Elefante bebê desmaia de exaustão ao acompanhar a mãe que levava turistas nas costas

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

O filhote de elefante que perdeu os sentidos estava preso por uma corda ao corpo de sua mãe que levava turistas nos famosos e cruéis “passeios de elefantes” nas costas, relatos afirmam que o animal estava há horas andando no calor sufocante e teria caído de exaustão.

Os elefantes são explorados indiscriminadamente pela indústria do turismo na região, o incidente ocorreu no leste da Tailândia, na semana passada.

Acredita-se que o animal tenha cerca de um ano de idade e foi amarrado à sua mãe pelo pescoço com um pedaço de corda, os dois estavam na cidade de Pattaya, na Tailândia.

No vídeo, filmado por uma turista que ficou comovida pela situação, pessoas podem ser ouvidas dizendo “que horror, ele está cansado” quando o bebê desmorona no chão com o sol a pino e as temperaturas já se aproximando dos 40C.



Ele então se levanta e corre para acompanhar o elefante adulto pelo Nong Nooch Tropical Gardens.

De acordo com a turista, que não quis ser identificada, o bebê elefante parecia estar exausto de tanto andar pela área em busca de turistas que pagam para passear nas costas de sua mãe.

Ela disse: “Há muitos filhotes de elefantes amarrados às mães que são exploradas carregando turistas às costas, essas pessoas alienadas estão apenas curtindo sob o calor do sol, enquanto esses pobres animais estão sofrendo”.

“Esse filhote de elefante estava tão exausto que você pode ver nas imagens a mãe consolando-a e encorajando-a a ficar de pé”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

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A turista é uma trabalhadora e migrante filipina no país vizinho da Tailândia: Myanmar, onde é professora.

Ela estava com amigos passando férias na área quando o incidente aconteceu.

A responsável pela filmagem acrescentou: “Estou apenas preocupada com os elefantes e quero garantir que seu bem-estar seja garantido”.

Um porta-voz do Nong Nooch Tropical Gardens negou hoje que o elefante estivesse cansado ou sendo maltratado.

Eles disseram: “Todos os elefantes são saudáveis e muito bem tratados. Se houver um problema, eles são examinados por veterinários. Todos os bebês aqui são saudáveis”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

Foto: Daily Mail/Reprodução

No começo do mês, um bebê elefante apelidado de Dumbo morreu em um show em Phuket, no sul da Tailândia, o animal ficou tão esquelético que suas pernas quebraram durante a apresentação.

O animal de três anos de idade, que era forçado a realizar até três apresentações por dia, foi fotografado com aspecto doentio e sofria de uma infecção antes de desmaiar.

Seus detentores o levaram para uma clínica veterinária em 17 de abril, onde um exame mostrou que ele havia quebrado as duas patas traseiras e morreu três dias depois.

Sofrimento e morte

Não são raros os casos de elefantes obrigados a pintar, saltar, dirigir quadriciclos, se equilibrar sobre duas patas, fazer poses antinaturais, jogar água em turistas e ostentar tintas e enfeites religiosos em seus corpos na Ásia.

Toda e qualquer imposição sobre a vontade desses animais sencientes é uma violência e um atentado à sua dignidade e liberdade.

Elefantes nasceram livres, são animais altamente sociais, capazes de vínculos profundos, que vivem em estruturas familiares e tem uma das maiores capacidades de cognição do reino animal.

Com uma inteligência incomparável e sensibilidade profunda esses animais padecem sob o jugo de uma humanidade ambiciosa e bárbara que os explora até as últimas consequências, rouba e ocupa seus habitats, os caça por suas presas de marfim, vende seus filhos, os escraviza, e da qual na maioria das vezes, só conseguem se ver lives com a morte.

Cachorro é resgatado após ser encontrado em alto mar na Tailândia

Um cachorro foi resgatado por trabalhadores de uma plataforma de petróleo após ser encontrado sozinho em alto mar. O animal estava no meio do golfo da Tailândia, a aproximadamente 200 km da costa. Ele foi resgatado na última sexta-feira (12) e voltou à terra firme na segunda (15).

