendas de leite industrial cresceram 3,1%, as vendas de leite de vaca caíram 5% e estão projetadas para cair outros 11% até 2020 , de acordo com a Mintel. A Market Watch informa que a Dean Foods, a maior fornecedora de leite lácteo dos EUA, divulgou recentemente um lucro líquido de apenas 1,4 milhão de dólares no terceiro trimestre, abaixo dos 14,5 milhões de dólares do mesmo período do ano anterior. Essa tendência de queda não se limita apenas aos EUA: a maior fornecedora de laticínios da Austrália, Murray Goulburn, anunciou uma queda de 22% nas vendas de leite no ano fiscal passado. Enquanto isso, Elmhurst, um dos laticínios mais antigos da costa leste dos Estados Unidos, decidiu em 2017, depois de 92 anos, reduzir suas perdas e passar a produzir apenas leites à base de plantas.

A indústria dos ovos está começando a sentir o aperto também. As ações da Cal-Maine Foods, uma produtora de ovos desde 1969 em Jackson, Mississippi, nos EUA, viram suas ações caírem 7% em julho de 2017, depois que a empresa registrou sua primeira perda anual em mais de 10 anos. O CEO Adolphus Baker culpou o crescimento da popularidade das alternativas aos ovos.

Finalmente, espera-se que o mercado global de substitutos de carne consiga uma receita de 5,2 bilhões de dólares até 2020 , registrando uma taxa de crescimento anual composta de 8,4% durante o período de previsão de 2015 a 2020, de acordo com a Allied Market Research.
Estes desenvolvimentos e jogadores chave são sinais de que este mercado continuará a crescer.

A competição está esquentando na corrida para produzir hambúrgueres vegetais que parecem, sentem e têm gosto de seus equivalentes baseados em animais, até mesmo ao ponto de “sangrar” o suco vermelho. As startups americanas Impossible Foods e Beyond Meat continuam liderando o caminho. O Impossible Burger é atualmente servido em mais de 150 restaurantes nos EUA, enquanto o Beyond Burger, cujos investidores incluem Bill Gates, Leonardo DiCaprio, os co-fundadores do Twitter Biz Stone e Evan Williams, e a empresa de carnes Tyson Foods, está disponível em mais de 5.000 mercearias em todo os EUA, bem como em menus em restaurantes selecionados, como o Veggie Grill Chain. Em dezembro de 2017, a Beyond Meat lançou seu Beyond Sausageque alega imitar o sabor e textura da carne de porco, mas com menos gordura e sódio e maior proteína do que as salsichas tradicionais. Do outro lado da lagoa, três empresas no Reino Unido, duas das quais são apoiadas por Gates, estão trabalhando para levar seus hambúrgueres veganos ao mercado . A startup britânica Moving Mountains afirma que será a primeira a ter seu B12 Burger nas lojas.

A Hampton Creek continua inovando com suas versões vegetais de produtos à base de ovos, incluindo maionese e seu mais novo lançamento Just Scramble , um ovo vegano feito de feijão mungo que a empresa diz que economiza pelo menos 65% mais água doce que os ovos convencionais e emite 24 % menos gases de efeito estufa.

A marca de queijos veganos Kite Hill garantiu um investimento de 18 milhões de dólares da General Mills e está na missão de ter seus produtos vendidos nos casos de laticínios em mais supermercados nos EUA.

A Miyoko’s Kitchen foi renomeada para simplesmente Miyoko’s, batizada com o nome de sua fundadora, a pioneira vegana de queijo Miyoko Schinner. A empresa recentemente inaugurou suas novas e maiores instalações em Petaluma, Califórnia, depois de receber 6 milhões de dólares da JMK Consumer Growth Partners.

De acordo com a CB Insights, pelo menos sete das 15 startups de alimentos e bebidas mais bem financiadas são de origem vegetal. ‘Vegan açougueiro’ foi nomeado uma nova tendência de trabalho para 2017 pela Time Money .

O fast food de origem vegetal está aumentando . Bem como a McDonald’s lançando um hambúrguer vegano em suas lojas na Suécia e na Finlândia, as redes veganas Veggie Grill, Plant Power Fast Food e Chloe abriram mais lojas em 2017 e 2018.

O mercado ‘grab and go’ (‘pegue e leve’ na tradução literal)no Reino Unido viu a rede de cafés Pret a Manger fazer sua loja Veggie Pret pop-up no centro de Londres, abrir um segundo local no leste de Londres em 2017 e um terceiro em 2018 . A cadeia de lojas de departamentos britânica Marks & Spencer introduziu dois sanduíches veganos, e a icônica marca de carnes norte-americana Tofurky lançou sua linha de quatro sanduíches veganos no Reino Unido.

