Tartaruga considerada extinta há um século é encontrada no Equador

Uma tartaruga gigante do arquipélago equatoriano de Galápagos, considerada extinta há um século, foi encontrada durante uma expedição na Ilha Fernandina, no Equador, segundo o ministro do Meio Ambiente, Marcelo Mata.

Foto: Reprodução/Twitter

Nativa da ilha, a tartaruga, que tem como nome científico Chelonoidis phantasticus, é uma das 15 espécies de tartarugas gigantes de Galápagos, das quais já desapareceram animais da Chelonoidis spp (ilha Santa Fe) e da abigdoni (Pinta). As informações são do portal Extra.

As tartarugas gigantes chegaram há três ou quatro milhões de anos à região vulcânica de Galápagos, que faz parte da reserva da biosfera que serviu para que o naturalista inglês Charles Darwin desenvolvesse a teoria sobre a evolução das espécies. Acredita-se que esses animais chegaram à região sendo levados por correntes marinhas, criando 15 espécies diferentes – das quais duas foram extintas -, cada uma adaptada ao seu território.

O ministro não deu mais detalhes sobre a descoberta da tartaruga. Ela foi encontrada por equipes do Parque Nacional de Galápagos (PNG) e da Galapagos Conservancy, sediada nos EUA, que apoia a preservação das ilhas encantadas no Pacífico equatoriano.

As tartarugas galápagos têm variantes genéticas relacionadas à reparação do DNA, com poder de cura que permite que elas tenham vida longa, segundo o PNG.

A ilha Aldabra, no Oceano Índico, também é habitat de outra espécie de tartaruga gigante terrestre.

Tartaruga fica enroscada em rede de pesca e é salva por homem que passava pelo local

Mais uma vítima do descaso humano, que por pouco não se tornou fatal. A rede de pesca na qual o animal ficou preso já estava cortando sua garganta e seus membros. Se não fosse pela ajuda da pessoa que passava pela praia no momento e a salvou, certamente a tartaruga não teria resistido.

As imagens acima flagram o momento em que a tartaruga foi encontrada completamente enroscada na rede de pesca antes de ser libertada pelo um bom samaritano que passava pelo local.

O incidente ocorreu perto da praia de Lendas próximo a Heraclion, na ilha de Creta (Grécia).

A tartaruga, da espécie tartaruga-marinha-comum (caretta caretta), estava impossibilitada de se mexer porque se enrolou toda nos fios da rede.

Foto: Porto Lenta / Facebook

Foto: Porto Lenta / Facebook

Um homem que passava pelo local, ao ver a situação do animal, tirou seus sapatos e foi até ela.Com todo cuidado ele lentamente tirou a tartaruga da água antes de cortar a rede com uma faca.

A rede ficou enrolada pelo corpo todo do animal inclusive ao redor de sua garganta e já estava cortando sua carne ali e ao redor dos ombros.

O homem levou quase 5 minutos para livrá-la completamente do emaranhado sufocante provocado pela rede.

Uma vez que a tartaruga estava apta a se mover de novo e livre da rede, é possível ver os ferimentos causados em seu corpo pela força com que as cordas a prendiam. Provavelmente ela teria lutado muito para se libertar, o que pode ter piorado seus ferimentos.

Depois que a tartaruga foi colocada novamente em pé, ela instantemente correu em direção ao mar e entrou na água.

Nos últimos 20 anos, milhões de tartarugas marinhas foram mortas ao ficarem presas em redes de pesca ou serem acidentalmente fisgadas por anzóis de pesca.

Ano passado, no México, 300 tartarugas marinhas ameaçadas de extinção foram encontradas mortas após ficarem presas em redes de pesca.

Tartaruga ameaçada de extinção é encontrada morta em praia de SP

Uma tartaruga foi encontrada morta pela equipe da Operação Praia Limpa em Ilhabela, no litoral de São Paulo. No local havia também outra tartaruga, viva, porém debilitada.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

A tartaruga que estava morta pertence à espécie “gigante”. Maior espécie de tartaruga marinha, ela utiliza a costa brasileira para se alimentar e reproduzir e vive em média de 200 a 300 anos. A tartaruga encontrada viva é da espécie “verde”.