Foto: Reprodução / Blog Bom Pra Cachorro / Folha de S. Paulo

Apesar da situação em que foi encontrado, o cachorro passa bem. O caso foi divulgado em rede social por Vitisak Payalaw, um dos funcionários da Chevron Tailândia. As informações são do Blog Bom Pra Cachorro, da Folha de S. Paulo.

Payalaw conta que a equipe viu a cabeça do cachorro dentro da água. O cachorro nadava e tentava se agarrar à estrutura da plataforma. Os trabalhadores, então, começaram a pensar em uma forma de resgatá-lo.

De acordo com Payalaw, se as ondas do mar estivessem mais fortes, não teria sido possível avistar o cachorro e ele teria morrido afogado. Aparentemente cansado, ele foi resgatado com a ajuda de uma corda. Por causa da história dele, o cão recebeu o nome de Boonrod, que em português significa sobrevivente.

A suspeita, segundo o The Bangkok Post, é que o cachorro tenha caído de um barco. Payalaw afirmou que, após desembarcar em Songkhla, levaria o cachorro a uma clínica veterinária e que, caso não encontrasse o tutor dele, o adotaria.

Elefantes são explorados nas celebrações do ano novo tailandês

Foto: AFP

Foto: AFP

Elefantes com corações e flores pintados em seus corpos jogam água incansavelmente nas pessoas que comemoram o ano novo da Tailândia que este aconteceu na quinta-feira última, em um evento anual que causa revolta em grupos de proteção animal que alertam para a crueldade praticada contra esses animais.

Na antiga capital da Tailândia, Ayutthaya, um local turístico famoso e muito visitado por suas antigas ruínas de templos, mais de uma dúzia de elefantes caminham pelas ruas carregando seus tratadores nas costas, espirrando e pulverizando água na população local e em estrangeiros, sob um sol escaldante.

Foto: Jewel Samad/AFP

Foto: Jewel Samad/AFP

A guerra de água provocada pelos paquidermes dá início a um fim de semana de festividades que comemoram a Songkran, uma tradicional celebração budista de ano novo que começa oficialmente em 13 de abril.

Foliões “podem vir prestar homenagens a Buda, oferecer esmolas aos monges de manhã e à tarde brincar na água com os elefantes”, disse Laithongren Meepan, proprietário do Acampamento de Elefantes de Ayutthaya.

“O fato deles usarem suas trombas para espirrar água é a forma natural como os elefantes brincam”, declarou o explorador.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Tradicionalmente marcado por prestar homenagem aos anciãos e por aspergir água nas figuras de Buda nos templos locais, o feriado de Songkran evoluiu em grande parte para uma brutal batalha de água.

Moradores e estrangeiros armados com armas de água e capacetes de proteção se envolvem em festas de rua encharcadas, levando grande parte do país a um impasse.

“Em outras províncias, eles fazem festas de espuma. Mas só em Ayutthaya, você pode celebrar o Songkran com os elefantes”, disse Laithongren à AFP.

Os tratadores dos elefantes, conhecidos como mahouts, treinam os mamíferos gigantes para fazer truques antinaturais como levantar a pata da frente em saudação aos visitantes ou girar seus corpos para a música como se estivessem dançando – para divertir foliões da festa.

Foto: Varat Phong

Foto: Varat Phong

Tais práticas são “cruéis e condenáveis”, segundo Tom Taylor da Wildlife Friends Foundation Thailand, que resgata e reabilita elefantes domesticados.

“Forçar os elefantes a realizar comportamentos não naturais é conseguidos através do medo usando métodos violentos e uma ferramenta afiada chamada `bullhook`”, disse Taylor à AFP.

