Cãozinho perde a orelha após ter os pelos pintados de rosa

Foto: Hypeness

O cãozinho de uma tutora tailandesa perdeu a orelha após uma reação alérgica ocasionada por um tingimento dos pelos. O cachorro, um lulu-da-pomerânia, teve os pelos do rabo e da orelha pintados de rosa em um salão para animais no distrito de Hua Hin, na Tailândia.

A história foi compartilhada pela usuária do Facebook Ampaipan Wachaporn. Em cerca de 40 minutos, os profissionais se encarregaram da mudança de visual do animal.

Ao sair do estabelecimento, porém, a Wachaporn alega que notou as orelhas de Diffy voltadas para baixo, o que era incomum. Quando perguntou à equipe do salão o que poderia ter acontecido, recomendaram que ela esperasse dois ou três dias e tudo voltaria ao normal. O animal logo começou a apresentar também sintomas de alergia, como coceira e descamação na pele. A reação, segundo ela, se agravou até que o animal perdeu sua orelha esquerda.

“A orelha esquerda de Diffy está caindo por causa da coloração. O pet stylist colocou muita tinta nele. A orelha do meu cachorro estava coçando, queimando, ficando preta, rachada e, eventualmente, caiu. Eu não culpo o salão, mas eu me culpo por querer ver suas orelhas tingidas“, escreveu a tutora do animal na rede social, onde compartilhou o desenrolar da história.

Fonte: Folha Vitória

Maratonista vegano fica em 1º lugar em competição mundial na Tailândia

O atleta australiano disputou a categoria 50 quilômetros e conseguiu cumprir o trajeto 16 minutos à frente do segundo colocado (Acervo: Vlad Ixel)

O maratonista vegano Vlad Ixel ficou em primeiro lugar na competição mundial de endurance North Face, realizada na Tailândia no final do mês passado. O atleta australiano disputou a categoria 50 quilômetros e conseguiu cumprir o trajeto 16 minutos à frente do segundo colocado.

Ixel concluiu a prova em 4h33m7s, liderando em cada um dos checkpoints. Apenas nove dos 433 finalistas conseguiram terminar o percurso em menos de cinco horas.

“Todo ano o percurso fica mais difícil e mais técnico. Este ano foi muito mais difícil do que nos anos anteriores, mas realmente gostei disso”, disse em entrevista ao Great Vegan Athletes.

Segundo o maratonista, corridas em montanha são muito imprevisíveis. Por isso, ele evita pensar na vitória antes de ver a linha de chegada.

O atleta diz que a sua alimentação sem ingredientes de origem animal tem importante papel no seu desempenho: “Vi muitos corredores fazerem a transição para uma dieta vegana nos últimos anos e eles estão se recuperando mais rápido e conseguindo melhores resultados.“

Tailândia enfrenta difícil caminho para deixar dependência de plástico

Todas as manhãs, milhares de pessoas caminham para o trabalho com suas marmitas de plástico e copos descartáveis de café e chá na Tailândia, um dos países do mundo que mais descarta resíduos plásticos no mar.

Diante da gravidade do problema, o governo tailandês planeja eliminar as sacolas plásticas mais finas e de uso único em 2022 e, três anos mais tarde, os canudinhos e os corpos descartáveis deste material derivado do petróleo.

(Foto: Missouri Department of Conservation / Imagem Ilustrativa)

O plano, elaborado pelo Departamento de Controle de Poluição, também busca acabar com 70% das sacolas mais grossas, como as dos shoppings, nos próximos 20 anos.

No entanto, esta ambiciosa iniciativa enfrenta a lenta burocracia, a pressão dos produtores e anos de maus hábitos de consumo na Tailândia, que geram mais de 2 milhões de toneladas de resíduos plásticos a cada ano.

Os estabelecimentos oferecem sacolas para compras mínimas, a água quase sempre é servida em uma garrafa com canudo de plástico e as embalagens de poliestireno abundam nos vários e famosos locais de comida popular.

“Não uso muitas sacolas de plástico porque geralmente carrego na mochila”, explicou à Agência Efe Praew uma tailandesa de 29 anos na saída de um supermercado em Bangcoc segurando várias sacolas de suas compras.

Outro tailandês, Note, de 37 anos, diz que sua forma de reduzir o plástico é fazer grandes compras de uma só vez para utilizar menos sacolas.