A Daily Harvest, um serviço de assinatura baseado em Nova York especializado em alimentos congelados, preparados em uma etapa, garantiu um investimento de 43 milhões de dólares da Lightspeed Venture Partners e VMG Partners que se juntam aos investidores famosos Gwyneth Paltrow e Serena Williams.

Plant-based foi apontado pela Organic Authority como a maior tendência da feira Natural Products Expo West em Anaheim, Califórnia em 2017, enquanto o Reino Unido realizou sua primeira feira vegana de sempre vegana VegFestUK Trade no Olympia em Londres.
Até mesmo as indústrias de agropecuária animal estão tomando conhecimento.

Substitutos de carne à base de plantas foram um dos “seis maiores desafios para 2018”, de acordo com Chuck Jolley, o presidente do Meat Industry Hall of Fame.

O ministro da Agricultura da Alemanha, Christian Schmidt, pediu a proibição da rotulagem de proteínas vegetais como “carne” vegana . Schmidt tem um problema com produtos com nomes como “vegetariano schnitzel” e “curry sausage”, argumentando que eles são “completamente enganosos e desestabilizam os consumidores”.

Nos Estados Unidos, o Dairy Pride Act , um projeto apresentado pelo senador Tammy Baldwin, de Wisconsin, e pelo congressista Peter Welch, de Vermont, conclamou a FDA a impedir que as alternativas lácteas vegetais fossem rotuladas como “leite”.

Em vez de resistir ao inevitável, os negócios inteligentes da agricultura animal estão entrando na revolução baseada em plantas, comprando ou investindo em marcas baseadas em plantas. A Tyson Foods, maior produtora de carne dos Estados Unidos, aumentou seu investimento na Beyond Meat este ano, após ter inicialmente adquirido uma participação de 5%. A maior distribuidora de carnes do Canadá, a Maple Leaf Foods, comprou as populares marcas de plantas Field Roast e Lightlife Foods . A Nestlé adquiriu a Sweet Earth Foods (fundada por um ex-presidente do conselho do Burger King). A Dean Foods fechou um acordo de investimento e distribuição com a startup de leite e iogurte à base de vegetais Good Karma. A empresa farmacêutica japonesa Otsuka comprou a marca de queijos à base de plantas Daiya . A Danone, uma empresa multinacional de alimentos com foco em laticínios, concluiu sua compra da pioneira WhiteWave (que se tornou a DanoneWave) e a Saputo, maior processadora de lácteos do Canadá, está à procura de uma empresa de leite baseada em plantas.

Na Dinamarca, a Naturli Foods criou uma carne picada à base de plantas que foi adquirida pelo maior retalhista do país, Dansk Supermarked Group. O produto, que se traduz como ‘Minced Veggie’, é vendido nas 600 lojas da rede de supermercados. Enquanto isso, a empresa holandesa de carne Zwanenberg Food Group, que está em atividade desde 1929, está mudando metade do seu foco para proteínas vegetais com o objetivo de 50% de seu faturamento vir de produtos não-cárneos como lanches vegetarianos, sopas e molhos.

O grupo financeiro internacional Rabobank disse que o crescimento recente da carne limpa e à base de plantas deve servir como um alerta para o setor de proteína animal e encorajou a indústria da carne a investir em proteínas alternativas. O Rabobank também estima que dentro de cinco anos a proteína alternativa poderia representar um terço da demanda de proteína na União Europeia.

A Campbell Soup Company deixou a Grocery Manufacturers Association e se juntou à Plant-Based Foods Association e o Walmart incentivou seus fornecedores a criar mais produtos à base de plantas.

Em resposta a esses desenvolvimentos, Bruce Friedrich, diretor executivo do Good Food Institute, disse: “O crescimento do setor de plantas em 2017 superou até minhas projeções otimistas. As notícias da própria indústria de carnes foram especialmente encorajadoras e 2018 continuará a acelerar o crescimento da carne baseada em vegetais. ”

Mas espere, não é somente comida

Enquanto o setor de alimentos à base de plantas está experimentando um tremendo crescimento, o interesse em produtos livres de animais está sendo estimulado em outros setores também. A moda vegana foi citada como uma das principais tendências para 2018 no The Future 100 Report , da empresa global de pesquisa J. Walter Thompson Intelligence. Vimos a criação de alternativas ao couro feito a partir de resíduos de abacaxi, cascas de maçã, cogumelo , kombucha e vinho, bem como a primeira marca de couro biofabricado e seda vegana .

Os fabricantes de automóveis de luxo estão respondendo à demanda por materiais livres de crueldade, com a Tesla relatando ter removido o couro de origem animal como uma opção para suas poltronas e a Bentley explorando materiais alternativos ao couro para atender a consumidores éticos ricos.