A organização de que Taylor faz parte acolhe 24 elefantes resgatados que percorram livremente a paisagem, banham-se a hora querem e exploram a paisagem sem medo, enquanto os turistas podem aprender como esses enormes mamíferos devem ser tratados, ou seja, com respeito, dignidade, sem espancamentos, humanos montando em suas costas”, disse ele.

A Tailândia tem uma das maiores populações de elefantes em cativeiro do mundo, e – como animal nacional do país – eles são arbitrariamente explorados no turismo, onde os clientes estão ansiosos para alimentá-los, tocá-los ou andar em suas costas por um preço.

Filhote de elefante é forçado a se apresentar e dançar para turistas em zoo

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

A decadente e cruel indústria do turismo e entretenimento humano faz mais uma vítima, dessa vez o alvo não passa de um bebê elefante, que antes de aprender a ser um animal selvagem na selva com seus iguais é forçado a aprender truques sem sentido sob a ameaça de ser espancado.

E a filhote não é a única vítima da exploração do parque, os demais elefantes cativos que vivem no zoológico na Tailândia são obrigados a fazer poses antinaturais com suas patas dianteiras, pedalar uma bicicleta feita com pneus de carro e pintar quadros, tudo isso em um palco para entretenimento de uma plateia de turistas.

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

Um vídeo pungente mostra como uma bebê elefante, apelidada de Dumbo, é forçada a fazer truques para os visitantes em um show no zoológico de Phuket na Tailândia.

Ativistas afirmam que o jovem animal realiza apresentações por até três vezes ao dia “sob ameaça de um imenso gancho”, nos shows que chegam a ter 20 minutos de duração.

Milhares de pessoas assinaram uma petição online pedindo ao zoológico de Phuket que liberte Dumbo, e permita que ela vá viver em um santuário.

O grupo responsável pela campanha, Moving Animals, afirmou que o animal apresenta um “corpo esquelético” e sugere que ele pode estar sofrendo de desnutrição e exaustão.

Eles também relataram que o animal fica preso por correntes quando não está se apresentando.

Um porta-voz do grupo disse: “Nós assistimos os turistas rindo e tirando fotos e selfies da cena, enquanto o pobre bebê elefante estava com os olhos fechados, silenciosamente sugando o ar por sua o tromba”.

Foto: Moving Animals

Foto: Moving Animals

“A vida cruel que aguarda por Dumbo, o bebê elefante, será de torturas e abusos a serem suportados sem prazo de duração, e então nós começamos uma petição pedindo a sua libertação imediata e envio para um santuário”, disse o representante da ONG.

“Esperamos que em breve ela possa viver em um lugar onde possa ser livre, conviver com seus iguais e sentir paz e tranquilidade, sem qualquer ameaça de dor ou sofrimento ou ser forçada a se apresentar”.

Elefantes bebês são resgatados de poço de lama

Reprodução

Guardas florestais encontraram os filhotes de elefante na tarde da quarta-feira última (27), enquanto lutavam para sair de um buraco coberto por lama, disseram funcionários do Parque Nacional Thap Lan, localizado no nordeste da Tailândia.

Alguns dos oficiais saíram para buscar ajuda, enquanto outros passaram a noite com os filhotes.

No dia seguinte, quando os elefantes se amontoaram de um lado do poço, os guardas do outro lado aproveitaram para para tirar lama o suficiente para formar uma rampa. Eles levaram cerca de quatro horas nesse processo, utilizando enxadas e picaretas para realizar o intento.

Imagens do resgate divulgadas pelo Departamento de Parques Nacionais da Tailândia mostram os animais saindo do buraco um por um e caminhando rapidamente para a floresta, a algumas dezenas de metros de distância dali.

Os guardas florestais aplaudem e estimulam os elefantes, com comentários do tipo: “Vá, continue, criança!”

Um elefante pode ser visto nas imagens lutando pra sair do poço, escorregando e caindo, mas finalmente todos conseguem sair da lama.