“O governo deveria fazer campanha para o uso de sacolas de tecido”, opinou, enquanto empurrava um carrinho cheio de recipientes plásticos.

Fontes do Departamento de Controle de Poluição indicaram à Efe que a Tailândia produz mais de 2 milhões de toneladas de resíduos plásticos por ano, dos quais 1 milhão são reciclados ou eliminados.

Segundo o Greenpeace, há 2.490 centros de gestão de resíduos no país, dos quais apenas 466 contam com instalações e equipamentos adequados para evitar a poluição do ar e da água.

Pongsak Likithattsin, diretor-gerente da Thaiplastic Recycle Group, emprega mais de 100 funcionários, a grande maioria imigrantes, em sua empresa que se dedica há 11 anos à reciclagem de garrafas PET (politereftalato de etileno), usadas normalmente para água e bebidas gaseificadas.

A fábrica, situada na província de Samut Sakhon, vizinha a Bangcoc, recicla cerca de 2 mil toneladas de plástico por mês e há planos para dobrar esta quantidade nos próximos anos.

As embalagens vêm comprimidas em cubos que os operários têm que romper a marteladas e depois separam em fileiras os resíduos do plástico para submetê-los ao tratamento em máquinas.

“A matéria-prima após o processo de reciclagem é poliéster”, que é usado para fabricar roupa e objetos de plástico, explicou à Efe Pongsak.

Cerca de 50% de sua produção é vendida na Tailândia, enquanto a outra metade é exportada para países como China, Austrália e Polônia.

(Foto: NOAA Crep/Divulgação)

Apesar desse exemplo, grande parte do plástico gerado na Tailândia não é reciclado e, em muitas ocasiões, acaba indo parar no mar.

Segundo um artigo da revista “Science” de 2015, a Tailândia era o sexto país que mais descartava plástico no mar depois de China, Indonésia, Filipinas, Vietnã e Sri Lanka, nações onde o rápido crescimento econômico fez disparar o consumo e o desperdício.

O estudo, dirigido pela professora Jenna R. Jambeck, estimava que a Tailândia descartava a cada ano no mar entre 150 mil e 410 mil toneladas de plástico, de um total mundial que fica entre 4,8 e 12,7 toneladas anuais.

Segundo os ambientalistas, dezenas de animais marinhos, entre eles baleias, tartarugas e golfinhos, morrem a cada ano na Tailândia devido ao plástico, que nunca se decompõe totalmente, já que acaba se transformando em micropartículas que poluem a água e os alimentos.

Em junho, uma baleia-piloto morreu no sudeste do país depois de agonizar durante cinco dias devido à ingestão de 80 sacolas e outros objetos de plástico que pesavam 8 quilos no total.

Fonte: UOL / EFE

Ativistas lutam para resgatar elefanta desnutrida e explorada por zoo

No local, elefantes são forçados a se apresentar diariamente para um público quase inexistentes. “Bones” chamou a atenção do mundo quando um vídeo dela se apresentando um estádio vazio se tornou público. Primeiro, ela se equilibra em duas mesas de madeira antes de caminhar lentamente para outra área onde anda precariamente em uma “corda bamba” feita de duas barras de aço.

A mesa de madeira e a corda não poderiam suportar o peso de um animal tão grande, mas como Bones é extremamente magra, executa o abominável truque para os espectadores.

Nas dolorosas imagens é possível ver sua espinha, ossos pélvicos e dos ombros.

Segundo o World Animal News, um porta-voz do Samutprakarn Crocodile Farm & Zoo garantiu que todos os elefantes do parque recebiam tratamento adequado que estavam em perfeitas condições de saúde, o que é uma grande mentira.

Ativistas e organizações pelos direitos animais iniciaram uma petição através da CARE2  para que ela e os outros elefantes no parque devem ser resgatados e levados para um santuário apropriado.

A exploração dos elefantes    

O caso de Bones remete ao de Teresita, uma elefanta que morreu triste e solitária em um zoo de São Paulo, após anos sendo escravizada pela ganância humana.

Elefantes possuem um cérebro grande, inteligentes e curioso. Em liberdade, movimentam-se pelo menos 20 de cada 24 horas, de forma ativa, caminham 20 ou mais quilômetros por dia.

Em cativeiros pequenos, solitários, sujos e sem estímulo, eles adoecem física e psicologicamente. Além disso, estes seres inocentes realizam truques por privação de alimentos e são brutalmente castigados quando não os fazem.

