Tartaruga-verde é encontrada morta no litoral do Paraná

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta no Paraná. O corpo foi localizado no Balneário Flórida, em Matinhos, no sábado (13).

Foto: Lourival Marques Filho/Arquivo pessoal

Trata-se de um animal jovem, segundo a bióloga Camila Domit, coordenadora do Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). De acordo com ela, a mortalidade de tartarugas na região aumenta no inverno.

“Em nosso litoral ha uma agregação de vários animais que migram nesta época do ano, até por conta do frio nas regiões mais ao sul, por exemplo, no Uruguai e na Argentina (…) o fato de termos mais tartarugas na região e também o fato de ser um período que há muita pescaria”, disse a bióloga ao G1.

A especialista explicou que a pesca de arrastão captura os animais e os leva ainda vivos para a praia.

De volta ao habitat

Em Santos (SP), duas tartarugas-verdes foram devolvidas ao mar no sábado (13) após receberem tratamento veterinário.

Foto: Isabela Carrari/Prefeitura de Santos

As tartarugas pesam cerca de 20 kg cada e a carapaça delas mede em torno de 60 centímetros. Elas foram submetidas a tratamento por aproximadamente um ano para monitoramento da saúde e também passaram por cirurgias a laser para retirada de tumores.


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Tartarugas morrem em SC e hipótese de afogamento é cogitada

Três tartarugas foram encontradas mortas em Barra Velha, no estado de Santa Catarina. A suspeita é de que elas tenham ficado presas em uma rede de pesca, o que pode ter causado um afogamento. Os animais marinhos foram colocados em cima de um pedaço de madeira na areia da Praia das Pedras Brancas, conhecida popularmente como Praia da Barrinha.

Foto: Arquivo Pessoal

Os corpos foram localizados na segunda-feira (24). A pesca feita perto das rochas aumenta a chance desses animais ficarem presos nas redes e acabarem morrendo afogadas. As informações são do NSC Total.

A morte das tartarugas foi constatada por equipes da unidade de estabilização de animais marinhos da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), que estiveram na praia. Da espécie verde, as duas mediam de 40 a 50 centímetros e tinham entre cinco e dez anos. Em fase juvenil, as tartarugas ainda estavam longe de entrar no período reprodutivo.

“Uma das hipóteses da causa da morte das tartarugas é o aprisionamento delas em rede de pesca ou captura acidental. Elas estavam com aspecto corporal bom e nenhuma evidência de doenças”, explica Jeferson Dick, coordenador da unidade de estabilização Univali.

Segundo ele, dificilmente animais com aparência saudável morrem devido a doenças, por isso a hipótese de afogamento é considerada. O estrangulamento das nadadeiras, ocasionado por linhas de pesca, também pôde ser visto nos corpos dos animais.

“Além das pesca, nós temos outros fenômenos que causam a morte, como a presença de lixo no mar. Atendemos tartarugas caquéticas que ingeriram lixo e não conseguem mais se alimentar direito, por exemplo”, ressalta o coordenador.

Dick lamentou a morte de tartarugas tão jovens. “Elas teriam uma longa história de vida, é sempre um dano enorme perder esses animais ainda jovens, extinguindo a chance de reprodução e assim perpetuar a espécie”, diz.

A tartaruga verde, segundo o especialista, é uma espécie ameaçada de extinção. E casos como o registrado em Barra Velha, costumam ser registrados com muitos outros animais em fase juvenil.

No caso daqueles que são resgatados com vida, um processo de reabilitação é realizado por membros do grupo de estabilização, seguindo protocolos para, por exemplo, reverter situações de afogamento. Até que estejam totalmente recuperadas e prontas para retornar à natureza, as tartarugas permanecem em tanques na unidade.

Quando já estão saudáveis, elas são transferidas para o Projeto Tamar, em Florianópolis, para que sejam soltas no habitat. Durante todo esse processo, as tartarugas recebem anilhas com numerações diferentes que ajudam na pesquisa e na conservação das espécies.


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Tartaruga-verde é encontrada morta na orla de Praia Grande (SP)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta em Praia Grande, no litoral do estado de São Paulo. O corpo do animal marinho foi localizado por banhistas no domingo (24) em avançado estado de decomposição. O Instituto Biopesca foi acionado e retirou o animal do local. Uma necrópsia será realizada.

Foto: Divulgação/Praia Grande Mil Grau

A tartaruga estava encalhada em uma faixa de areia da praia do bairro Vila Tupi quando foi encontrada. Ela pesava cerca de 16 quilos. As informações são do portal G1.

O Instituto Biopesca afirma que não é possível apontar uma única causa da morte devido ao estado de decomposição do corpo, mas que uma série de fatores podem ser considerados, como doenças, ingestão de lixo ou afogamento, caso o animal tenha ficado preso em redes de pesca.

Desde que o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) foi iniciado, o Biopesca já recolheu 2.048 tartarugas-verdes mortas nas praias da região.

Ao encontrar golfinhos, aves ou tartarugas-marinhas nas praias da região, o recomendado é acionar o Instituto através dos telefones 0800-6423341 ou (13) 99601-2570 – chamada a cobrar ou pelo WhatsApp.

Tartaruga-verde é encontrada morta em praia em Pirangi (RN)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta na última semana na Praia de Pirangi, no Litoral Sul do Rio Grande do Norte. O animal de pouco mais de um metro de comprimento estava preso nas pedras da praia e foi encontrado por banhistas.

Foto: Projeto Cetáceos/Cedida

Uma equipe de biólogos do projeto Cetáceos da Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) foi até o local, fez uma análise do casco e recolheu amostra para apontar a causa da morte do animal. A tartaruga foi enterrada para evitar contaminação por decomposição de material biológico na área.

De acordo com o Projeto TAMAR, a Tartaruga-verde ou Aruanã pode chegar até 1 metro e 43 centímetros, e pesa em média 160 kg. A espécie é considerada ameaçada de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês).

Fonte: OP9

Tartaruga-verde é encontrada morta em praia em João Pessoa (PB)

Uma tartaruga-verde foi encontrada morta na última terça-feira (5) na praia do Bessa, em João Pessoa, na Paraíba. Segundo a bióloga e fundadora da ONG Guajiru, Rita Mascarenhas, o animal estava preso a uma corda que estava ligada a uma armadilha de pesca. A tartaruga estava em estado avançado de decomposição.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)

A suspeita da bióloga é que a tartaruga tenha ficado presa à armadilha e não tenha conseguido voltar para o mar aberto mesmo após pescadores cortarem a corda – o que teria levado-a à morte. As informações são do portal G1.

A ONG, que atua na preservação das tartarugas marinhas, enviou uma equipe ao local para registrar a morte do animal, que foi enterrado pela Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

A armadilha em que a outra ponta da corda estava presa foi encontrada perto da tartaruga morta. O animal pesava, segundo Rita, cerca de 100 quilos e tinha mais de um metro de casco. Devido a essas características, a bióloga acredita que o animal era adulto.

Tartarugas da espécie verde podem ter até 1,3 metros de casco e pesar 250 quilos.

(Foto: Rita Mascarenhas/ONG Guajiru)