O último dos animais então permanece um pouco mais, depois que todos os outros passam pela linha das árvores que dá início a floresta.

Ele encara os guardas por um momento, vira-se, faz uma pausa e finalmente corre para a selva.

“Foi-se embora”, grita um guarda, enquanto a equipe de resgate se reúne para comemorar.

O chefe do parque, Prawatsart Chantep, disse que há sinais de uma manada de elefantes, que tem circulado pela área, que talvez possa estar relacionada aos filhotes presos no poço.

O elefante é o animal nacional oficial da Tailândia e, durante algum tempo, enfeitou a bandeira do país quando ele ainda se chamava Sião.

Mas o desenvolvimento das cidades e as chegada das populações humanas reduziram drasticamente o habitat desses animais e contribuíram para encolher seus números. Elefantes famintos tem invadido plantações atrás de comida, especialmente fazendas de cana-de-açúcar.

Acuados pela presença humana invasora e estranha ao seu habitat, os animais reagem instintivamente em defesa de si próprios.

Como aconteceu em novembro passado, quando um motorista que dirigia por uma estrada próxima de outro parque, chocou-se contra as pernas traseiras de um elefante no momento em que o animal saia da selva ao anoitecer. O elefante assustado e com dor, reagiu em defesa própria pisoteado o veículo, que ele julgava uma ameaça, e matando o motorista.

Caso o ambiente natural desses animais fosse respeitado, em lugar de ser violado e invadido por seres humanos e suas levas de “progresso urbano” esta e tantas outras fatalidades, tanto de pessoas como de elefantes seriam evitadas.

Resort vegano de luxo será construído na Tailândia


O resort PlantLife, na ilha de Koh Phangan, na Tailândia, terá a missão de oferecer uma experiência de viagem vegana e de luxo para os hóspedes que não querem comprometer sua ética para desfrutar de férias.

Os fundadores Joanna e Alex Hellier se conheceram durante uma viagem e ficaram desapontados com a falta de acomodações veganas, alegando que chinelos embrulhados em plástico, produtos químicos e cardápios sem opções vegetais estão na maioria dos hotéis pelo mundo.

“Não somos apenas um hotel”, disse Alex Hellier. “Somos vida, verdadeiros e compassivos, um negócio com valores reais.”

O resort terá 23 quartos e servirá apenas comida vegana orgânica feita com ingredientes locais; mobília característica feita com couro à base de abacaxi, bambu e algodão orgânico. O PlantLife dependerá exclusivamente da energia solar.

Além de hóspedes humanos, o resort será um santuário para 100 animais resgatados, incluindo gatos e cachorros resgatados nas ruas da Tailândia.

“Este lugar será um lar para eles tanto quanto para você”, disse Alex Hellier.

PlantLife lançou sua campanha de crowdfunding no Indiegogo no dia 16 de março para levantar os 870 mil dólares ( cerca de 3 milhões de reais) necessários para construir o resort. Os defensores da campanha são considerados membros do resort.

Vídeo mostra elefante acorrentado forçado a pintar na frente de turistas

Foto: Viral Press

Foto: Viral Press

Ao visitar a Tailândia, os turistas tem uma chance enorme de receber a oferta para um passeio ou uma experiência com um elefante. Este animal é considerado um símbolo nacional e os tailandeses tem muito orgulho disso.

Porém, este tipo de turismo envolvendo exploração de animais, como passeios e subjugação da vontade dos elefantes, são severamente criticados por grupos de bem-estar animal em todo o mundo. Um vídeo surgiu recentemente mostrando um elefante em uma creche tailandesa, pintando seu autorretrato.

A primeira vista pode parecer cativante a imagem do imenso animal segurando delicadamente um pincel ao colorir um desenho de si mesmo. Mas, enquanto o vídeo prossegue, é possível ver a enorme corrente em volta de seu pescoço e, de repente, as imagens tomam um rumo sombrio.


O vídeo foi filmado no National Elephant Day, que existe desde 1998.