Aprisionar animais para entretenimento e educação de seres humanos é inaceitável e cruel.

Zoológicos e circos são exemplos de dor e sofrimento à vida selvagem

 

 

 

 

 

 

Bebê elefante é flagrado roncando durante um cochilo no meio da tarde

Elefantes são implacavelmente caçados por seus chifres ou para serem explorados por zoológicos em todo o mundo. A vida em cativeiro é estressante, tem péssimas condições de saúde física e mental e os recintos são apertados e sujos.

O filhote Khun-Seuk, em um santuário no norte da Tailândia.

Alguns santuários resgatam esses animais e dão a eles o mais próximo possível de uma vida selvagem, já que muitos deles não são capazes de voltar ou conhecer seu habitat natural.

Um santuário em Chiang Mai, no norte da Tailândia é um desses locais e abriga centenas de elefantes, incluindo o adorável bebê Khun-Seuk. As informações são do Daily Mail.

Em um pequeno vídeo muito fofo, o elefante foi flagrado durante uma soneca no meio da tarde, roncando como um humano.

O elefante acorda no meio do vídeo, mas não parece querer levantar.

Ele leva sua tromba até a boca e calmamente olha diretamente para a câmera sem fazer barulho.

Khun-Seuk então reposiciona, fecha os olhos e dorme mais uma vez.

É impossível não se apaixonar por ele!

Atriz de Game of Thrones se posiciona contra a exploração de elefantes

A atriz vegana Nathalie Emmanuel, conhecida por seu papel como Missandei na popular série da HBO “Game of Thrones”, se manifestou contra os maus-tratos aos elefantes explorados em passeios turísticos.

atriz nathalie em

Foto: Getty Images

Durante uma viagem ao sul da Tailândia, Emmanuel visitou o Phuket Elephant Sanctuary. Escrevendo sobre a experiência em sua conta no Instagram, a atriz britânica notou que o santuário é certificado como ético, com turistas apenas autorizados a observar de longe os animais que vagam livremente e alimentá-los de uma distância segura.

No entanto, isso não é típico de muitos “santuários” na Tailândia e em outros países da Ásia, que permitem que os turistas se aproximem e se familiarizem com os elefantes, usem anzóis para controlá-los e também passeiem montados nos elefantes.

O santuário de Phuket incentiva a compaixão a todos os animais, proporcionando aos seus visitantes refeições predominantemente veganas, de acordo com Emmanuel. “Porque aqui eles ‘comem o que os elefantes comem’”, explicou ela. Ela pediu aos turistas na Tailândia que considerassem o bem-estar dos animais quando viajassem pelo país, acrescentando hashtags como “#NOtoelephantriding” e “#Stopanimalabuse ” ao seu post.

A verdade sobre os ‘passeios de elefante’

Emmanuel não é a primeira celebridade a falar sobre o bem-estar dos elefantes na Ásia. No ano passado, a atriz de “Harry Potter” Evanna Lynch viajou para a Índia com o jornal The Sun. A atriz teve como objetivo conscientizar a população sobre o tratamento dos elefantes que são explorados para passeios turísticos no país.

Lynch testemunhou o abuso de elefantes morrendo de sede forçados a ficar no calor. Eles foram espancados, maltratados e enjaulados, e alguns tinham feridas abertas.

Segundo a organização de direitos animais PETA, os animais também são separados de suas famílias quando capturados e depois espancados “até que seus espíritos sejam destruídos”. Após esses eventos, os animais frequentemente sofrem de transtorno de estresse pós-traumático.

Tigre é caçado e esquartejado para seu esqueleto ser usado como “remédio afrodisíaco”

A caça é um flagelo no planeta e põe em risco toda a vida selvagem. Ao longo dos anos e rapidamente, milhares de animais entraram em extinção pela ação do homem. Elefantes, rinocerontes, pangolins, tigres e onças são mortos por suas presas, peles, chifres, escamas e outras partes de seus corpos.

Um caçador socou um tigre depois que o animal foi assassinado por partes de seu corpo.

Recentemente, uma cena chocante foi registada e mostra o momento em que um caçador disfere socos em um tigre morto, no meio da mata.

A imagem do “troféu” de uma gangue de caça revela homem com o punho acima da cabeça do animal enquanto ele está montado no gigante felino ensanguentado, no norte da Tailândia.