Joshua Katcher, instrutora de moda da Parsons The New School e fundadora da loja de moda masculina Brave Gentleman em Nova York, está mais animada com a biofabricação. “O próximo ano será definitivamente sobre a celebração de soluções visionárias para alguns dos impactos mais calamitosos da indústria da moda: peles e pelos de animais”, disse ele. “Eu também acho que veremos muita inovação em torno de têxteis de micélio (fungo) de empresas como Mycoworks e novas maneiras de produzir sintéticos a partir de materiais reciclados e biodegradáveis como o poliuretano C02 reciclado da 10XBeta e o biopolímero da Mango Materials feito de bactérias.”

Marcas de beleza estão removendo produtos animais de suas formulações e até mesmo fabricantes de preservativos estão reconhecendo esse mercado em crescimento e tornando seus produtos veganos. O Green Condom Club na Suíça, Hanx , uma marca de luxo criada por uma ginecologista feminina no Reino Unido, e a marca australiana Hero Condoms , todos lançados em 2017.

Os produtos de alta tecnologia de nível seguinte incluem queijo vegano impresso em 3D, doces e crostas de pizza.

É um admirável mundo de novos negócios, em que um número crescente de consumidores continuará a exigir produtos sustentáveis e éticos. Se você está prestes a começar um negócio, vale a pena tornar seus produtos vegan-friendly desde o início. Se você já tem um negócio, considere a veganização, removendo quaisquer ingredientes ou componentes de origem animal (isso inclui produtos de abelha, lã e seda).

A revolução vegana está aqui para ficar. Não fique para trás.

Por Katrina Fox, fundadora da VeganBusinessMedia.com , autora da Vegan Ventures: Start and Grow, um negócio ético e apresentadora do podcast Vegan Business Talk .

Fonte: Forbes

Cia aérea portuguesa é a primeira a banir plásticos descartáveis em voos

Países e empresas têm lutado contra a poluição do planeta. Lisboa proibirá o uso de copos plásticos até 2020, o Reino Unido planeja banir completamente o uso de material descartável nas escolas até 2022, a Austrália cortou, 80% do uso de sacolas plásticas em apenas 3 meses e, no Brasil, a ilha Fernando de Noronha (PE) proibiu a venda e o uso destes itens.

Foto: Divulgação Hi Fly.

Agora, a companhia aérea portuguesa Hi Fly tomou medidas sem precedentes para melhorar a sustentabilidade, eliminando o plástico descartável em seus voos.

A empresa lançou um teste sem plástico em quatro voos no mês passado, substituindo os talheres por xícaras e colheres de bambu. Saleiro e pimenteiro, pratos, potinhos de manteiga, garrafas de refrigerante e escovas de dentes foram trocados por alternativas mais sustentáveis. O primeiro voo aconteceu em 26 de dezembro.

“Este histórico voo Hi Fly, sem qualquer item de plástico descartável a bordo, reforça nosso compromisso de fazer da Hi Fly a primeira companhia aérea  sem plásticos do mundo em 12 meses”,  disse o presidente da Hi Fly, Paulo Mirpuri, antes do primeiro voo.

De acordo com a Hi Fly, o teste, que aconteceu durante o feriado de Ano Novo, foi um sucesso. Mais de 700 passageiros receberam alternativas sustentáveis, economizando um total de 350 quilos de plástico. Garrafas de vidro foram coletadas para serem higienizadas e reabastecidas e  papeis foram recolhidos para reciclagem.

“Mais de 100.000 voos decolam a cada dia em todo o mundo e, no ano passado, aeronaves comerciais transportaram quase quatro bilhões de passageiros. Este número deverá dobrar novamente em menos de 20 anos. Então, o potencial para fazer a diferença aqui é claramente enorme ”, acrescentou Mipuri.

Enquanto o período de teste terminou, a Hi Fly está agora empenhada em eliminar o plástico descartável de todos os voos.

“Nosso objetivo de ser livre de plásticos até o final do ano parecia ambicioso para muitos em nosso setor, mas acreditando em nosso projeto e trabalhando duro para que isso acontecesse, podemos ver que isso é totalmente viável e nosso foco agora será comprometer-se com o nosso prazo “, disse  Mipuri .

Viagem aérea mais sustentável

Outras companhias aéreas estão atendendo à crescente demanda por refeições veganas a bordo.  A Air New Zealand tornou-se a primeira companhia aérea a oferecer o Impossible Burger, a Hawaiian Airlines também introduziu uma opção vegana na maioria dos voos e a Scandinavian Airlines passou a servir  prato â base de cogumelo.

Conformo noticiado pela ANDA, no ano passado, algumas empresas aéreas também já se posicionam contra o transporte de animais explorados em testes.