As duas tartarugas foram levadas até a praia do Engenho D’Água e, em seguida, ao Instituto Argonauta. A entidade não informou o estado de saúde do animal resgatado com vida. As informações são do portal Nova Imprensa.

“A tartaruga gigante esta criticamente ameaçada de extinção devido à intensa coleta de seus ovos e a captura acidental, que acontece por conta de redes fantasmas, que são redes de pescas abandonadas ou perdidas no mar”, explica a bióloga marinha Roberta Gomes, que acompanha o projeto que tira lixo das praias.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

A bióloga faz também um alerta sobre os problemas do período de chuvas e a responsabilidade da sociedade. “O projeto está em ação para retirar o máximo de lixo marinho possível do mar, porém cada indivíduo deve fazer a sua parte, levando em conta que a maioria do lixo encontrado no mar é lixo doméstico. Nesse período de chuva constante que estamos enfrentando no Litoral Norte, todo lixo que está nas ruas é levado pela força da água para córregos e param no mar, por isso pequenas ações podem colaborar com o nosso ambiente e ajudar na preservação dos animais”, ressalta.

A Operação Praia Limpa encontrou nas praias vasos sanitários, pneus, ventilador, lâmpada, cabos e fios, materiais de pesca, plástico, garrafas de vidro, garrafa térmica, latas, ferro, isopor, tampinhas de plástico e ferro, madeira e lixo orgânico. Ao todo, foram retirados 170 kg de lixo do mar.

Além do material retirado da praia, a equipe abordou embarcações para distribuir folders educacionais e sacolas retornáveis ecológicas. Também fez mergulho para retirada de resíduos submarinos e limpeza de costeiras e píers.

O projeto conta com o apoio da Prefeitura de Ihabela, através da Secretaria de Meio Ambiente, e das empresas Chevrolet Veibras, Macboot, Radio Ilhabela FM, ABLM e Instituto Supereco.

(Foto: Operação Praia Limpa/ Divulgação)

Tartaruga ameaçada de extinção é encontrada morta no litoral de SP

Uma tartaruga-de-pente, espécie ameaçada de extinção, foi encontrada morta no domingo (10) por uma equipe da Guarda Costeira, que integra a Guarda Civil Municipal (GCM), em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Foto: Reprodução / G1

Encontrada nas proximidades da área militar da Fortaleza de Itaipu, no bairro Canto do Forte, a tartaruga estava em estado avançado de decomposição. Ela pesava 55 quilos e foi recolhida pelo Instituto Biopesca.

A causa da morte, segundo o Instituto, só poderá ser determinada após uma série de exames laboratoriais. As informações são do portal G1.

Ao encontrar animais marinhos mortos ou vivos em praias do litoral paulista, a orientação é acionar o Instituto Biopesca pelos telefones 0800 642 3341 ou (13) 99601-2570 (chamada a cobrar ou pelo WhatsApp).

Em aproximadamente três anos, desde que o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) teve início, sete tartarugas marinhas foram encontradas mortas. Outras 2.533 foram resgatadas, sendo a maior parte delas tartarugas-verdes.

Tartaruga e lobos-marinhos salvos nas praias do PR voltam ao mar

Albari Rosa/Gazeta do Povo

Uma tartaruga-cabeçuda e dois lobos-marinhos reabilitados no Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em Pontal do Paraná foram devolvidos ao mar na última quarta-feira (31). Os três animais haviam sido resgatados pelos biólogos na costa paranaense em dezembro em estado bastante debilitado.

Os mamíferos, duas fêmeas juvenis, já estavam se alimentando sozinhos, indício de que estavam preparados para voltar à natureza. Para isso, os médicos veterinários fazem um teste: jogam peixes vivos na piscina em que os animais estão em tratamento. Se eles tiverem capacidade de pegarem sozinhos os peixes para se alimentarem, já podem voltar ao mar.