Quando os milhões de turistas vão para a Tailândia todos os anos, muitos deles desejam tirar fotos em cima de elefantes, ou pelo menos perto de um deles.

Mas os pesquisadores descobriram que esse desejo de estar perto do gigante africano é também “alimentar a crueldade” contra esses animais. Isso não quer dizer que a creche no vídeo é culpada de crueldade, mas a indústria como um todo precisa de conscientização urgente.

Dos 3 mil elefantes observados na pesquisa na Ásia feita pela World Animal Protection, aproximadamente três quartos deles viviam em “condições de extrema crueldade”.

Maria Mossman, fundadora da ONG Action for Elephants do Reino Unido, disse ao The Guardian: “Muitos parques se anunciam como santuários, mas eles não são nada disso”.

“Nunca vá a um parque que anuncie shows, comportamentos não naturais, truques ou pintura de quadros – e, por favor, nunca monte um elefante”, pede ela.

Foto: PA

Foto: PA

Maria acrescenta ainda que alguns parques permitem que centenas de turistas filmem a si mesmos brincando com elefantes em área de irrigação.

“Em alguns lugares isso significa que muitas pessoas ficarão com os elefantes na água, a cada hora – isso não é natural para um elefante: ficar na água o dia todo com um monte de pessoas subindo em cima deles”, disse ela.

Em 2016, o TripAdvisor anunciou que estava cortando laços com qualquer serviço que oferecesse contato direto com elefantes. Mas isso não impede que milhões de turistas, quando chegam ao país, recebam ofertas de experiências com os animais dos moradores locais.

Veterinário e consultor de vida selvagem global da World Animal Protection, Dr. Jan Schmidt-Burbach, disse à BBC: “A tendência cruel de usar elefantes para passeios e shows está crescendo – queremos que os turistas saibam que muitos desses animais são tirados de suas mães ainda bebês, forçados a suportar duros treinamentos e sofrer condições precárias de vida durante toda a vida”.

O governo tailandês está ajudando a acabar com o abuso de animais nesses parques, criando um banco de dados de todos os elefantes em cativeiro. Espera-se com isso que eles seja capazes de rastrear a saúde do animal e garantir que eles não estejam sofrendo.

Elefanta resgatada faz uma linda amizade em seu novo lar

Foto: BEES

Mae Dok tem quase 60 anos e passou toda a sua vida em uma pequena cidade na Tailândia, onde era uma atração turística – em pé ao lado de uma pequena ponte, implorando por guloseimas.

Demorou muito, mas essa é “a vida que ela pode colocar para trás”, de acordo com Emily McWilliam, co-fundadora e gerente do Elephant Sanctuary (BEES) em Chiang Mai.

“Nunca mais precisará ficar de pé e implorar por doces debaixo da ponte na vila turística”, disse McWilliam ao The Dodo.

Equipes de resgate do BEES foram até a aldeia onde Mae Dok vivia para finalmente libertá-la.

“Ela foi acorrentada em uma cadeia em uma fazenda enorme na orla de sua aldeia natal”.

Foto: BEES

A família de Mae Dok a amava apesar de tê-la escravizado. Todos se despediram e, finalmente, a deixaram partir.

“Eles contaram muitas histórias bonitas e falaram sobre como Mae Dok é doce.”

As pessoas que a amavam sabiam que ela merecia uma vida melhor, especialmente à medida que envelhecia. Já era hora de Mae Dok se aposentar.

Durante o percurso, os socorristas começaram a conhecê-la melhor. Eles perceberam que as histórias que os moradores da aldeia contavam sobre ela eram definitivamente verdadeiras: Mae Dok adorava conversar.

Depois de sete horas de carro, Mae Dok chegou ao santuário e saiu do caminhão na grama fresca.

“Ela desceu da caminhonete um pouco vacilante, suas pernas estavam rígidas. A corrente foi removida e Mae Dok vocalizou com resmungos baixos enquanto descia para o gramado”, escreveu o BEES.