De acordo com ativistas, uma gangue de caça opera em todo o sudeste da Ásia e tem assassinado animais nas florestas do país para fazer dos seus restos mortais, amuletos “de sorte”, remédios afrodisíacos e decorações. As informações são do Daily Mail.

Os resultados de uma investigação de três meses foram revelados na última terça-feira (22), com autoridades alegando terem capturados os homens que operavam nas fronteiras da Tailândia.

Os trabalhadores da fauna silvestre disseram que os caçadores entrariam na selva pelas fronteiras das florestas para rastrear os animais, antes de matá-los e contrabandear as carcaças para o Vietnã.

Petcharat Sangchai, diretor da ONG Freeland que realizou a investigação, disse: “Não achamos que esta foi a primeira vez desses caçadores na Tailândia e acreditamos que eles estavam planejando atacar novamente”.

As autoridades também disseram que prenderam dois membros vietnamitas do grupo em outubro passado, na província de Nakhon Sawan, no norte da Tailândia, através de uma denúncia de um motorista contratado que suspeitou da carga.

Eles pararam o veículo, inspecionaram a bolsa e descobriram o esqueleto ainda fresco de um tigre e milhares de garras de urso.

A polícia e os oficiais dos animais selvagens tailandeses inspecionam um esqueleto de tigre na província de Nakhon Sawan, Tailândia. A foto surgiu depois que dois cidadãos vietnamitas foram presos com os restos mortais.

A terrível imagem do caçador atacando um tigre foi encontrada ao telefone de um membro da gangue. Isso desencadeou a investigação de três meses para descobrir a rede de caça ilegal.

A polícia então contatou a organização Freeland para assistência analítica usando tecnologia forense digital.

Ela revelou que os caçadores estrangeiros faziam parte de uma organização de tráfico de animais selvagens no Vietnã, que apoia a caça e o contrabando nas florestas da Tailândia, Malásia e Mianmar.

A polícia acredita que eles estavam operando nas regiões fronteiriças há bastante tempo antes de serem pegos.

Segundo Petcharat Sangchai, esqueletos de tigres e garras de urso estão em alta demanda em muitos países do sudeste da Ásia, especialmente no Vietnã.

“O esqueleto do tigre é o ingrediente crucial para a produção de um licor, que acreditam ser um remédio de saúde e para o sexo de idosos. Garras de urso são usadas para ser um amuleto de sorte de virtude e fama”.

A prisão desta não significa o fim da terrível ameaça à vida selvagem na Tailândia. A polícia, guardas florestais e as pessoa devem permanecer vigilantes.

 

Filhote de elefante morre por ferimentos causados por caçador

Os crueldade e a ganância humana não tem limites e infligi a animais inocentes as mais terríveis dores e sofrimento.

Uma elefanta bebê é mais uma vítima dessa triste realidade e morreu após de sofrer sérios ferimentos ao ser capturada por um caçador e amarrada pela pata em uma floresta, no leste da Tailândia.

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

Segundo o Daily Mail, a filhote de um mês de idade foi encontrada por aldeões em Rayong, amarrada a uma cerca com uma corda cortando profundamente o tornozelo e expondo seu osso.

Ninguém sabe ao certo por quanto tempo a pequena elefanta, batizada de Baitong, ficou lá, sem o leite e machucada, mas estava tão fraca que mal conseguia se levantar.

Elefantes bebês são completamente dependentes de suas mães para alimentação até os dois anos de idade, e não se sabe o que aconteceu com a mãe de Baitong.

Baitong foi resgatada em 18 de dezembro, mas apesar dos cuidados 24 horas por dia e da amputação de emergência da pata infectada ela morreu na última sexta-feira (11).

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

Prasarn Buangsook, veterinário do Departamento de Gestão de Áreas de Conservação, disse: “A corda cortou profundamente o pé de Baitong e chegou até seus ossos. Ela estava muito ferida e magra porque não comia nada há dias.

“Sua pele inteira do pé estava morta e seu osso tem uma ferida enorme e incurável”

“Amputar a pata dela era necessário para evitar que ela morresse de infecção”, acrescentou Buangsook.

Ele também disse que os veterinários notaram que ela estava lentamente começando a se recuperar, mas ela ainda precisava de cuidados 24 horas por dia.

Na última quinta-feira, Baitong estava brincando com alguns de seus cuidadores quando sua condição piorou repentinamente e ela desmaiou foras depois.