Os lobos-marinhos não foram soltos na praia, mas sim em alto mar, a 6 milhas da costa, no Parque Nacional Marinho da Ilha dos Currais – importante unidade de conservação do litoral paranaense. A decisão foi tomada pela equipe de veterinários e biólogos para que os animais não voltem à mesma praia e assim possam seguir para suas colônias de origem, no sul da América do Sul.

As duas fêmeas foram microchipadas e tiveram parte do pelo descolorido para que sejam identificadas caso alguma outra entidade ligada à preservação do meio ambiente as encontre.

Tartaruga

Já a tartaruga, bem pequena, ainda juvenil, foi encontrada enroscada em um saco de estopa na praia de Barra do Saí, em Guaratuba, em 14 de dezembro de 2018. A tartaruguinha estava bastante debilitada, magra e coberto por cracas de sujeira”

Na avaliação clínica, exames apontaram a presença de um espinho de peixe na boca do animal, o que impedia a tartaruga de se alimentar. Além de anêmica, a tartaruga apresentava um quadro de parasitose. Quando chegar à fase adulta, a tartaruga que hoje mede pouco mais de um palmo,poderá alcançar perto de 1,5 m de comprimento e a pesar 140 kg.

A população que encontrar qualquer animal marinho – mamíferos, aves ou répteis – na costa paranaense deve acionar a equipe do CEM-UFPR pelos telefones 0800-642-3341 ou (41) 3511-8671. Eles darão a destinação correta e, se necessário, o tratamento veterinário aos animais.

Fonte: Gazeta do Povo

Lobos-marinhos e tartaruga são devolvidos ao mar no Paraná

Dois lobos-marinhos-do-sul e uma tartaruga-cabeçuda foram devolvidos ao mar nesta quarta-feira (30) em Pontal do Paraná, no estado do Paraná. Os animais estavam em tratamento no Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

A soltura, que ocorreu após autorização do Ibama, foi feita a cerca de 6 milhas náuticas além da costa – o que corresponde a mais de 10 quilômetros – por causa da temporada de verão. O critério impede que os animais, que foram microchipados, retornem à praia. As informações são do portal G1.

Os lobos-marinhos receberam, durante meses, monitoramento diário de saúde, medicação e alimentação específica. A tartaruga, que havia sido resgatada enroscada em um saco de estopa, em Guaratuba (PR), em dezembro do ano passado, foi encontrada debilitada, caquética e coberta por cracas. Ela tinha um espinho de peixe que a impedia de se alimentar e estava anêmica, mas respondeu bem ao tratamento veterinário.

Ao encontrar animais marinhos, vivos ou mortos, nas praias do Paraná, a população deve acionar o CEM através dos telefones 0800-642-3341 e (41) 3511-8671.

Tartaruga é encontrada morta com anzol no pescoço em Ilhéus (BA)

Uma tartaruga morta foi encontrada com um anzol preso ao pescoço na última segunda-feira (28) na praia do Jardim Atlântico, no município de Ilhéus, na Bahia.

Foto: Vânia Miranda/ Arquivo Pessoal

O animal foi encontrado por pessoas que passavam pelo local. De acordo com pesquisadores do Projeto A-mar, que trabalha na conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos da região, a tartaruga pertencia à espécie verde.

Um voluntário do projeto esteve na praia para enterrar o animal marinho. Nos últimos sete dias, cinco tartarugas foram encontradas mortas na região.

Outro caso

Águas-vivas foram encontradas na areia da praia dos Milionários, também em Ilhéus, na última terça-feira (29). A aparição desses animais na areia, segundo o Projeto A-mar, é normal durante o verão, já que esse é o período de reprodução da espécie, quando ocorre uma aglomeração de machos e fêmeas.