Foto: BEES

“Nós demos a ela um banho com uma mangueira e a deixamos explorar.”

Mae Dok encontrou o elefante Thong Dee mas ele não parecia muito interessado em fazer uma nova amizade. Então, ela continuou a andar e avistou outro elefante, Mae Kam.

Desta vez, houve química.

“Mae Kam se aproximou lentamente … Não ouvimos nenhum som de Mae Kam para começar, parecia que ela estava um pouco nervosa, mas como Mae Dok não se mexeu, ela recuou”

“Mae Dok começou a vocalizar para ela e decidiu arriscar”.

Foto: BEES

“Ela deu um grande passo para frente e estendeu a mão para Mae Kam. Então a cena mais incrível, mágica e inesperada aconteceu.”

As duas descansaram suas cabeças ao lado da outra e começaram a conversar.

“Mae Dok então seguiu Mae Kam de volta ao seu recinto noturno”, escreveu o BEES.

“Os tratadores disseram que ambas conversaram muito durante a noite, eles mal conseguiram dormir … Elas estão cantando e conversando desde então.”

Foto: BEES

Desde o primeiro encontro, Mae Dok e Mae Kam passaram muito tempo juntas e a amizade delas continua crescendo. As informações são do The Dodo.

“Foi mágico”, escreveu o santuário. “É difícil colocar em palavras o quanto nos sentimos felizes por Mae Dok. Bem-vinda ao lar, menina.”

Vídeo mostra o encontro de elefantes com filhote recém-chegado em santuário

Foto: Elephant News

Elefantes são criaturas extremamente inteligentes e altamente sociáveis. Vivendo em grupos com uma média de 11 membros ou mais, costumam percorrer longas distâncias diariamente em busca de comida ou apenas por exercício. Brincalhões e amorosos, eles interagem e criam laços familiares fortes com seu grupo.

Assista o lindo momento em que uma manada inteira corre para conhecer e o cumprimentar o novo integrante do grupo – Dok Gaew, um filhote órfão de um ano e nove meses.

Os elefantes ouviram os sons emitidos pelo filhote do outro lado do Parque Natural dos Elefantes, na Tailândia e foram ao seu encontro. Quando chegam ao recinto onde o bebê está, todos o tocam com suas trombas para dar-lhe boas-vindas.

Casal arrisca a própria vida entre os carros para salvar uma gatinha

Foto: Kessarapawn Inpang

Um casal que dirigia por uma estrada movimentada precisou fazer uma escolha em frações de segundo – e decidiriam fazer a coisa certa.

Teera Potisat estava indo para casa com sua namorada, Kessarapawn Inpang, quando viram algo escuro e minúsculo passando entre os carros no tumultuado transido de Bangkok, na Tailândia.

Potisat sabia que precisava parar e assim o fez. Depois de deixar o carro no acostamento da estrada , saiu do carro e sua namorada o acompanhou. Os dois tentavam conter carros que vinham em direção ao animal.

Foto: Kessarapawn Inpang

O ato de bravura fez toda a diferença na vida de uma gatinha assustada e abandonada naquela estrada.

Os momentos que salvaram a vida da pequena felina foram registrados por Inpang em seu celular.

Vários outros motoristas também saíram de seus veículos para ajudar e conseguiram persuadir a gatinha que estava embaixo de um dos carros parados.

Potisat rapidamente a pegou e quando a abraçou ficou claro que o casal não ia deixá-la partir. A pequenina já era parte da vida deles. Ela se enrolou no colo de Inpang e sentiu-se em casa.

Inpang sempre amou gatos – especialmente os persas e nova na ideia de adotar ao invés de comprar .

“Esta é a primeira vez que eu salvo uma gatinho e a adoto”, disse Inpang.

É como se o universo estivesse dizendo a ela que aquela era a hora perfeita para começar. As informações são do The Dodo.