Vários veterinários trabalharam durante a noite para salvar Baitong, mas ela faleceu na manhã do dia seguinte.

Nathanong Panpech, um dos veterinários, disse: “Os níveis de oxigênio no sangue dela eram muito baixos, causando um alto nível de ácido no sangue”.

“Nós demos a ela uma infusão, remédios e oxigênio, mas ela não aguentou mais.

Foto: Departamento de Gestão de Áreas de Conservação

“Estamos todos perto dela e muito triste em vê-la partir. Espero que a morte de Baitong lembre a todos os caçadores que os animais são inocentes e que eles não merecem nada disso”.

A Ásia é conhecida pelo tráfico de animais e extermínio de elefantes. O crime é alimentado pelo comércio de suas presas que são retiradas para servirem como peças ornamentais nos países asiáticos.

Infelizmente, a pequena bebê entrou para a assustadora estatística de vítimas da caça, do tráfico e da revoltante exploração animal causadas pelo homem somente por dinheiro e “prazer”.

 

 

o macaco dentro da jaula

Família prende um macaco numa jaula minúscula durante 6 anos na Tailândia

A equipe da Wildlife Friends Foundation Tailândia (WFFT) recebeu um telefonema de uma família local que mantinha Me Boon, um macaco de cauda longa, como um animal doméstico.

o macaco dentro da jaula

Foto: WFFT

Enquanto a família supostamente cuidava de Me Boon, alimentando-o com leite e frutas todos os dias, eles o colocaram em uma jaula pequena e suja ao ar livre que seria essencialmente sua prisão pelos próximos seis anos – e Me Boon sofreu muito. Ele exibiu padrões de comportamento como inquietude e batia a cabeça nas paredes da jaula, que são sinais de estresse extremo em animais enjaulados.

“Imagine isso acontecendo com você ou eu,” disse Tom Taylor, diretor-assistente da WFFT. “Trancado numa jaula por seis anos, sozinho sem outro humano à vista.”

a jaula enferrujada onde o macaco era aprisionado

Foto: WFFT

Quando a WFFT foi para resgatar Me Boon, a equipe teve problemas para tirá-lo da jaula. “Ele ficou preso por tanto tempo que a gaiola grudou com a ferrugem”, escreveu Taylor em um post no Facebook. “Demoramos algum tempo para abrir a porta.”

Eles finalmente abriram a porta, tiraram Me Boon de lá e o levaram para o centro de resgate e reabilitação da WFFT. “Me Boon foi bem alimentado, mas não tinha como fazer exercício, então está muito acima do peso”, escreveu Taylor no Facebook. “A falta de espaço na jaula também pode ter entortado um de seus pés para dentro. Ele não será o melhor escalador ou saltador.”

o macaco Me Boon no centro de reabilitação

Foto: WFFT

Apesar de tudo o que ele passou, Me Boon já está se sentindo melhor no centro de resgate da WFFT.

“Ele tem espaço para se alongar, brincar, relaxar e aprender a ser um macaco”, escreveu Taylor no Facebook. “Ele gosta especialmente de se sentar em um canto alto de seu novo recinto, com vista para um campo de macacos separado, cheio de amigos em potencial. Ele é muito curioso sobre eles e os observa o dia inteiro.”

“É provável que ele nunca tenha visto ou interagido com outros macacos antes em sua vida, pois foi cuidado por seres humanos desde a infância”, acrescentou Taylor. “Depois de um período de aclimatação, esperamos emparelhá-lo com uma família de seus [macacos]”.

o macaco Me Boon no centro de reabilitação

Foto: WFFT

Enquanto Me Boon está recebendo uma segunda chance, muitos outros macacos não têm tanta sorte. Em todo o Sudeste Asiático, os macacos são frequentemente capturados na natureza para serem mantidos como animais domésticos ou explorados na indústria de entretenimento como “macacos dançantes”. Quando se tornam difíceis de lidar, são acorrentados ou enfiados em gaiolas, onde às vezes passam suas vidas inteiras.

Infelizmente, os macacos selvagens também são caçados por causa da culinária e da medicina tradicional, e até vendidos para instalações de pesquisa científica em todo o mundo para serem explorados em experimentos. Mas a vida de Me Boon está indo para um caminho diferente. Embora ele não seja elegível para ser solto na vida selvagem, ele viverá uma vida feliz no centro de resgate da WFFT.