O projeto orienta os banhistas a não tocarem nas águas-vivas, já que é difícil descobrir se elas estão vivas. Caso estejam, elas queimam, como forma de defesa, quem nelas tocar. Em caso de queimadura, a ONG indica molhar o ferimento com vinagre ou com a água do mar. A água doce, segundo o projeto, intensifica a dor.

Tartaruga é encontrada morta na praia em Guaratuba (PR)

Fotos: Gustavo Aquino / Correio do Litoral

Tartaruga é encontrada na noite da última sexta-feira (25), na chamada Praia do Prosdócimo, em Guaratuba.

O animal, com cerca de 80 centímetros, estava morto, por volta das 23h15, quando a reportagem chegou ao local, em frente ao hotel Villa Real. Era possível ver ver marcas de sangue de sua boca e na areia.

Ainda havia uma marca no formato do casco onde ela havia estado anteriormente e de onde pode ter sido removida por alguém. Uma madeira, ao lado do corpo pode ter sido usada para isso.

Não há informações sobre o horário em que a tartaruga apareceu na praia, mas às 21h ainda havia visibilidade e muitas pessoas estavam na praia. O animal deve ter surgido na praia depois disso.

Fonte: Correio do Litoral

Tartaruga é encontrada morta por turistas em praia de Cabo Frio (RJ)

Uma tartaruga foi encontrada morta por turistas na orla da Praia de Unamar, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. O animal media cerca de 1 metro de comprimento.

Foto: Pedro Belfort/Arquivo Pessoal

O turista do Rio de Janeiro, Pedro Belfort, foi quem encontrou a tartaruga. Ele afirma que estava na praia com a família quando começaram a sentir um cheiro forte que parecia ser de um animal morto. Foi então que ele avistou a tartaruga na beira da água. Segundo ele, um vendedor de picolé entrou na água e retirou o animal do local com receio de que o corpo atraísse predadores. As informações são do portal G1.

Em seguida, Pedro acionou o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Campos. “Lembramos de uma placa no condomínio vizinho, com um telefone para o caso de encontrar animal morto ou encalhado na praia. Quando ligamos, era de um projeto de monitoramento de praias”, disse.

Poucos minutos depois, uma equipe chegou ao local para remover o corpo da tartaruga e levá-lo para análise em laboratório. “Pessoas que estavam na praia ajudaram na remoção do animal. […] tinham senso de coletividade”, comentou.

Ao encontrar animais mortos ou encalhados em praias da região, a pessoa deve acionar o projeto de monitoramento de praias através do telefone 0800 026 2828.

Pesca: 70 tartarugas são encontradas mortas no litoral de Sergipe

70 tartarugas da espécie Oliva foram encontradas mortas (Foto: Projeto Tamar)

A mortandade de tartarugas em menos de 10 dias, preocupa o Projeto Tamar. Somente do dia 16 ao dia 21 de janeiro, as equipes localizaram 70 animais mortos da espécie Lepidochelys olivacea em praias sergipanas e em Mangue Seco.

Segundo o diretor de sustentabilidade do Projeto Tamar, César Coelho, a morte dos animais coincidiu com o período do defeso do camarão. “Nesse período os camarões estão na beira da praia e onde tem camarão tem tartaruga porque eles operam no mesmo lugar. Os pescadores não obedecem o arrasto e as embarcações se aproximam da beira da praia ocasionando o aumento na mortes das tartarugas”, lamenta.

Ainda de acordo com César Coelho, os pescadores estão desrespeitando a distância que os barcos precisam manter da praia. “Se eles não tivessem nessa zona de exclusão, o número de mortes seria menor. Eles não respeitam os 3km de distância e vindo para a beira da praia, o pescador sabe que vai pegar tartaruga. Todos os anos é a mesma coisa. Muita das vezes eles capturam elas vivam só que mesmo se ela não morrer na rede, morrem pouco tempo depois. Essa pesca próxima a praia gera sérios problemas não só para as tartarugas”, informa.

Fonte: Infonet